sábado, 4 de agosto de 2018

A Felicidade e Seus Hormônios: Endorfina, Ocitocina, Dopamina e Serotonina

A Felicidade e Seus Hormônios: Endorfina, Ocitocina, Dopamina e Serotonina


felicidade
A felicidade é um estado interior, um sentir-se de bem com a vida e consigo mesmo. É quanto basta para se ser, verdadeiramente, feliz. Porém, esse estado só depender dos hormônios que você mesmo produz, sabia disso?
Para a gente se sentir feliz é preciso que nosso corpo produza, de forma equilibrada, 4 hormônios principais: endorfina, ocitocina, dopamina e serotonina. E o equilíbrio entre eles, as quantidades de uns em relação a outros, é que vai nos dar uma sensação de maior felicidade, ou de mais cansaço e desânimo, ou de agitação e ansiedade, enfim, sensações que são rotineiras quando estamos estressados.
Afinal, o estresse nada mais é do que um não conseguir manter o equilíbrio interno, não é verdade?

O que cada um desses hormônios - ou neurotransmissores - indicam para o nosso corpo?

  1. Dopamina - continue buscando a recompensa, o prazer
  2. Endorfina - ignore a dor física
  3. Ocitocina - construa laços sociais
  4. Serotonina
Serotonina - obtenha o respeito do próximo, sinta-se parte de "Cada substância da felicidade tem um trabalho especial para fazer e se apaga assim que o trabalho é feito." (Loretta Breuning, livro Habits of a happy brain).
Mas, há o que a gente possa fazer para liberar esses neurotransmissores, formar mais, sintetizar, e assim ajudar na manutenção desse tão ansiado equilíbrio na vida.
felicidade hormonios
Foto: nossos hormônios e seus efeitos - química pura

1. Endorfina

Endorfinas tiram a gente da dor e reduzem a dor na gente. Atuam como um analgésico ou morfina, dão uma leve euforia que mascara a dor física.

Mas, que coisas, ou atitudes, podem nos liberar mais endorfinas?
comer alimentos picantes (pimentas do gênero Capsicum, vermelhas ou verdes)
assistir a filmes tristes (segundo uma pesquisa feita em Oxford)
"Aqueles que tiveram maior resposta emocional também registraram maior aumento na resistência a dores e sentimento de unidade em grupo", disse à BBC Robin Dunbar, professor de Psicologia Evolutiva e autor do estudo.
● dançar, cantar e trabalhar em equipe ajudam tanto no aumento da tolerância à dor quanto na melhoria das relações sociais.

2. Serotonina

A serotonina te dá a certeza de que você é importante para os outros, que você faz parte de um contexto, por isso se chama o hormônio do amor. Com suficiente serotonina a gente dribla a sensação de se estar sozinho e a depressão que vem junto.

Mas, o que fazer para liberar mais serotonina no nosso organismo?

fazer exercícios aeróbicos (caminhada, corrida e ciclismo)
recordar momentos felizes, diz Alex Korb, neurocientista do site Psicologia Hoje.
olhar fotos antigas ou conversar com um amigo, reviver antigas lembranças, ris de histórias comuns engraçadas, tudo o que te ajude a refrescar a memória.
tomar sol, caminhar na natureza, sentir o vento no rosto

3. Dopamina

Dopamina em alta, equilibrada, nos abre as possibilidades para viver o prazer, sentir o amor e também a luxúria. É meio viciante a dopamina. Tem a ver mais com a motivação do que com o próprio prazer - uma avaliação do custo-benefício de uma ação.
"Baixos níveis de dopamina fazem que pessoas e outros animais sejam menos propensos a trabalhar para um propósito", afirmou John Salamone, da Universidade de Connecticut (EUA).

Para aumentar seus níveis de dopamina você deve:

● dar o primeiro passo para um objetivo traçado

● cumprir a meta que você se propôs
● achar “aquela” vaga para estacionar
● receber um presente ou
● ser promovido no seu trabalho
Então, para aumentar a dopamina no seu sistema interno você precisa traçar seu plano de caminhada na vida, pequenas etapas, metas acessíveis, e comemorar os pequenos ganhos, se premiar quando tiver uma vitória. E pode inventar pequenas vitórias para ter direito a pequenos prêmios.
● aquela pizza no final do mês
● um sorvetão no domingo de sol
● balançar na rede, sozinho com você mesmo (o direito de estar consigo mesmo é fundamental)

4. Ocitocina

A ocitocina, que também pode-se dizer, oxitocina, é conhecida como "hormônio dos vínculos emocionais" e "hormônio do abraço". Não é à toa: sem ocitocina em quantidade não começa sequer o trabalho de parto então, esse hormônio está mesmo ligado aos primórdios da nossa existência como seres. Segundo Navneet Magon, obstetra indiano "a ligação social é essencial para a sobrevivência da espécie (humanos e alguns animais), uma vez que favorece a reprodução, proteção contra predadores e mudanças ambientais, além de promover o desenvolvimento do cérebro. A exclusão do grupo produz transtornos físicos e mentais no indivíduo, e, eventualmente, leva à morte".

