terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Fed: Expectativa de inflação nos EUA recua

As expectativas de inflação nos Estados Unidos diminuíram o mês passado, reduzindo a alta prevista para o final do ano, de acordo com pesquisa do Federal Reserve de Nova York publicada nesta segunda-feira (12).

A pesquisa com expectativas dos consumidores, que o Fed considera entre outros dados na medida em que continua a aumentar gradualmente as taxas de juros, mostrou que a mediana das expectativas de inflação de um ano à frente caíram para 2,71%  em janeiro, sobre 2,82% no mês anterior.
A leitura de três anos foi de 2,79% em janeiro abaixo de 2,89%, declínio conduzido por entrevistados de baixa renda. Em dezembro, ambas as leituras de preços haviam saltado para seus níveis mais altos em meses.
Dados oficiais mostraram forte aumento no crescimento salarial dos EUA em janeiro e levaram, na semana passada, as maiores perdas nos mercados de ações em dois anos. Os investidores disseram que a queda deveu-se às preocupações de que a recuperação da inflação nos EUA forçaria o Fed, banco central do país, a aumentar as taxas mais rapidamente do que o esperado.
O Fed aumentou as taxas três vezes no ano passado, mesmo quando a inflação mergulhou. Com sinais de que os preços podem virar, o Fed deverá elevar novamente em março.

Fonte: Exame

Casa Branca divulga proposta orçamentária e busca financiamentos para muro e Exército

Casa Branca divulga proposta orçamentária e busca financiamentos para muro e Exército



Presidente Donald Trump durante reunião na Casa Branca sobre sua iniciativa para infraestrutura 12/02/2018 REUTERS/Kevin Lamarque
WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou nesta segunda-feira seu segundo orçamento, buscando fortalecer gastos militares e solicitando financiamentos para infraestrutura, construção de um muro fronteiriço com o México e programas de combate ao uso de opióides.
Patrocinado
O plano orçamentário de 4,4 trilhões de dólares, que é visto pelo Congresso como pouco mais que uma sugestão, irá possivelmente gerar críticas de conservadores, que temem que republicanos estão adotando um orçamento deficitário.
A proposta para o ano fiscal de 2019 inclui 200 bilhões de dólares para gastos em infraestrutura e mais de 23 bilhões de dólares para segurança da fronteira e fiscalização da imigração.
A proposta também prevê 716 bilhões de dólares em gastos em programas militares e para manutenção do arsenal nuclear dos EUA.
Em uma tentativa de mostrar a conservadores que o governo está adotando alguma disciplina fiscal, o plano recomenda cortes de gastos não militares que irão diminuir o déficit orçamentário federal em 3 trilhões de dólares durante 10 anos.
Orçamentos presidenciais são frequentemente ignorados pelo Congresso dos EUA, que controla os gastos federais.
O pedido de orçamento de Trump segue para o Congresso somente dias após Trump assinar um acordo bipartidário de gastos com parlamentares, que irá aumentar gastos internos em 300 bilhões de dólares durante dois anos --incluindo 165 bilhões de dólares em novos gastos em Defesa e 131 bilhões em gastos internos não militares.
O orçamento de Trump também inclui diversas previsões econômicas e deve depender de estimativas de que a economia irá continuar crescendo em um ritmo rápido no futuro previsível, coisa que é crítica para ajudar a cobrir o custo da reforma fiscal de 1,5 trilhão de dólares aprovada pelo Congresso em dezembro.
A proposta orçamentária inclui dois elementos-chave: 18 bilhões de dólares durante dois anos para o muro fronteiriço há tempos prometido por Trump e 200 bilhões de dólares em financiamentos federais para estimular 1,5 trilhão de dólares em investimentos na infraestrutura durante os próximos 10 anos com parceiros estatais, locais e privados.
O orçamento também busca cerca de 13 bilhões de dólares em novos financiamentos durante os próximos dois anos para combater a epidemia de uso de opióides.

Fonte:  Reuters

Empresa britânica explora bloco de depósitos de ouro em Moçambique

Empresa britânica explora bloco de depósitos de ouro em Moçambique

A empresa mineira britânica Xtract Resources anunciou hoje que vai iniciar a exploração de um novo bloco de depósitos de ouro no centro de Moçambique, graças a um acordo com outra firma já instalada na zona.

