sexta-feira, 27 de julho de 2018

Centro da Terra esconde quatrilhões de toneladas de diamantes, diz MIT


Centro da Terra esconde quatrilhões de toneladas de diamantes, diz MIT

Quatrilhões de toneladas de diamantes debaixo dos seus pés. Mas, para alcançá-las seria preciso cavar bastante, cerca de 160km de profundidade. Esta é a conclusão de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), divulgada em um recente estudo. A expectativa é de que debaixo da superfície da Terra se acumulam cerca de 10 quatrilhões de toneladas de diamantes.
Os cientistas encontraram as evidências deste grande ‘tesouro’ enquanto estudavam as ondas sonoras de terremotos sob a superfície de uma parte do solo chamada de “raízes dos crátons”, as partes mais antigas e inamovíveis da rocha que ficam abaixo do centro da maioria das placas tectônicas continentais. Isto tornaria a “corrida aos diamantes” praticamente impossível. “Os cientistas estimam que os minerais preciosos estão enterrados a mais de 100 milhas abaixo da superfície, muito mais profundo do que qualquer expedição de perfuração já alcançou”, explicou o MIT em nota.
Os crátons, a que se referem os cientistas, são como imensas montanhas invertidas, que podem se estender até 320km através da crosta terrestre e entrar em seu manto, por isso são conhecidas como “raízes”.
Neste estudo do MIT, os especialistas estimaram que esta região pode conter de 1 a 2% de diamantes. Consideram o volume total das raízes cratônicas do planeta, o cálculo é 10 a 16 quatrilhões de toneladas de diamantes espalhados dentro das rochas. Isso demonstra que o diamante talvez não seja um mineral tão exótico assim, já que na escala geológica fica comprovado que ele é relativamente comum. Não podemos chegar até eles, mas ainda assim, há muito mais diamante do que jamais pensamos antes”, explicou o pesquisador do Departamento de Ciências Terrestres, Atmosféricas e Planetárias do MIT, Ulrich Faul.

Estudo partiu de uma ‘anomalia’ de ondas sonoras

Nas últimas décadas, agências como a United States Geological Survey mantiveram registros de atividade sísmica em todo o planeta – essencialmente, ondas sonoras viajando pela Terra que são desencadeadas por terremotos, tsunamis, explosões e outras fontes de tremores. Ao redor do mundo existem milhares de receptores que captam ondas sonoras dessas fontes, que variam em velocidade e intensidade, e os dados são usados por sismólogos para determinar, por exemplo, onde se originou um terremoto.
Além disso, essa informação possibilita a construção de uma imagem de como seria o interior da Terra, por meio dos dados gerados pelas ondas sonoras que se movem em várias velocidades, dependendo de densidade, composição e temperatura das rochas. “Os cientistas usaram essa relação entre a velocidade sísmica e a composição das rochas para estimar os tipos de rochas que compõem a crosta terrestre e partes do manto superior, também conhecida como litosfera”, exemplifica o MIT.
Seguindo este raciocínio, os cientistas não conseguiram, no entanto, explicar uma curiosa anomalia: as ondas sonoras tendem a acelerar significativamente quando passam pelas raízes dos antigos crátons. Como estes são mais frios e menos densos do que o manto circundante, os crátons deveriam produzir, segundo o cálculo científico, ondas sonoras ligeiramente mais rápidas, mas não tão rápido quanto o que foi medido. Foi a partir deste “problema” que o projeto de estudo dos diamantes começou, usando, pela primeira vez, dados sísmicos do USGS e de outras fontes para gerar um modelo tridimensional das velocidades das ondas sísmicas viajando através dos principais crátons da Terra.
Fonte: Correio Braziliense

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Cristais de Quartzo de Brotas de Macaúbas

CRISTAL FUMÊ

Cristais de Quartzo de Brotas de Macaúbas


Cristais de Quartzo de Brotas de Macaúbas

A produção baiana de Quartzo em 2015 atingiu 15.253 toneladas de minério bruto, cotada a R$ 190,58 por tonelada. Entretanto, essa produção é praticamente dominada pelos garimpeiros, o que torna o controle de quatitativos extremamente dificultada.
O Município de Brotas de Macaúbas está situado na microrregião da Chapada Diamantina, distando 590 quilômetros de Salvador. O acesso é através da BR-242, que, a partir do entroncamento, dista 42 quilômetros da sede do município. É dominado por um clima semi-árido e seco a sub-úmido, com temperatura mínima média em torno de 16°c, a máxima média em torno do 35°c, ficando a média geral em torno de 20°c. Seu período chuvoso estende-se de Novembro a Março, atingindo a pluviosidade anual média de 723 mm, com mínimos de até 309 mm e máximas de até 1593 mm.
Olderico Barreto - Presidente da Associação dos Garimpeiros - Brotas de Macaúbas.
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O Município de Brotas de Macaúbas dispõem de intensa atividade baseada especialmente no garimpo de Quartzo, com origens assentadas na década de 1930. Desde então passou-se a explorar e explotar suas variedades verificadas que são Quartzo hialino, Quartzo leitoso, Quartzo fumê e Quartzo fumê rutilado.

