sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Preço do minério de ferro recua para US$ 78 a tonelada

Preço do minério de ferro recua para US$ 78 a tonelada

Equipe Money Times - 12/01/2018 - 
O preço do minério de ferro fechou a sexta-feira (12) em queda no mercado internacional após a divulgação de números referentes à balança comercial chinesa.
O minério à vista com teor de 62% de ferro negociado no porto de Qingdao recuou 1,32%, cotado a US$ 78,05 a tonelada.
A China anunciou que as exportações cresceram pelo décimo mês consecutivo, em 10,9% em dezembro, desacelerando o ritmo em relação ao crescimento de 12,3% em novembro, mas ficando acima da previsão de 9,5%. As importações chinesas, por sua vez, aumentaram 4,5% no mês passado após saltarem 17,7% no mês anterior

Fonte: Money Times

Ameaças e impactos ambientais persistem com garimpo no Rio Madeira

Ameaças e impactos ambientais persistem com garimpo no Rio Madeira
Desova de quelônios, como as tartarugas, ocorre em diversos pontos da bacia do Rio Madeira. Nesta imagem, elas estão no Rio Guaporé. Foto: Rosinaldo Machado/Secom-RO
Desova de quelônios, como as tartarugas, ocorre em diversos pontos da bacia do Rio Madeira. Nesta imagem, elas estão no Rio Guaporé. Foto: Rosinaldo Machado/Secom-RO
*Texto originalmente publicado no Blog do Infoamazonia, por Vandré Fonseca
O garimpo continua a causar danos no Rio Madeira, no Amazonas, enquanto autoridades ainda definem o que fazer. Em um sobrevoo realizado novembro, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente confirmou presença de um grande número de balsas de extração de ouro na área, mas aguarda a definição de órgãos federais para agir, pois se trata de um rio de jurisdição federal. Além dos resíduos da atividade, como óleo e mercúrio, o garimpo causa danos às praias de desova de quelônios.
A atividade já é antiga e conhecida na região de Novo Aripuanã, onde balsas estacionadas sobre a água retiram o cascalho do leito do rio, em busca do metal. Mas o estrago neste ano tem sido muito maior. A fofoca, notícia que corre entre garimpeiros sobre a descoberta de outro, atraiu também dragas, com uma capacidade maior de processamento de cascalho e estragos ao meio ambiente. E pior: o ouro está no limite da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Rio Madeira.
"Este ano vamos ter menos filhotes nascendo nas praias"
“Encontraram um local com grande concentração de ouro na unidade de conservação e, nessa seca, vieram garimpeiros de vários locais, que entraram nos limites da reserva”, conta Miquéias Santos, gestor da reserva. As dragas estavam trabalhando nas praias usadas por tartarugas-da-amazônia e tracajás para a postura, o que, segundo Miquéias Santos afastou muitas fêmeas que aguardavam o momento de subir à praia para deixar os ovos enterrados. “Este ano vamos ter menos filhotes nascendo nas praias”, lamenta. Depois que o gestor recebeu a notícia, em outubro, foi montada uma operação com apoio de policiais de Novo Aripuanã.

Fonte: O ECO

MPF denuncia 25 proprietários de dragas por mineração ilegal no Amazonas  

MPF denuncia 25 proprietários de dragas por mineração ilegal no Amazonas
A denúncia do MPF se baseou numa ação de fiscalização realizada no dia 24 de outubro do ano passado. Garimpeiros foram encontrados extraindo ouro ilegalmente sem licença ambiental no rio Madeira, no município de Humaitá, no Amazonas. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil.
A denúncia do MPF se baseou numa ação de fiscalização realizada no dia 24 de outubro do ano passado.
Vinte e cinco proprietários de dragas foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) por realizarem atividades de exploração mineral sem licença ambiental no rio Madeira, no município de Humaitá, no Amazonas.
A denúncia do MPF se baseou numa ação de fiscalização realizada no dia 24 de outubro do ano passado, por agentes do Ibama, ICMBio, Força Nacional e Exército Brasileiro. A ação visava coibir a lavra garimpeira ilegal no leito do Rio Madeira e no entorno da Floresta Nacional (Flona) de Humaitá.
Quando os agentes chegaram ao local encontraram as dragas retirando ilegalmente ouro da região. Os proprietários não apresentaram permissão de lavra garimpeira outorgada pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e nem licença de operação concedida pelo órgão ambiental.
As ações penais tramitam na Justiça Federal no Amazonas.
Operação “Ouro Fino” e os ataques aos órgãos federais
A operação Ouro Fino, realizada em 24 de outubro, desencadeou uma reação agressiva por parte dos garimpeiros e da população local, que atearam fogo nos escritórios e veículos do Ibama e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ninguém ficou ferido, mas servidores dos órgãos ambientais precisaram buscar abrigo em unidades das Forças Armadas. Os escritórios do Ibama e do ICMBio foram destruídos. Casas de servidores dos órgãos federais foram apedrejadas. Houve uma tentativa de ataque também ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), que funciona no mesmo prédio do Incra

