sábado, 21 de julho de 2018

3 boas opções para investir R$ 5 mil com segurança

3 boas opções para investir R$ 5 mil com segurança

Opinião - 21/07/2018 - 
Por BTG Pactual Digital
O caminho de investimentos é natural para qualquer pessoa: primeiro, se inicia a fase de acumulação de dinheiro para depois começar a buscar opções de investimentos mais atrativas e interessantes que a poupança. Afinal de contas, com a taxa básica de juros no Brasil em 6,5% ao ano, o investimento mais popular do país apresenta uma rentabilidade anual de apenas 4,55% ao ano, 70% da Selic. Que outras opções o investidor pode buscar para investir este patrimônio? Abaixo, separamos três alternativas de aplicações que dá para fazer com R$ 5 mil com segurança igual à encontrada na poupança ou até melhor.

1 – Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um programa do governo federal que permite a compra de títulos públicos, que são o investimento mais seguro do país. Existem três tipos de papéis no programa que remuneram o investidor de três maneiras diferentes. O primeiro é o Tesouro Selic, com rendimento atrelado à Selic, a taxa básica de juros. O segundo é o Tesouro IPCA+, com rentabilidade atrelada ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e um percentual definido inicialmente. Ainda existe o Tesouro Prefixado, que garante uma rentabilidade fixa estabelecida no momento da compra.
É possível comprar frações de títulos do Tesouro Direto com um investimento mínimo de R$ 30, sendo que sua liquidez é diária. Para o investidor iniciante, é recomendado aplicar no Tesouro Selic ou, no caso do Tesouro IPCA+ e do Tesouro Prefixado, manter o dinheiro investido até o vencimento do título. Esses títulos são tributados pelo Imposto de Renda, indo de 22,5% sobre a rentabilidade para aplicações com tempo inferior a seis meses até 15% para investimentos acima de dois anos.

2 – CDB

Os CDB (Certificado de Depósito Bancário) são títulos emitidos por bancos e contam, geralmente, com seu rendimento atrelado a um percentual do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), indicador que tem rentabilidade próxima à taxa Selic. Esses papéis, que também podem ter rendimento prefixado, costumam trazer rentabilidade bem mais interessante que a poupança e contam com a mesma garantia, que é a do FGC (Fundo Garantidor de Crédito).
O FGC é um mecanismo que protege investimentos até um valor de R$ 250 mil por investidor em caso de “quebra” da instituição emissora do título. No entanto, só é possível sacar o dinheiro aplicado nesses papéis no vencimento do título, sendo necessário que o investidor preste atenção neste detalhe. Os CDB ainda contam com tributação de Imposto de Renda da mesma maneira que o Tesouro Direto.

3 – LCI e LCA

As LCI (Letras de Crédito Imobiliário) e as LCA (Letras de Crédito do Agronegócio) também são títulos emitidos por bancos, mas contam com lastro em créditos no setor imobiliário e do agronegócio, respectivamente. Exatamente por esta característica, esses papéis contam com isenção de Imposto de Renda. Além disso, esses títulos também são garantidos pelo FGC seguindo os mesmos critérios dos CDB. Já sua rentabilidade costuma ser pós-fixada, atrelada ao CDI, mas é possível encontrar papéis prefixados também. Mais uma vez, o investidor deve ter cuidado com a liquidez, uma vez que o resgate desse dinheiro só é possível no momento do vencimento desses papéis.
Por terem características muito parecidas, mas com a diferença em relação à tributação do Imposto de Renda, muitas vezes é difícil saber se vale mais a pena investir em uma LCI/LCA ou em um CDB. É por isso que na plataforma do BTG Pactual digital já colocamos em todas as LCI e LCA a taxa equivalente do CDI que elas teriam que remunerar caso sofressem a tributação do Imposto de Renda da mesma forma que o CDB. Com isso, o investidor pode escolher o papel que julgue mais adequado para seus objetivos com mais clareza.
Fonte: MONEY TIMES

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Bovespa: Índice Ibovespa fecha em alta de +1,40% nesta sexta-feira, 20 de julho de 2018

Bovespa: Índice Ibovespa fecha em alta de +1,40% nesta sexta-feira, 20 de julho de 2018