A produção sempre foi reconhecidamente de vulto, entretanto, de dimensionamento altamente problemático.
Seus estimados cerca de 200 pontos de garimpos distribuídos no município, todos voltados para a produção dessas variedades de Quartzo, não mostram registros de produção confiáveis.
Cristais de Quartzo agregados sob a forma de drusa - Garimpo do Bojo do Ioiô - Brotas de Macaúbas
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Visando agregar a mão de obra garimpeira, normalizando a sua conduta, procurando colocar a produção em um caminho de regularização e melhoria, surgiu a Cooperativa Agromineral Sem-Fronteiras – CASEF. Esta passou a agregar praticamente todos os garimpos e garimpeiros do Município de Brotas de Macaúbas, além de outros dos municípios em torno. Efetua lavra legalizada estendendo-se por Brotas de Macaúbas, Oliveira dos Brejinhos, Ipupiara e Gentio do Ouro, contando com associados cooperativas ligados a todos esses municípios, contando atualmente com um quadro de 645 associados.
Retirada de drusa de Quartzo - Garimpo do Bojo do Ioiô - Brotas de Macaúbas.
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Como deveres, os associados devem pagar uma taxa de manutenção da área de 10% da sua produção. Além disso, a revenda controlada de explosivos pela CASEF costuma a cobrar ágio de 30%, o qual é utilizado para novas aquisições e necessária manutenção do seu estoque.
Retirada de drusa de Quartzo - Garimpo do Bojo do Ioiô - Brotas de Macaúbas.
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Dentre esses destacam-se os Garimpos do Bojo do Ioiô, do Bojo Vermelho e o Garimpo Mina da Banana.
Drusa de Quartzo - Garimpo do Bojo do Ioiô - Brotas de Macaúbas.
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A produção se caracteriza por recursos muitos limitados, em paragens muito distantes e de acesso prejudicado pelas condições das estradas e problemas como o de manutenção dos compressores.
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terça-feira, 24 de julho de 2018

Usina 1 da Vale e licenças em Tubarão sob suspeita


Usina 1 da Vale e licenças em Tubarão sob suspeita

Os representantes da sociedade civil nos Conselhos de Meio Ambiente Estadual e Regional da Grande Vitória (Consema e Conrema V) procotocalaram, nos dois colegiados, pedidos de providências urgentes sobre a renovação das licenças de operação (LOs) da Vale e da ArcelorMittal, vencidas há mais de uma década, e sobre a Usina 1 da mineradora, que voltou a operar em junho último.
Em um dos requerimentos, os conselheiros solicitam a realização de uma reunião extraordinária conjunta Consema e Conrema V, para que o corpo técnico do Iema apresente comprovações do atendimento de todas as condicionantes legais para renovação das LOs ArcelorMittal e Vale, bem como o texto das novas LOs das duas empresas.
Como exemplos das informações essenciais a serem prestadas à sociedade, o documento cita: se todas as condicionantes já foram atendidas – sendo que todos os prazos para cumprimento já expirados –, se há algum débito ambiental das empresas para com o Iema, e se foram realizadas auditoria ambientais por empresas certificadas.
Atualmente, as renovações das licenças de operação das indústrias poluidoras são feitas – quando feitas – diretamente pelo Iema, sem consulta aos colegiados ambientais. Os conselheiros do Consema e Conrema V, no entanto, alegam que o direito a participarem do processo está respaldado constitucionalmente, especialmente no Artigo 225 da Constituição Federal e no Art. 186 da Constituição do Espírito Santo, que trata, no inciso VII, de “garantir a todos amplo acesso às informações sobre as fontes e causas da poluição e da degradação ambiental” e, no inciso X, de “assegurar a participação da sociedade civil nos processos de planejamento e na decisão e implementação da política ambiental”.
O outro requerimento propõe que seja feito um adendo no contrato firmado em novembro de 2017 entre o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), como parte de (mais) um Termo de Compromisso Ambiental (TCA) assinado pelo governo estadual com as duas poluidoras.  O objetivo é vistoriar a Usina 1 da Vale, que estava inativa à época das vistorias, feitas em novembro e janeiro últimos pelos técnicos do Iema e da Cetesb.
“As Usinas 1 e 2 são as mais antigas, obsoletas e poluidoras”, alerta Eraylton Moreschi Junior, presidente da Juntos SOS ES Ambiental, uma das cinco entidades que assina os requerimentos. “Como a Samarco está parada, a Vale reativou essas usinas, para atender aos compromissos comerciais da Samarco, esquecendo-se totalmente dos compromissos ambientais com o morador da Grande Vitória”, reclama o ambientalista.
As demais entidades reclamantes são a Associação Nacional dos Amigos do Meio Ambiente (Anama), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Federação das Associações de Moradores e Movimentos Populares (Famopes) e Sociedade Sinhá Laurinha (SLAU). As solicitações também foram levadas ao conhecimento do Ministério Público Federal (MPF/ES).
Fonte: Século Diário


