sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Nasa detecta asteroide potencialmente perigoso vindo para a Terra

Nasa detecta asteroide potencialmente perigoso vindo para a Terra

Ponto mais próximo da trajetória do astro é em 4 de fevereiro

ão Paulo – A Nasa, agência espacial norte-americana, detectou um asteroide chamado 2002 AJ129 que vem em direção à Terra a uma velocidade de 107 mil quilômetros por hora.

O astro é considerado potencialmente perigoso pela agência, o que indica que ele deve passar a menos de 7,5 milhões de quilômetros de distância do planeta. A estimativa é que ele passe por nós a 4,2 milhões de quilômetros, assim sendo, sem causar danos.
O asteroide tem 1,12 quilômetro de largura e o ponto mais próximo da Terra em seu trajeto será em 4 de fevereiro deste ano.
Pesquisadores consultados pelo Daily Mail disseram que um asteroide como esse poderia causar uma espécie de “pequena era do gelo” se colidisse com a Terra. A queda de temperatura seria de até 8 graus Celsius por um período breve.

Fonte: G1

Investimento da China no Brasil em 2017 atingiu máxima de 7 anos

Investimento da China no Brasil em 2017 atingiu máxima de 7 anos

Setores de energia, logística e agricultura atraíram o maior volume de capital chinês, incluindo investimentos nos campos de petróleo do pré-sal.

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Por G1

Chines do grupo Spic na bolsa de valores de SP. (Foto: Luísa Melo/G1) Chines do grupo Spic na bolsa de valores de SP. (Foto: Luísa Melo/G1)
Chines do grupo Spic na bolsa de valores de SP. (Foto: Luísa Melo/G1)
A China investiu US$ 20,9 bilhões no Brasil em 2017, maior valor desde 2010 uma vez que a recessão ajudou a reduzir os preços de ativos e atraiu investidores, de acordo com o Ministério do Planejamento brasileiro.
Os dados apontam que 2017 foi o segundo melhor ano dos investimentos chineses no Brasil. Entre anunciados e confirmados, a China se envolveu em 250 projetos no Brasil no período de 2003 a 2017 com valores totais de US$ 123,9 bilhões. Destes, 93 projetos foram confirmados, totalizando US$ 53,5 bilhões.
  • Com US$ 8,5 bilhões em 2017, China aumenta participação em fusões e aquisições no Brasil
Os setores de energia, logística e agricultura atraíram o maior volume de capital chinês, incluindo investimentos nos campos de petróleo do pré-sal e o acordo de US$ 2,25 bilhões da chinesa State Power Investment Corp para operar a usina hidrelétrica de São Simão.
O dado de investimentos de 2017 considera investimentos confirmados e anunciados, mas não considera acordos como a compra pela companhia chinesa de transporte urbano por aplicativo DiDi Chuxing do controle da brasileira 99, já que empresas privadas não divulgam o tamanho do acordo.
Participação da China em fusões e aquisições no Brasil
Quanto do volume investido em compras de empresas envolve capital chinês (em %)
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Fonte: Dealogic

Preços de ativos

O governo brasileiro projeta que o investimento chinês continue aumentando este ano uma vez que os preços de ativos continuam baixos após a recessão que terminou ano passado.
"O Brasil tem muito menos investimento do que precisamos...precisamos de investidores estrangeiros", disse o Secretário de Assuntos Internacionais, Jorge Arbache, em entrevista.
Segundo ele, as eleições presidenciais deste ano não devem desacelerar o investimento chinês.
"Quando conversamos com os chineses sobre esse ser um ano eleitoral, um ano com um forte componente político, os chineses mostram que têm uma visão de longo prazo para o Brasil", disse Arbache. "É improvável que eles reduzam sua presença."
Um fundo bilateral lançado em 2017 para direcionar US$ 20 bilhões em financiamentos de bancos estatais chineses e brasileiros vai avaliar a primeira série de projetos no fim de janeiro.
O fundo foca em ferrovias e infraestrutura para ajudar a levar grãos a portos já que a China é o principal comprador de soja brasileira. Segundo Arbache, o fundo já recebeu 29 propostas.
"Se no final de 2018 cinco projetos forem aprovados, acho que será muito bom para o primeiro ano", disse Arbache. "Com o processo de aprendizagem, é possível que no próximo ano haja ainda mais aprovações."
* Com Reuters

