segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Se licença ambiental não sair, Anglo para produção em Minas

Se licença ambiental não sair, Anglo para produção em Minas


A Anglo American vive um dilema. A licença ambiental do Minas Rio precisa sair do papel no mês que vem para que a mineradora destrave a terceira fase do projeto, impedindo a paralisação das atividades e iniciando um investimento de R$ 1 bilhão em terras mineiras. O porte faraônico do complexo, que envolve o maior mineroduto do mundo (529 km), e constantes reuniões que devem ser realizadas com a comunidade, exigência do Ministério Público em decorrência de possíveis impactos nas cidades vizinhas a Conceição do Mato Dentro, no entanto, têm atrasado a obtenção do documento. O presidente da empresa no Brasil, Ruben Fernandes, é o entrevistado do Página 2 desta semana. Na Anglo American desde 2012, o executivo já foi diretor de Mineração da Votorantim Metais no Brasil e diretor de Operações da Vale Fertilizantes.
Qual a situação do Minas Rio hoje? A licença estava prevista para julho, depois agosto, depois setembro…. O prazo, agora, é dezembro. O processo de licenciamento é complexo. O Minas Rio como um todo, aliás, é complexo. Pela dimensão, pelo tamanho, é uma mina muito comprida. É diferente das minas de outras empresas, que são mais redondas, por exemplo. A nossa tem 12,5 quilômetros de extensão e isso gera uma complexidade maior. E também sugere uma complexidade de licenciamento técnico maior. Além disso, contribuíram para os atrasos consecutivos os pedidos do Ministério Público e o adiamento de audiências públicas.
E se a licença não sair em dezembro?
Temos minério para operar nove meses no ano que vem. Ou seja, até setembro. E só. Sem a fase três, que será garantida pela licença, ano que vem não temos minério. Com a fase três são no mínimo 15 anos a mais.
Se a licença não sair nos próximos nove meses, a Anglo para?
Para, porque não terá minério para trabalhar. O prazo máximo para a licença sair, sem que haja interrupções no processo produtivo, é dezembro. Temos minério para operar até setembro. Se atrasar dois, três quatro ou cinco meses, teremos um período sem minério. E temos que pensar como fazer isso. Não adianta diminuir a produção. Fica inviável economicamente.
Vocês estudam um plano de demissões?
Não, não pensamos nisso. Até porque acreditamos que a licença vai sair. Mas, se não sair, estamos pensando em férias coletivas, por exemplo. Existem alternativas operacionais para lidar com a situação.
Se a licença não sair a tempo, como a empresa vai cumprir os contratos de longo prazo?
Teremos que renegociar com os clientes, postergar as entregas. O impacto não será só em Minas Gerais, será no mundo todo.
Quantos clientes a Anglo American tem hoje?
Entre 15 a 20 clientes.
Quem é cliente da Anglo?
Todas as grandes siderúrgicas chinesas. Tem pelotizadoras do Oriente Médio também, basicamente.
Como o atraso na licença impacta a rentabilidade da Anglo American?
O projeto Minas Rio carrega um custo fixo muito grande. Por isso, o volume para nós é muito importante. Porque a gente consegue diluir esse custo. Então, quando a gente cai de uma posição de 17 milhões de toneladas por ano para 14 milhões de toneladas ano, por exemplo, isso gera impacto no custo violento. Quando eu salto para 26 milhões de toneladas eu melhoro muito a rentabilidade da empresa. Mas temos que lembrar que quando o minério vai acabando, ele vai piorando. Por isso, nosso último balanço apresentou redução de 6%. E isso não é bom para ninguém. Menor produção, menor CFEM. Só de impostos gerados, entre ICMS, ISS e IRFM foram R$ 123 milhões de janeiro a setembro.
E se a licença sair? Qual o cronograma?
Se conseguirmos a licença, já começamos a retirar uma camada superficial de minério e estocar esse material. Deixamos lá porque só vamos usar quando a barragem for alteada e a infraestrutura construída. Depois, construímos o alteamento e quando estiver pronto pedimos a Licença de Operação (OP). Afinal, nessa etapa ainda não poderemos tocar no minério, só construir e preparar para a operação.
A Licença de Operação é mais rápida de conseguir?
Se cumprirmos as condicionantes direitinho, e é o que vamos fazer, o processo é mais rápido. Porque toda a análise técnica, de água, de supressão vegetal, tudo já foi feito. Da Licença Prévia (que integra a Licença Ambiental) para a LO, a empresa precisa cumprir as condicionantes.
Na sua avaliação, depois do rompimento da barragem da Samarco ficou mais difícil conseguir as licenças?
