sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Especular Na Bolsa Vai Acabar Com O Seu Dinheiro

Especular Na Bolsa Vai Acabar Com O Seu Dinheiro

Especular Na Bolsa Vai Acabar Com O Seu Dinheiro  
Você sabe a diferença entre investir e especular?
Ou melhor, você saberia me dizer se atualmente faz um ou o outro?
Independente da sua resposta, uma coisa é certa: especular na bolsa vai deixar você miserável!
Pergunto se você sabe a diferença porque muita gente pensa que é a mesma coisa…
Quando na verdade não é.
De antemão, preciso dar um aviso importante: se você estiver especulando, pare com isso agora mesmo!
Feche o seu Home Broker e esqueça de uma vez por todas este modo de lidar com seus investimentos em bolsa de valores..
Você muito provavelmente não vai se dar bem dessa forma, a não ser que essa seja a sua profissão.
Vou explicar melhor…
Conheço muitas pessoas que especulavam e achavam que estavam investindo.
Em 99,9% das vezes as consequências foram trágicas
Muitos alunos meus são ex-especuladores e todos os dias eu recebo relatos contando histórias muito tristes.
Veja o caso do Rogério Ribeiro, por exemplo, que foi entrevistado aqui no GuiaInvest para a área de Histórias de Sucesso (no final desse texto vou disponibilizar o link do conteúdo completo).
Rogério entrou na Bolsa de Valores sem antes buscar conhecimento… E acabou especulando em vez de investir corretamente, como acontece com muita gente.
Veja:

Fonte: Blog GuiaInvest
Logo, Rogério mudou sua estratégia, fez sua assinatura no GuiaInvest e hoje investe da maneira correta.
Já está, inclusive, colhendo os frutos de seus investimentos, como você confere em outra parte da entrevista a seguir:

Fonte: Blog GuiaInvest
Rogério foi do fracasso ao sucesso.
Da especulação ao investimento. Deu tão certo que ele foi parar no meu blog, como uma História de Sucesso.
E é por isso que eu escrevo este artigo hoje: quero ajudar você a entender melhor esse assunto, para evitar as especulações. Fazendo isso você elimina em 90% o risco de perder dinheiro na Bolsa.
Você vai poder compartilhar este conhecimento com quem você conhece, para evitar erros como aconteceu com Rogério.
Vamos lá…
Veja aqui 4 situações em que você está especulando e não sabe:

1# Quando você está torcendo para o preço da ação subir

Especular: torcer para que o preço da ação suba
Torcer por uma ação é o típico comportamento de quem está especulando.
Seja contra ou à favor, se você fica na espera de uma mudança de preço de uma ação, você é um especulador.
Um investidor de verdade, seja ele inciante ou experiente, adquire empresas de valor, lucrativas e sem dívidas.
Nesse caso, a variação do preço da ação importa pouco no curto prazo.
Veja o gráfico de preço da ação ITSA3, por exemplo:

Fonte: GuiaInvest PRO
Perceba que, no curto prazo, o preço oscila bastante.
Já a longo prazo, é possível perceber um nítido movimento de alta do preço da ação.
Um especulador aqui já teria vendido a ação, deixando de lucrar (ou melhor, perdendo) todo o rendimento que viria a longo prazo.
Percebe o valor disso?
Uma empresa boa é aquela que gera lucro e distribui dividendos aos seus acionistas. E esta, por sua vez, é a forma mais simples e rentável de se beneficiar dos investimentos na bolsa de valores.
E não vendendo suas ações antecipadamente só por causa da variação de preço que naturalmente acontece no curto prazo.
Não é à toa que Warren Buffett só investe em empresas lucrativas.
No Brasil, Luiz Barsi faz a mesma coisa: compra ações de boas empresas e agora que já conseguiu acumular um grande patrimônio, vive dos dividendos que recebe.
Lembre-se que os dividendos são como um aluguel que você recebe por ter ações de determinada empresa.
Vale lembrar que os dois investidores começaram com pouco dinheiro, e hoje são bilionários.

2# Quando você compra uma ação porque está ”na baixa” ou vende porque está “na alta”

Especulação vai deixar você pobre
Mesmo que a lógica de comprar uma ação ‘na baixa’ e vender ‘na alta’ faça sentido, usar esse argumento para a tomada de decisão torna você um especulador.
Lembra da imagem do gráfico de preço da ITSA3 que coloquei acima?
É a mesma coisa. O especulador teria vendido na primeira subida, abrindo mão de todo aquele rendimento que estava por vir.
Resumidamente, o especulador coloca o preço da ação à frente dos fundamentos.
E essa pode ser uma grande armadilha.
Muitas ações que estão ‘na alta’ continuam subindo ano após ano.
E o mesmo pode ocorrer com ações compradas ‘na baixa’ e que o preço continua caindo sistematicamente, transformando em pó o seu dinheiro.
Então, o que fazer diante disso?
O segredo dos bons investimentos é comprar ações de boas empresas e mantê-las enquanto continuarem boas.
Dessas empresas você receberá dividendos e poderá reinvestir ou mesmo gastar esse dinheiro, dependendo dos seus objetivos.