Minério de ferro na China sobe após 5 dias de queda com preços firmes do aço

Minério de ferro na China sobe após 5 dias de queda com preços firmes do aço


Os futuros do minério de ferro na China fecharam em alta nesta quinta-feira, com os preços firmes do aço ajudando a matéria-prima a se recuperar após cinco dias de retração. Restrições à produção de aço no norte da China durante o inverno prejudicaram a demanda pelo minério de ferro, o que levou à sequência de baixas, mas apesar desses cortes a produção chinesa de aço atingiu um recorde de 831,7 milhões de toneladas no ano passado, alta de 5,7 por cento, segundo dados do governo.
O contrato mais negociado do minério de ferro para entrega em maio na Bolsa de Dalian fechou em alta de 1,4 por cento, a 537 iuanes (83 dólares) a tonelada. O contrato tocou uma mínima em duas semanas e meia de 525,50 iuanes na quarta-feira. O analista do Commonwealth Bank of Australia, Vivek Dhar, espera que os preços do minério de ferro subam conforme forem retiradas as restrições à produção de aço, em meados de março. Os cortes estão em vigor desde novembro. O contrato mais ativo do vergalhão de aço na Bolsa de Xangai fechou em alta de 1,1 por cento, a 3.859 iuanes por tonelada.
Fonte: DCI

   