O processo está mais rigoroso, mas isso é importante para que a sociedade entenda que ali tem uma robustez técnica.
Qual o método construtivo da barragem que será alteada em Conceição do Mato Dentro?
Vamos altear a barragem a jusante. Isso é importante destacar. A Samarco aumentou a barragem dela a montante. A forma como a Samarco fez funciona também e nem cabe a nós falar sobre isso. Mas o alteamento a jusante é um método muito mais conservador. É mais caro e, também, mais seguro. Isso, porque você não utiliza rejeito para o alteamento. Utiliza só o compacto, que dá uma robustez muito maior à barragem. E você aumenta a estrutura para fora da barragem.
Quando começa o alteamento?
Assim que conseguirmos a licença. Agora, estamos na fase da Licença de Implantação (LI) e da Licença Prévia (LP). A LI nos permite iniciar o alteamento. Precisamos fazer esse alteamento para depois operar na fase três.
O que é a fase três?
A fase um terminou em julho do ano passado, a fase dois começou em seguida e termina ano que vem. A fase três é muito maior e é, simplesmente, autorização para acessarmos o minério. A gente não precisa investir em planta de beneficiamento, em porto, em mineroduto, em nada disso. É, simplesmente, o acesso à mina. Ela tem duração de 15 anos e começa assim que terminarmos as construções de infraestrutura. Se a licença sair em dezembro e começarmos em janeiro, terminamos em agosto do ano que vem. Aí, entramos com pedido de Licença Operacional.
Qual a importância da fase três para o projeto?
O Minas Rio está todo dimensionado para a capacidade nominal de 26,5 milhões de toneladas. Como a fase três nos dá acesso ao minério, sem ela não conseguimos chegar a essa capacidade. Este ano, vamos produzir 17 milhões de toneladas, abaixo da capacidade. E no ano que vem, menos que isso, pois o minério está exaurindo, está acabando. O que eu tenho falado é que não se trata de uma expansão do negócio. Se trata de uma continuidade.
Como assim?
Quando falamos de fase três, falamos da mesma mina que é explorada atualmente. Ela é comprida, tem 12,5 km. Hoje, podemos operar um pedaço pequeno dessa mina. Com a fase três, poderemos entrar na mesma mina, em uma extensão maior. O projeto inicial já previa essa extensão.
Quantos pessoas trabalham na mina?
São 1,6 mil empregados diretos só na mina e quase o mesmo terceirizados. São 4 mil no projeto todo.
E quantos empregos serão gerados?
Com a liberação da licença vamos precisar contratar mão de obra, porque a produção vai aumentar. Antes disso, durante as obras de alteamento e de diques de contenção, serão gerados mais de 800 postos de trabalho. Para a fase da exploração, serão contratados 120 fixos. Todos os postos serão abertos para pessoas da região.
Quando foi dada entrada no pedido de licença?
Em 2015. Mas é um processo longo mesmo. Foi necessário fazer todo o estudo de cavidades. Existem mais de 80 cavidades na mina e precisamos estudar uma a uma. E tivemos que comprar terras para compensar essas cavidades. Há, ainda, a questão da água, de fauna e flora. É um processo longo. Mas os atrasos que tivemos agora foram relacionados a excesso de reuniões públicas. Fizemos as reuniões, conforme foi pedido, interagimos com as comunidades. Fizemos uma audiência pública com 1,6 mil pessoas em julho em Conceição do Mato Dentro.
Depois, o MP pediu mais duas reuniões fora de Conceição do Mato Dentro. Parte da planta de beneficiamento está em Alvorada de Minas e nós temos uma interação grande com outras comunidades, como Dom Joaquim. Mais tarde, o MP pediu mais duas reuniões públicas para Dom Joaquim e Alvorada de Minas. Fizemos as reuniões, que foram menores, pois as comunidades são menores mesmo. Explicamos a questão construtiva. E esse é o papel da empresa mesmo.
O rompimento da barragem é o maior medo das comunidades?
Depois da Samarco é o maior medo sim. Fica uma questão emocional. E existe também um rigor muito maior dos órgãos ambientais.
Qual o teor do minério?
Ele tem um teor mais baixo, de 40%, e por isso a gente tem um processamento mineral diferente. Através desse processamento, conseguimos um teor mais alto e uma qualidade muito melhor. Custa mais caro fazer. No Norte, o teor supera os 60%.
É difícil encontrar mão de obra para trabalhar na empresa?
Sim. Para isso, desenvolvemos projetos sociais. Hoje, está em vigor um projeto em parceria com Senai, que formou 631 pessoas até hoje. Destes, contratamos 523. Este ano, vamos formar 90 pessoas. No ano que vem, mais 90.
Que tipo de curso é oferecido?
São cursos diversos. Entre eles, operador de equipamento de mina, soldador, eletricista, tudo que uma mina precisa.
Fonte: Hojeemdia