3# Quando você entra na bolsa de valores para ganhar dinheiro rápido

Especular é querer ganhar dinheiro rápido
Se a sua visão de investimento não está voltada para o longo prazo, você está especulando!
Simples assim.
Investir em ações é comprar pequenas participações em empresas com o objetivo de obter lucro.
Quando você adquire estas participações, você está se tornando sócio destas empresas.
Não parece atrativo pra você?
Especular, por sua vez, é o ato de realizar transações de curto ou médio prazo, aproveitando-se apenas das variações de preço para tomar sua decisão.
Nada de se tornar sócio da empresa e nem obter parte dos lucros dela.
O especulador não se importa com os fundamentos da ação que está sendo negociada.
Já o investidor, sim.
Pense comigo por 1 segundo: quando você adquire um bom negócio, não há motivo para se desfazer, certo?
Você pode ficar toda a sua vida apenas colhendo os frutos de ser acionista de uma boa companhia.

4# Quando você sente qualquer tipo de emoção

Emoções e especulação

Quando você investe é normal ficar feliz vendo o seu patrimônio crescendo. Não há problema nenhum em ficar satisfeito quando alguma coisa boa está acontecendo.
O que não pode ocorrer é você ficar eufórico com um ganho de curto prazo. Ou, pelo contrário, entrar em pânico caso veja suas ações caindo.
Se algum tipo de emoção surgir, saiba que você está especulando. Ou ao menos indo por este caminho.
É hora de prestar atenção para não se perder.
Em primeiro lugar, você não deve olhar seus investimentos todos os dias. Não mesmo. Uma vez por mês já é o bastante.
Você definitivamente não precisa de horas frente ao computador, pensando e analisando.
Acredite: investir é um hábito tão tranquilo quanto ver uma planta crescer.
Você deve dar foco à sua profissão e seus afazeres de rotina, e deixar que o seu dinheiro trabalhe pra você.

Parando de especular

Vale lembrar que especular não é nenhum crime, mas sim uma profissão. E como toda profissão, exige muito conhecimento específico, muita atenção aos mínimos detalhes e toma muito tempo.
Se você estiver especulando e essa não for a sua profissão, recomendo que pare agora mesmo! É o melhor conselho que posso dar a você agora.
Um investidor inteligente reconhece os seus erros rapidamente e por isso consegue corrigi-los. Assim como o Rogério fez.
Eu não tenho dúvidas que especular é um dos piores erros dos investidores, e que não leva ninguém à Liberdade Financeira.
A verdade é que a maioria das pessoas que perdem dinheiro na bolsa é porque especulam.
Os investidores raramente perdem.
Quando você ouvir falar que o investimento em ações é arriscado e/ou difícil, certamente é porque essa pessoa só conhece a especulação.

Fonte: Guiainvest

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Novos robôs 'emocionais' buscam ler sentimentos humanos

