sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Vale informa sobre o fechamento da transação de Fertilizantes

Vale informa sobre o fechamento da transação de Fertilizantes


​A Vale confirma que a conclusão da venda da Vale Fertilizantes para a The Mosaic Company (Mosaic) é esperada para data próxima a 8 de janeiro de 2018. Alguns ajustes finais foram realizados nos termos e condições da transação. A Vale irá reter participação acionária no terminal portuário TIPLAM, no sudeste do Brasil, que anteriormente estava incluída na transação, e receberá aproximadamente US$ 1,150 bilhão mais 34,2 milhões de ações da Mosaic, representando 8,9% do capital total da Mosaic após a emissão destas ações com a conclusão da transação.
O fechamento da transação é mais um passo em direção à redução da dívida e simplificação do portfólio de ativos da Vale.
Fonte: Vale

Veja repercussão de rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela S&P

Veja repercussão de rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela S&P


Indicadores Econômicos 11.01.2018 

 
Veja repercussão de rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela S&PVeja repercussão de rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela S&P
(Reuters) - A agência de classificação de risco Standard & Poor's reduziu nesta quinta-feira a nota de crédito da dívida soberana do Brasil para "BB-", ante "BB".
Ao mesmo tempo, a S&P elevou a perspectiva do rating brasileiro para "estável", ante "negativa".
Veja a seguir comentários sobre o rebaixamento da classificação de crédito do Brasil.
ALBERTO RAMOS, DIRETOR DE PESQUISAS PARA A AMÉRCIA LATINA, GOLDMAN SACHS:
"(O rebaixamento é um) desdobramento negativo, mas era esperado, particularmente depois que a reforma da Previdência foi adiada. Não é notícia nova para o mercado."
"O que precisamos após a eleição (para o Brasil retomar o grau de investimento) é continuidade de políticas, assim como governabilidade. Temos bons formuladores de políticas no momento, mas eles não conseguiram implementar a maior parte da consolidação fiscal."
RODRIGO MAIA (DEM-RJ), PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS
"Vamos ver (se rebaixamento dará força à reforma da Previdência). A tentativa do governo de transferir a responsabilidade para o Parlamento não ajuda e não é correto. Precisamos unir esforços."
"O Brasil precisa de muitas reformas e, de fato, a previdenciária é a mais importante. O governo enfraqueceu muito após as denúncias."
JOSÉ FRANCISCO GONÇALVES, ECONOMISTA-CHEFE, BANCO FATOR:
"Não é uma surpresa. O que tem para acompanhar é se isso (rebaixamento) vai funcionar como um incentivo para aprovar a Previdência ou se será um 'agora deixa pra lá'. Acho que não é um incentivo."
"A S&P deve ter tido a percepção de que de sexta-feira para cá piorou (a cena política). O tema do PTB é importante."
"O mercado deve azedar um pouco no curto prazo, ainda tem gente que se emociona com esses rebaixamentos. Mas o grande efeito mesmo ocorre quando um país perde o grau de investimento."
ROBERTO PADOVANI, ECONOMISTA-CHEFE, VOTORANTIM CORRETORA:
“O cenário de mercado não muda muito. A fragilidade fiscal do país é enorme e a incerteza política só reforça esse cenário, que deixa o país absolutamente exposto a uma mudança do humor dos investidores globais.
Mas por enquanto o mercado está tão eufórico com o excesso de liquidez, que não deve ter resultado prático expressivo no mercado.”
CARLOS MARUN, MINISTRO DA SECRETARIA DE GOVERNO:
"Muitos reclamam da minha dancinha, mas a verdade é que muitos brasileiros insistem em dançar de olhos vendados na beira do precipício... Recusar a Reforma é brincar com a tragédia."
MOREIRA FRANCO, MINISTRO DA SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA:
"Isto já estava no horizonte como uma possibilidade, em virtude do processo de votação da Previdência. Creio ser um alerta sobre as consequências econômicas e sociais que a não aprovação da Previdência trará."
ROBERTO TROSTER, CONSULTOR E EX-ECONOMISTA-CHEFE DA FEBRABAN:
“Essa decisão da S&P era mais ou menos esperada, porque houve uma piora nas contas públicas. Mas acho improvável que isso tenha um impacto muito grande nos mercados agora.”

Fonte: Reuters

Diamantes tiram jovens indianos da miséria

Diamantes tiram jovens indianos da miséria





O distrito de Panna, na Índia, é uma das áreas do país que mais tem ocorrência de gemas, dentre elas kimberlitos, com várias minas sendo exploradas comercialmente. E nas últimas décadas, uma nova realidade, paralela à grande mineração, tem melhorado a vida de jovens indianos que viviam em condições miseráveis. Com o fim das atividades em algumas minas e o desinteresse de companhias em explorar áreas a céu aberto, o governo local tem franqueado a exploração entre os habitantes da região, o que tem atraído jovens desempregados; há, inclusive, vários registros de pessoas que viviam em condições miseráveis que conseguiram uma vida digna buscando diamantes nas áreas.