O Índice Bovespa (Ibovespa), que reflete o desempenho médio das cotações das principais ações de empresas negociadas na BM&FBOVESPA, é formado pelas ações com maior volume negociado nos últimos meses.
Ao longo do dia, a cotação do índice oscilou bastante, registrando uma diferença de 1.989,05 pontos entre os valores mínimo (77.499,69) e máximo (79.488,74) obtidos pelo indicador.
No total, 75.327 negócios envolvendo as ações que compõem a carteira de ativos do Índice Bovespa foram realizados durante o pregão, movimentando mais de 491.355.600 ações.
Com a valorização de hoje, o Ibovespa acumula uma alta de – nos últimos doze meses. No ano, o índice acumula uma alta de +2,84%.
Desempenho das principais ações componentes do Índice Bovespa no pregão de 20 de julho de 2018
Um total de 115.318 negócios foram realizados envolvendo as ações preferenciais e ordinárias da Petrobras – principal empresa do setor de petróleo e gás negociada no mercado de ações da BM&FBOVESPA. Esses negócios envolveram a transação de 120.767.300 ações da empresa e a movimentação de R$ 4.914.262.971,60
* As ações ordinárias da Petrobras fecharam cotadas em R$ 21,35 – uma valorização de +2,20%.
* As ações preferenciais da Petrobras fecharam cotadas em R$ 19,23 – uma valorização de +4,51%.
Um total de 28.313 negócios foram realizados envolvendo as ações ordinárias da Vale – principal empresa do setor de mineração negociada no mercado de ações da BM&FBOVESPA. Esses negócios envolveram a transação de 16.788.900 ações da empresa e a movimentação de R$ 823.915.267,50
* As ações ordinárias da Vale fecharam cotadas em R$ 48,59 – uma desvalorização de -1,70%.
Principais destaques positivos e negativos do Mercado Bovespa no pregão de 20 de julho de 2018
Dentre todos os ativos negociados no mercado de ações da Bovespa, 61,56% (237) fecharam o pregão desta sexta-feira operando em alta. As maiores altas registradas no fechamento do pregão foram:
1) Valorização de +16,67% da ação ordinária Movida DIR 
2) Valorização de +16,50% da ação ordinária Santander BR 
3) Valorização de +15,38% da ação preferencial Renova
Dentre todos os ativos negociados no mercado de ações da Bovespa, 36,36% (140) fecharam o pregão desta sexta-feira operando em baixa. As maiores baixas registradas no fechamento do pregão foram:
1) Desvalorização de -22,64% da ação ordinária Celesc 
2) Desvalorização de -12,92% da ação ordinária DTCOM Direct 
3) Desvalorização de -11,54% da ação ordinária Plascar Part
Fonte: Jornal ADVFN

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Petrobrás apresenta à ANP declaração de viabilidade dos campos de Sapinhoá, no pré-sal de Santos

Petrobrás apresenta à ANP declaração de viabilidade dos campos de Sapinhoá, no pré-sal de Santos







A Petrobras (BOV:PETR4), como operadora, em nome do consórcio de Entorno de Sapinhoá, informou hoje que apresentou ontem para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as declarações de comercialidade das acumulações de petróleo,localizadas em áreas adjacentes ao campo de Sapinhoá, no pré-sal da Bacia de Santos. A área de Entorno de Sapinhoá foi adquirida pelo consórcio em 2017, na 2ª Rodada de Licitações sob o regime de partilha da produção.
Nas declarações encaminhadas ao órgão regulador, os nomes sugeridos para os novos campos foram Nordeste de Sapinhoá, Noroeste de Sapinhoá e Sudoeste de Sapinhoá. Eles serão reunidos ao campo de Sapinhoá, uma vez que seja efetivado o respectivo acordo de individualização da produção. O campo está a cerca de 300 km da costa, em águas ultraprofundas e com produção atual de 250 mil barris de petróleo por dia, por meio dos navios-plataforma Cidade de São Paulo e Cidade de Ilhabela.
O consórcio de Entorno de Sapinhoá, que possui a mesma composição do consórcio de Sapinhoá, é liderado pela Petrobras – com participação de 45% – em parceria com a Shell (30%) e Repsol Sinopec (25%), tendo a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) como gestora do contrato de partilha da produção.
Fonte: ADVFN

Vale fará provisão adicional de R$1,5 bi no balanço do 2º tri referente ao caso Samarco

Vale fará provisão adicional de R$1,5 bi no balanço do 2º tri referente ao caso Samarco



A mineradora Vale informou nesta terça-feira que fará provisão adicional de 1,5 bilhão de reais no balanço do segundo trimestre referente a obrigações pelo rompimento de uma barragem da mineradora Samarco em novembro de 2015 em Mariana (MG). Distrito de Bento Rodrigues coberto de lama após colapso de barragem da Samarco, em Mariana 06/11/2015 REUTERS/Ricardo Moraes

“A Vale reafirma seu comprometimento com a reparação e compensação dos impactos do rompimento da barragem da Samarco, assegurando provisão adicional para programas gerenciados pela Fundação Renova”, disse a empresa em comunicado.

A Fundação Renova é uma instituição independente criada para reparar danos causados pelo rompimento da barragem, que deixou 19 mortos, centenas de desabrigados e poluiu o rio Doce, desde a cidade de Mariana, em Minas Gerais, até o litoral do Estado do Espírito Santo.

O montante, segundo a Vale, será reconhecido “nas suas demonstrações contábeis intermediárias de 30 de junho de 2018, que totalizam o valor presente das estimativas da sua responsabilidade secundária no suporte aos trabalhos da Fundação Renova, e são equivalentes a 50 por cento das obrigações adicionais da Samarco pelos próximos 12 anos”.

De acordo com a mineradora, a provisão inicial de 3,7 bilhões de reais, feita no segundo trimestre de 2016, foi baseada nas estimativas preliminares do custo total dos 42 programas a serem implementados pela Fundação Renova, de acordo com o primeiro acordo com autoridades, em março de 2016.

“A Fundação Renova foi posteriormente estabelecida em 30 de junho de 2016 e, após substancial progresso no desenvolvimento e execução dos programas, as estimativas foram revisadas e os dispêndios desses programas atualizados”, afirmou.

O balanço do segundo trimestre da Vale deve ser publicado em 25 de julho.

Por Marta Nogueira
Fonte: Reuters