Novos robôs 'emocionais' buscam ler sentimentos humanos
AFP

Um robô da Honda, que usa inteligência emocional, na Consumer Electronics Show de 2018© Fornecido por AFP Um robô da Honda, que usa inteligência emocional, na Consumer Electronics Show de 2018 O robô Forpheus faz mais do que jogar uma partida de tênis de mesa: ele pode ler a linguagem corporal do seu oponente para avaliar sua capacidade, oferecer conselhos e encorajá-lo.
"Ele tentará entender o seu humor e sua habilidade de jogar e prever um pouco sua próxima jogada", disse Keith Kersten, da Omron Automation, com sede no Japão, que desenvolveu o Forpheus para mostrar sua tecnologia.
"Nós não vendemos robôs de pingue-pongue, mas estamos usando o Forpheus para mostrar como a tecnologia funciona com as pessoas", disse Kersten.
O Forpheus é um dos vários dispositivos apresentados nesta semana na Consumer Electronics Show (CES), a maior feira sobre eletrônica do mundo, que destacam como os robôs podem se tornar mais parecidos com os humanos ao adquirir "inteligência emocional" e empatia.
Embora esta especialização ainda esteja emergindo, a noção de empatia robótica parece ser um tema forte no grande encontro de profissionais de tecnologia em Las Vegas.
Honda, a gigante japonesa dos automóveis, lançou um novo programa de robótica intitulado Empower, Experience, Empathy, incluindo o seu novo robô 3E-A18, que "mostra compaixão com os humanos com uma variedade de expressões faciais", de acordo com uma declaração.
Embora a empatia e a inteligência emocional não necessitem necessariamente de uma forma humanoide, alguns criadores de robôs têm trabalhado tanto na forma como na função.
"Estamos trabalhando muito para ter um robô emocional", disse Jean-Michel Mourier, da francesa Blue Frog Robotics, que faz o robô social e de companhia chamado Buddy, que será lançado neste ano.
"Ele tem um cérebro complexo", disse Mourier em um evento da CES. "Ele pedirá uma carícia ou ficará louco se você colocar o dedo nos olhos dele".
Outros robôs, como o Sanbot da Qihan Technology e o Pepper da SoftBank Robotics, estão sendo "humanizados", ao serem ensinados a ler e reagir aos estados emocionais das pessoas.
Pepper é "capaz de interpretar um sorriso, uma cara feia, seu tom de voz, bem como o campo lexical que você usa e a linguagem não verbal, como o ângulo de sua cabeça", de acordo com a SoftBank.
- Sintetizando emoções -
O robô de companhia Buddy, da Blue Frog Robotics, na Consumer Electronics Show de 2018© Fornecido por AFP O robô de companhia Buddy, da Blue Frog Robotics, na Consumer Electronics Show de 2018 Desenvolver a inteligência emocional nos robôs é uma tarefa difícil, combinando o uso da "visão" de computador para interpretar objetos e pessoas e criando softwares que podem responder de acordo.
"A empatia é o objetivo: o robô está se colocando no lugar do humano, e isso é o mais difícil que se pode fazer", disse Patrick Moorhead, analista de tecnologia da Moor Insights & Strategy.
"Não se trata apenas de tecnologia, mas também de psicologia e de confiança".
Moorhead disse que esta tecnologia ainda está em estágios iniciais, mas é promissora em algumas áreas, observando que existe um forte interesse no Japão devido à falta de cuidadores para a população idosa.
"De certa forma, pode ser um pouco bizarro se você está chorando e o robô está tentando te consolar", disse. "Se você não tem amigos, a segunda melhor opção é um amigo robô, e os introvertidos podem se sentir mais à vontade conversando com um robô".
Um expositor da CES promete ir além dos dispositivos atuais, com o desenvolvimento de um "chip de emoção" que pode permitir que os robôs processem as emoções de maneira semelhante aos humanos.
"Houve muita pesquisa sobre a detecção de emoções humanas. Fazemos o contrário. Sintetizamos emoções para a máquina", disse Patrick Levy-Rosenthal, fundador da Emoshape, com sede em Nova York, que está produzindo seu chip para parceiros em jogos, realidade virtual e aumentada e outros setores.
Este chip poderia ser usado para alimentar um robô humanoide ou outros dispositivos - por exemplo, um leitor de livros digitais (e-reader) poderia entender melhor um texto para infundir mais emoção na narração da história.
Quanto ao Forpheus, Kersten disse que a capacidade do robô de ajudar as pessoas a melhorarem suas habilidades no tênis de mesa poderia ter um grande número de aplicações nos esportes, negócios e outras áreas.
"Você poderia sentir como as pessoas estão se sentindo, se elas estão atentas ou em bom estado para dirigir", disse.
Outra aplicação poderia ser no sistema de saúde: "Em uma instalação de pacientes idosos, você pode determinar se alguém está em perigo e precisa de ajuda", acrescentou.

Fonte: BBC

Turmalina Paraíba, uma das gemas mais caras do mundo

Turmalina Paraíba, uma das gemas mais caras do mundo







 
 


Talvez você, como muitos, já deve ter se perguntado, em algum momento de sua vida - afinal, o que é essa tal de Turmalina Paraíba e por que ela é uma das gemas mais caras do mundo?

A resposta, é lógico, está na sua raridade e beleza. Uma das características dessa gema é a sua cor brilhante, vívida, quase um neon que só é salientada após a lapidação.

Do ponto de vista técnico ela é uma variedade cuprífera de elbaíta, uma variedade de turmalina cuja fórmula é Na(Li,Al)3Al6B3.Si6O27(OH,F)4. O nome Paraíba vem da primeira localidade onde essa turmalina foi descoberta.
Segundo a lenda a turmalina Paraíba foi descoberta por Heitor Dimas Barbosa em 1981. Heitor passou anos escavando um pegmatito próximo da Vila S. José da Batalha, acreditando que debaixo do morro chamado Paraíba existia algo diferente.
Somente em 1989, Heitor conseguiu o primeiro lote de pedras de qualidade. As cores eram extraordinárias nunca vistas antes em nenhuma outra turmalina: estava descoberta uma das gemas mais preciosas do mundo.
As cores são variadas, mas a clássica é o azul neon cor gerada pelo conteúdo de cobre do manganês na estrutura cristalina da turmalina.