Empresa britânica explora bloco de depósitos de ouro em Moçambique

A sul-africana Omnia já opera na província de Manica e o contrato entre ambas as empresas prevê que esta inicie hoje a instalação de estruturas para o processamento de zonas de aluvião onde se encontra o metal precioso.
"O acordo prevê que o bloco seja processado na unidade industrial da Omnia, que se situa nas proximidades", referiu a Xtract numa informação aos acionistas.
A empresa prevê assim um aumento da capacidade de processamento para níveis acima do previsto, reduzindo para seis anos o prazo previsto até à exploração completa do bloco.
Além de Moçambique, a firma britânica opera também no Chile e na África do Sul.
A província de Manica, que faz fronteira com o Zimbabué, é uma das regiões de Moçambique mais ricas em ouro e pedras preciosas, o que atrai a atividade de empresas mineiras, assim como de garimpeiros dos países vizinhos.

Fonte: UOL

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

O OURO

Este metal é explorado pelo homem há cerca de 6.000 anos, não somente por seu aspecto estético, mas também por suas inigualáveis características, como a elevada resistência ao desgaste e o fato de não oxidar-se. O ouro, emseu estado natural, é extremamente maleável, daí o fato de que sua utilização em joalheria se faz com a adição de determinadas porcentagens de ligas.
O teor do ouro contido numa liga é expresso em quilates, isto é, uma fração de ouro expressa em 24 partes. Assim, uma liga de ouro de 18 quilates (também designada 750) contém 18 partes de ouro, sendo as 6 partes restantes constituídas pelos outros metais que compõem a liga. A adição de cobre, prata e outros elementos em diferentes combinações e proporções faz com que a liga correspondente adquira distintas cores e teores.
Valor do ouro
A ascensão do ouro foi significante para estabilizar a economia global, ditando que cada nação deveria limitar sua moeda corrente emitida à quantia de ouro que continha em reserva. A Grã Bretanha foi a primeira a adotar esse padrão em 1821, seguida em meados de 1870 pelo resto da Europa. O sistema permaneceu desse jeito até o fim da Primeira Guerra Mundial. Depois da guerra, foi permitido a outros países manter reservas de moedas correntes ao invés do ouro. No meio do século 20, o dólar americano já tinha substituído o ouro no comércio internacional.
Ouro Branco
Por motivos óbvios, durante os anos da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) houve poucas inovações técnicas no mundo das joias, salvo pela introdução do ouro branco que foi usado como alternativa a outros metais preciosos mais caros, sobretudo devido à restrição do uso da platina. Adicionavam-se outros metais ao ouro puro para mudar sua cor: o ouro branco tinha certa quantidade de prata ou paládio, e o ouro rosa levava cobre.

Fonte: Geologo.com

Cerrado, a ‘floresta de cabeça para baixo’ que abastece boa parte do Brasil

Cerrado, a ‘floresta de cabeça para baixo’ que abastece boa parte do Brasil




Cerrado é a vegetação mais antiga do planeta (Foto: BBC)
Cerrado é a vegetação mais antiga do planeta (Foto: BBC)
Segundo maior bioma da América do Sul, o Cerrado tem papel central na distribuição das águas que abastecem boa parte do Brasil.
É nele que nascem vários dos rios que integram seis das principais bacias hidrográficas brasileiras: Parnaíba, Paraná, Paraguai, Tocantins-Araguaia, São Francisco e Amazônica.
O Cerrado é também um dos biomas mais antigos e biodiversos do mundo. Começou a se formar há pelo menos 40 milhões de anos e abriga centenas de espécies de animais e plantas que só existem lá.
Cerrado é a nova fronteira do desmatamento no Brasil (Foto: BBC)
Cerrado é a nova fronteira do desmatamento no Brasil (Foto: BBC)
Para sobreviver às longas secas que ocorrem na região, muitas árvores locais desenvolveram sistemas de raízes extremamente profundas e ramificadas.
Graças a essas raízes, várias espécies do bioma jamais perdem as folhas, nem mesmo no auge da estiagem.
As raízes podem ser muito mais extensas que as copas das árvores, o que faz com que o Cerrado seja conhecido como “floresta de cabeça para baixo”.
Árvores presentes no bioma – entre as quais buriti, pequi, jatobá e baru – garantem ainda uma dieta rica para os habitantes da região.
Bioma está ameaçado pelo avanço da agricultura em larga escala (Foto: BBC)
Bioma está ameaçado pelo avanço da agricultura em larga escala (Foto: BBC)
O bioma está, porém, ameaçado seriamente pelo avanço da agricultura em larga escala.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente, cerca de 20% das espécies de plantas e animais exclusivas ao bioma já foram extintas, e ao menos 137 espécies de animais da região correm o risco de desaparecer.
Boa parte das últimas áreas de Cerrado se encontram na região conhecida como Matopiba (que engloba trechos do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) – considerada uma das últimas fronteiras agrícolas do país.
 Fonte; G1