domingo, 19 de novembro de 2017

Origem secreta das Esmeraldas

Origem secreta das Esmeraldas



Uma cuidadosa análise de algumas das esmeraldas mais famosas do mundo mostrou que pedras preciosas também têm histórias secretas. Três das pedras pertencentes à coleção de uma antiga família são originárias da Colômbia, de onde teriam sido retiradas no século XVI e não teriam pertencido, como contava a lenda, a Alexandre, o Grande.
Admirado por mais de 4.000 anos, o verde profundo das esmeraldas tem sido símbolo de imortalidade e juventude. Essas gemas foram admiradas pelos egípcios e romanos: o Imperador Nero observava os gladiadores através de uma lente de esmeraldas. Mas a história de muitas das melhores gemas do mundo freqüentemente se transforma em mitos e é muito difícil de mapear. Isso levou um grupo de pesquisadores da França e da Colômbia a utilizar as mais modernas técnicas para determinar a origem de nove das mais famosas esmeraldas, que cobrem um período da ocupação romana da França até o século XVIII. O estudo envolveu a vaporização de uma porção microscópica de cada uma das pedras com um raio laser e, então, analisar os isótopos de oxigênio que foram liberados.
Composição e temperatura
Isótopos de oxigênio em gemas como as esmeraldas refletem a composição e temperatura dos fluidos que eventualmente se cristalizaram para formar a pedra, assim como a composição e temperatura das rochas que o fluido atravessou em seu caminho antes de sua consolidação como gema. Há uma estreita faixa desses isótopos para cada local onde as esmeraldas foram descobertas ao redor do mundo. Juntamente com outros aspectos mais tradicionais da gemologia, tais como propriedades óticas e a incrustração de outros materiais, os pesquisadores podem usar esses valores dos isótopos para apontar onde a esmeralda "nasceu". Os pesquisadores, liderados por Gaston Giuliani, dos Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento e o Centro de Pesquisas Petrográficas e Geoquímicas, em Vandoeuvre, na França, testaram pedras das principais minas de esmeralda de todo o mundo.
Principais surpresas
Eles descobriram que algumas esmeraldas muito antigas vêm de depósitos supostamente descobertos durante o século XX, mostrando que estas minas eram conhecidas desde o tempo dos romanos. Uma das grandes surpresas foi o número de gemas das minas colombianas. Estas esmeraldas somente foram comercializadas mundialmente após a invasão espanhola da América Latina, no século XVI. E mais, três das quatro maiores esmeraldas analisadas da coleção da família indiana Nizam, supostamente vindas de minas asiáticas perdidas, vieram realmente da Colômbia e não, como conta a lenda, de Alexandre, o Grande (ao redor do ano 300 A.C.).
Os pesquisadores agora planejam aplicar as mesmas técnicas para estudar os rubis. "Este tipo de análise era inicialmente uma pequena parte do nosso trabalho", disse Giuliani. "Mas vimos que, como geólogos trabalhando com gemas e gemólogos, nós podemos dar uma contribuição para o estudo do comércio e da história humana."
Pesquisa publicada no jornal Science.

