quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

MPF quer suspensão de dragagem em terminal da Vale no RJ

MPF quer suspensão de dragagem em terminal da Vale no RJ


O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro recomendou a suspensão de serviços de dragagem de manutenção em andamento em um terminal de minério de ferro da Vale em Sepetiba (RJ), após um vírus levar à morte de quase 200 botos-cinza na região. Em comunicado, divulgado nesta segunda-feira, os procuradores disseram que pediram a suspensão imediata das atividades à Companhia Portuária Baía de Sepetiba (CPBS), subsidiária da Vale que opera o terminal, e ao órgão ambiental local, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea).
Procurada, a Vale disse que não foi oficialmente comunicada da recomendação. “A empresa ressalta, no entanto, que todas as suas atividades na Baía de Sepetiba estão devidamente licenciadas e sob fiscalização das autoridades competentes, seguindo os mais altos padrões de segurança em todas as suas operações”, adicionou a mineradora em nota.
O MPF disse que já no final de novembro foi registrado um surto do vírus “morbilivírus” na região, que compromete a imunidade dos botos. O órgão avalia que o ruído produzido pela dragagem no terminal pode estressar os animais e aumentar a suscetibilidade deles às toxinas presentes no local. Os procuradores federais disseram ainda que o risco aos animais decorre do uso da baía de Sepetiba por indústrias ao longo de décadas como destino final de efluentes líquidos e sólidos ricos em metais pesados, principalmente cádmio, zinco e cromo.
Um parecer de um laboratório especializado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) citado pelo MPF afirmou que a única forma de recuperar a população de botos na região é o desenvolvimento por eles de uma imunidade ao vírus.
“É importante minimizar fatores estressores que podem levar os indivíduos a se tornarem mais suscetíveis aos impactos locais. Sendo assim, não é recomendável qualquer atividade de dragagem, visto que a mesma será impactante para uma população que está ameaçada… tornando-a mais vulnerável à instalação de doenças”, afirma o documento.
O MPF afirmou que o órgão ambiental e CPBS têm prazo de 72 horas para responder se cumprirão a determinação de modo espontâneo. Procurada, a Vale não comentou de imediato. O terminal de Itaguaí, no Porto de Sepetiba, é utilizado pela Vale para movimentar minério de ferro, segundo informações do site da companhia.
Fonte: Exame

Retorno da Samarco pode ser mais fácil com saída da BHP, diz diretor da Vale

Retorno da Samarco pode ser mais fácil com saída da BHP, diz diretor da Vale


O retorno às operações da mineradora Samarco poderá ser mais fácil caso a Vale seja a única dona da empresa, controlada também pela anglo-australiana BHP Billiton, afirmou nesta quarta-feira o diretor de Relações com Investidores da gigante brasileira, André Figueiredo. A Samarco, uma joint venture 50/50 da Vale e da BHP, está com operações paralisadas desde o fim de 2015, quando uma de suas barragens de mineração se rompeu em Mariana (MG), causando 19 mortes, deixando centenas de desabrigados e poluindo o rio Doce, que deságua no mar do Espírito Santo.
“A gente quer que a Samarco volte a operar… e isso pode ser mais fácil se a Vale vier a tocar essa operação sozinha”, disse Figueiredo a jornalistas, logo após participar de encontro com investidores em São Paulo. O executivo explicou que a Samarco trabalha com a opção de utilizar um depósito de rejeitos que poderá ser aproveitado por cerca de dois anos, uma alternativa que não é suficiente para garantir as operações no longo prazo.
“É improvável que os órgãos dêem uma licença para uma barragem como no passado. A alternativa é usar minas exauridas como depósito, e essas minas são da Vale”, explicou Figueiredo. O diretor, no entanto, evitou dar mais detalhes sobre uma possível saída da BHP Billiton, do negócio, explicando que ainda não há nada definido. ”É uma discussão que envolve valor, mas as coisas são muito intangíveis também. Você tem toda essa questão hoje das ações judiciais, como isso vai caminhar… são várias variáveis.”
As declarações do executivo ocorrem após a Reuters publicar no início do mês que estavam ocorrendo conversas sobre o futuro da Samarco e que uma alternativa seria que a Vale comprasse a participação da BHP.
Figueiredo destacou ainda que “é muito difícil” que no futuro a Vale volte a ter uma joint venture 50/50 como a Samarco, uma vez que a companhia sofreu forte desgaste de imagem após o rompimento da barragem da mineradora, mesmo não tendo 100 por cento de gerência sobre suas operações.
“A Samarco era gerida por terceiros, outro time de executivos…. O que a gente descobriu é que se a Vale vai estar em qualquer negócio, projeto, ou operação, ela precisa estar lá operando, porque ela pode implementar seus padrões”, explicou.
Segundo Figueiredo, a Vale e a BHP empenharam até agora cerca de 1,4 bilhão de reais cada uma em compensações e remediações após o desastre socioambiental, considerado o maior da história do Brasil.
META DE DÍVIDA
Durante o encontro com investidores, Figueiredo também reiterou que as atuais prioridades da Vale são reduzir a dívida líquida a 10 bilhões de dólares, ante os 21 bilhões de dólares registrados no fim do terceiro trimestre, e pagar dividendos maiores, ambos os objetivos ainda para este ano.
“A gente consegue fazer, na realidade, se o preço (do minério de ferro) continuar como está hoje, muito antes do final do ano… a meta de 10 bilhões é super factível”, disse o executivo.
Além disso, Figueiredo reiterou que a empresa quer ser mais previsível e que vai buscar uma política de dividendos similar à de seus concorrentes no mercado, como o pagamento de um determinado percentual em relação ao lucro.
“A ideia é que qualquer um possa calcular, um percentual sobre alguma métrica… menos discricionaridade: se acontecer aquilo, pronto, paga-se”, afirmou.
Em entrevista em dezembro a jornalistas, o presidente da Vale, Fabio Schvartsman, confirmou que uma nova política dividendos da mineradora deverá ser apresentada em março.
Fonte: Reuters

