quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Vale e siderúrgicas puxam ganhos do Ibovespa na volta do Carnaval

Investing.com – O Ibovespa opera em alta de 2,51% aos 82.926,63 na tarde desta quarta-feira na B3, dia de retomada dos negócios após o feriado do Carnaval. As ações das mineradoras e das siderúrgicas puxam a valorização do principal índice da bolsa brasileira.
A forte valorização do preço dos contratos futuros do minério de ferro na bolsa chinesa da Dalian contribui para o resultado do dia. A commodity acumulou ganhos de 3% desde o último pregão da Bovespa na sexta-feira e estimula o ajuste das ações.
Hoje, o minério fechou a 539,5 iuanes por tonelada na sessão de hoje, nos contratos com vencimento em maio. Esse é o patamar mais alto em três semanas, sustentados por expectativas de demanda firme por aço na China durante o primeiro semestre deste ano.
Com isso, as ações da Vale (VALE3) registram ganhos 4,62% a R$ 43,84. Entre as siderúrgicas, a CSN (CSNA3) salta 6,67% a R$ 10,55, enquanto Usiminas (USIM5) ganha 4,81% a R$ 11,77 e Gerdau (GGBR4) 4,70% a R$ 14,69 por ação.
A Usiminas comunicou que estima investir quase R$ 500 milhões em 2018, confirmando também a estimativa de despesa financeira líquida consolidada em torno de R$ 500 milhões, segundo comunicado ao mercado comentando notícias divulgadas pela Agência Estado.


Por Investing.com

Ibovespa salta mais de 3% com exterior favorável; Vale dispara a maior nível desde 2011

Ibovespa salta mais de 3% com exterior favorável; Vale dispara a maior nível desde 2011




Telão eletrônico mostra variações dos índices na Bovespa, no centro de São Paulo, Brasil 09/05/2016 REUTERS/Paulo Whitaker/File photo
SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice de ações da B3 fechou em alta de mais de 3 por cento nesta quarta-feira, na volta do feriado do Carnaval, beneficiado pelo quadro externo favorável, em sessão marcada ainda pelo vencimento dos contratos de opções sobre o Ibovespa e de contrato futuro do índice.
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A sessão mais curta desta Quarta-feira de Cinzas também refletiu o movimento de algumas ações ajustando-se ao movimento de seus ADRs (recibo de ações negociados nos Estados Unidos) nos últimos dois dias, quando não houve negociação no pregão brasileiro. Vale foi destaque, saltando quase 6 por cento, para o maior valor desde 2011.
O Ibovespa subiu 3,27 por cento, a 83.542 pontos. O volume financeiro somou 11,26 bilhões de reais.
“A bolsa local operou totalmente correlacionada com a recuperação no mercado nos Estados Unidos nesses últimos dias. Quem ficou mais defensivo para o Carnaval está retornando suas posições”, disse o gestor de uma corretora no Rio de Janeiro, que pediu para não ter o nome citado.
No exterior, o índice norte-americano S&P 500 avançava 1,3 por cento, com investidores ignorando dados mais fortes de inflação e comprando ações de Facebook, Amazon.com e Apple.

DESTAQUES

- VALE avançou 5,98 por cento, para 44,51 reais, máxima de fechamento desde janeiro de 2011, com ajustes ao comportamento de seus ADRs em Nova York no começo da semana e ainda beneficiada pela alta dos preços do minério de ferro à vista na China. BRADESPAR, acionista da mineradora, subiu 6,90 por cento.
- CSN saltou 8,7 por cento, capitaneando os ganhos entre siderúrgicas listadas no Ibovespa, tendo no radar expectativas de demanda firme por aço na China durante o primeiro semestre deste ano. GERDAU PN subiu 6,63 por cento e USIMINAS PNA ganhou 6,59 por cento.
- PETROBRAS PN e PETROBRAS ON valorizaram-se 2,56 e 1,44 por cento, respectivamente, em meio a ajustes ADRs da companhia na segunda e terça-feira e com o petróleo firmando alta no exterior após dados de estoques dos EUA e comentário saudita.
- ITAÚ UNIBANCO PN apreciou-se 4,32 por cento, também influenciando a direção do Ibovespa, com o setor bancário como um todo no azul. BRADESCO PN subiu 3,65 por cento, BANCO DO BRASIL ganhou 4,6 por cento e SANTANDER BRASIL valorizou-se 3,54 por cento.
- NATURA caiu 0,68 por cento, entre as poucas quedas do Ibovespa na sessão. Na última sexta-feira, a fabricante de cosméticos anunciou a renúncia de seu diretor financeiro e de relações com investidores da empresa, José Roberto Lettiere, movimento considerado inesperado por analistas.


Fonte: Redação Reuters

A produção do minério de ferro: entenda como se forma o nosso principal produto

A produção do minério de ferro: entenda como se forma o nosso principal produto



O resultado final todos nós conhecemos na prática, afinal o minério de ferro é um material indispensável no nosso dia a dia. Transformado em aço, ele está presente em utensílios domésticos, nas ferramentas de trabalho, nas estruturas das nossas moradias e nos veículos que usamos como transporte. Mas será que você conhece bem o processo produtivo?
Agora, você pode ficar por dentro de algumas curiosidades científicas, como o processo da formação geológica que propicia a existência de depósitos minerais em algumas regiões do mundo, e qual é a composição do minério de ferro.
Formação geológica
A composição do minério de ferro
A formação das rochas, minerais e minérios está relacionada com as transformações geológicas do planeta. Esses fenômenos explicam a distribuição dos recursos minerais no Brasil e em outras regiões do mundo. Tais processos são constantes e, mesmo de forma lenta, fazem com que a formação de rochas continue até os dias atuais. As jazidas de ferro, bauxita e ouro, presentes no nível do solo, são as mais jovens do planeta. Esse enriquecimento na superfície teve início há algumas dezenas de milhões de anos.
O clima tropical – do Brasil, Austrália, países da América Central e do continente africano – é um fator importante para a existência de jazidas ricas nesses minérios.
Mapa Minério

