quarta-feira, 29 de agosto de 2018

14 ações que podem subir mais de 30% em 12 meses, segundo a XP

14 ações que podem subir mais de 30% em 12 meses, segundo a XP

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Por Infomoney
O “preço-alvo” ou o “preço-justo” é a estimativa de um potencial para a ação — seja de alta ou baixa. Para chegar neste valor, é considerado o Fluxo de Caixa Descontado, que analisa a empresa pelo valor de seus fluxos de caixa trazidos a valor presente por uma determinada taxa de desconto, daí seu nome. Normalmente este cálculo é feito para um período de 12 meses.
O preço-alvo é calculado co base no valor que os analistas esperam que o papel chegue, mas não necessariamente isso vai acontecer. O motivo? A concretização desse valor depende de diversas variáveis, como o momento do mercado (de alta ou de baixa), as receitas, despesas e a liquidez das ações ou algum evento societário que funcione como catalisador para o ativo.
Entre as ações que fazem parte do universo de cobertura da XP Research, plataforma de análise de Renda Variável da XP Investimentos, o InfoMoney separou as 14 ações que, segundo os analistas, possuem um potencial de alta superior a 30% nos próximos 12 meses. Confira:

Empresa

Ticker

Recomendação

Preço-alvo em 12 meses

Potencial de Ganho

Banco do Brasil BBAS3 Neutro R$ 41,00 32,2%
Bradesco BBDC4 Compra R$ 40,00 37,6%
B3 B3SA3 Compra R$ 30,00 37,9%
BRF BRFS3 Compra R$ 30,00 50,5%
Lojas Americanas LAME4 Compra R$ 21,00 32,2%
Via Varejo VVAR11 Compra R$ 25,00 36,3%
AES Tietê TIET11 Compra R$ 15,00 57,9%
Cemig CMIG4 Compra R$ 10,00 31,9%
Cyrela CYRE3 Compra R$ 17,00 56%
Tim TIMP3 Compra R$ 17,00 39,3%
Suzano SUZB3 Compra R$ 70,00 42,2%
CSN CSNA3 Compra R$ 13,00 49,4%
Gerdau GGBR4 Compra R$ 22,50 39,7%
Usiminas USIM5 Compra R$ 12,50
51,2%




Fonte: Infomoney/ADVFN

terça-feira, 28 de agosto de 2018

OPALA NOBRE

Opala nobre



A Opala é sílica amorfa hidratada, o percentual de água pode chegar a 20%. Por ser amorfo, ele não tem formato de cristal, ocorrendo em veios irregulares, massas, e nódulos.




A opala pode ser branca, incolor, azul-leitosa, cinza, vermelha, amarela, verde, marrom e preta. Frequentemente muitas dessas cores podem ser vistas simultaneamente, em decorrência de interferência e difração da luz que passa por aberturas regularmente arranjadas dentro do microestructura do opala, fenômeno conhecido como jogo de cores ou difração de Bragg. A estrutura da opala é formada por esferas de cristobalita ou de sílica amorfa, regularmente dispostas, entre as quais há água, ar ou geis de sílica. Quando as esferas têm o mesmo tamanho e um diâmetro semelhante ao comprimento de onda das radiações da luz visível, ocorre difração da luz e surge o jogo de cores da opala nobre. Se as esferas variam de tamanho, não há difração e tem-se a opala comum.
O termo opalescência é usado geral e erroneamente para descrever este fenômeno original e bonito, que é o jogo da cores. Na verdade, opalescência é o que mostra opala leitosa, de aparência turva ou opala do potch, sem jogo de cores.

As veias de opala que mostram jogo de cores são freqüentemente muito finas, e isso leva à necessidade de lapidar a pedra de modos incomuns. Um doublet de opala é uma camada fina de opala colorida sobre um material escuro como basalto ou obsidiana. A base mais escura ressalta o jogo de cores, resultando numa aparência mais atraente do que um potch mais claro. O triplet de opala é obtido com uma base escura e com um revestimento protetor de quartzo incolor (cristal de rocha), útil por ser a opala relativamente delicada. Dada a textura das opalas, pode ser difícil obter um brilho razoável.
A opala é um gel que é depositado em temperatura relativamente baixa em fissuras de quase todo tipo de rocha, geralmente sendo encontrado nas formações ferro-manganesíferas, arenito, e basalto. Pode se formar também em outros tipos de materiais, como nós de bambus.
Existem opalas sintéticas, que estão disponíveis experimental e comercialmente. O material resultante é distinguível da opala natural por sua regularidade.

As variedades de opala que mostram jogo de cores, as opalas preciosas, recebem diverso nome; do mesmo modo, há vários tipos de opala comum, tais como: opala leitosa (um azulado leitoso a esverdeado); opala resina (amarelo-mel com um brilho resinoso); opala madeira (formada pela substituição da madeira com opala); Mielite (marrom ou cinza) e hialita, uma rara opala incolor chamada às vezes Vidro de Müller.
Jazidas
A opala, pedra preciosa conhecida por produzir lampejos das sete cores do arco-íris, tem sua maior jazida brasileira na cidade piauiense de Pedro 2º.

Encontrada também em países como Austrália, México, Honduras, Estados Unidos, Eslováquia, Polônia e Hungria. 




