terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Perguntas frequentes sobre exploração

Perguntas frequentes sobre exploração


Como faço para requerer uma área para minerar?
Inicialmente, Vossa Senhoria precisa contratar Geólogo ou Engenheiro de Minas para que este profissional elabore o Requerimento de Pesquisa e o protocole junto à Superintendência do DNPM no Estado onde ocorre o bem mineral. Este profissional que Vossa Senhoria contratar saberá todos os passos a seguir.
Como posso saber se em minha propriedade tem algum registro de mineradora?
Basta entrar no Google Earth, na Internet (acesso gratuito), reconhecer um ponto no terreno, anotar as coordenadas que lá aparecem para o ponto escolhido. Acesse o Sigmine e entre com as coordenadas anotadas no Google Earth e verifica se o ponto está dentro de algum processo.
Tenho o número de um processo minerário, como posso saber quem é o seu titular?
Basta pegar o número do processo, acesse o Cadastro Mineiro e consulte. Entre com o número do processo e verifique detalhes do seu titular.
O que é Relatório Anual de Lavra?
O Relatório Anual de Lavra (RAL) é um conjunto de informações prestadas ao DNPM pelas empresas detentoras de títulos de Lavra ou Arrendatárias e produz um banco de dados atualizado sobre a indústria mineral brasileira. As informações dos RALs são consolidadas no Anuário Mineral Brasileiro que oferece à sociedade os resultados da mineração para o País.
O que é Pesquisa Mineral?
É a execução dos trabalhos necessários à definição da jazida, sua avaliação e a determinação da exequibilidade do seu aproveitamento econômico.
Fonte: DNPM

Retorno da liquidez e otimismo nas bolsas asiáticas

Retorno da liquidez e otimismo nas bolsas asiáticas

  Wall Street retorna de feriado e traz consigo a liquidez aos mercados globais Os índices futuros sinalizam uma abertura com altas acima de 0,5% ao passo que as bolsas europeias negociam no campo positivo. Na Europa, o euro sofre uma correção após a recente valorização frente ao dólar.

Mercados Globais


As principais bolsas sobem, com destaque de alta para Frankfurt (+1,09%) e Madri (+0,66%). Já Londres sente o peso das negociações do Brexit, bem como o índice de preços ao consumidor decepcionante, vindo abaixo do esperado. A taxa anual do núcleo da inflação do Reino Unido caiu de 2,7% para 2,5%, a primeira queda em seis meses.
Os preços do petróleo ampliaram sua queda, depois de negócios pouco previsíveis. O WTI registra queda de 1,21%. O mercado de petróleo se atenta ao noticiário da Chevron, que retornará sua exploração de petróleo no Curdistão iraquiano. Já os metais básicos, especialmente o cobre que sofre realização de lucros, têm viés de queda.
Na Ásia, o clima de recordes volta a fazer parte do cotidiano da bolsa de Hong Kong (+1,81%). Xangai (+0,77%), Tóquio (+1,0%) e Singapura (+0,39%) também fecharam em alta.

Brasil

O mercado local continua em alta, e otimismo no exterior pode suportar a bolsa em um dia sem muitos indicadores. O dólar e o juros registram uma leve alta. O noticiário corporativo chama a atenção do mercado, uma vez que mais empresas divulgam prévias operacionais, como é o caso da Multiplan. Ademais, casas de investimento renomadas renovam projeções, antecipando a temporada de balanços do quarto trimestre de 2017.
Pela manhã, a Fundação Getúlio Vargas divulgou os índices de inflação: IPC-S e IGP-10.
O índice de preços ao consumidor semanal registrou uma alta de 0,47%, 0,16 ponto porcentual acima da última taxa divulgada. Houve uma forte contribuição do grupo Alimentação — com o retorno dos preços de hortaliças e legumes — e Educação, devido aos gastos com matrícula e cursos formais, algo bastante comum em janeiro. Já o índice geral de preços registrou variação de 0,79%. Veja as maiores influências por item:


Fonte: Jornal ADVFN

Quinto maior diamante do mundo é encontrado no Lesoto

Quinto maior diamante do mundo é encontrado no Lesoto

15/01/2018 -  por Redação Galileu
Diamante carat-910 é o quinto maior já encontrado. (Foto:  Gem Diamonds)
Pense em uma xícara de açúcar — aquela que serve de medida para fazer um bolo. Cabem 180 gramas ali. Não é muito, certo? Mas quando se trata de um diamante, já representa bastante coisa. E foi justamente isso que a mineradora britânica, Gem Diamonds, anunciou ter descoberto em Letseng, no extremo norte de Lesoto.

No comunicado oficial, a empresa afirma acreditar ser o diamante o quinto maior do mundo já encontrado. “Desde que a Gem Diamonds adquiriu a mina de Letseng em 2006, a mina produziu alguns dos mais impressionantes diamantes do mundo, incluindo o 'Lesoto Promise', com 603 quilates”, afirmou o CEO da companhia, Clifford Elphick.

“Entretanto, com essa excepcional qualidade é o maior já minerado até hoje… Essa descoberta é um marco”, completou, se referindo à pedra de 910 quilates. Como cada um pesa 0,2 gramas, chega-se ao equivalente à xícara de açúcar. O maior do mundo, chamado Cullinan, foi encontrado com 3.106 quilates, servindo hoje para ornamentar as coroas da realeza britânica.
Mas não é só isso que implica seu valor. A metodologia para avaliar um diamante é chamada de 4C, que em inglês se refere à cor, clareza, corte e os quilates. Nos dois primeiros itens, a pedra também surpreende, pois foi classificado na categoria D, o que quer dizer transparência e pureza extremas.

