terça-feira, 21 de novembro de 2017

Qual a diferença entre diamantes coloridos e gemas coloridas?

Qual a diferença entre diamantes coloridos e gemas coloridas?


Qual a diferença entre diamantes coloridos e gemas coloridas?
O diamante mais valioso é o da variedade branca (Jupiterimages/Goodshoot/Getty Images)
Existem duas categorias usadas no comércio de pedras preciosas: pedras preciosas, incluindo os diamantes, rubis, esmeraldas e safiras; e pedras semipreciosas, representando as demais. Essas últimas incluem pedras como ametista, berilo, granada, lápis-lazúli, topázio, turmalina, turquesa, zircão e muitas outras. Embora cada variedade de gema tenha uma cor característica, quase todas elas podem ocorrer em variadas cores.

Diamantes e suas cores

Os diamantes são encontrados em apenas um único tipo de rocha, o kimberlito, que se formou ao longo de bilhões de anos a partir da erupção de vulcões. Eles também podem ser encontrados no cascalho de leitos de rios, devido à pedras de kimberlito erodidas que foram arrastadas rio abaixo. O diamante é uma forma de carbono puro cristalizado, formando a substância natural mais dura que existe. Os diamantes mais caros e puros são transparentes ou brancos. Existem certos oligoelementos dentro da estrutura cristalina do diamante que podem dar à gema algumas cores diferentes. Por exemplo, a presença do boro pode resultar em uma cor azul, e a presença do nitrogênio pode resultar em um tom amarelado. As cores também podem ser consequência ​da irradiação (diamantes verdes) ou da deformação plástica da estrutura cristalina, podendo ocasionar tonalidades de castanho, cor de rosa e vermelho.

Esmeraldas, rubis e safiras

As esmeraldas são derivadas do mineral berilo, ou berílio silicato de alumínio. A cor verde é derivada de oligoelementos como o crômio ou o vanádio. A cor pode variar de um amarelo esverdeado até a um verde azulado. Somente as gemas de tons médios a escuros são consideradas esmeraldas. As demais são classificadas como ouro berilo quando forem de cor amarela ou dourada, morganite quando rosa, e água-marinha quando azul ou verde-azulado.
Rubis e safiras são variedades do mineral coríndon, um óxido de alumínio. Quando o coríndon é vermelho escuro, ele é chamado de rubi, e quando é de outra cor qualquer, é chamado de safira. As safiras podem variar em cor desde o rosa claro até o violeta, sendo que a cor depende da presença de elementos como crômio, titânio e ferro.

Pedras semipreciosas

Do mesmo jeito que as pedras preciosas, todas as pedras semiprecioas têm uma cor mais comum com a qual elas são frequentemente associadas. As ametistas são, em geral, naturalmente violetas, mas podem perder sua cor quase completamente sob luz solar intensa. As granadas são geralmente de um vermelho mais escuro, podendo possuir as cores laranja ou verde, mas nunca azul. O topázio, um silicato de alumínio e flúor, é quase sempre de um marrom amarelado, mas pode ser verde, azul, azul claro, rosa e até vermelho. Em todos os casos, a cor das diferentes "espécies" de cada gema depende de traços de elementos que se combinaram com os cristais. As cores de muitas das pedras podem ser melhoradas ou até mesmo mudadas na presença de calor ou irradiação.

Valor

O valor de um diamante depende da cor, do corte, da limpidez e da quantidade de quilates. Quanto mais transparente um diamante for, mais raro e caro ele será. A limpidez tem tudo a ver com a cor.Além disso, um diamante mal cortado não será tão valioso quanto um bem cortado, e quanto mais quilates, mais caro.
Como os diamantes, outras pedras preciosas também são avaliadas de acordo com os quatro "c". As pedras preciosas (esmeraldas, rubis e safiras) são de uma classe diferente em relação às pedras semipreciosas, mas mesmo assim elas dependem dos 4 cês. A cor de uma pedra preciosa pode ser alterada pela irradiação, e, usando disso, alguns vendedores sem escrúpulos podem alterar a cor de uma pedra para que ela pareça mais atraente e valiosa.

Fonte: Geologo.com

Nova plataforma digital da Vale reúne conteúdo sobre mineração e negócios para pesquisadores e acadêmicos

Nova plataforma digital da Vale reúne conteúdo sobre mineração e negócios para pesquisadores e acadêmicos


Um espaço digital que reúne diversos materiais sobre temas de grande relevância como mineração, economia, legado e reputação, para dar suporte a alunos no desenvolvimento de trabalhos acadêmicos de forma prática e intuitiva. Esta é a nova plataforma Vale na Universidade, que reúne conteúdo sobre mineração e a Vale, produzido por especialistas, além de materiais elaborados pelos empregados e conteúdo institucional, para que estudantes e pesquisadores possam conhecer melhor a mineração e a empresa.
A parceria de empresas com universidades é uma tendência no mundo. No Brasil, a Vale é uma das principais empresas que enxerga a oportunidade de relacionamento e abertura de diálogo com o público acadêmico. Até porque os universitários são os futuros profissionais e formadores de opinião.
A parceria da Vale com universidades começou em 2016, quando a área de comunicação corporativa, juntamente com as regionais da empresa, lançou o desafio de ressignificar a mineração para as principais universidades do Brasil, através do Prêmio Universitário da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje).
Em 2017, dando continuidade ao trabalho desenvolvido, a empresa estreitou a parceria com universidades do Rio de Janeiro. E assim nasceu o programa Vale na Universidade, com o objetivo de ampliar o entendimento sobre a indústria da mineração e a empresa.

