quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Rio Tinto e companhia chinesa preparam oferta pela produtora de lítio SQM

Rio Tinto e companhia chinesa preparam oferta pela produtora de lítio SQM


A mineradora Rio Tinto, a canadense Wealth Minerals e a firma chinesa de private equity GSR Capital estão considerando fazer uma proposta por uma fatia na produtora chilena de lítio Sociedad Quimica y Minera (SQM), disseram fontes de instituições financeiras à Reuters. A canadense Potash Corp of Saskatchewan precisa se desfazer de sua fatia de 32 por cento na companhia chilena como parte de sua fusão com a rival Agrium Inc. Dado o valor de mercado de cerca de 15 bilhões de dólares da SQM, segundo dados da Reuters, a fatia estaria avaliada em 4,8 bilhões de dólares.
A Potash Corp recusou-se a comentar. GSR Capital e Wealth Minerals não puderam comentar de imediato. A Rio Tinto, que segundo as fontes está sendo assessorada pelo Credit Suisse no negócio, disse que não iria comentar.  A SQM disse que recebeu significativo interesse de potenciais compradores devido à crescente demanda por lítio, essencial para baterias utilizadas em carros elétricos.
Pequim tem promovido o uso de veículos elétricos para combater a poluição do ar e para ajudar fabricantes domésticos de carros a deixar para trás os motores a combustíveis fósseis e construir marcas globais, o que torna ativos em baterias e produtores de lítio aquisições atrativas para empresas chinesas.
A GSR acertou a compra do negócio da Nissan em baterias elétricas automotivas, enquanto a Rio Tinto tem um projeto de lítio potencialmente grande na Sérvia, mas que não deve começar a operar antes de 2023.
Segundo fontes da indústria, a Rio Tinto, uma gigante da mineração, está ávida por desenvolver seu entendimento sobre o mercado de lítio, o que ela poderia fazer, por exemplo, comprando fatias em produtores.
Mas o tamanho da fatia na SQM não garantiria poder de controle na empresa, o que alguns analistas avaliam que minaria a lógica do negócio para a Rio Tinto.

Fonte: Reuters

Agora qualquer um pode mergulhar para encontrar diamantes

Agora qualquer um pode mergulhar para encontrar diamantes

Mergulhador oferece excursões de um dia para pessoas que querem procurar diamantes no litoral da África do Sul

Wynand Hendrikse é um mergulhador que busca diamantes. Há 20 anos, ele passa os dias navegando no litoral ocidental da África do Sul, explorando uma concessão privada offshore que fica a uma hora ao sul da fronteira com a Namíbia.
Seu escritório é um barco e seu uniforme é um macacão de mergulho e pés de pato; sua missão é vasculhar o fundo dessas águas pouco profundas em busca de minerais preciosos.
Em quase todos os dias que passa na água, ele extrai um monte de diamantes, que depois são transformados em peças sob medida em seu ateliê em Stellenbosch.
Entre seus clientes, diz ele, estão estrelas do esporte e atores, mas ele se recusa a dar nomes. Em outras palavras, a vida dele não é nem um pouco entediante.
Durante centenas de anos, um sistema marinho chamado Corrente de Benguela ofereceu um tesouro de diamantes livres de conflito em uma região chamada Frente Angola-Benguela.
Os diamantes, originados nas profundezas da terra, foram arrastados para o fundo do oceano durante milhões de anos depois de terem circulado pelas vias navegáveis da África, ao longo de diversos rios e deltas.
É aí onde eles encontram as águas fortes de Benguela, capazes de carregar somente as pedras mais pesadas, oferecendo um rastro brilhante que pode ser recuperado pelos seres humanos.
Embora a mineração em outros lugares do continente tenha inspirado inúmeros documentários sobre as condições brutais que rodeiam o comércio de pedras preciosas, a prática oceânica tem uma história muito mais pacífica.
De acordo com uma vaga lenda local, diz Hendrikse, a frente foi descoberta na década de 1970, no dia em que um menino pequeno pegou uma pedra brilhante na praia e mais tarde descobriu que havia encontrado o primeiro diamante da região.
Atualmente estima-se que existe mais de 1,5 bilhão de quilates em diamantes em partes da frente no litoral da fronteira com a Namíbia, de acordo com a Comissão da Corrente de Benguela — tentador até para que a De Beers se instale lá.
E agora você também pode procurar diamantes, desde que tenha a certificação de mergulho iniciante Padi Open Water 1 e US$ 16.000 para gastar.
No início deste ano, Hendrikse fundou os safaris Benguela Diamond e agora oferece excursões de um dia para grupos de duas a seis pessoas.
O programa está disponível principalmente através da luxuosa Ellerman House, da Cidade do Cabo, uma mansão da era eduardiana que tem 15 quartos e pertenceu aos magnatas da navegação Sir John e Lady Ellerman, embora esta atividade também seja oferecida como um complemento para os itinerários da sofisticada agência de viagens Epic Road.
Você pode reservar a excursão junto com uma hospedagem na Ellerman House ou no Wolwedans Private Camp, na Namíbia, com a ajuda de Mark Lakin, da Epic Road.