Em comparação com diamantes recentemente vendidos, depois de ser lapidado, deve valer mais de R$ 137 milhões. Vale lembrar que isso é em um país extremamente pobre. Cercado de África do Sul por todos os lados, o pequeno Lesoto tem pouco menos de 2 milhões de habitantes, sendo que 40% vive abaixo da linha da pobreza.

Fonte: Galileu

Odebrecht encaixa 115 MEuro com venda de participação em mina de diamantes angolana

Odebrecht encaixa 115 MEuro com venda de participação em mina de diamantes angolana


A Odebrecht vai encaixar quase 115 milhões de euros com a venda da participação de 16,4% na Sociedade Mineira de Catoca, que explora no leste de Angola a quarta maior mina de diamantes a céu aberto do mundo. O negócio, acordado pelos sócios da mina em agosto de 2017, foi promulgado este mês pelo Presidente angolano, João Lourenço, conforme noticiado anteriormente pela Lusa e os contornos foram revelados entretanto pelos russos da Alrosa, que participam na sociedade.
A participação de 16,4% do grupo brasileiro, envolvido no escândalo de corrupção no Brasil, será divida em partes iguais pelos atuais sócios, Alrosa e Empresa Nacional de Prospeção, Exploração, Lapidação e Comercialização de Diamantes de Angola (Endiama). Em comunicado a que a Lusa teve hoje acesso, o gigante diamantífero russo esclarece que o negócio será formalizado entre fevereiro e março. A compra de 8,2% da participação (metade dos 16,4% pertencentes à Odebrecht) envolverá um investimento, com recurso a fundos próprios, de 70 milhões de dólares (57,2 milhões de euros).
Esta mina, localizada na província da Lunda Sul, está avaliada em mais de 1.800 milhões de dólares (1.470 milhões de euros), tendo a Sociedade Mineira de Catoca sido criada em 1992, garantindo anualmente mais de 6,8 milhões de quilates.  O decreto assinado este mês por João Lourenço não apontava valores para este negócio, referindo apenas que a participação em causa do grupo brasileiro, através da sua sucursal na Alemanha, a Odebrecht Mining Services Investiments GmbH, é alienada a favor da empresa Wargan Holdings, que por sua vez é detida a 100% pelos russos da Alrosa PJSC, que operam a mina de Catoca. Define ainda, noutro ponto do decreto, que a Wargan Holdings aliena a mesma participação, de 16,4%, à Alrosa e à Endiama, “de acordo com os termos de compromisso específicos acordados para o efeito”, em partes iguais, de 8,2%.
Com este negócio, a Sociedade Mineira de Catoca passa a contar com uma estrutura acionista liderada pela Alrosa e pela Endiama, ambas com uma participação de 41%, mantendo os chineses da LL International Holding BV (18%).
No decreto presidencial de 04 de janeiro é referido que a Odebrecht Angola “cumpriu integralmente o propósito definido de levar a Sociedade Mineira de Catoca, Limitada, em conjunto com a Endiama – EP e os demais acionistas à maturidade operacional”, mas que “manifestou a intenção de alienar a sua quota” para “concentrar-se nos seus projetos de infraestruturas”.
Alguma imprensa brasileira reconheceu anteriormente a necessidade de a Odebrecht encaixar, com a venda de vários ativos em todo o mundo, cerca de 3,8 mil milhões de dólares (3.200 milhões de euros), para fazer face aos custos com o processo judicial “Lava Jato”, que investiga esquemas de corrupção em várias empresas brasileiras. Além do kimberlito de Catoca que explora na província angolana da Lunda Sul, aquela sociedade mineira tem uma participação maioritária noutras concessões diamantíferas em Angola, como a do Luemba, Gango, Quitúbia, Luangue, Vulege, Tcháfua e Luaxe. Esta última é considerada como o maior kimberlito do mundo e deverá iniciar a exploração em 2018.
Fonte: DN

Preços do petróleo podem superar projeções, diz Goldman Sachs

Preços do petróleo podem superar projeções, diz Goldman Sachs

Banco de investimento estimou em suas previsões que o Brent e o petróleo WTI devem ter um preço médio de 62 dólares e 57,5 dólares por barril em 2018


Os preços do petróleo podem superar projeções nos próximos meses, devido a uma crescente demanda e a um forte compromisso da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) com seus cortes de produção, disse o Goldman Sachs nesta terça-feira.
O banco de investimento estimou em suas previsões que o Brent e o petróleo WTI devem ter um preço médio de 62 dólares e 57,5 dólares por barril em 2018, respectivamente.
Os preços do Brent consolidaram ganhos recentes e estão ao redor dos 70 dólares o barril, um nível não visto desde a dramática derrocada do mercado de petróleo em 2014.
As cotações da commodity têm sido impulsionadas por um esforço liderado pela Opep e pela Rússia para conter a produção, em vigor desde janeiro do ano passado. Isso, aliado a uma forte demanda, tem ajudado a levar o petróleo a uma alta de quase 15 por cento desde o início de dezembro.
Aos preços atuais, a curva futura de preços está bem acima dos custos marginais em diversas regiões, o que deve levar a uma gradual alta na fixação de preços por produtores e nas atividades de perfuração, disse o banco.

Fonte: Veja