Dureza  de 5,5-6,6. escala de Mohs

Fonte: Geologo.com

Dólar comercial volta a R$ 4,13 e turismo bate R$ 4,35; Ibovespa cai com economia dos EUA e eleições no Brasil

Dólar comercial volta a R$ 4,13 e turismo bate R$ 4,35; Ibovespa cai com economia dos EUA e eleições no Brasil







O dólar voltou a ficar pressionado hoje no mercado brasileiro, em meio à subida dos juros nos Estados Unidos e a preocupação com a eleição presidencial. Às 12h20, a moeda americana subia 1,2% no mercado comercial, para R$ 4,13, um dos maiores níveis da história, enquanto o dólar turismo alcançava R$ 4,35 para venda, alta de 2,6%. A moeda chegou a ser vendida no mercado comercial a R$ 4,14, indicando a forte procura dos investidores por proteção. Já o Índice Bovespa, que reúne as principais ações brasileiras, recuava 0,6%, para 77.443 pontos.
Confiança do consumidor puxa juros nos EUA
A moeda americana surpreendeu na manhã de hoje com uma alta expressiva, afirma o economista-chefe da Spinelli Corretora, André Perfeito. Segundo ele, a alta está relacionada, do ponto de vista macroeconômico, com a melhora da Confiança do Consumidor nos EUA que atingiu a máxima da série desde 2003 e pelo menos e sugere uma política monetária mais apertada pelo Federal Reserve (Fed, banco central americano). Os juros de 2 anos nos EUA subiram e na esteira dele a maioria das moedas emergentes perderam contra o dólar no período da manhã, afirma Perfeito. O juro de 10 anos dos títulos do Tesouro dos EUA também subiram, para 2,87% ao ano, ante 2,84% ontem.
Moedas latino-americanas e lira turca em baixa
Outras moedas, como o peso argentino, o peso mexicano e outras moedas latino-americanas estão em queda, assim como a lira turca, que lidera a desvalorização diante do dólar, em baixa de 2%. “A confiança do consumidor nos EUA puxa o ‘flight to quality”, a busca por proteção, e valoriza o dólar”, afirma Pablo Stipanicic Spyer, diretor da corretora Mirae Asset. A economia americana mais forte acaba anulando o otimismo com o acordo entre Estados Unidos e México no Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta).  “Porém, é imprescindível lembrar que nesta semana, fim de mês, ocorre a formação da taxa do dólar PTax pelo Banco Central, que é usada na liquidação dos contratos futuros de câmbio da B3”, afirma Spyer. O vencimento aumenta a especulação de grandes investidores no mercado de câmbio. Além disso, há o imbróglio eleitoral, que continua dando espaço para especuladores. Spyer acrescenta que o risco-país também está em alta, atingindo a máxima desde dezembro de 2016, com 2,89 pontos percentuais acima do juro americano.
Volatilidade dificulta operações de hedge e pressionar dólar
Segundo Spyer, houve um aumento da volatilidade do dólar em relação ao real, que atingiu 22% na última semana. “O dólar está muito arisco, como não víamos há muito tempo”, diz. Com isso, os clientes reclamam de dificuldades em comprar a moeda no mercado à vista (spot), mesmo valores menores para esse mercado, de US$ 1 milhão por exemplo. “Ao começar a comprar, o vendedor simplesmente desaparece, obrigando o comprador a pagar preços acima do previsto”, explica. Outro efeito dessa volatilidade é o aumento do custo das operações de hedge (proteção) cambial. “Para travar valores maiores, o mercado só aceita preços maiores”, afirma Spyer.
Ele lembra que muitos clientes captam recursos no exterior para aplicar aqui, incluindo investimentos de logo prazo, caso dos fundos de participações em empresas, os private equities, que precisam se proteger de desvalorizações do real. “Mas o hedge está tão caro que esse tipo de cliente está considerando uma operação que antes era impensável”, diz Spyer. Essa operação consiste em remeter os recursos novamente para o exterior, aplicar em um título do Tesouro dos EUA de 10 anos e trazê-lo de volta somente no dia que o investimento na empresa for efetivamente feito. Essas três viagens -entrar no Brasil, sair e voltar –  aumentam o custo da empresa, além de elevar a pressão sobre o câmbio, mas dado o cenário de volatilidade passa a ser considerado pelos investidores.
Fonte: ADVFN

Índice recua com incertezas eleitorais adicionando volatilidade

Índice recua com incertezas eleitorais adicionando volatilidade







A bolsa paulista mostrava fraqueza nesta terça-feira, após o Ibovespa fechar em alta nos dois pregões anteriores, com o cenário eleitoral nebuloso ainda adicionado volatilidade aos negócios, apesar do cenário externo relativamente favorável.
Às 12:24, o Ibovespa caía 0,73%, a 77.357,27 pontos. O volume financeiro ultrapassava os R$ 2,9 bilhões.
Entre os destaques negativos, estava a Marfrig (MRFG3), que caía 4,85% a R$ 5,89. O papel encara o seu quarto pregão de baixa. Durante o mês de agosto, a ação acumula cerca de 28% de quedas. Na mesma direção, estava a CSN (CSNA3), com queda de 3,45% a R$ 8,40.
Fonte: ADVFN