Carro elétrico cria corrida por cobalto, que vira alvo de investimentos no País


Carro elétrico cria corrida por cobalto, que vira alvo de investimentos no País

A perspectiva de crescimento das vendas de veículos elétricos disparou uma corrida no segmento de mineração pelo cobalto, matéria-prima fundamental para a produção das baterias dos novos carros. No Brasil, o metal virou peça central em projetos de empresas e também de governos. Segundo apurou o Estadão/Broadcast, a mineradora Vale abandonou os planos de vender ativos no segmento e agora estuda ampliar a produção de cobalto.
O cenário promissor também levou os governos do Brasil e da Alemanha a planejar o desenvolvimento, por aqui, de tecnologias de beneficiamento do minério em áreas de produção de níquel, nas quais o cobalto era, até pouco tempo, rejeito. A mineradora britânica Horizonte Minerals é outra que estuda o potencial do metal no plano de desenvolvimento de duas minas de níquel no Brasil.
Em relatório, o banco UBS já fala em um crescimento da demanda pelo insumo de 2.000% nos próximos anos. O grande entrave está no fato de mais de 50% das reservas de cobalto do mundo estarem na República Democrática do Congo, país politicamente instável e com problemas de exploração infantil, segurança e disputas tribais. A expectativa de consultorias internacionais é que esse porcentual suba a 70% até 2021.
Atenta às oportunidades do segmento, a Vale captou US$ 690 milhões com uma venda antecipada do insumo. O negócio permitiu que a mineradora destravasse investimentos de US$ 1,7 bilhão para a ampliação da mina de níquel de Voiseys Bay, no Canadá. Foi a primeira iniciativa para rentabilizar a reserva do mineral da companhia que, segundo fontes, equivale a 10% das reservas totais de cobalto fora do Congo.
Operações como a da Vale se tornam mais atrativas porque a cotação do cobalto saiu de US$ 5 mil por tonelada, em 2012, para US$ 75 mil neste ano.
E a expectativa ainda é de alta. Hoje, uma pessoa que tem um tablet, um laptop, celular e uma furadeira, por exemplo, consome menos de 200 gramas do metal por ano. Se essa mesma pessoa compra um carro elétrico, o consumo sobe para ao menos 10 kg.
Parceria
Com a meta de tirar de circulação os veículos a combustão em 2030, a Alemanha conversa com o governo do Brasil para desenvolver tecnologias de beneficiamento do minério em áreas de produção de níquel. “O Brasil tem vários depósitos de níquel e suspeitamos que o rejeito tenha um teor importante de cobalto”, diz o diretor de recursos minerais da Companhia de Pesquisa em Recursos Minerais (CPRM), Marcelo Esteves.
Ele diz estar conversando com empresas que têm produção de níquel para abrir espaço para as pesquisas com o governo alemão. “Eles têm menos de 12 anos para garantir o fornecimento e, em média, o desenvolvimento de um projeto de beneficiamento mineral leva cerca de sete anos”, completa.
A ideia também está nos planos para o Brasil da Horizonte Minerals, que pretende incluir plano de desenvolvimento das minas de níquel Araguaia e Vermelho, compradas da Vale no início do ano. Segundo a gerente geral de sustentabilidade e relações institucionais da empresa, Katie Millar, os estudos de Vermelho realizados pela Vale há 12 anos serão revisados para considerar também o cobalto. “O mercado ainda não precificou corretamente a qualidade do ativo que compramos. Vamos publicar os estudos preliminares esse ano. A expectativa é estar produzindo em 2021″, diz.
Busca
Marcelo Ribeiro Tunes, diretor de Assuntos Minerários do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), conta que a corrida por cobalto está mobilizando produtores de níquel e cobre, metais mais associados ao novo “ouro azul”. O Chile, por exemplo, está modificando plantas de cobre para produzir também cobalto.
“O Brasil tem entraves para desenvolver minas de níquel (de onde sairá o cobalto). Um deles é o custo da energia. Mas, a partir de US$ 18 mil por tonelada de níquel, a produção começa a fazer sentido.” Hoje, a cotação está próxima de US$ 15 mil.
Fonte: JB

