terça-feira, 18 de setembro de 2018
Ametista : conheça o Garimpo das Pedras – Marabá
Ametista : conheça o Garimpo das Pedras – Marabá
Localizado em território do município de Marabá, a 60 quilômetros do centro de Parauapebas, o Garimpo das Pedras foi descoberto há 27 anos por garimpeiros da região. De lá para cá, as jazidas têm produzido e comercializado milhares e milhares de toneladas de pedras de ametista para o Brasil e o mundo, tornando-se a segunda maior jazida do mundo, em termo de quantidade de reserva.
De acordo com Elza Miranda, a família dela adquiriu a propriedade rural em 1975, sem saber da existência das reservas em subsolo de ametista. Em 1983, por acaso, alguns garimpeiros acostumados com a exploração de pedra semipreciosa descobriram a jazida de ametista, considerada a segunda maior do mundo, em termo de quantidade de reserva, só perdendo para a África.
Elza Miranda explica que a extração da pedra é subterrânea, em túneis verticais, perpendiculares e horizontais com extensão que vão até 300 metros de profundidade. Mas a ametista começou a ser descoberta à flor da terra.
Perguntada sobre segurança na exploração das pedras no fundo da terra, Elza respondeu que os garimpeiros trabalham com total segurança, e por isso o índice de acidente é zero. “Mas já foram registrados acidentes com um ou dois garimpeiros que não observaram os itens de segurança”, admite.
CESSÃO DA ÁREA Ela conta que após a descoberta das jazidas de ametista na fazenda a família Miranda administrava com exclusividade toda a produção do minério. Algum tempo depois, para dar legalidade jurídica à exploração das jazidas, foi celebrado um termo de cessão gratuita de uso por tempo indeterminado de uma área de 240 alqueires com a Cooperativa dos Produtores de Gemas do Sul do Pará (Coopergemas), criada pelos próprios garimpeiros da vila.
A partir daí, a exploração das pedras passou a ser controlada pela cooperativa, que dá origem ao produto, emitindo nota fiscal para saída do minério e descontando 6% do valor comercializado. A família Miranda explora uma mina com seis trabalhadores com direito a 100% da produção.
A produção, que chega até 100 toneladas de pedras semipreciosas por mês, é toda comercializada no próprio garimpo. Os maiores comparadores são da Bahia e de Minas Gerais. “Alguns clientes diretamente da China, que não sabem nem falar a língua portuguesa, vêm também comprar pedras aqui na vila com intérpretes”, revela a garimpeira.
Elza Miranda lembra que quando ela era deputada chegou a levar o então governador Almir Gabriel ao garimpo, e ele viu a necessidade se implantar na vila uma escola de lapidação de pedra, com o objetivo de gerar emprego e renda, “mas esbarramos na falta de mão-de-obra qualificada para instruir a comunidade. A ideia continua de pé”.
Segundo Elza Miranda, a comunidade do Garimpo das Pedras conta hoje com uma população aproximada de quatro mil pessoas que moram em duas vilas: a de baixo e a de cima, e todos os adultos vivem em função da exploração do minério.
A vila, que geograficamente pertence ao município de Marabá, conta com escola, posto de saúde, destacamento da Polícia Militar, supermercados, igrejas, energia elétrica, associação de moradores, farmácia e até pista para pouso e decolagem de pequenas aeronaves.
ÁGUA QUENTE
No caminho entre uma vila e outra existe uma nascente que jorra água com 40 graus de temperatura. Há alguns anos, os Miranda construíram rusticamente uma piscina para acumular água e possibilitar banho de pessoas que são atraídas pelo local. Há poucos meses, uma das paredes da piscina ruiu, ficando apenas a bica jorrando água quente, fato que vem frustrando os visitantes.
“Estudo engenharia ambiental e costumo dizer que esta área é vulcânica, que pode ou não ter entrado em erupção, daí a existência dessas pedras e também da água quente, cuja temperatura fica na ordem de 40 graus, rica em potássio, própria para o consumo, inclusive medicinal”, descreve.
Elza Miranda anuncia que nos próximos meses a família dela deve começar a reconstruir a piscina, agora com trabalho técnico de engenharia, e disponibilizá-la ao público que vai à vila. Ela lembra que com a conclusão da estrada do Projeto Salobo para Parauapebas o asfalto vai passar a oito quilômetros da Vila Garimpo das Pedras.