Fonte:  Site Inovação Tecnológica 

Estrela vizinha possui sistema planetário complexo

Estrela vizinha possui sistema planetário complexo


Estrela vizinha possui sistema planetário complexo
Esta concepção artística mostra como podem ser os recentemente descobertos cinturões de poeira em torno da estrela mais próxima do Sistema Solar, Próxima Centauro.[Imagem: ESO/M. Kornmesser]

Cinturões de poeira
O radiotelescópio ALMA, no Chile, detectou um disco de poeira em torno da estrela mais próxima do Sistema Solar, Próxima Centauro.
As observações revelam o brilho emitido por poeira fria em uma região situada a uma distância de Próxima Centauro equivalente a uma a quatro vezes a distância entre a Terra e o Sol.
Os dados indicam também a presença de um cinturão de poeira mais exterior e ainda mais frio, o que é consistente com a presença de um sistema planetário complexo.
Os cinturões de poeira são restos de material que não formou corpos maiores, tais como planetas. As partículas de rocha e gelo nessas formações variam em tamanho, desde os mais minúsculos grãos de poeira, menores que um milímetro, até a corpos do tipo de asteroides, com muitos km de diâmetro.
Os dois cinturões estão muito mais longe da Próxima Centauro do que o planeta Próxima b, o qual orbita a apenas 4 milhões de km de distância da estrela.
Sistema planetário complexo
Próxima Centauro é a estrela mais próxima do Sol. Trata-se de uma anã vermelha situada a apenas 4 anos-luz de distância, na constelação austral do Centauro. Em sua órbita encontra-se um planeta temperado do tipo terrestre, Próxima b, o exoplaneta mais próximo do Sistema Solar, descoberto em 2016.
Os novos dados revelam que este sistema é muito mais complexo do que se acreditava mesmo após a descoberta do exoplaneta.
"A poeira que rodeia a Próxima Centauro é importante porque, no seguimento da descoberta do planeta terrestre Próxima b, se trata da primeira indicação da presença de um sistema planetário elaborado, e não apenas de um único planeta, em torno da estrela mais próxima do nosso Sol," detalhou Guillem Anglada, do Instituto de Astrofísica de Andaluzia (CSIC), na Espanha.
A poeira parece estender-se ao longo de algumas centenas de quilômetros além de Próxima Centauro e tem uma massa total de cerca de uma centésima da massa da Terra. Estima-se que esse cinturão tenha uma temperatura de cerca de -230 graus Celsius, ou seja, tão fria quanto o Cinturão de Kuiper, no Sistema Solar exterior.
"Este resultado sugere que a Próxima Centauro possa ter um sistema planetário múltiplo com uma história rica de interações que terão resultado na formação de um cinturão de poeira. Estudos adicionais poderão dar-nos informação sobre as localizações destes planetas adicionais ainda não identificados," disse Anglada.
O sistema planetário de Próxima Centauro é o alvo do projeto Starshot - para a futura exploração direta do sistema por meio de micronaves impulsionadas por velas a laser.

Fonte:  Site Inovação Tecnológica 

Que tal fabricar combustível usando diamantes?

Que tal fabricar combustível usando diamantes?


Que tal fabricar combustível usando diamantes?
O processo já funciona em escala de laboratório, e a equipe se prepara para construir uma planta-piloto. [Imagem: The Journal of Physical Chemistry C]

