quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Os desafios no futuro da mineração na região


Os desafios no futuro da mineração na região

Criciúma
A atividade mineradora está diante de alguns desafios visando o seu futuro em Criciúma e região. A garantia da manutenção de um bom contrato de venda de carvão para a Tractebel, por exemplo, passa pela transição na gestão da Engie, empresa que gerencia a Usina Termelétrica Jorge Lacerda, em Capivari de Baixo. Um grupo norte-americano está assumindo a gestão da empresa, hoje de capital francês.
Enquanto isso, o setor lida com uma pesada demanda jurídica, um processo que visa estabelecer o pagamento de indenização para todos os proprietários de solos minerados, o que poderá gerar uma pesada dívida para as mineradoras em operação.
Fonte:  DNSul 

Brio Gold analisa proposta da Leagold


Brio Gold analisa proposta da Leagold

A diretoria da Brio Gold está recomendando aos seus acionistas que não tomem qualquer decisão sobre a oferta feita pela Leagold Mining para adquirir todas as ações da companhia até que os diretores analisem com cuidado a proposta e, com base nisso, fazer uma recomendação.
A proposta da Leagold, válida até 28 de fevereiro, prevê que cada acionista da Brio Gold receberá 0.922 ação da Leagold por cada ação que detiver na Brio, o que representaria um preço de C$ 2,80 por ação da Brio, considerando-se um valor de aproximadamente US$ 264 milhões, com base no preço médio de cinco dias das ações da Leagold na TSX (Toronto Stock Exchange).
Segundo o CEO da Leagod, Neil Woodyer, a estratégia da empresa na América Latina começou com a aquisição da mina Los Filos, no México, em abril de 2017, da Goldcorp. “Temos um claro objetivo de transformar a Leagold em um produtor de ouro intermediário na América Latina. Esta estratégia está focada na aquisição de minas de ouro em operação e projetos que estejam próximos de iniciar a implantação, otimização pós-aquisição de ativos e valoração de potencial não explorado”.
Para ele, a combinação com a Brio Gold “representa uma oportunidade única para adquirir um portfólio de ativos em produção com um representativo perfil de crescimento”. Com a oferta, os acionistas da Brio passariam a deter aproximadamente 42% da companhia resultante. A combinação das operações poderia produzir aproximadamente 450 mil onças de ouro em 2018, com potencial de crescimento para mais de 700 mil onças em 2020, a um custo total de US$ 800 por onça produzida. “Além disso, a combinação reduz os riscos do negócio, ao ter quatro minas em operação, em duas jurisdições (México e Brasil) com potencial futuro para a Leagold. Por isto estamos oferecendo um prêmio de 57% para os acionistas da Brio Gold”, afirmou.
Fonte: Brasil Mineral

Para Goldman Sachs, o otimismo voltou

Para Goldman Sachs, o otimismo voltou

De acordo com analistas da Goldman Sachs, o ambiente para investimentos em commodities é o melhor desde o período 2004-2008. Dentre os fatores que justificam tal afirmação estão as projeções feitas pelo FMI, de que o PIB mundial crescerá 4% em 2018 e o consumo de commodities na China, hoje o principal mercado mundial, deverá apresentar um crescimento de 6,6% em 2018. Além disso, o índice LME para metais base chegou ao seu nível mais alto desde 2014 e o cobre, cujo uso é considerado um bom termômetro para medir o aquecimento da economia global, teve o seu valor aumentado em 2/3 desde janeiro de 2016.
A Goldman Sachs vê o cobre alcançando o patamar de US$ 8 mil dólares a tonelada nos próximos 12 meses, o que não acontece desde o começo de 2013. Outros bancos, como o Citigroup e o Deutsche Bank, apostam em valores menores, entre US$ 7.125 e US$ 7.175. Para produtores, o cobre a US$ 7 mil já é considerado “uma maravilha”.
Na contramão de outras instituições, a Goldman Sachs também fez previsões otimistas para o minério de ferro, estimando a commodity deve alcançar o preço de US$ 85 a tonelada, nos próximos três meses, ou 17% acima do nível de preços atual.
Fonte: Brasil Mineral

