segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

ALEXANDRITA

Alexandrita
Alexandrita
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Alexandrita é famosa pelas suas propriedades ópticas estranhas – a gema pode mudar dramaticamente de cor dependendo do tipo de luz que incide sobre ela. Essa mudança de cor é independente do ângulo de visão de quem a está observando. Uma pedra preciosa que muda de cor quando você a gira em sua mão é chamada de pleocróica, e enquanto a alexandrita é fortemente pleocróica, também pode mudar de cor independentemente do ângulo de visão quando vista sob uma fonte de luz artificial. Por exemplo, na luz solar natural, a gema parece azul esverdeada, mas na luz incandescente suave, parece roxa avermelhada.
A alexandrita pertence à mesma família das pedras preciosas que a esmeralda. Sua propriedade de mudança de cor e sua relativa escassez são devidas a uma combinação extremamente rara de minerais que inclui titânio, ferro e crômio.

Fonte: CPRM

TANZANITA

Tanzanita
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Há quem diga que a tanzanita é mil vezes mais rara do que o diamante, e pode muito bem ser, considerando que é encontrada quase que exclusivamente no sopé do Monte Kilimanjaro, em suprimentos limitados.




Como a alexandrita, a tanzanita apresenta mudanças de cores dramáticas que dependem de condições como a orientação do cristal e sua iluminação (mais para o azul, para o roxo ou para o vermelho). De acordo com a divisão de geologia da Caltech, essas variações de cores são, em grande parte, devido à presença de íons de vanádio.
Fonte: CPRM

O que é a Opala?

A Opala é uma das mais belas pedras preciosas encontradas no Brasil, no entanto, essa gema não é tão conhecida por aqui. Uma pena, afinal, além de valiosa, a Opala é lindíssima e o seu brilho realmente impressiona. Ela pode refletir todas as cores do espectro e chega a brilhar ainda mais do que os diamantes.
O nome “opala” é oriundo do sânscrito (upala) que, traduzido para o português, quer dizer “pedra preciosa”. E por falar em preciosidade, as Opalas de boa qualidade são tão valorizadas no mundo, que podem custar US$20.000 por quilate. Mas existem também joias de opala de excelente qualidade com um preço mais acessível.
Se você não conhece a Opala ou sabe pouco sobre ela, continue lendo o nosso artigo e confira informações preciosas acerca dessa gema!

O que é a Opala?

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Essa pedra preciosa é uma sílica amorfa hidratada e seu percentual de água chega a 30%. A coloração da opala pode ser uniforme e leitosa, mas, na maioria das vezes, várias tonalidades de gemas podem se misturar em uma única Opala. Isso acontece porque há uma difração da luz no interior da pedra, o que possibilita o incrível jogo de cores que ela produz.

Origem da Opala

Segundo Plínio, escritor romano, a Opala surgiu a partir da glória de várias gemas: “do suave fogo do rubi, do abastado roxo da Ametista e do verde-mar da Esmeralda”. Poetizações à parte, a Opala demora cerca de 60 milhões de anos para se formar. Mais um motivo para ser tão preciosa!

A Opala no Brasil

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A Opala brasileira foi descoberta em Pedro II, município do Piauí, no ano de 1930, conhecida como Terra da Opala. De colonização portuguesa, a região conta com diversas cachoeiras e um rico artesanato em tecelagem.
É lá nessa cidade que está instalada a única reserva nacional de Opala nobre, que é a segunda maior do mundo. Em 1958, a pedra passou a ser exportada e começou a ser conhecida e apreciada no mundo inteiro, especialmente as pedras furta cor.
Além disso, a cidade é um bom exemplo de relações comerciais. O mercado da pedra é estruturado em torno de associações ligadas ao garimpo e à lapidação, garantindo uma mineração organizada para preservar a região e condições de trabalho justas.

Características da pedra

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A Opala é uma pedra que possui um brilho inconfundível e as suas cores mais comuns são o branco e o verde. Apesar disso, ela pode ser encontrada em muitas outras tonalidades, como cinza, laranja, vermelha, amarela, verde, magenta, azul, rosa, marrom, oliva e preto.

Significado e misticismo

A Opala possui vários significados, incluindo a fé, a plenitude, a abundância e a pureza. Na antiguidade, acreditava-se que a Opala trazia aos homens o poder da invisibilidade, afastava espíritos maus e auxiliava na visão.