Um exemplo é o de Satyanarayan Tripathi, que vivia da pensão deixada por seu falecido pai e que, no começo da iniciativa, pôs-se a procurar diamantes e outras pedras preciosas. Ele passou dez anos sem achar uma única gema, mas hoje, depois de muito trabalho e persistência, tem uma vida bem melhor: comprou uma propriedade agrícola e montou uma loja de roupas com o dinheiro dos diamantes, além de ter bancado os casamentos de dois irmãos mais novos.

Ele diz, inclusive, que ganhou auto-confiança com essa forma peculiar de mineração, e que espera que os mais novos sigam seu exemplo - como alguns têm mesmo feito - e melhorem de vida com isso.


Fonte: Geologo.com

Exploração mineral: por que investir em zinco?

Exploração mineral: por que investir em zinco?






Você sabia que o zinco teve uma das melhores performances entre os metais básicos nos últimos anos?

A curva de preços deste metal é crescente, praticamente sem inflexão, o que torna o zinco um dos mais interessantes metais do momento.

O que está por trás dessas altas contínuas?

Faz tempo que os exploradores minerais deixaram de prospectar os sulfetos de zinco. Na realidade o último boom de exploração ocorreu na década de 70 quando quase todas as empresas, a maioria majors, faziam grandes campanhas de sedimentos de corrente e de levantamentos aerogeofísicos.

Foi a última corrida aos metais básicos, rapidamente substituída pela do ouro, diamantes e do minério de ferro.

Os esforços de quase 50 anos atrás resultaram em inúmeras grandes descobertas minerais e, em apenas uma década, a oferta de zinco cresceu, os preços estabilizaram e o mundo voltou a normalidade.

Hoje estamos vendo a ponta do iceberg de uma nova realidade.

Muitas minas, algumas gigantescas como Century e Lisheen, foram fechadas. A exaustão de dezenas de jazimentos se somam aos cortes em custos de produções marginais o que terminou por colocar o zinco, de novo, entre as commodities muito valorizadas.

Hoje o preço do metal atinge US$2.765/t, quase 100% maior do que no início de 2016 (veja o gráfico).

O crescimento mundial aliado a uma produção menor e novos fechamentos de minas, faz do zinco uma aposta segura para os próximos anos.
Este metal, cuja produção anual está prevista para 13,2 milhões de toneladas em 2018, terá um desempenho superior ao cobre e ao chumbo.

É hora de tirar o martelo do armário e começar as campanhas de prospecção!


Fonte: O Portal do Geólogo

Berílio: um metal do futuro

Berílio: um metal do futuro






Berílio é um desses metais que todos sabem que existe, mas poucos sabem quais são os seus usos.

Os berilos são a principal fonte do metal. Esses belos minerais hexagonais são originados nos pegmatitos de Minas Gerais e são amostras fundamentais em coleções de minerais. (foto).

Por ser muito leve, não magnético e maleável o berílio (Be) é usado em várias ligas, principalmente com alumínio e cobre que são usadas em várias aplicações. À medida que os avanços tecnológicos se acentuam mais aplicações para o berílio foram descobertas, aumentando exponencialmente o interesse da indústria.

Hoje o metal já é considerado um produto estratégico usado na telefonia celular, mísseis, indústria aeroespacial e reatores nucleares.

Apesar de sermos um dos maiores produtores de berilo, uma das principais fontes do berílio, não temos nenhuma planta de processamento do metal no Brasil. As principais estão nos Estados Unidos, Cazaquistão e China.

A Rússia deverá ser o mais novo membro deste clube e se prepara para produzir o metal, que vale US$500.000 por tonelada, no Siberian Chemical Combine.

Os russos já iniciaram um investimento cujo Capex deverá superar os US$40 milhões. Eles esperam produzir ainda em 2020.

As reservas mundiais de berilo e bertrandita ainda são especulativas.

Esses minerais são mais abundantes no Brasil, Madagascar, Rússia e Estados Unidos. Segundo cálculos altamente inferidos os recursos atingem 400.000t.

Que tal achar uma nova jazida de berilo no Brasil? As minas de esmeraldas talvez ainda tenham um grande volume de esmeralda (variedade de berilo) sem valor econômico, rejeitada, que pode interessar a compradores...




Fonte: O Portal do Geólogo