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As brasileiras clássicas com seus tons de azulAcima Turmalinas Paraíba vindas da África com diversas colorações

A cor e seu brilho extraordinário são realçados após a lapidação e pelo aquecimento. O aquecimento da turmalina é feito para que a cor alcance o seus tons mais vívidos, a sua principal característica.
As Turmalinas Paraíba brasileiras são raras e, geralmente, pequenas. As estatísticas mostram que são necessárias 2.000 toneladas de material para produzir 40 quilates. O que é pior, aa minas brasileiras já estão praticamente exauridas.

O preço do quilate varia de acordo com a cor, tamanho, transparência, ausência de inclusões e lapidação. Em geral é comum ver preços acima de US$10.000 por quilate em pedras de bom tamanho.

No entanto uma nova descoberta está fazendo as Paraíbas mudarem de continente...

A Paraíba na África:

Mais recentemente, em 2001, foram descobertas turmalinas “Paraíba”na Nigéria e em Moçambique. Essas novas descobertas geraram muitas polêmicas sobre o termo Paraíba. Os gemólogos estavam propensos a chamar a gema de Elbaíta Cuprífera. Mas em 2006 foi decidido que todas as turmalinas tipo elbaita com cobre deveriam ser chamadas de Turmalinas Paraíba ou tipo Paraíba.
As turmalinas vindas da África não podem ser diferenciadas das brasileiras. Somente com estudos químicos foi possível identificar a “digital química” destas turmalinas que realmente tem alguns elementos traços um pouco diferentes.
O que, no entanto, preocupa é que as Paraíbas africanas são muito maiores do que as brasileiras e podem ser produzidas em maiores quantidades o que vai acabar afetando os preços do quilate. Aqui é raro uma Turmalina Paraíba com mais de cinco quilates enquanto que na África estão surgindo várias acima de dez quilates sendo que é de Moçambique a maior Paraíba lapidada do mundo (foto).

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Uma Turmalina Paraíba rara com 14,2 quilates de Moçambique57,19 quilates de Moçambique é a maior Turmalina Paraíba lapidada
do mundo e pode valer mais de 25 milhões de dólares.


Fotos: Wimon Manorotkul
Fonte: Geologo.com

Em 4 dias de 2018, estrangeiros trouxeram R$ 2,4 bi para a bolsa

Em 4 dias de 2018, estrangeiros trouxeram R$ 2,4 bi para a bolsa



Nos primeiros quatro dias úteis de 2018, os investidores estrangeiros já trouxeram para o mercado brasileiro de ações R$ 2,387 bilhões, saldo líquido registrado pela B3 até dia 5 de janeiro. O valor explica a alta do Índice Bovespa, que até ontem acumulava ganho no ano de 3,9% em reais e 6,2% em dólares e um novo recorde nominal de pontos, com 79.379. O índice completou ontem 11 dias seguidos de alta, rali que parece estar sendo interrompido hoje, com uma queda de 0,42%, para 79.045 pontos.
Os estrangeiros seguem liderando os negócios no mercado brasileiro, com 45,5% do volume negociado em janeiro. Mas o percentual é menor que a média do ano passado, de 48,4%. Ou seja, do total negociado em ações na B3 este ano, de cada R$ 100,00 comprados ou vendidos, R$ 45,50 eram de estrangeiros.
Quem ocupou o espaço dos estrangeiros em janeiro foram os institucionais, fundos de pensão especialmente, que respondem por 30,2% do volume negociado, ante 27,2% da média do ano passado. As pessoas físicas também estão mais presentes, com 18,9% de participação, ante 16,8% de 2017. A expectativa era de que os institucionais voltariam ao mercado de ações diante da queda dos juros, em busca de rentabilidade para atingir suas metas atuariais.

Fonte: Arena do Pavini

Commodities: futuros do minério de ferro fecham em queda na bolsa de Dalian

Commodities: futuros do minério de ferro fecham em queda na bolsa de Dalian

Nesta quinta-feira (11), os contratos futuros do minério de ferro encerraram a jornada negociados com uma leve queda, recuando 0,38% na sessão e chegando ao final do dia negociados a 556 iuanes por tonelada na bolsa de Dalian.
Enquanto isso, em Xangai, os contratos do vergalhão de aço com vencimento em maio, tiveram um ganho de 5 iuanes por tonelada, encerrando a sessão desta quinta a 3.838 iuanes por tonelada. Na abertura dos negócios, a commodity chegou a ser negociada por 3.858 iuanes.
Os mercados acionários da China não apresentaram uma variação muito grande nesta quinta, com o Índice Referencial de Xangai em alta pela 10ª sessão seguida, mesmo com os investidores realizando lucros em ações de consumo e energia após as recentes altas.
*As informações são do site Investing.com Brasil 
Fonte: ADVFN