Fonte: Vale

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Em quatro anos, Lula recebeu R$ 27 mi em conta por palestras

Em quatro anos, Lula recebeu R$ 27 mi em conta por palestras

O ex-presidente Lula: O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)© Reuters O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Empresa de palestras do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a LILS recebeu em conta nada menos do que 27 milhões de reais em quatro anos, entre abril de 2011 e maio de 2015, segundo o jornal O Estado de S.Paulo. O valor citado foi arrecadado, segundo a prestação de contas da empresa, com as 72 palestras que o ex-presidente teria feito no período, a custo de 200.000 dólares (cerca de 650.000 reais em valores de hoje) cada.
Alvo de um pedido de bloqueio de valores feito pelo Ministério Público Federal (MPF), Lula, que é dono de 98% do capital da empresa, afirmou durante participação no Congresso do PCdoB não possuir o dinheiro cobrado pelo MPF: 24 milhões de reais. “Já provei minha inocência, quero agora que eles provem. O cidadão deveria ter a decência de dizer onde eu tenho 24 milhões de reais”, declarou.
Ao todo, a movimentação financeira da LILS chegou a 52 milhões de reais no período e provocou suspeitas do Conselho de Controle das Atividades Financeiras (Coaf), ligado ao Ministério da Fazenda. O Coaf estranhou o fato que quase todos os valores que entraram na conta da empresa de palestras de Lula saiu no mesmo período, depositando em fundos de investimento uma quantia maior do que a arrecadada, pouco mais de 35 milhões de reais.
O bloqueio foi pedido pelo MPF ao juiz federal Vallisney de Souza Oliveira em um processo ao qual o ex-presidente e seu filho, Luís Cláudio Lula da Silva, respondem no âmbito da Operação Zelotes, da Justiça Federal em Brasília. O petista é acusado de tráfico de influência, organização criminosa e lavagem de dinheiro na compra de 36 caças da empresa sueca Gripen e na prorrogação de incentivos fiscais às montadoras de veículo
Antes de decidir sobre os valores, Vallisney determinou que o ex-presidente se manifeste sobre o bloqueio. Em nota, o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula, afirmou que a intenção do MPF “não tem qualquer base jurídica e materialidade” e que este processo é mais um que integra a “perseguição política” contra o petista.
“Não há no pedido apresentado pelo MPF indicação de provas a respeito das afirmações ali contidas, que partem de certezas delirantes sobre a ‘influência’ de Lula na compra de caças pelo País e na ausência de veto em relação a um dos artigos de uma medida provisória (MP 627/2013)”, argumentou o advogado.

Fonte: Veja

Vale nega que vai adiar venda de participação em mina de níquel

Vale nega que vai adiar venda de participação em mina de níquel


A Vale disse nesta segunda-feira que não há nenhuma decisão de adiar a venda de sua participação na mina de níquel Vale Nova Caledônia e que segue buscando um novo parceiro. Na sexta-feira, a Reuters noticiou que a Vale tinha decidido adiar o processo de venda de participação na mina de níquel da Nova Caledônia por considerar as propostas iniciais pelo ativo muito baixas, conforme duas fontes com conhecimento direto do assunto.
Em comunicado nesta segunda-feira, a mineradora brasileira informou que “o processo para encontrar um novo parceiro está em andamento” e faz parte de sua estratégia de gerar valor em todos os ativos e preservar uma sólida posição financeira.
Fonte: Exame

Cientistas alertam para risco de mais grandes sismos em 2018

Cientistas alertam para risco de mais grandes sismos em 2018


O artigo científico está publicado e foi apresentado no mês passado na reunião anual dos cientistas da Sociedade Americana de Geologia: no próximo ano é provável que se registe uma subida no número de grandes sismos em todo o mundo, particularmente nas regiões tropicais que são densamente povoadas.
A explicação é simples: os investigadores Roger Bilham, da Universidade do Colorado, nos EUA, e Rebecca Bendick, da universidade norte-americana de Montana, acreditam que as variações na velocidade de rotação da terra estão ligadas a uma atividade sísmica mais intensa, e em 2018 a rotação do planeta vai abrandar ligeiramente.
Ainda que estas flutuações na rotação da Terra sejam mínimas e alterem a duração do dia em apenas milésimos de segundos, podem implicar a libertação intensa de energia subterrânea. “A correlação entre a rotação da Terra e a atividade sísmica é forte e sugere que irá haver uma subida no número de terramotos intensos no próximo ano”, disse Roger Bilham ao Observer, a edição de domingo do The Guardian.
Fonte: DN