Indústria de MG faz campanha por R$ 4 bi para ferrovia


Indústria de MG faz campanha por R$ 4 bi para ferrovia

Minas Gerais vai entrar na briga para que R$ 4 bilhões anunciados pelo governo federal como contrapartida da mineradora Vale em investimentos numa ferrovia no país sejam direcionados para obras na Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), pertencente à mineradora.
Por decisão da União, esses recursos serão destinados a uma ferrovia na região Centro-Oeste. A causa, que já está na Justiça por iniciativa do Espírito Santo, é motivo de mobilização encabeçada pela Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) junto ao governo do estado e à bancada mineira na Câmara dos Deputados.
De acordo com o presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, os mineiros perdem com a decisão do governo de captar recursos da empresa para investir numa ferrovia em outra localidade.
No início de julho, a União anunciou que a mineradora Vale vai construir um trecho da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico) de quase 400 quilômetros – entre os municípios de Campinorte, em Goiás, e Água Boa, no Mato Grosso. A contrapartida seria a renovação automática das concessões das ferrovias Vitória a Minas e da Estrada de Ferro Carajás.
“É uma concessão que passa por Minas e pelo Espírito Santo e entendemos que esses recursos deveriam ser investidos no modal ferroviário daqui. Vamos fazer um trabalho grande, o governo já se comprometeu e vamos acionar a bancada mineira para reverter a decisão”, disse Roscoe. O governo capixaba ingressou com ação civil pública contra a União, requerendo a impugnação da renovação da concessão.
Minas Gerais estuda entrar como amicus curiae no processo. Significa figurar no processo como entidade voluntária que apresenta seu parecer sobre o assunto ao Judiciário. O Ministério Público Federal do Espírito Santo alegou que não existe a menor possibilidade jurídica de considerar a prorrogação antecipada de uma concessão com base em investimentos na construção de uma ferrovia em outra região do país e não na já existente.
Segundo Flávio Roscoe, os R$ 4 bilhões poderiam atender a Minas com obras para interligar a linha férrea atual ao Porto de Açu, no Rio de Janeiro, e ao projeto do Porto Central, no Espírito Santo.
“A falta do recurso impede investimento na ferrovia. Várias cidades que poderiam ser interligadas à rede atual não serão, melhorias na rede que possibilitem mais segurança e qualidade no serviço prestado não vão existir”, disse. De acordo com o presidente da Fiemg, o maior gargalo hoje da ferrovia está no escoamento da produção industrial pelos portos e o recurso seria uma ótima oportunidade, podendo ajudar inclusive a expandir o mix de mercadorias transportadas. A principal carga tem sido a do minério de ferro extraído pela Vale em Minas.
Em nota, a Vale informou que está participando do processo de prorrogação antecipada de suas concessões ferroviárias, que espiram em 2027 e que a aprovação será “submetida ao Conselho de Administração, após a análise das contrapartidas requeridas pelo Governo Federal, a serem oficializadas depois da etapa de audiências públicas”. A Vale disse ainda que manterá o mercado informado caso haja qualquer nova informação relevante relacionada ao processo.

Confiança

A Fiemg divulgou também, ontem, o índice de confiança do empresário industrial de junho, que foi o pior do ano. De acordo com o presidente Flávio Roscoe, a greve dos caminhoneiros, a incerteza política com a proximidade das eleições e a situação fiscal do governo estadual fizeram com que Minas tivesse um dos piores índicadores já verificados pela instituição, ficando abaixo das médias nacional e do Sudeste.
Segundo a Fiemg, o índice mineiro foi de 47,1 pontos, enquanto o do país alcançou 50,2 e o da Região Sudeste, 48,4. Os resultados abaixo do 50 são considerados ruins para economia, pois indicam uma perspectiva negativa de investimentos dos empreendedores no estado. Os setores mais atingidos, ainda de acordo com a Fiemg, foram os da indústria de transformação, que incluem produtos como os têxteis, de vestuários e alimentos, que geralmente dependem mais do consumo interno.
Do início do ano até a greve dos caminhoneiros, em maio, o índice de confiança vinha crescendo. A perspectiva, agora, é que isso só volte a ocorrer depois das eleições, dependendo do resultado. Para Flávio Roscoe, durante a crise de desabastecimento “houve uma percepção da fragilidade do ambiente institucional”, não só porque os caminhoneiros pararam o país, mas pela demora da reação do governo.
PELOS TRILHOS
Principais mercadorias transportadas:
» Minério de ferro
» Produtos siderúrgicos
» Carvão mineral
» Celulose
» Toras de madeira
» Ferro-gusa
» Cloreto de potássio
» Coque
» Antracito
Fonte: EM