sábado, 6 de janeiro de 2018

Dollar Week: moeda começa 2018 com desvalorização de 2,44%

Dollar Week: moeda começa 2018 com desvalorização de 2,44%

dólar desvalorizou 2,44% nesta primeira semana de 2018. No exterior, o mercado acredita que o Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, possa aumentar os juros duas vezes em 2018, segundo a Reuters. As apostas surgiram após a divulgação do número de vagas abertas no setor agrícola nos EUA, o qual foi abaixo do esperado pelos economistas. Ao mesmo tempo, o relatório americano mostrou um aumento salarial no mercado, o que abre espaço para uma possível elevação dos juros do país. No Brasil, com as agendas esvaziadas, as expectativas giram em torno do julgamento do ex-presidente Lula no dia 24. Caso o petista seja condenado, ele pode não participar das eleições de outubro como candidato à presidência. Além disso, o governo se articula para conseguir os votos necessários para a aprovação da Reforma da Previdência. Segundo o que o ministro Carlos Marun disse à Reuters, ainda são necessários 50 deputados favoráveis para a medida passar na Câmara.
Ontem, o dólar teve recuo de 0,01%, cotado a R$ 3,2323 para compra e R$ 3,2336 para venda.
Após 4 pregões no mês, a moeda desvalorizou 2,44%. Já se foram 4 pregões negativos, contra nenhum positivo. No último pregão de dezembro, o dólar fechou cotado a R$3,3133  para compra e R$ 3,3144 para venda.
Em 2018, após 4 pregões, o dólar apresenta uma desvalorização de 2,44%. Não houve pregão em alta, apenas 4 em baixa. Em 2016, a divisa dos Estados Unidos fechou cotada a R$ 3,2492 para compra e a R$ 3,3144 para venda.

Resumo da Semana

No dia 2, o dólar um teve recuo de 1,63%, cotada a R$ 3,2588 para compra e R$ 3,2601 para venda. No dia seguinte, a moeda caiu 0,73%, cotada a R$ 3,2349 para compra e R$ 3,2364 para venda.
Na quinta-feira (4), a divisa americana teve recuo de 0,08%, cotada a R$ 3,2332 para compra e R$ 3,2339 para venda. Ontem, o dólar caiu 0,01%, cotado a R$ 3,2323 para compra e R$ 3,2336 para venda.

Fonte: Jornal ADVFN

Semanário Bovespa: Ibovespa começa 2018 com máxima histórica renovada 4 vezes seguidas

Semanário Bovespa: Ibovespa começa 2018 com máxima histórica renovada 4 vezes seguidas

O Ibovespa valorizou nesta semana 3,49% e renovou quatro vezes seguidas a sua máxima histórica. O otimismo com o começo do ano foi reforçado em indicadores econômicos favoráveis, como o superávit histórico de 2017 de US$ 67 bilhões, uma alta de 40,5% em relação a 2016. Além disso, o julgamento do ex-presidente Lula no dia 24 de janeiro levanta expectativas sobre o cenário das eleições de outubro, uma vez que caso o petista seja condenado, ele pode não participar da corrida à presidência como candidato. Enquanto isso, o governo se movimenta para conseguir os votos necessários para a aprovação da Reforma da Previdência após o Carnaval. À Reuters, o ministro Carlos Marun alegou que ainda faltam 50 deputados favoráveis para o texto passar na Câmara.
Ontem, o indicador subiu 0,54%, cotado a 79.071,47 pontos e renovando a marca histórica.
Após 4 pregões em janeiro, o índice valorizou 3,49%. Já se foram 4 fechamentos positivos contra nenhum negativo. Dezembro encerrou com 76.402,08 pontos.
Já no comparativo com 2017, após 4 pregões, o Ibovespa subiu 3,49%. Já foram 4 fechamentos positivos contra nenhum negativo. Ano passado, o índice fechou com 76.402,08 pontos.

Resumo da semana

No primeiro pregão do ano, o Ibovespa teve alta de 1,95%, cotado a 77.891,03 pontos. No dia seguinte, subiu 0,13%, fechando a 77,995,16 pontos.
Na quinta-feira (4), o indicador subiu 0,84%, cotado a 78.647,42 pontos. Para terminar a primeira semana de 2018, o Ibovespa subiu 0,54%, cotado a 79.071,47 pontos.