Serviços públicos e mineração impulsionam produção industrial dos EUA em dezembro

Serviços públicos e mineração impulsionam produção industrial dos EUA em dezembro

Economistas ouvidos pela Reuters previam que a produção industrial avançaria 0,4 por cento no mês passado, depois da divulgação anterior de um aumento de 0,2 por cento em novembro. A produção industrial cresceu a um ritmo anual de 8,2 por cento no quatro trimestre, o maior ganho desde o segundo trimestre de 2010. Em todo o ano de 2017, a produção industrial subiu 1,8 por cento, o primeiro e maior crescimento desde 2014.
O setor industrial têm recebido o suporte de uma economia global cada vez mais fortalecida e um dólar mais fraco, que está ajudando a tornar as exportações dos EUA mais competitivas, relativamente àquelas dos principais parceiros comerciais da nação. Uma pesquisa no início desde mês mostrou uma aceleração na atividade das fábricas em dezembro, com o registro de novos pedidos em seu melhor resultado desde janeiro de 2004.
A produção mineral aumentou 1,6 por cento em meio a uma recuperação na produção de óleo e gás. A produção de empresas que prestam serviços públicos acelerou 5,6 por cento no mês passado, depois de cair 3,1 por cento em novembro.
Fonte: Reuters

Cobre opera em alta em Londres e NY, com reação moderada a PIB chinês

Cobre opera em alta em Londres e NY, com reação moderada a PIB chinês


Os futuros de cobre operam em alta relativamente modesta em Londres e Nova York nesta manhã, reagindo de maneira contida a dados melhores do que o esperado do Produto Interno Bruto chinês. Por volta das 9h25 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 0,55%, a US$ 7.097,50 por tonelada.
Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em março avançava 0,63%, a US$ 3,2090 por libra-peso, às 10h10 (de Brasília). Dados oficiais publicados de madrugada mostraram que o PIB da China, maior consumidor mundial de metais básicos, teve expansão anual de 6,8% no quarto trimestre, repetindo a taxa do trimestre anterior. A previsão de analistas era de alta menor, de 6,7%.
Em todo o ano de 2017, o PIB chinês cresceu 6,9%, ganhando força ante o aumento de 6,7% de 2016, na primeira aceleração do indicador em sete anos. A taxa de 6,9%, no entanto, não foi propriamente uma surpresa porque já havia sido mencionada pelo premiê chinês, Li Keqiang, na semana passada.
Entre outros metais na LME, a tendência positiva era generalizada. O zinco tinha alta de 0,25% no horário indicado acima, a US$ 3.387,00 por tonelada, enquanto o alumínio avançava 0,98%, a US$ 2.215,00 por tonelada, o estanho aumentava 0,12%, a US$ 20.480,00 por tonelada, o níquel subia 0,89%, a US$ 12.520,00 por tonelada, e o chumbo exibia valorização de 0,6%, a US$ 2.577,50 por tonelada.
Fonte: Dow Jones Newswires

Altamira Reports Trenching Results of 29m @ 3.03 g/t Gold at Baldo East Target, Cajueiro Proeject, Brazil and Extends Structures