Fonte: Brasil Mineral
Investidor estrangeiro já tirou R$ 739,6 milhões da bolsa brasileira em setembro
Investidor estrangeiro já tirou R$ 739,6 milhões da bolsa brasileira em setembro
Investing.com Brasil - 17/09/2018 -
AddThis Sharing Buttons
Share to Faceb
Por Investing.com – O saldo negativo de investimento estrangeiro no segmento Bovespa da B3 voltou a subir na sessão da última quarta-feira em R$ 118,035 milhões. Na jornada, as compras foram de R$ 4,225 bilhões e as vendas de R$ 4,343 bilhões. Dessa forma, o resultado acumulado do mês é negativo em R$ 739,640 milhões.
Entre o segmento institucional, o resultado da sessão foi superavitário em R$ 108,717 milhões, com as aquisições em R$ 2,325 bilhões e as alienações em R$ 2,217 bilhões. No mês, esse tipo de investidor acumula retiradas de R$ 359,733 milhões.
Os investidores pessoa física ampliaram a participação na bolsa, com entradas de R$ 1,554 bilhão e saídas de R$ 1,432 bilhão, resultado em saldo de R$ 122,3336 milhões no oitavo dia útil do mês. No acumulado de setembro, o resultado é de R$ 862,047 milhões.
Entre as empresas públicas e privadas, resultado do mês é de R$ 93,075 milhões, sendo que na oitava sessão de setembro foi negativa em R$ 59,393 milhões. As entradas acumulam R$ 526,956 milhões e as saídas de R$ 433,881 milhões.
Os investimentos das instituições financeiras tiveram resultado negativo de R$ 53,624 milhões, com entradas de R$ 382,697 milhões e saídas de R$ 436,321 milhões. No nono mês, o resultado de momento é de R$ 144,557 milhões.
Em oito dias, o segmento Bovespa girou, entre compras e vendas, um total de R$ 135,659 bilhões, o que leva a um resultado do dia R$ 17,101 milhões e uma média diária de R$ 16,957 milhões.
Natura tem interesse em comprar Avon, diz WSJ; Ações disparam
Natura tem interesse em comprar Avon, diz WSJ; Ações disparam
- 17/09/2018 - 21:44
AddThis Sharing Buttons
Share to Facebook

As ações da americana Avon dispararam nas negociações pós-mercado nesta segunda-feira (17) em Nova York após o The Wall Street Journal ter revelado que a brasileira Natura (NATU3) se aproximou para realizar uma oferta de compra. Os papéis dispararam 14%, para US$ 2,37. No pregão regular, a Natura registrou leve queda de 0,53%, a R$ 27,95.
O jornal cita que a Natura abordou a Avon recentemente, segundo duas pessoas familiarizadas com o assunto. Uma delas, no entanto, disse que as empresas não estão em negociações sérias e a Avon, que recebeu outras manifestações de interesse, está concentrada em reviver suas ações.
A compra da Avon ampliaria a presença da Natura no Brasil e em outros lugares da América Latina, Europa e Ásia. Um acordo também daria para a americana prateleiras em lojas físicas, já que a Natura comprou a The Body Shop da L’Oreal em junho do ano passado por aproximadamente 1 bilhão de euros.
Ao Money Times, a Natura informou “que não existem negociações em curso sobre possível aquisição da Avon. A Natura ressalta ainda que não comenta rumores, de acordo com sua política de relacionamento com o mercado”.
(Atualizado às 21h58 com o posicionamento da Natura)
Fonte: MONEY TIMES
Petrobras: Baixa visibilidade sobre política de preços mantém cautela sobre ação
Petrobras: Baixa visibilidade sobre política de preços mantém cautela sobre ação
17/09/2018 -
AddThis Sharing Buttons
Share to Fa

Após se encontrar com investidores e executivos da Petrobras (PETR3; PETR4) em Nova York na última sexta-feira (14), os analistas responsáveis pela cobertura do setor de óleo & gás do Santander reiteraram a recomendação de “manutenção” para os papéis ordinários da estatal com preço-alvo de R$ 25.
A equipe liderada por Christian Audi deixou o evento com a percepção de que o novo plano estratégico, que pode ser anunciado em dezembro, provavelmente focará no processo contínuo de desalavancagem financeira, com uma meta potencial de atingir 1,5x Dívida Líquida/LAJIDA até 2020, na manutenção de um portfólio com sólido ROCE (Retorno sobre Capital Empregado), e no crescimento robusto da produção nacional de petróleo em 2019-20.
“Apesar da nossa visão ser positiva a respeito dessas iniciativas e estratégias, continuamos cautelosos com a baixa visibilidade da política de preços da empresa de 2019 em diante, e o potencial impacto do resultado das próximas eleições presidenciais brasileiras no plano estratégico da companhia”, destaca em um relatório enviado a clientes nesta segunda-feira (17).
Fonte: MONEY TIMES
Assinar:
Postagens (Atom)