Fonte: Jornal ADVFN

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Usiminas anuncia reajuste de 23% no preço do aço

Usiminas anuncia reajuste de 23% no preço do aço

De acordo com o jornal O Estado, a Usiminas (BOV:USIM5) fechou com as montadoras para reajustar o preço do aço em 23%. É esperado que o aumento entre em vigor ainda neste mês.
Ano passado, em outubro, o diretor da empresa já havia comentado que o reajuste seria em 25% e 30%.
Na mesma semana, a CSN (CSNA3) anunciou o reajuste de 23% nos preços do aço vendido para montadoras e grandes clientes industriais.
Às 12h04, a ação operava com uma variação de -1,53% e estava cotada a R$ 10,32

Fonte: Jornal ADVFN

Esmeralda

Esmeralda
Esmeralda


 Esmeralda é uma variedade do mineral berilo (Be3Al2(SiO3)6), a mais nobre delas. Outras variedades de berilo são a água-marinha, a morganita, o heliodoro, a goshenita e a bixbyíta. Sua cor verde é devida à presença de quantidades mínimas de crômio e às vezes vanádio. É altamente apreciada como gema e o preço por quilate a coloca entre as pedras mais valiosas do mundo, perdendo algum desse valor frequentemente devido às inclusões que ocorrem em todas as esmeraldas, Elas, porém, são úteis pois ajudam a identificar a gema e podem indicar sua procedência.   .  . É transparente a opaca, mas apenas as variedades mais preciosas são transparentes.

Dureza  de 7.5 - 8.0 na Escala de Mohs 

DESCOBERTA: As esmeraldas foram descobertas no Brasil em 1963. A partir de então o país vem produzindo mais esmeraldas do que qualquer outro e suas gemas são consideradas de altíssima qualidade. Os estados de Minas Gerais, Bahia e Goiás são atualmente os maiores produtores.


Esmeralda gema bruta

Esmeralda gema bruta




JAZIDAS: As principais jazidas de esmeraldas são colombianas, mas pode ser encontrada também no Brasil, Carnaíba, Bahia, Nova Era, Mg, etc.. Rússia e no Zimbábue



Lapidação esmeralda



Gema lapidada
LAPIDAÇÃO: Artesãos especializados na lapidação de esmeraldas podem ser encontrados principalmente no Brasil, Japão, na Índia, e em Israel. O trabalho demanda cuidados e habilidades especiais, em razão do alto valor da pedra bruta, e se faz muitas vezes em corte retangular conhecido como "Lapidação esmeralda".

CUIDADOS: A esmeralda não deve ser utilizada em atividades como esportes, trabalhos de casa ou qualquer outra atividade onde a esmeralda possa receber pancadas. A esmeralda é uma pedra muito sensível a batidas fortes e riscos. Deve-se evitar também mudanças de temperatura repentinas.