Altamira Reports Trenching Results of 29m @ 3.03 g/t Gold at Baldo East Target, Cajueiro Proeject, Brazil and Extends Structures


Altamira Gold Corp. is pleased to report that it continues to extend the strike extent of high grade mineralized structures through its recent trenching program at the Baldo East target area at the Cajueiro project located in western Brazil. Highlights are as follows;
Recent trenching has now excavated at least two continuous high-grade mineralized structures in the Baldo East area – the northern most of these two structures is now referred to as Baldo East 1, whilst the zone immediately south of this is referred to as Baldo East 2:
· Trench TCBL-29 was excavated on the Baldo East 1 zone, 200m east of trench TCBL-19 which returned 9m @ 1.84g/t gold plus 1m @ 13.33g/t gold. Results from trench TCBL-29 include 10m @ 1.82g/t gold and 7m @ 1.79 g/t gold including 1m @ 7.23 g/t gold. Several other narrower mineralized sections were also noted. The Baldo East 1 zone now extends over approximately 900m and is still open along strike to the east
· Trench TCBL-28 was developed on the more recently discovered Baldo East 2 zone, 200m east of trench TCBL-25 which cut three parallel brecciated zones and returned 7m @ 5.53 g/t, and 2m @ 8.30g/t. Results from trench TCBL-28 include 29m @ 3.03 g/t gold including 7m @ 5.42 g/t gold and 4m @ 8.07 g/t gold. This structure has now been traced over 250m of strike and is open to both the east and west
Trenching at the Baldo East 1 zone, and specifically the completion of trench TCBL-29 has extended the Baldo East 1 zone an additional 200m to the east extending the total strike length to more than 900m. TCBL-29 was completed 200m east of trench TCBL-19 which returned 9m @ 1.84g/t + 1m @ 13.33g/t gold gold. Results from trench TCBL-29 include;
10m @ 1.82g/t gold
+ 4m @ 1.07g/t
+ 2m @ 1.98g/t
+ 2m @ 1.36g/t
+ 2m @ 1.64g/t
+ 7m @ 1.79g/t including 1m @ 7.23g/t gold
Work has continued on the Baldo East 2 zone, where previous trenching indicated the presence of parallel structures with one trench TCBL-25 exposing apparently parallel structures 250m (7m @ 5.53g/t gold) and 425m (2m @ 8.30g/t gold) south of the Baldo East 1 zone. Trench TCBL-28 was excavated approximately 220m to the east and returned 29m @ 3.03g/t gold including 7m @ 5.42g/t gold and 4m @ 8.07g/t gold. This zone is believed to be the eastward extension to the zone which returned 7m @ 5.53g/t gold in trench TCBL-25. Trench TCBL-28 did not extend south far enough to cut the zone which returned 2m @ 8.30g/t in TCBL-25.
Commenting on these results, Mike Bennett, President & CEO stated “We are very pleased with the recent trench and drill results from the Baldo East area, which have excavated at least two parallel high-grade structures which remain open along strike and at depth. We expect the Baldo East 1 and 2 zones will materially add to both the size and grade of the current resource at Cajuero”
The company follows industry standard procedures with a quality assurance/quality control (QA/QC) program. 2 Blank, 2 duplicates and 2 standard samples were inserted in each batch of 40 samples. Sample preparation and analysis was done at SGS GEOSOL in Vespasiano, Minas Gerais State, Brazil. Analysis is performed by fire assay with 50g fusion and Atomic Absorption Spectroscopy.
Crepori Update and Regional Program
The Company also announces that it has now completed the program of seven diamond drill holes at the Crepori project and results are pending. As a result of significantly increased competitor activity in the Juruena Belt, the Company has initiated an exploration program for copper. The program initially consists of a geophysical and regional compilation study with further details to be provided once this work has been completed.
Guillermo Hughes, P. Geo., a consultant to the Company as well as a Qualified Person as defined by National Instrument 43-101, supervised the preparation of the technical information in this news release.
Neither TSX Venture Exchange nor it Regulation Services Provider (as that term is defined in the policies of the TSX Venture Exchange) accepts responsibility for the adequacy or accuracy of this release.
Forward-Looking Statements
Statements in this document which are not purely historical are forward-looking statements, including any statements regarding beliefs, plans, expectations or intentions regarding the future. It is important to note that actual outcomes and the Company’s actual results could differ materially from those in such forward-looking statements. Except as required by law, we do not undertake to update these forward-looking statements.
Fonte: AltamiraGold