Fonte: Exame

Preço do minério de ferro tem forte alta e fecha acima de US$ 65 a tonelada

Preço do minério de ferro tem forte alta e fecha acima de US$ 65 a tonelada

O preço do minério de ferro fechou em forte alta em quarta-feira (22) de otimismo no mercado financeiro chinês.
O minério à vista com teor de 62% de ferro negociado no porto de Qingdao marcou valorização de 4,27%, cotado a US$ 65,17 a tonelada.
Fonte: Money Times

Mercados asiáticos renovando máximas e alta das commodities

Mercados asiáticos renovando máximas e alta das commodities

Dia de recordes nas bolsas asiáticas, entusiasmadas com os ativos de tecnologia. Tóquio fechou em alta de 0,48% e Xangai registrou uma variação de 0,59%. Hong Kong fechou em alta de 0,62%, retornando ao patamar de 2007, maior nível histórico do índice acionário.

Mercados Globais

Veja abaixo:


Ainda na Ásia, os futuros do aço e do minério de ferro foram negociados de forma bastante volátil, criando força no final do pregão. No porto de Tianjin e Qingdao, em meio a baixos estoques de minério de ferro, houve uma forte alta da commodity que se beneficiou com o movimento dos preços do aço. O minério de ferro com pureza de 62% retorna agora ao patamar de US$ 65,17 a tonelada seca.
No geral, há um recorde no índice para todos os mercados asiáticos:



Os futuros dos Estados Unidos também dão sinais de uma abertura de alta, mantendo a continuidade do otimismo mesmo na véspera do feriado de ação de graças. Um dos temas que continua a receber atenção do mercado é a trajetória da taxa de juros. Os dirigentes do Fed sinalizam um gradual aumento da taxa de juros, mas com grande cautela e preocupação com a inflação e mercado de trabalho.
Na Europa, as bolsas têm ligeira alta. O Stoxx 600 permanece próximo da estabilidade e o índice de Frankfurt (Alemanha) tem queda de 0,03%. O euro continua sem força e demonstra uma vulnerabilidade em meio ao risco de enfraquecimento político do governo alemão.
Atenção também ao mercado de petróleo, que aguarda uma queda nos estoques de petróleo dos Estados Unidos. O petróleo WTI registra alta de 1,28%, a US$ 57,82. Veja o gráfico:


Brasil

No Brasil, embora o mercado tenha tido uma abertura de alta, acabou apresentando um arrefecimento no movimento de alta. A alta das commodities deram suporte para que o índice continuasse em alta, visto que as siderúrgicas e mineradoras estão entre as maiores altas da bolsa. O DI para 2021 está estável, ao passo que o dólar registra alta de 0,45%. O mercado, certamente, continuará a observar os movimentos do governo, que articula em torno da Previdência.

Fonte: Jornal ADVFN

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Estranho objeto atravessa o Sistema Solar e intriga cientistas 

Estranho objeto atravessa o Sistema Solar e intriga cientistas



Concepção artística do asteroide interestelar Oumuamua (1I/2017 U1): Concepção artística do Oumuamua: viajante espacial veloz e misterioso© Divulgação Concepção artística do Oumuamua: viajante espacial veloz e misterioso
São Paulo — Um asteroide em forma de charuto atravessou o Sistema Solar em outubro, intrigando os astrônomos que o observaram por seu formato incomum. O objeto é o primeiro a ter sua origem confirmada como sendo de outro sistema estelar.
“Que descoberta fascinante!”, diz, num comunicado, Paul Chodas, diretor do Centro de Estudos de Objetos Próximos da Terra do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. “É um visitante estranho de um sistema estelar distante. Seu formato não se assemelha ao de nenhum objeto que já tenhamos visto na vizinhança do Sistema Solar.”
O asteroide foi descoberto em 19 de outubro pela equipe que opera o telescópio Pan-STARRS1, da Universidade do Havaí, e ganhou o nome de Oumuamua. Depois, uma rede de telescópios ao redor do planeta passou a acompanhar o intrigante objeto espacial – incluindo o imenso telescópio do European Southern Observatory no deserto de Atacama, no Chile.
O Oumuamua também foi rastreado pelos telescópios espaciais Hubble e Spitzer, da Nasa, que giram na órbita terrestre. Inicialmente, pensou-se que se tratava de um cometa. Mas a observação de sua trajetória e de sua velocidade permitiu concluir que era um asteroide e que veio de fora do Sistema Solar.
O Oumuamua tem cerca de 400 metros de comprimento, mas apenas cerca de 40 metros de diâmetro. É feito de rocha com alto teor de metal e gira como uma broca, dando uma volta a cada 7,3 horas.
Um estudo publicado hoje na revista científica Nature afirma que o Oumuamua está, provavelmente, vagando pela Via Láctea há centenas de milhões de anos. Ele passou pelo Sol a 87,3 quilômetros por segundo. Nessa velocidade, deve escapar do alcance dos telescópios em poucas semanas.

Fonte: MSN