terça-feira, 25 de setembro de 2018

Fusão entre Randgold e Barrick cria a maior mineradora de ouro do mundo

Fusão entre Randgold e Barrick cria a maior mineradora de ouro do mundo

Fusão entre Randgold e Barrick cria a maior mineradora de ouro do mundo
A compra de parte Randgold Resources pela canadense Barrick Gold criará a maior mineradora de ouro do mundo. O negócio é avaliado em US$ 18 bilhões (aproximadamente R$ 73 bilhões), informou a BBC News.
As empresas possuem os maiores campos de ouro em escala mundial, com extração de aproximadamente 182 milhões de quilos por ano. Segundo informações, a Barrick controlará 75% das ações da Randgold.
As ações das duas empresas caíram cerca de 30% neste ano devido a queda no preço do ouro. O valor do metal chegou a registrar queda de 8% nos últimos meses. A Barrick e a Randgold esperam que a fusão lhes permita reduzir custos e aumentar as margens de lucro.
“Nossa indústria tem sido criticada por seu foco de curto prazo, crescimento indisciplinado e retornos ruins sobre o capital investido. A empresa resultante da fusão será muito diferente”, disse Mark Bristow, diretor executivo da Randgold.
Os analistas também dizem que as minas da Barrick, que estão em países relativamente estáveis, complementam os ativos da Randgold, em locais de maior risco.
“Do ponto de vista de Randgold, o negócio diversifica a exposição dos mercados africanos de alto risco e dos ativos mais estáveis ​​da Barrick na América do Norte”, disse Nicholas Hyett, da Hargreaves Lansdown.
Fonte: Brasil Mineral


Cristalândia: a cidade dos cristais

Cristalândia: a cidade dos cristais



Conhecida como a cidade dos cristais, por ter sido povoada exatamente na época das descobertas de ricas jazidas do cristal de rocha (quartzo), Cristalândia faz parte da rica história do Tocantins. O município está localizado na região Sudoeste do Estado e possui um território de 1.848 km2. Está localizado a 32 km da rodovia BR-153 e limita-se ao Norte com Pium; ao Sul com Dueré e Aliança; a Leste com Santa Rita do Tocantins, Fátima e Nova Rosalândia; e a Oeste com Lagoa da Confusão. Cristalândia está distante 140 km de Palmas.O acesso de Palmas a Cristalândia é feito através da rodovia TO-080 até Paraíso do Tocantins, de lá segue pela BR-153 até Nova Rosalândia, e depois pela TO- 255.O município possui recursos hídricos em abundância tendo suas terras banhadas pela Bacia Araguaia. Neste contexto, destacam-se os rios Urubu, Tioribero, Pati e Cipó. O rio Urubu é o maior e o mais importante e constitui uma das maiores fontes naturais de recursos hídricos para implantação de projetos de irrigação. As principais atividades econômicas são a extração do cristal, pecuária e agricultura de subsistência, esta última tem como principais culturas o arroz, a cana-de-açúcar, mandioca e milho. Já o material encontrado nos garimpos tem cerca de 17% de óxido de ferro na sua composição e serve, portanto, para a confecção de artesanato (lapidação). Segundo a primeira-dama de Cristalândia, Tânia Fernandes, há no município uma beneficiadora com capacidade para até 600 kg de pedras; os maiores compradores dos cristais da região são a Alemanha e Portugal.No quesito indústrias, as fábricas de móveis e de beneficiamento de arroz respondem, cada uma, por 26,09% da produção industrial do município. O comércio conta com estabelecimentos varejistas de produtos alimentícios em geral, representando 26,83% do total. Em seguida, está o comércio varejista de vestuário, contando com 18,29% do total. No setor de serviços, as lanchonetes e similares representam 32,32% de todos os estabelecimentos e os cabeleireiros são 20,20% do total. No município, a indústria Cerâmica Reunidas é uma das empresas beneficiárias do programa Proindústria, do governo do Estado.HistóriaSua emancipação se deu no auge da decadência do cristal, em 1953, através da lei n° 742, de junho de 1953, quando deixou de se chamar Chapada passando a Cristalândia. Cristalândia é a passagem para pontos turísticos do Estado como Ilha do Bananal e Lagoa da Confusão. Na área cultural, o município contempla algumas festas tradicionais tais como Divindades; Vaquejada; Festejos e Novenas em Louvor à Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (padroeira da cidade) e a Festa dos Velhos.O município abrange os seguintes programas sociais do Estado: Pioneiros Mirins e o Juventude Cidadã. Está no planejamento da Secretaria da Indústria, Comércio e Turismo, por meio da Coordenação de Programas e Desenvolvimento Turístico, iniciar trabalho no município, que compõe a região turística da Ilha do Bananal, como Cristalândia, no Programa de Regionalização.