Fonte: O ECO

Riacho dos Machados terá maior vida útil

Riacho dos Machados terá maior vida útil


A Mineração Riacho dos Machados (MRDM), que pertence à Brio Gold, subsidiária da canadense Yamana Gold, anunciou que a vida útil da jazida de ouro no complexo instalado no município de Riacho dos Machados, Norte de Minas Gerais), aumentou em 37%. Segundo a Brio Gold, o plano da mina foi otimizado e a vida útil prolongada em três anos , somando nove anos no total.
Apesar de projetar o crescimento da produção de ouro no complexo, a mineradora informou que o volume produzido em 2017 ainda deve sofrer impactos de uma série de adequações, obras e também do período de seca na região. Entre as obras, a companhia está instalando uma nova unidade de armazenamento de água e prossegue com o projeto de conectar a mina à rede elétrica do Estado. O comissionamento da linha elétrica está previsto para o segundo trimestre de 2018. A linha substituirá os atuais geradores de energia a diesel de baixa capacidade, o que também deve reduzir custos de operação na mina, melhorar a moagem e a recuperação, além de expandir a produção do moinho.
A Brio Gold produziu 32,9 mil onças de ouro até setembro de 2017, um aumento de 3,7% sobre as 31,7 mil onças do ano anterior. A Brio projeta uma produção de ouro em Riacho dos Machados entre 50 mil onças e 65 mil onças para o fechamento de 2017. Para 2018, a expectativa é de produzir algo entre 90 mil onças e 95 mil onças, e, em 2019, a produção no ativo deve ficar entre 95 mil onças e 100 mil onças do metal. Outro projeto para 2018 é a expansão da profundidade de extração de ouro na mina, o que pode acarretar nova revisão dos recursos do ativo.
Fonte: Brasil Mineral

Cobre opera em alta, apoiado por petróleo e por risco de greve em mina do Chile

Cobre opera em alta, apoiado por petróleo e por risco de greve em mina do Chile


O cobre opera em alta nesta quarta-feira, em uma jornada por enquanto positiva para o petróleo. Além disso, o metal é apoiado pela chance de uma greve em uma mina do Chile. Às 9h35 (de Brasília), o cobre para três meses subia 0,70%, a US$ 6.724 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). Às 9h52, o cobre para março avançava 0,84%, a US$ 3,0485 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
Os metais básicos acompanham a alta do petróleo. O óleo e o cobre são muitas vezes negociados em conjunto, com maior peso para o primeiro, por isso as variações do petróleo influem no metal. O risco de paralisações na produção também apoia o preço. Um sindicato em uma mina de cobre da Teck Resources na mina chilena Quebrada deve convocar uma greve, após não haver um acordo com os empregadores sobre um bônus, de acordo com nota da Investec Securities.
Isso pode ser uma prévia para investidores do cobre. Segundo os analistas da Investec, vários observadores do mercado sugerem que em 2018 e 2019 pode ser vista uma influência de paralisações no Chile e no Peru, em meio a negociações com os trabalhadores. Também no mercado de metais, a Glencore anunciou na terça-feira que elevará sua produção de zinco, com a retomada da operação na mina Lady Loretta, na Austrália, o que deve adicionar 200 mil toneladas ao ano de zinco ao mercado. Ainda assim, isso fica abaixo dos 500 mil toneladas de capacidade cortada pela Glencore no fim de 2015, lembraram em nota analistas do Commerzbank.
 Investidores também aguardam a decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), nesta tarde, bem como números da produção industrial da China, na quinta-feira. Entre os metais básicos negociados na LME, o zinco subia 0,52%, a US$ 3.169 a tonelada, o alumínio recuava 0,17%, a US$ 2.013,50 a tonelada, o estanho tinha baixa de 1,86%, a US$ 18.780 a tonelada, o níquel subia 0,59%, a US$ 11.170 a tonelada, e o chumbo caía 0,12%, a US$ 2.513,50 a tonelada.
Fonte: Dow Jones Newswires