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Black Friday decepciona nos descontos, mas tem alta de vendas após três anos
Jornal do Brasil
Na quinta edição no Brasil, a Black Friday teve aumento de vendas, mas perdeu o encanto: sem os descontos surpreendentes que permitiriam comprar produtos cobiçados, a data apresentou baixas modestas, longe do sonho americano que a inspirou. Mas já sem grandes expectativas, o consumidor voltou a comprar após dois anos do auge da crise, aproveitando para realizar compras planejadas e antecipar os presentes de Natal - só resta saber se os presentes chegarão a tempo da ceia, daqui a um mês.
Ao longo das 24 horas das promoções, os consumidores retaram aos canais do Reclame AQUI nada mais do que boas campanhas de ofertas com descontos de saldão de fim de ano. Apenas isso. Onde foram parar os descontos de mais de 50%?
Não à toa, a propaganda enganosa caiu bem como o principal motivo de queixa no Reclame Aqui, que fechou a Black Friday 2017 com 3.503 reclamações, 17,1% a mais do que a edição passada do evento, quando foram registradas 2,9 mil queixas. Consumidores se queixaram de propaganda enganosa em 13,5%Desde 2014, quando foi batido o recorde de ocorrências (12 mil), o volume apresentou queda até 2016. O balanço final acompanhou as reclamações desde as 18h de quinta-feira, dia 23, até a meia-noite de sexta para sábado, 25.
Lojas mais reclamadas
Entre as lojas que tiveram mais queixas, a Magazine Luiza – Loja Online liderou praticamente todo o tempo, encerrando a data com 263 reclamações. Atrás dela, ficou a Americanas.com – Loja Online, com 245 queixas. Na terceira posição, a Kabum! ficou com 173 ocorrências.
Propaganda enganosa
Já quando o assunto é motivos das reclamações, os consumidores se queixaram de propaganda enganosa em 13,5% dos casos durante a Black Friday. Outros 9,6% relataram problemas na finalização da compra, enquanto que 8,8% reclamaram de divergência de valores.
Durante a cobertura, o Reclame Aqui recebeu muitas denúncias de consumidores sobre sites falsos, fretes abusivos e mais caros que os produtos, além do tempo de entrega.
Na última sexta-feira (17), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), aprovou a volta da produção de uma das minas da Samarco, em Minas Gerais. A empresa aguarda agora o parecer da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Semad) de Minas Gerais para voltar aos trabalhos. Outros pedidos da mineradora , de licença prévia e licença de instalação da cava, serão avaliados hoje (24) pelo Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) de Minas Gerais. Assim que a empresa for autorizada a retomar suas atividades na região, a cava receberá rejeitos de mineração em Mariana (MG).
Para a utilização da cava, no entanto, a Samarco ainda precisará de uma licença operacional corretiva de todo o complexo de mineração em Mariana, para voltar as suas atividades. Caso sejam concedidas, a empresa poderá iniciar as construções necessárias ao funcionamento da cava, chamada Alegria Sul. O Copam é o último estágio para a obtenção das licenças e o pedido de licenciamento foi protocolado junto à Semad e está em análise, mas ainda não há data prevista para conclusão.
A Samarco paralisou suas operações no município de Mariana, região central de Minas, há dois anos, após o rompimento de uma de suas barragens de rejeitos, que deixou 19 mortos, centenas de desabrigados e poluiu o Rio Doce, em toda a sua extensão, até parte do litoral do Espírito Santo. Com as operações paralisadas, a Samarco é suportada financeiramente por suas sócias: a brasileira Vale, produtora global de minério de ferro, e mineradora anglo-australiana BHP Billiton. O rompimento da barragem da Samarco, em cinco de novembro de 2015, foi considerado o maior desastre socioambiental da história do Brasil.
Indenizações
Um acordo homologado pela 12ª Vara Federal de Minas Gerais altera parcialmente o Termo de Ajustamento Preliminar (TAP) firmado entre a Samarco, a Vale, a BHP Billiton e o Ministério Público Federal (MPF), deve facilitar o repasse das indenizações às pessoas atingidas pelo rompimento da barragem do Fundão em Mariana.
O acordo prevê a disponibilização de assessorias técnicas aos atingidos de toda a bacia do Rio Doce, bem como a realização de um diagnóstico dos danos socioeconômicos. Estabelecem ainda o processo e o cronograma para a negociação de um acordo no âmbito das Ações Civis Públicas de R$ 155 bilhões e de R$ 20 bilhões referentes ao rompimento da barragem.
Na decisão proferida na última segunda-feira (20) e divulgada nesta quinta (23), houve ainda uma prorrogação do prazo para a apresentação dos termos do acordo final, que havia expirado no dia 16 de novembro. A data foi prorrogada para 20 de abril de 2018, a pedido das empresas e do MPF.
Assinado no último dia 16, o acordo prevê que o Fundo Brasil de Direitos Humanos (Fundo Brasil) ficará responsável por dar assessoria aos atingidos e apoiar todas as ações necessárias à realização das audiências públicas a serem realizadas. A Fundação Getúlio Vargas (FGV), por sua vez, ficará responsável por avaliar e medir todos os danos socioeconômicos ao longo da bacia do Rio Doce. As atividades a serem realizadas pelas duas entidades serão custeadas integralmente pelas empresas. O acordo estabelece que seja criado um “Fórum de Observadores”, de natureza consultiva, como uma das instâncias de participação e controle social. O objetivo é acompanhar os trabalhos e analisar os resultados apresentados pelas duas entidades contratadas. O fórum será composto por pessoas atingidas, representantes da sociedade civil e de povos e comunidades tradicionais atingidos pelo desastre.