As turmalinas conhecidas sob a designação ”Paraíba

As turmalinas conhecidas sob a designação ”Paraíba”, em alusão ao Estado onde foram primeiramente encontradas, causaram furor ao serem introduzidas no mercado internacional de gemas, em 1989, por suas surpreendentes cores até então jamais vistas. A descoberta dos primeiros indícios desta ocorrência deu-se sete anos antes, no município de São José da Batalha.
Estas turmalinas ocorrem em vívidos matizes azuis claros, azuis turquesas, azuis “neon”, azuis esverdeados, azuis-safira, azuis violáceos, verdes azulados e verdes-esmeralda, devidos principalmente aos teores de cobre e manganês presentes, sendo que o primeiro destes elementos jamais havia sido detectado como cromóforo em turmalinas de quaisquer procedências.
A singularidade destas turmalinas cupríferas pode ser atribuída a três fatores: matiz mais atraente, tom mais claro e saturação mais forte do que os usualmente observados em turmalinas azuis e verdes de outras procedências.
Em fevereiro de 1990, durante a tradicional feira de pedras preciosas de Tucson, no Estado do Arizona (EUA), teve início a escalada de preços desta gema. A mística em torno da turmalina da Paraíba havia começado e cresceu extraordinariamente ao longo das mais de duas décadas que se seguiram, convertendo-a na mais valiosa variedade deste grupo de minerais.
A elevada demanda por turmalinas da Paraíba, aliada à escassez de sua produção, estimulou a busca de material de aspecto similar em outros pegmatitos da região, resultando na descoberta das minas Mulungu e Alto dos Quintos, situadas próximas à cidade de Parelhas, no vizinho estado do Rio Grande do Norte. Estas minas passaram a produzir turmalinas cupríferas de qualidade média inferior às da Mina da Batalha, mas igualmente denominadas “Paraíba” no mercado internacional, principalmente por terem sido oferecidas muitas vezes misturadas à produção da Mina da Batalha.
Embora as surpreendentes cores das turmalinas da Paraíba ocorram naturalmente, estima-se que aproximadamente 80% das gemas só as adquiram após tratamento térmico.
Até 2001, as turmalinas cupríferas da Paraíba e do Rio Grande do Norte eram facilmente distinguíveis das turmalinas oriundas de quaisquer outras procedências mediante detecção da presença de cobre com teores anômalos, através de análise química por fluorescência de raios X de energia dispersiva (EDXRF). No entanto, as recentes descobertas de turmalinas cupríferas na Nigéria e em Moçambique acenderam um acalorado debate envolvendo o mercado e os principais laboratórios gemológicos do mundo, em torno da definição do termo “Turmalina da Paraíba”.
Até o ano de 2001, o termo “Turmalina da Paraíba” referia-se à designação comercial das turmalinas da espécie elbaíta, de cores azuis, verdes ou violetas, que contivessem pelo menos 0,1% de CuO e proviessem unicamente do Brasil, precisamente dos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte.
Tudo começou a mudar quando, naquele ano, uma nova fonte de turmalinas cupríferas foi descoberta na Nigéria, na localidade de Ilorin (mina de Edeko), voltando a ocorrer quatro anos mais tarde, em meados de 2005, desta vez em Moçambique, na região de Alto Ligonha, a aproximadamente 100 km ao sudoeste da capital Nampula.
De modo geral, as elbaítas com cobre destes países africanos não possuem cores tão vívidas quanto às das brasileiras, embora os melhores exemplares da Nigéria e de Moçambique se assemelhem aos brasileiros.
O achado destes depósitos africanos ocasionou acalorados debates no mercado e entre laboratórios, uma vez que as gemas de cores azuis a verdes saturadas procedentes da Nigéria e de Moçambique não podem ser diferenciadas das produzidas no Brasil por meio de exames usuais e tampouco por análises químicas semi-quantitativas obtidas pela técnica denominada EDXRF.
Há alguns anos, felizmente, constatou-se ser possível determinar a origem das turmalinas destes 3 países por meio de dados geoquímicos quantitativos de elementos presentes como traços, obtidos por uma técnica analítica conhecida por LA-ICP-MS.
Em fevereiro de 2006, o Comitê de Harmonização de Procedimentos de Laboratórios, que consiste de representantes dos principais laboratórios gemológicos do mundo, decidiu reconsiderar a nomenclatura de turmalina da “Paraíba”, definindo esta valiosa variedade como uma elbaíta de cores azul-néon, azul-violeta, azul esverdeada, verde azulada ou verde-esmeralda, que contenha cobre e manganês e aspecto similar ao material original proveniente da Paraíba, independentemente de sua origem geográfica.
Esta política é consistente com as normas da CIBJO, que consideram a turmalina da Paraíba uma variedade ou designação comercial, e a definem como dotada de cor azul a verde devida ao cobre, sem qualquer menção ao local de origem. 
Por outro lado, como essas turmalinas cupríferas são cotizadas não apenas de acordo com seu aspecto, mas também segundo sua procedência, tem-se estimulado a divulgação, apesar de opcional, de informações sobre sua origem nos documentos emitidos pelos laboratórios de gemologia, caso disponham dos recursos analíticos necessários.
Fonte: CPRM