Vale está em sua melhor forma desde que foi criada, diz diretor

Vale está em sua melhor forma desde que foi criada, diz diretor


Depois de uma série de mudanças internas, a Vale está hoje em sua melhor forma desde que foi criada, disse ontem o diretor de Relações com Investidores (RI) da mineradora, André Figueiredo, em reunião com analistas e investidores organizada pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec).
“Hoje, a Vale é mais competitiva do que os australianos, apesar da distância entre Brasil e China”, comentou. O executivo afirmou que a Vale entrou em 2018 em uma situação diferente, até mesmo com uma nova administração, que hoje tem como um de seus pilares estratégicos colocá-la como a maior geradora de valor aos acionistas em relação aos seus concorrentes. Figueiredo lembra que o ano começa com uma projeção do mercado de que o preço do minério de ferro deve cair, mas pondera que, nos últimos dois anos, contudo, os valores foram mantidos na China a despeito das expectativas.
O diretor destaca que a empresa torce para que a estabilidade de preços se mantenha, isso porque não interessa volatilidade para o negócio de uma mineradora. Exemplificou que, no projeto S11D, o maior da história da companhia, os investimentos começaram em 2010, quando os preços estavam em outro patamar. De acordo com Figueiredo, a Vale não fará investimentos em projetos que não geram retorno. Segundo ele, no passado, a Vale realizou muitos investimentos colocando na conta uma perspectiva futura melhor para os preços das commodities do que os vistos no momento, projeção que em níquel, por exemplo, não se confirmou.
“Queremos melhorar desempenho otimizando a alocação de capital”, disse na reunião da Apimec. Em níquel, destacou, a companhia irá manter o negócio, mas de forma saudável. A mineradora brasileira tem afirmado, desde o ano passado, que o objetivo para a operação de níquel Vale Nova Caledônia (VNC), que não tem geração de caixa positiva, é buscar um parceiro e que, se não for possível, até mesmo um fechamento da operação não seria descartado. A ideia para esse negócio, explicou, é “preservar a opcionalidade do negócio de níquel”, para caso ocorra uma elevada demanda pelo produto no futuro por conta do crescimento do mercado de carros elétricos.
Se isso ocorrer, disse, a companhia estará pronta para investir e até elevar sua produção, caso se observe que haverá retorno. Em relação ao carvão, Figueiredo comentou que a projeção é de que esse negócio tenha melhor resultado do que em 2017. De acordo com Figueiredo, a projeção da companhia é de que a produção de minério de ferro da Vale para este ano fique na casa dos 390 milhões de toneladas, alcançando 400 milhões de toneladas a partir de 2019. Dívida líquida da empresa deve chegar a R$ 10 bilhões em 2018 A Vale espera terminar 2018 com uma dívida líquida da ordem de US$ 10 bilhões. Ao final do terceiro trimestre do ano passado, o endividamento estava em US$ 21 bilhões. O diretor André Figueiredo disse que a Vale quer ter o “menor endividamento possível”. Outra meta da companhia para este ano, segundo o executivo, é aumentar os dividendos aos acionistas.
“A Vale gerará substanciais fluxos de caixa ao longo dos próximos três anos”, disse o executivo. Projeção da empresa é que, em um cenário mais conservador, com o preço da tonelada de minério de ferro, na média, em US$ 55 e o preço da tonelada do níquel, em US$ 10 mil, o fluxo de caixa acumulado de 2018 a 2020 deve ser de US$ 13 bilhões. Já em um cenário mais otimista, com o minério em US$ 65 a tonelada e o níquel em US$ 14 mil, esse valor sobe para US$ 25 bilhões. “Primeiro utilizaremos os recursos para desalavancar e, em segundo, para remunerar os acionistas”, afirmou Figueiredo.
Ele lembrou que os investimentos da Vale seguirão baixos. A percepção da Vale é de que não haverá uma venda desorganizada das ações detidas após o fim do período de bloqueio, o chamado lock-up, no final do próximo mês, disse Figueiredo. Segundo ele, os acionistas que eram da Valepar – Previ, Mitsui, Bradesco e Bndes -, ao decidirem ceder o controle da companhia para transformá-la em uma “corporation”, ao migrar para o Novo Mercado e converter as ações preferenciais em ordinárias, possuem “planos maiores para a Vale do que simplesmente a saída”.
Fonte: Jornal do Comércio

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Riacho dos Machados terá maior vida útil

Riacho dos Machados terá maior vida útil


A Mineração Riacho dos Machados (MRDM), que pertence à Brio Gold, subsidiária da canadense Yamana Gold, anunciou que a vida útil da jazida de ouro no complexo instalado no município de Riacho dos Machados, Norte de Minas Gerais), aumentou em 37%. Segundo a Brio Gold, o plano da mina foi otimizado e a vida útil prolongada em três anos , somando nove anos no total.
Apesar de projetar o crescimento da produção de ouro no complexo, a mineradora informou que o volume produzido em 2017 ainda deve sofrer impactos de uma série de adequações, obras e também do período de seca na região. Entre as obras, a companhia está instalando uma nova unidade de armazenamento de água e prossegue com o projeto de conectar a mina à rede elétrica do Estado. O comissionamento da linha elétrica está previsto para o segundo trimestre de 2018. A linha substituirá os atuais geradores de energia a diesel de baixa capacidade, o que também deve reduzir custos de operação na mina, melhorar a moagem e a recuperação, além de expandir a produção do moinho.
A Brio Gold produziu 32,9 mil onças de ouro até setembro de 2017, um aumento de 3,7% sobre as 31,7 mil onças do ano anterior. A Brio projeta uma produção de ouro em Riacho dos Machados entre 50 mil onças e 65 mil onças para o fechamento de 2017. Para 2018, a expectativa é de produzir algo entre 90 mil onças e 95 mil onças, e, em 2019, a produção no ativo deve ficar entre 95 mil onças e 100 mil onças do metal. Outro projeto para 2018 é a expansão da profundidade de extração de ouro na mina, o que pode acarretar nova revisão dos recursos do ativo.
Fonte: Brasil Mineral