Por meio de nota, a Samarco informa que serão contratados dois especialistas para, na qualidade de experts do MPF, realizar diagnósticos dos impactos socioeconômicos resultantes do rompimento da barragem de Fundão e para coordenar a contratação de assessorias técnicas às pessoas impactadas. Os experts também apoiarão o MPF na realização de audiências públicas e consultas prévias.
Após anos sem falar sobre o assunto, Jim o retomou em uma entrevista ao site britânico I News. Nela, o ator diz que "às vezes, é feliz" e explica que a depressão vai e volta, mas agora ele aprendeu a conviver e enfrentá-la.
"Neste momento, eu não tenho depressão. Não há uma experiência de depressão. Eu tive isso por anos, mas, agora, quando a chuva vem, chove, mas passa. Ela não fica mais o suficiente para me deixar imerso e me afogar", descreveu.
A declaração do ator resume de maneira exata como a depressão se apresenta e ainda ressalta aspectos importantes da doença:
Em alguns casos, mesmo nos momentos em que os sintomas estão amenos, há uma constante sensação de que algo não está como deveria, a qual pode ser comparada a sentimentos como aflição, agonia e até angústia.
A depressão do ator Jim Carrey mostra que o tratamento adequado pode controlar a doença, recuperar a qualidade de vida e evitar recidivas, uma vez que o paciente aprende a identificar e lidar com os sinais.
O primeiro passo é buscar auxílio médico. Se o quadro for confirmado, podem ser adotados medicamentos antidepressivos. A terapia com psicólogo e a prática de atividades físicas também são indicados.
Com uma semana mais “tranquila” por conta dos feriados no Brasil e nos Estados Unidos, o Ibovespa conseguiu registrar sua segunda alta semanal seguida, com os investidores de olho ainda no cenário político doméstico, em especial na reforma da Previdência, que seguirá como um dos principais pontos de análise do mercado nos próximos dias.
As expectativas sobre a reforma devem ficar ainda mais acirradas na última semana de novembro com governo ainda sem votos necessários e com o texto esperado para entrar em pauta na Câmara em 5 de dezembro. O Planalto ainda insiste em votar a reforma este ano, para evitar deixar o tema para 2018, quando os deputados estarão concentrados nas eleições.
No meio deste cenário, o presidente Michel Temer passará por consulta no hospital Sírio Libanês em São Paulo para saber se há necessidade da realização de cateterismo, segundo a Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto. E por mais delicado que o assunto seja, o mercado monitora este evento de olho em atrasos nos debates sobre a reforma da Previdência.
Agenda de indicadores
Para os próximos dias, a agenda de indicadores volta a ficar bastante agitada. No Brasil, na terça-feira (28), a Secretaria do Tesouro Nacional informa o resultado fiscal de outubro do governo central. Segundo a GO Associados, o País deve mostrar um superávit primário de R$ 2,0 bilhões no mês, depois de cinco meses seguidos de déficit. “O resultado positivo reflete a sazonalidade favorável com a arrecadação de impostos trimestrais (IRRJ e CSSL), além do programa Refis e o aumento da arrecadação fruto da recuperação econômica”, afirmam os economistas da GO.
Já na quinta-feira (30), o IBGE divulga o resultado de outubro da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). A taxa de desemprego deve registrar queda de 12,4% para 12,1%, de acordo com a GO. “O dado de outubro refletirá a sazonalidade favorável do período, em virtude das contratações da indústria e do varejo para as festas de fim do ano, além da recuperação, cada vez mais nítida, da atividade”, explicam.
Já na sexta-feira (1), o IBGE apresenta o PIB (Produto Interno Bruto) do terceiro trimestre. A expectativa é que País registre crescimento pelo terceiro trimestre consecutivo, projetado em 0,2% pela GO Associados. Do lado da demanda, a principal novidade será o crescimento dos investimentos, que devem ter voltado a crescer, depois de 14 quedas em 15 trimestres, afirmam os economistas.
No exteiror, os EUA têm agenda importante na próxima semana. O presidente indicado do Federal Reserve, Jerome Powell, será sabatinado no Senado dia 28. No dia seguinte, a atual chair da autoridade, Janet Yellen, faz discurso, após sua mensagem vista como dovish ajudar a enfraquecer dólar esta semana. Outros dirigentes do Fed também falam nos próximos dias.
Ainda na quarta-feira, o Departamento de Comércio dos EUA divulga a segunda prévia do resultado do PIB referente ao terceiro trimestre. Na prévia anterior, o órgão apontou crescimento de 3,0% ante o trimestre anterior, taxa praticamente igual à registrada no segundo trimestre, mesmo com o impacto negativo dos furacões que atingir o país em agosto e setembro. A segunda prévia deve confirmar o bom crescimento econômico do período.
No mesmo dia, o Fed também divulga o Livro Bege, relatório elaborado pelas regionais do Fed junto aos empresários de cada distrito para captar a sensação em relação à atividade econômica. O relatório é usado como subsídio para a próxima reunião do Fomc, que ocorrerá nos dias 12 e 13 dezembro. A expectativa é o órgão suba os juros em 0,25 ponto percentual para o intervalo entre 1,25% e 1,50% ao ano. No entanto, a tendência segue sendo de bastante gradualismo, dado que a inflação segue abaixo da meta de 2,0% ao ano.