Fonte: Brasil Mineral

Ibope Tira a Prova dos Nove

Ibope Tira a Prova dos Nove

Por Olivia Bulla  Resumo do Mercado (24.09.2018) 
O mercado financeiro brasileiro esperava começar os últimos dias de setembro já vislumbrando um cenário mais claro sobre a corrida presidencial, a duas semanas do primeiro turno. Mas a ascensão de Fernando Haddad na disputa frustra as expectativas de que Jair Bolsonaro poderia levar o pleito já no início de outubro e também parece consolidar o candidato do PT em segundo lugar. À noite, um novo levantamento do Ibope pode confirmar (ou não) essa tendência, tirando a prova dos nove.
Os investidores ignoraram o levantamento do Poder 360 divulgado na última sexta-feira, que indicou um empate técnico entre o candidato do PSL e Haddad, com 26% contra 22%, respectivamente, e resolveram desmontar as posições que tinham construído para se defender (hedge) de um “pior cenário”. Mas uma nova pesquisa feita por uma instituição privada pode deixar o mercado doméstico mais preocupado.
Segundo o BTG (SA:BPAC11), Bolsonaro manteve os 33%, enquanto Haddad subiu de 16% para 23%, afastando-se de Ciro Gomes, que caiu de 14% para 10%. Em uma disputa de segundo turno, o candidato do PT reduziu a diferença contra o candidato do PSL, de 46% a 38% para 44% contra 40%, agora. O DataPoder360 também mostrou empate técnico entre Bolsonaro e Haddad no segundo turno, com 40% contra 43%, respectivamente.
Porém, ambas as instituições têm uma metodologia questionável e uma abrangência não muito representativa em relação ao eleitorado brasileiro. A ver, então, os números mais confiáveis do Ibope. O instituto foi a campo desde a semana passada para ouvir cerca de 2,5 mil eleitores e a nova pesquisa eleitoral servirá para tirar a prova do salto de 11 pontos apontado para Haddad na mais recente sondagem.
No meio da semana, o mesmo instituto deve divulgar uma nova pesquisa, desta vez, encomendada pela CNI. Já o próximo Datafolha começa na quarta-feira. Serão mais de 9 mil entrevistas em todo o país, de modo a abranger as intenções de voto também para governo do Estado e Senado. O resultado será divulgado na sexta-feira, quando termina a coleta, à noite, no Jornal Nacional.
Com os ajustes feitos na sexta-feira passada em meio à redução da postura defensiva dos ursos (bear market) para embolsar os lucros no período mais recente, os ativos domésticos tendem a adotar uma postura mais lateral nesta reta final das eleições, à espera de uma definição sobre a disputa. Os investidores precisam estar convencidos de que haverá um segundo turno e o embate será entre o candidato do PSL e Haddad - ou Ciro.
Bolsonaro não é, exatamente, o candidato dos sonhos do mercado financeiro - que tinha preferência por Geraldo Alckmin, devido ao perfil fiscalista e viés reformista. Mas a parceria com o economista liberal Paulo Guedes é um dos motivos pelo qual o capitão da reserva conquistou a simpatia dos investidores.
Porém, grandes são as dúvidas em relação à longevidade da relação dos dois, em meio às divergências entre eles. Após a confusão relacionada à recriação da CPMF, Guedes reduziu as atividades eleitorais e cancelou a participação em ao menos três eventos em São Paulo à plateia de investidores, além do programa “Roda Viva”, alegando “conflito de agenda”.
“Guru” da equipe econômica e provável ministro de Bolsonaro em uma Super-Pasta da Economia, a interdição do propalado "Posto Ipiranga", no mínimo, arranhou a imagem de Guedes. O candidato até saiu em defesa dele e apareceu em uma foto ao lado do economista, tentando minimizar o mal-estar criado na campanha presidencial.
“Faltou experiência política”, disse Bolsonaro, que permanece internado no hospital, mas já foi transferido para o quarto, saindo do tratamento semi-intensivo. Segundo o candidato, tudo terá de passar pelo crivo dele e afirmou, então, que é melhor falar IVA (Imposto sobre Valor Agregado) do que CPMF. Já a alíquota única de 20% para as faixas de renda “é uma boa ideia”.