Mas, como gerar mais ocitocina, então?

● facílimo, com um abraço verdadeiro, peito a peito, coração a coração. Esta é a maneira mais fácil e rápida de se gerar ocitocina.
● dar e receber presentes
● construir relações de confiança
● concretizar um vínculo emocional forte
A ocitocina é considerada o hormônio-líder dos quatro hormônios da felicidade. É através da ocitocina que conseguimos desenvolver relacionamentos emocionais profundos.
Fonte: Galileu


sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Os valiosos diamantes azuis formam-se profundidades de pelo menos 660 quilómetros.


Os valiosos diamantes azuis formam-se profundidades de pelo menos 660 quilómetros.



Fotogaleria


O diamante Hope – apelido de um dos seus antigos proprietários – é um diamante azul raro e uma das jóias mais famosas do mundo. A sua história é uma encruzilhada, pois já passou pelas mãos de monarcas, banqueiros, herdeiros e ladrões antes de ficar exposto para todos nós no Museu Nacional Smithsonian de História Natural, em Washington (Estados Unidos). Mas a sua história geológica é ainda mais complexa, de acordo com um estudo publicado esta semana na revista Nature, que analisou estas gemas raras e valiosas.


Os diamantes azuis (classificados com o tipo IIb) são apenas 0,02% dos diamantes extraídos da Terra mas fazem parte de algumas das jóias mais valiosas do mundo. Ao todo, os cientistas analisaram 46 desses diamantes, incluindo um da África do Sul que foi vendido por cerca de 21 milhões de euros (25 milhões de dólares) em 2016. Algumas pistas sobre o seu local de origem estavam em minúsculos fragmentos de minerais aprisionados nos diamantes. A equipa verificou então que estes diamantes podem ter-se formado a profundidades de, pelo menos, 660 quilómetros, alcançando assim o manto inferior da Terra. 
Os diamantes são uma forma cristalina de carbono puro, que foram formados sob enorme calor e pressão. Quanto aos diamantes azuis, estes foram cristalizados junto de minerais portadores de água que há muito tempo faziam parte do fundo do mar e que foram empurrados para grandes profundidades durante o movimento inexorável das placas tectónicas que formam a superfície da Terra.

PÚBLICO -
Foto
Os diamantes azuis são apenas 0,02% dos diamantes extraídos da Terra Jae Liao/2018 GIA 


Fonte: Reuters

Os cientistas já sabiam que estes diamantes adquirem a tonalidade azul devido ao elemento químico boro. Este recente estudo acrescenta: esse boro já esteve na água do oceano e incorporou-se na rocha do fundo do mar que, durante milhões de anos, se moveu para profundidades maiores no subso

Material do futuro: Pesquisas apontam Tocantins com grande quantidade de grafeno no subsolo

Material do futuro: Pesquisas apontam Tocantins com grande quantidade de grafeno no subsolo


01 Aug 2018    11:19    alterado em 01/08 às 11:38
SECOM/Divulgação Material do futuro:  Pesquisas apontam Tocantins com grande quantidade de grafeno no subsolo A quantidade de grafite encontrada no Tocantins daria para ser explorada durante 50 anos, transformando o estado em um celeiro da geração de emprego e renda para população


Imagine usar uma roupa que controla a temperatura corporal, ter um celular flexível, ou então poder recarregar uma bateria de alta potência em apenas 12 minutos. Isso tudo será possível em um futuro próximo graças ao grafeno, material composto de átomo de carbono extraído do grafite, visto pelo mundo científico como a grande revolução tecnológica do século XXI.

O grafeno é o material mais forte, mais leve e mais fino conhecido na atualidade. Empresas e cientistas apostam no composto químico como a revolução na indústria de eletrônicos, projetando uma nova geração de componentes e dispositivos. Com isso, o Tocantins pode se tornar o grande celeiro na área da pesquisa e tecnologia.