Fotossíntese artificial
Se queremos realmente levar a sério a redução da contribuição humana ao aquecimento global, talvez valha a pena investir nisso algumas das coisas mais valiosas que temos - diamantes, por exemplo.
Mais do que propondo, é o que está demonstrando ser possível uma equipe liderada pela professora Anke Krueger, da Universidade Wuerzburg, na Alemanha.
Krueger montou um sistema fotocatalítico - um catalisador baseado na luz - cujo elemento ativo é o diamante. Não os caríssimos diamantes do tipo gema, encontrados em joias, é claro, mas nanodiamantes sintéticos, produzidos industrialmente.
Lembrando bastante o funcionamento da fotossíntese, que reintroduz continuamente o dióxido de carbono (CO2) do ar no ciclo bioquímico da Terra, o sistema fotocatalítico usa o CO2 para produzir compostos fundamentais que podem ser usados para fabricar combustíveis líquidos para automóveis ou compostos importantes para a indústria química, como metanol, ácido fórmico, metano etc, todos hoje derivados do petróleo.
Diamante como fotocatalisador
O elemento central de todo o processo é o diamante sintético. Quando os elétrons recebem energia da luz durante uma reação química dentro do diamante, eles alcançam elevados níveis de energia.
É essa energia que é usada para quebrar as moléculas de CO2 e produzir o chamado C1, ligações carbono-carbono que estão na base de uma infinidade de reações de síntese orgânica - o átomo de carbono do CO2 é adicionado a uma molécula orgânica, formando ligações C-C.
"Nós não usamos materiais perigosos para fazer este processo, usamos água ou líquidos iônicos como solvente. E o próprio material de diamante não é tóxico. O dióxido de carbono é o gás de escape dos carros, centrais elétricas ou instalações de cimento, constantemente emitido pelo transporte e pela indústria, de modo que removê-lo do ar é benéfico, e não problemático.
"No momento, estamos em escala de laboratório, então o consumo de dióxido de carbono é muito pequeno, mas o objetivo é usar o máximo de dióxido de carbono possível para produzir algo útil a partir dele," disse Krueger.
A equipe pretende trabalhar na otimização do processo até o final do ano que vem, quando então espera envolver empresas privadas que possam investir em uma planta-piloto para demonstração da tecnologia.
Fonte:  Inovação Tecnológica 

Conheça os cinco tesouros mais procurados do mundo

Conheça os cinco tesouros mais procurados do mundo

Ouro, prata, joias, tesouros arqueológicos: o sonho de qualquer aventureiro é achar, algum dia, um cofre abarrotado de riquezas de algum barco perdido no tempo. E, na realidade, existem muitos tesouros escondidos. Segue um top 5 com os principais deles, ainda a serem encontrados:
5. Tesouro do fundo do lago Guatavita: Longe do mar, em pleno leito de água doce e pacífica, se esconde um tesouro que não saiu de navio algum... Trata-se de uma enorme quantidade de ouro, lançada por muitos séculos pelos antigos nativos do lugar nas profundidades do lago Guatavita, na Colômbia, como uma oferenda ao espírito da água.
4. Carregamento perdido do Nuestra Señora de Atocha: A embarcação Nuestra Señora de Atocha, um navio espanhol que transportava tesouros da América até a Europa, naufragou em 6 de setembro de 1622, quando cruzou um furacão, nas imediações do arquipélago Florida Keys, quando voltava à Espanha. Em 20 de julho de 1985, o norte-americano Mel Fisher conseguiu achar parte do carregamento, mas ainda permanecem embaixo d'água 17 toneladas de prata, 27 quilos de esmeraldas, 128 mil moedas e 35 caixas de ouro.
3. Relíquias familiares da Virgínia: Em 1863, o coronel do Exército dos Estados Confederados da América, John Singleton Mosby, saqueou os quartéis generais de Edwin Stoughton, obtendo o monumental tesouro das relíquias das famílias da Virgína. Mosby, com medo de que a fortuna caísse em mãos inimigas, entregou tudo ao sargento de sua maior confiança, com o pedido de que a escondesse tão bem quanto possível. Enfim, o sargento o fez excelentemente, já que até hoje ninguém encontrou as relíquias.
[VOCÊ É FASCINADO POR TESOUROS? Conheça a história da Maldição de Oak Island]
2. O tesouro de Lima: Acredita-se que a 560 quilômetros da Costa Rica, aproximadamente, nas ilhas Coco, está escondido um tesouro formado por moedas de ouro, estátuas, joias, coroas, pedras preciosas e barras de ouro e prata, que valeriam hoje cerca de 270 milhões de dólares. O tesouro teria chegado até ali pelas mãos do capitão inglês William Thompson, que teria recebido como missão tomar as riquezas de Lima, no Peru, e levá-las para o México. Desde então, muitos têm tentado rastrear o tesouro, e existem fotografias de 1910 que atestam que o próprio ex-presidente dos Estados Unidos Franklin Roosevelt realizou uma busca junto com aluns amigos.
1. O tesouro da Noite Triste: Conta a história que, no final de 1520, os astecas da cidade de Tenochtitlan, arrasados pela opressão do conquistador Hernán Cortés, decidiram esconder a maior parte de seus tesouros na bacia seca que cercava a capital. Após a batalha da Noite Triste, o tesouro jamais foi encontrado.
Fonte: Peru.com