No noticiário econômico, os eventos envolvendo o Banco Central roubam a cena nesta semana. Além do relatório de mercado Focus nesta segunda-feira (8h25), amanhã é a vez da ata da reunião de política monetária da semana passada e, na quinta-feira, do relatório de inflação referente ao terceiro trimestre deste ano.
Juntas, essas publicações podem calibrar as apostas em relação à redução gradual dos estímulos, sinalizada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), com a possibilidade do início do processo de alta da taxa básica de juros ainda neste ano. Ainda assim, há chances de a Selic seguir estável até dezembro e começar a subir apenas em 2019. É o resultado das eleições que deve definir o momento exato do aperto.
Entre os indicadores econômicos, destaque para o IGP-M de setembro e o índice de preços ao produtor em agosto, ambos na quinta-feira, além dos números atualizados sobre o desemprego (Pnad), na sexta-feira. No exterior, o BC dos Estados Unidos também é destaque e deve anunciar o terceiro aumento deste ano na taxa de juros norte-americana, na quarta-feira.
Um dia depois, sai a segunda estimativa do crescimento econômico (PIB) dos EUA entre abril e junho deste ano, enquanto um dia antes é a vez do índice de confiança do consumidor norte-americano neste mês. Na sexta-feira, serão conhecidos os dados sobre a renda pessoal e os gastos com consumo em agosto.
Mas lá fora é a escalada da guerra comercial que preocupa os investidores, reforçando a percepção de que o alívio recente no mercado financeiro com a tensão entre as duas maiores economias do mundo era passageiro. Mais que isso, a disputa pode estar entrando em uma nova fase, afetando não apenas a economia real, mas também os ativos globais.
A China recusou o convite feito por Washington para uma rodada de negociações e não enviará uma comissão especial que prepararia os assuntos que seriam discutidos pelo vice-primeiro-ministro, Liu He. Segundo Pequim, não haverá novas conversas enquanto os EUA mantiverem as ameaças de tarifação adicional nos produtos.
A negativa aconteceu após sanções impostas pelos EUA contra a China, na esteira da compra de armamento russo pelo governo chinês. Moscou era o alvo, mas Pequim advertiu que poderá haver consequências se não houver uma retificação. Na capital chinesa, há uma crescente percepção de que conversas significativas com o governo Trump só serão possíveis após as eleições legislativas nos EUA, em novembro.
Com isso, US$ 200 bilhões em produtos chineses importados pela América serão taxados em 10% a partir de hoje, totalizando um valor de US$ 250 bilhões com taxação. Como resposta, mais US$ 60 bilhões em bens norte-americanos também sofrerão sobretaxa, o que, somados aos US$ 50 bilhões já taxados, representam 70% do total exportado pelos EUA para a China.
A Bolsa de Xangai não abriu hoje, devido às comemorações pela chegada do Outono no Hemisfério Norte (中秋节), o que também manteve Tóquio, Seul e boa parte dos mercados asiáticos fechada, reduzindo o volume financeiro na região. Em Hong Kong, o pregão funcionou normalmente, com o índice Hang Seng fechando em queda de 1,6%.
No Ocidente, os índices futuros das bolsas de Nova York estão em queda, penalizando o início da sessão na Europa, em meio à tensão com o cancelamento das negociações comerciais entre EUA e China. As mineradoras e montadoras lideram as perdas no pregão europeu. Os ativos de países emergentes também estão no vermelho, no primeiro recuo em uma semana, com destaque para a lira turca, o rand sul-africano e a rupia indiana.
O avanço do dólar em relação às moedas emergentes e correlacionadas às commodities ocorre apesar do avanço do barril do petróleo tipo Brent para a faixa de US$ 80, após o cartel de países produtores (Opep) recusar o pedido de Donald Trump para elevar a oferta. Nos metais, o cobre recua e o ouro também.
Fonte: MONEY TIMES
Ibope Tira a Prova dos Nove
 