Estudos realizados no Tocantins mostram que o estado tem grande potencial para explorar o produto. De acordo com Antônio Aier Lopes Pereira, que atua há 24 anos no setor mineral e possui direitos minerários do subsolo de áreas com grande concentração de grafite em Palmas, Porto Nacional e Monte do Carmo, estudos feitos por pesquisadores internacionais apontaram que somente nos três municípios há concentração de mais de 100 milhões de toneladas de grafite. “A partir desse grafite, conseguiremos extrair o grafeno e também o manganês e o cobalto”, disse.

O minerador explicou que as pesquisas custaram mais de 5 milhões de dólares e foram pagas com recursos particulares. “Já recebi várias propostas para exploração desse minério, mas recusei. Minha intenção é fazer com que o recurso seja explorado, mas que as indústrias venham investir aqui no Tocantins para produção dos produtos. Estamos em contato com diversos fabricantes de tecnologia e negociando a vinda de uma fábrica para se instalar no estado”, contou.

Após a fase de pesquisas, Antônio Aier busca financiamento para investir na exploração do minério. “Os custos ficam em torno de 20 milhões de dólares. Temos algumas linhas de financiamentos internacionais que podem ser captados para o investimento nesse processo. Quando isso se concretizar, o Tocantins virará um grande celeiro de geração de emprego e oportunidades para sua população”, previu.

O minerador Antônio Aier também explicou que o grafite encontrado nessa região do Tocantins não é contaminado e possui alta qualidade. “O tipo de grafite encontrado aqui, com a qualidade que temos, só é encontrado em outra região do Brasil que é o Vale do Jequitinhonha em Minas Gerais. Isso nos coloca em uma posição bem confortável para comercializar o minério”, garantiu.

No Brasil, já existem investimentos reais na pesquisa do minério: a Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, arrecadou investimentos para construir o primeiro centro de pesquisa de grafeno. 

Uma porta para o futuro

No ano passado, a Samsung revelou avanço em uma pesquisa que faz sobre bateria com grafeno. A empresa afirmou que uma bateria à base de grafeno poderia ser recarregada totalmente em apenas 12 minutos; as de lítio-íon atuais requerem uma hora. A nova bateria também poderia ser usada para veículos elétricos, pois manteria a estabilidade a temperaturas de até 60°C.

Graças ao grafeno, um carro elétrico poderia ser recarregado em 10 minutos e teria capacidade para rodar de 300 a 500 km. “O grafeno poderá proporcionar todo tipo de dispositivos descolados e modernos, de celulares flexíveis a revistas que se conectam à internet. Tudo isso porque ele é super leve, eficiente condutor de calor e eletricidade e, grama a grama, mais forte que o aço. Três milhões de folhas de grafeno uma sobre a outra teria um milímetro de espessura, com alto grau de resistência e flexibilidade.”, concluiu Antônio Air.

Fonte: DNPM


A empresa turca Denizli vai procurar ouro no Mar Vermelho


A empresa turca Denizli vai procurar ouro no Mar Vermelho

O Ministério de Mineração do Sudão anunciou que a empresa turca Denizli assinou um acordo com a empresa sudanesa Business Haidar Mining para perfurar e explorar ouro no Mar Vermelho. O diretor geral da empresa Denizli, Şahin Tin, indicando que eles querem acelerar o processo de produção, disse:
“Queremos desenvolver nossa parceria com a empresa sudanesa. Acreditamos que o trabalho de perfurar e explorar o ouro será para o bem de ambos os países”. O Sudão, que perdeu sua receita com o petróleo depois de se separar do Sudão do Sul em 2011, tem como alvo o ouro, que representa 80% do faturamento da moeda. A produção de ouro do Sudão excedeu 105 toneladas em 2017, enquanto atingiu 63,3 toneladas nos primeiros seis meses de 2018.
Fonte: TRT

Investimento na bolsa.

Quando entramos na bolsa, ouvimos muito a frase: O negócio é comprar na baixa e vender na alta. É a maior bobagem."
"A minha primeira meta era ter 100 mil ações da CESP. É importante estabelecer metas. Quando eu cheguei a ter 1 milhão de ações da CESP eu percebi que já tinha uma aposentadoria gorda."
"Com disciplina e paciência é impossível perder dinheiro com ações."
"Nunca venda ações por necessidade."
"Nunca compre ações com o dinheiro que você poderá precisar em breve."
"Examine bem os fundamentos da empresa e conheça-a bem. Veja o histórico de dividendos, sua saúde financeira, a perspectiva daquele setor, o comprometimento do gestor. Seja chato."
"Quem entra na Bovespa para especular nunca ficará rico."
(Luiz Barsi)

Fonte: Suno Research