A relação da Opala com as datas comemorativas

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O mês da Opala é o mês de outubro, período propício para enaltecer essa pedra inigualável. Cumpre acrescentar que ela é o símbolo de 24 anos de casamento e, nada mais oportuno do que presentear a amada, nas Bodas de Opala, com uma bela joia com essa gema, não é mesmo?
E então, você gostou de saber um pouco mais sobre a Opala? Possui ou pretende possuir alguma joia com essa pedra preciosa? Acreditamos que além de ser considerada a rainha das Pedras, a Opala Nobre vai se valorizar muito devido a exaustão das minas da Austrália, ficando o Brasil como o grande produtor da mesma.
Fonte: Geologo.com

Opala de Fogo | Pedras Preciosas

Opala de Fogo | Pedras Preciosas


Essa foto incrível foi tirada pelo fotógrafo Jeff Schultz, em janeiro de 2010. Ela foi extraída de uma mina no Estado de Querétaro, no México. Quando colocada sob reflexão da luz, parece abrigar dentro de si um Pôr-do-Sol singular. Algo que parece ter roubado uma pequena porção do Universo e cristalizado em forma de rocha. Confira algumas curiosidades!
Rocha de onde foi extraída e polida a opala da foto de capa.

Opalas são consideradas como Mineraloides, que é um nome dado para materiais de origem geológica (pedras, por exemplo) que apresentam características semelhantes às dos Minerais, mas que não são Cristalinos, ou seja, não possuem um padrão tridimensional bem definido ou uma geometria específica. Mineraloides também não possuem uma composição química suficientemente uniforme para serem considerados um mineral específico.

Substâncias produzidas pelo homem ou qualquer outro ser vivo que tenham características de minerais também são chamadas mineraloides, como o gelo que criamos em geladeiras ou a concha de um molusco, por exemplo.

As Opalas são feitas de sílica (substância de que é feita a areia da praia) amorfa (sem forma tridimensional específica e padronizada) hidratada (com um percentual de água que pode chegar a até 20%). Uma coisa curiosa é uma de suas características, chamada tecnicamente de "Fratura Concoidal" (ou Conchoidal), isso quer dizer que quando ela é quebrada naturalmente ou rompida por esforço mecânico, a fratura apresenta a forma de lascas, justamente por não ter uma estrutura cristalina (geometria tridimensional específica). Isso foi muito importante para a humanidade durante a pré-história, no período que conhecemos como Idade da Pedra Lascada, onde nossos ancestrais foram capazes de produzir inúmeras ferramentas, com as quais podiam cortar, furar e triturar materiais usados em sua alimentação ou defesa (flechas, lanças, facas, moinhos, etc.).

Na Idade Média, a Opala foi considerada uma pedra que poderia fornecer muita sorte porque se acreditava possuir todas as virtudes de cada pedra preciosa representada no espectro de cores da opala. Também foi dito conferir o poder da invisibilidade se envolvida em uma nova folha de louro e segurada na mão. Na sequência das publicações de Sir Walter Scott "Anne de Geierstein" em 1829, a Opala adquiriu uma reputação menos auspiciosa. No romance de Scott, a baronesa de Arnheim usa uma opala talismã com poderes sobrenaturais. Quando uma gota de água benta cai sobre o talismã, a opala se transforma em uma pedra incolor e a Baronesa morre logo depois. Devido à popularidade do romance de Scott, as pessoas começaram a associar opalas com má sorte e morte. Dentro de um ano da publicação do romance de Scott, em abril de 1829, a venda de opalas na Europa caiu 50%, e manteve-se baixa para os próximos 20 anos ou mais. Mesmo tão recentemente como o início do século 20, acreditava-se que a Opala encarnava o espírito do Mau-Olhado, pois contam que um russo comprou uma opala que estava à venda e nunca mais ele conseguiu comprar mais nada.

Veja essas fotos incríveis de Opalas encontradas em muitas partes do mundo. Algumas inclusive, tratam-se de fósseis que ao invés de serem petrificados por sílica comum, ou outro material, foram petrificados por Opala, dando um efeito exótico extremamente belo a essas rochas brutas, raras e bastante valiosas para a indústria da joalheria.No Brasil encontramos a opala nobre, considerada a melhor do mundo, branca e negra em PedroII, Piauí. Na Austrália as opalas estão ficando raras, enquanto no Brasil não foi explorada nem 10% da região, e calcula-se em vários bilhões de dólares a serem descobertos no Brasil.




































Assim como as Opalas, alguns mineraloides têm grande importância econômica e gemológica, como, por exemplo, a Obsidiana (um tipo de vidro vulcânico), o Azeviche (gema orgânica feita de carvão mineral compactado, também conhecido como Âmbar Negro), o Âmbar (resina ou seiva orgânica fóssil), as Pérolas (produzidas por moluscos, ostras e mexilhões em reação a corpos estranhos que invadem suas conchas), entre outros que você vê nas imagens abaixo. Assim que possível farei uma postagem específica para cada um deles.






Fonte: DNPM