Efeito Bolsonaro perde força; Haddad pode levar Ibovespa cair a 60 mil pontos

Efeito Bolsonaro perde força; Haddad pode levar Ibovespa cair a 60 mil pontos

Ações (24.09.2018 ) 

© Reuters.  Efeito Bolsonaro fez Ibovespa subir 5 mil pontos, mas perde força; Haddad pode levar índice a 60 mil© Reuters. Efeito Bolsonaro fez Ibovespa subir 5 mil pontos, mas perde força; Haddad pode levar índice a 60 mil
Arena do Pavini - A primeira pesquisa da semana, feita pelo BTG/FSB, mostrando Jair Bolsonaro, do PSL, parando de crescer em 33% enquanto Fernando Haddad, do PT, sobe para 23%, e um empate técnico entre os dois no segundo turno deve desinflar parte do efeito positivo para o Índice Bovespa e o dólar da semana passada, afirma Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da Nova Futura Corretora. Silveira estima que o “efeito Bolsonaro” produziu uma alta de 5,1 mil pontos no Ibovespa, em função da percepção de que o candidato seria viável no segundo turno, podendo ganhar, inclusive, no primeiro. A onda de otimismo criada por essa percepção ganhou reforço com o impulso dado pelos sucessivos recordes batidos pelos índices acionários dos EUA, avalia o economia.
Ibovespa deveria estar caindo
Já nesta semana, com a acomodação de Bolsonaro e a subida de Haddad, é possível que boa parte desses 5,1 mil pontos do Ibovespa sejam devolvidos, acredita Silveira. Uma vitória de Haddad no segundo turno pode levar o Ibovespa para os 60 mil pontos, ou menos. Com esse placar, de 44% para o candidato do PLS e 40% para o petista, o Ibovespa deveria ficar entre 73 mil e 76 pontos, como resultado da ponderação de cada objetivo de Ibovespa em função do candidato vitorioso, pela sua probabilidade.
Se o mercado está colocando o Ibovespa nesse patamar, há duas hipóteses, diz Silveira: ou está apostando em uma melhora de Bolsonaro, não capturada pelas pesquisas, ou está levando em conta o cenário externo. O mesmo vale para o dólar, que deveria estar entre R$ 4,20 e R$ 4,50, bem acima da cotação atual.
Hoje, o Índice Bovespa está em queda, e às 12h20 apresentava perda de 0,60%, para 78.965 pontos. Já o dólar sobe 0,5%, para R$ 4,067 para venda no mercado comercial.
Inflação mais alta com dólar e mais pressão do petróleo
Os juros futuros estão em alta, acompanhando sinais de maior pressão do dólar sobre a inflação. Hoje, o IPC-Semanal da Fundação Getulio Vargas (FGV) da semana de 15 a 22 de setembro veio em alta substancial por conta dos combustíveis. O índice subiu de 0,19% para 0,32%, influenciado pela alta da gasolina, que saiu de 0,38% para 2,10%. Esse comportamento não deve mudar, já que o petróleo continua subindo com força no exterior, com o barril do tipo WTI sendo negociado em Nova York a US$ 72,10 e o tipo Brent de Londres a US$ 80 pela primeira vez desde 2014, observa Silveira.
Também no relatório Focus o mercado passou a projetar um IPCA mais alto para este ano, acompanhando a alta do dólar.
Mercado mais cauteloso no exterior derruba Dow Jones
Para ele, após vários pregões de otimismo, o mercado acionário parece ter dado ouvidos aos mais cautelosos. “As bolsas estão caindo com os ecos das disputas diplomáticas entre EUA e China, em torno da taxação das importações de produtos chineses nos EUA”, afirma Silveira. Hoje, entram em vigor as novas alíquotas de importação sobre mais US$ 200 bilhões em produtos chineses. O governo chinês, por sua vez, acusou os Estados Unidos de abusar da força na área comercial, agindo como “valentão”, e abandonou a mesa de negociações.
Com isso, as bolsas americanas estão em queda, com o Índice Dow Jones perdendo 0,58%, o Standard & Poor’s 500, de 0,39% e o Nasdaq, 0,16%. Na Europa, o Índice Stoxx 600 cai 0,54%. E os juros dos títulos de 10 anos do Tesouro dos Estados Unidos estão em alta, de 0,02 ponto, a 3,08% ao ano. “É uma semana carregada, com decisão do Federal Reserve (Fed, banco central americano) sobre a política monetária na quarta feira”, afirma Silveira.
Por Arena do Pavini

Barril do Brent fecha em alta de 3,12% e atinge valor mais alto desde 2014

Barril do Brent fecha em alta de 3,12% e atinge valor mais alto desde 2014

Commodities (24.09.2018 

© Reuters.  Barril do Brent fecha em alta de 3,12% e atinge valor mais alto desde 2014© Reuters. Barril do Brent fecha em alta de 3,12% e atinge valor mais alto desde 2014
Londres, 24 set (EFE).- O barril de petróleo Brent para entrega em novembro fechou nesta segunda-feira em alta de 3,12% no mercado de futuros de Londres, cotado a US$ 81,20, o valor mais alto desde o dia 21 de novembro de 2014.
O petróleo do Mar do Norte, de referência na Europa, terminou o pregão no International Exchange Futures (ICE) US$ 2,46 acima do valor final da sessão de sexta-feira.
A decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de não aumentar sua produção de forma imediata, apesar das pressões dos Estados Unidos, foram decisivas para a alta.
Os membros da Opep decidiram no fim de semana adiar a decisão de ampliar a oferta do produto até a reunião do dia 3 de dezembro, contrariando os pedidos dos EUA, que queriam que a organização tomasse uma medida imediata para controlar os preços.
O mercado tem sido influenciado nas últimas semanas pela queda das exportações da Venezuela e pelas perspectivas ainda maiores de redução da oferta global de petróleo devido às sanções aplicadas pelo governo americano sobre o Irã.
O presidente dos EUA, Donald Trump, acusou a Opep de exercer um monopólio sobre o mercado e exigiu ações para reduzir as cotações.
"Trump chamou os aliados americanos no Oriente Médio para aumentarem sua produção para empurrar os preços para baixo, mas seu pedido chegou a ouvidos surdos", afirmou o analista David Madden, da CMC Markets.

Fonte: MONEY TIMES