Entenda melhor

Depósito mineral: grande concentração de qualquer substância mineral com teores e geometria conhecida e com potencial interesse econômico.
Jazida: grande concentração de qualquer substância mineral com teores e geometria conhecida e com valor econômico comprovado.
Minério é um mineral ou uma associação de minerais (rocha) que pode ser explorado economicamente. O minério de ferro, por exemplo, principal produto da Vale, ocorre como óxidos, carbonatos, sulfetos e silicatos, sendo os óxidos os mais abundantes e de maior interesse comercial. Nosso minério, por exemplo, é composto principalmente pelos óxidos hematita (Fe2O3) e magnetita (Fe3O4).
A maior fonte de ferro do planeta vem das Formações Ferríferas Bandadas (FFB), denominadas no Brasil de itabiritos e jaspelitos. Estas rochas, após intensos processos físicos e químicos, promovem a retirada da sílica, transformando a rocha em um hematitito (rocha rica em hematita). É a maior ou menor presença de hematita no minério que determina o teor de ferro de uma jazida.

Fonte: Vale



Como se forma o ouro? Como são descobertas novas jazidas?


Como se forma o ouro? Como são descobertas novas jazidas?





Esse metal raro e precioso surgiu do mesmo jeito que todos os outros elementos químicos: por causa de uma fusão nuclear. “No período de formação do Sistema Solar, 15 bilhões de anos atrás, núcleos dos átomos de hidrogênio e hélio, os elementos mais simples, combinaram-se a altíssimas temperaturas, dando origem a elementos mais complexos, como o ouro”, afirma o geólogo Roberto Perez Xavier, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na Terra, formada há 4,5 bilhões de anos, o ouro apareceu na forma de átomos alojados na estrutura de outros minerais. Mas a quantidade é muito pequena. Para se ter uma idéia, na crosta terreste – a camada mais superficial do planeta – em cada bilhão de átomos, apenas cinco são de ouro. As jazidas apareceram milhões de anos atrás, criadas pela ação de processos geológicos que modificaram a cara da superfície terrestre, como vulcões e erosões.
O resultado é que o ouro hoje pode ser encontrado e extraído tanto de minas subterrâneas – a até 1,5 quilômetro de profundidade – quanto de minas e garimpos a céu aberto – onde o metal é retirado a apenas 50 metros da superfície – ou mesmo do leito de um rio. Quando uma rocha contendo ouro é encontrada, ela precisa ser tratada quimicamente para que o mineral se separe de outros elementos. “Nas jazidas, a concentração de ouro é de apenas alguns gramas por tonelada extraída”, afirma Roberto. Não é à toa que a produção mundial é pequena: cerca de 2 500 toneladas por ano. Para encontrar novos depósitos de ouro, os geólogos precisam de um arsenal de informação. “Primeiro, imagens de satélite apontam, no terreno, ou falhas geológicas ou a presença de certos minerais e rochas que indicam a ocorrência de uma jazida. Depois, é preciso fazer um mapeamento geológico da região, com coleta de amostras de rochas, solo e sedimentos para analisar as áreas que podem ter o metal. Se houver alguma certeza, é hora de furar o terreno. Aí, uma boa dose de sorte também ajuda”, diz Roberto.
Fonte: Geologo.com

Wall Street fecha em alta com investidores de olho em dados de inflação

Wall Street fecha em alta com investidores de olho em dados de inflação

(Reuters) - As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em alta nesta terça-feira pela terceira sessão consecutiva, impulsionadas por ações da Amazon.com e da Apple, enquanto investidores se concentraram na expectativa em torno da divulgação de dados sobre a inflação do país, prevista para a quarta-feira.
As ações da Amazon fecharam em alta de 2 por cento e os papéis da Apple avançaram 1 por cento, ajudando o índice S&P 500 a se recuperar de uma abertura negativa.
Investidores disseram que os dados sobre preços ao consumidor e de vendas no varejo nos EUA que devem ser divulgados na quarta-feira serão importantes para determinar para onde as ações vão se mover no curto prazo. Temores sobre inflação e comportamento da taxa de juros dispararam uma correção nos mercados acionários depois da divulgação de dados do mercado de trabalho dos EUA em 2 de fevereiro.
Rob Haworth, estrategista sênior de investimento no U.S. Bank Wealth Management, afirmou que a recuperação do mercado de um começo negativo mais cedo na sessão foi um bom sinal, mas ainda é cedo para predizer que o mercado voltou à estabilidade.
“Achamos que vamos ver volatilidade por algumas sessões pelo menos, enquanto o mercado avalia o que realmente está acontecendo”, disse Haworth.
O índice Dow Jones encerrou em alta de 0,16 por cento, a 24.640 pontos. O S&P 500 teve valorização de 0,3 por cento, a 2.663 pontos. O Nasdaq avançou 0,45 por cento, para 7.013 pontos.
Nove dos 11 principais índices do S&P fecharam em alta, liderados pelo do setor imobiliário, que avançou 0,54 por cento.
Dos 70 por cento das empresas do S&P 500 que já divulgaram resultados trimestrais, quase 78 por cento delas superaram expectativas de lucro, segundo dados da Thomson Reuters. O índice está acima da média de 72 por cento dos últimos quatro trimestres.

Fonte: Reuters