Samarco desliga 600 empregados em planos de demissão


Samarco desliga 600 empregados em planos de demissão

Após oferecer, pela segunda vez, um plano de demissão voluntária (PDV) a seus funcionários, a mineradora Samarco desligou 600 e manteve 1.135 empregados, divididos entre as unidades de Mariana, em Minas Gerais, e Anchieta, no Espírito Santo.
Segundo a empresa, cerca de 50% da meta foram alcançados com o programa, entretanto, foi necessário colocar em prática novo plano, desta vez de demissão involuntária, até alcançar o objetivo  inicial da mineradora. Os empregados demitidos involuntariamente terão direito às mesmas vantagens daqueles que aderiram ao PDV.
De acordo com a Samarco, as medidas foram necessárias devido às dificuldades econômicas, já que a mineradora está há mais de dois anos sem produzir. As atividades foram suspensas após o rompimento de uma das barragens localizadas no município mineiro de Mariana, em novembro de 2015, quando foram liberados no ambiente mais de 60 milhões de metros cúbicos de rejeitos. O acidente destruiu comunidades, devastou a vegetação nativa e poluiu a Bacia do Rio Doce, sendo considerado a maior tragédia ambiental do país.
O PDV é um instrumento para enxugar o quadro de funcionários. Por meio do programa, são oferecidas vantagens para aqueles que aceitam se desligar da empresa. No caso da Samarco, os demitidos terão indenização de 50% do salário para cada ano de trabalho na empresa, no limite de quatro salários. Além disso, eles manterão por seis meses o plano de saúde pago pela mineradora e receberão um valor fixo equivalente a três salários, limitado a R$ 7,5 mil.
Este foi o segundo PDV realizado pela empresa. O primeiro deles, com regras similares, ocorreu em julho do ano passado, quando 925 empregados aderiram e outros 153 foram demitidos por iniciativa da mineradora.
Os PDVs não foram as únicas medidas adotadas pela empresa, em decorrência da paralisação das atividades. Desde a tragédia, já foram concedidas duas licenças remuneradas, um período de férias coletivas e três períodos de lay-off (suspensão do contrato de trabalho). O último período de lay-off ainda está em vigor e se encerra em 31 de março de 2018. Também estão afastados 260 empregados que recebem uma bolsa paga pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Além disso, conforme ficou acordado, a Samarco garante ajuda de custo complementar até atingir o valor do salário líquido de cada um.
Retorno sem prazo
O novo PDV ocorreu em um cenário de incertezas sobre a retomada das operações da Samarco. No fim de 2016, a mineradora informou que poderia retomar suas atividades no segundo semestre do ano passado, após obter as licenças ambientais necessárias. No entanto, a empresa parou de apresentar previsões depois de não ter obtido os documentos necessários junto à prefeitura de Santa Bárbara (MG), cidade onde ocorria a captação de água.
Apesar de não haver um prognóstico exato para o retorno, a Samarco divulgou, em dezembro, que, sem a anuência da prefeitura de Santa Bárbara, o plano de retomar a produção com 60% de sua capacidade foi deixado de lado. A empresa vai aguardar o trâmite de uma ação judicial envolvendo o impasse com o município. Até lá, o projeto de retomada irá considerar o uso exclusivo de fontes internas de água já outorgadas.
A mineradora informou que pretende agora retomar as atividades com 26% da capacidade operacional. A proposta, já protocolada na Secretaria de de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad), busca regularizar as licenças ambientais do Complexo de Germano, em Mariana e Ouro Preto (MG), e da estação de bombas em Matipó (MG).
Como anunciado anteriormente, os rejeitos serão dispostos na cava de Alegria Sul, em Ouro Preto. Para tanto, a empresa busca licença específica para poder usar a estrutura e, uma vez obtida, precisará de aproximadamente seis meses para fazer a preparação da área. A Samarco informou ainda que a proposta incorpora novas soluções no tratamento dos sedimentos, com aumento da segurança e da recirculação de água no processo produtivo.
Em nota, a mineradora disse que pretende ampliar a vida últil da cava de Alegria Sul, de 20 meses para cinco anos, sem alteração do projeto proposto. “A Samarco planeja implantar a filtragem de rejeito arenoso, que corresponde a 80% do total de rejeitos gerados após o beneficiamento do minério de ferro, permitindo o empilhamento do material. Ao mesmo tempo, o adensamento de lama, que também retira água do rejeito, reduzirá o volume que será destinado à cava de Alegria Sul. Ambos os processos permitirão a recirculação da água na produção”, informou, em comunicado.
Fonte: Isto É Dinheiro

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

O MAIOR JADE DO MUNDO

O MAIOR JADE DO MUNDO






Esta pedra verde já foi uma das mais importantes no mundo, rivalizando, em alguns casos, com o diamante.
Nos últimos anos a esmeralda praticamente foi eclipsada pelo diamante e desapareceu da mídia.
Somente agora, que o mercado da esmeralda está voltando ao que já havia sido. Os preços da esmeralda estão em alta, superando praticamente todas as outras pedras preciosas, perdendo somente, para o diamante bom. O que alavanca os preços é uma forte procura vinda da China e a falta de novas minas necessárias para suprir a demanda. Quarenta por cento das compras atuais estão vindo da China onde as pedras verdes como o Jade e a esmeralda são altamente consideradas há milênios.

A tendência é de uma subida de preços ainda mais pronunciada. O governo de Myanmar, o maior produtor de jade do mundo, paralisou a grande mina mecanizada de Hpakant. Este distrito mineiro é famoso pelas suas jadeítas de altíssima qualidade onde trabalhavam 90.000 pessoas segundo um senso de 2012.
O jade de Hpakant é lavrado a séculos e está cercado de controvérsias e acusações de impactos ambientais e de devastações florestais. Até o Governo Obama está ameaçando proibir o comércio deste jade alegando falta de democracia em Myanmar. Joalherias famosas como Cartier, Tiffany e Signet boicotam o jade de Myanmar. Em 2013 o faturamento do jade de Hpakant foi de  US$297 milhões uma das principais rendas do pobre país.

Com o fim iminente do jade de Hpakant, os preços da esmeralda irão subir à estratosfera. Até agora os preços já subiram quase 100%.
Uma alta muito mais importante irá ocorrer assim que os estoques chineses acabarem.

Se você é dono de uma mina de esmeralda abra o olho, pois lucros extraordinários poderão surgir em um futuro próximo. 

Na foto uma peça de jade, extraída em Hpakant, é inspecionada por compradores : REUTERS/Aung Hla Tun



Fonte:  O Portal do Geólogo