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Cerca de R$ 7 bilhões podem cair no colo da Vivo, Tim e Oi
Gustavo Kahil - 26/09/2018 -
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O mercado ainda não colocou na conta um valor de aproximadamente R$ 3 bilhões que pode cair na conta da Vivo (VIVT4) em breve como resultado de um direito de exclusão do ICMS da base de cálculo das contribuições ao PIS e COFINS na rede móvel após 2014, avalia o Credit Suisse em um relatório enviado a clientes nesta quarta-feira (26).
No segundo trimestre, a Vivo já anotou em seu balanço um valor de R$ 2,5 bilhões referentes ao mesmo direito, porém sobre a rede fixa entre os anos de 2003 e 2014. Algo semelhante também pode acontecer para outras teles, argumentam o analistas Daniel Federle, Felipe Cheng e Juan Pablo Alba.
“Os investidores prestaram muito pouca atenção ao anúncio de crédito fiscal da Vivo no segundo trimestre e não fizeram nenhuma leitura para outras empresas de telecomunicações. Dada a magnitude desses ganhos, acreditamos que este tópico ainda pode ser um catalisador positivo para as ações, à medida que os investidores se familiarizem com o assunto”, ressaltam.
Outras teles
Eles destacam que, embora o momento de uma decisão do STJ possa variar significativamente para cada empresa, a lógica e a matemática são as mesmas para todas elas.
De acordo com as demonstrações financeiras da Oi (OIBR3; OIBR4), a empresa espera recuperar R$ 2 bilhões em créditos. A TIM (TIMP3) não divulgou nenhum valor, mas a estimativa do banco gira em torno de créditos de aproximadamente R$ 2,1 bilhões, ou 8% do valor de mercado da TIM.
6 mil anos de história: Veja a relação da esmeralda com as diferentes cultura
Esta bela pedra verde tem sido um objeto de desejo há muitos séculos, e como a maioria das pedras preciosas, a história da esmeralda está cheia de fatos interessantes e misticismos, fazendo que ela se torne ainda mais fascinante e desejada. Mas como essa relação entre a esmeralda e o homem começou, e como ela se manifestou nas diferentes culturas?
O início da relação entre a humanidade e a esmeralda
A esmeralda é uma pedra que gera fascínio em muitas culturas há mais de seis mil anos, e é uma das quatro preciosas pedras reconhecidas, juntamente com o rubi, o diamante e a safira.
De acordo com a mitologia indiana, o nome esmeralda foi primeiro traduzido do sânscrito como "marakata", que significa "o verde que cresce nas coisas". O nome que conhecemos agora veio de uma antiga palavra persa, traduzida para o latim como "smaragdus", que significa “verde”.
As esmeraldas mais antigas têm cerca de 2,97 bilhões de anos, e os registros mostram que a pedra já era conhecida e vendida em mercados na Babilônia em 4000 AC. É uma pedra que fez parte de diversas culturas em todo mundo, foi adorada pelos Incas e mencionada em escritos bíblicos sobre o apocalipse.
Sabe-se que a esmeralda era a joia favorita de Cleópatra, e a mina dessa pedra no Alto Egito, redescoberta há centenas de anos, foi uma das primeiras ocorrências da esmeralda na história humana. As esmeraldas também adornavam as joias da coroa russa, e em algumas lendas do rei Arthur, o Santo Graal é descrito como sendo formado a partir de uma esmeralda.
A referência mais antiga às esmeraldas na literatura ocidental vem de Aristóteles. Ele foi um grande fã dessa pedra preciosa e escreveu que possuir uma esmeralda melhora o discurso durante os negócios, auxilia na vitória, ajuda a resolver problemas, dá conforto e acalma a visão.
Os poderes e significado da esmeralda, de acordo com diferentes culturas
Muitas culturas ao longo do tempo acreditavam que a esmeralda era uma pedra extremamente poderosa, de diferentes maneiras.
Os antigos egípcios acreditavam que o esmeralda representava fertilidade e renascimento. Para os romanos, a esmeralda era relacionada com Vênus, a deusa do amor, e acreditavam que ela poderia proteger os casais da infidelidade: se o coração dos amantes fosse leal, a gema iria brilhar em uma cor verde vibrante, mas se não o fossem, a pedra teria uma cor menos vívida. Ela também era associada ao crescimento e à primavera.
Além disso, o imperador Nero supostamente assistia as lutas de gladiadores através de uma grande esmeralda transparente, pois achava que a cor lhe acalmava. Já na Grécia, nos anos 800 a 250 AC, essa pedra era relacionada a Hermes, o mensageiro dos deuses, e ela era conhecida como a pedra da verdade e da eloquência.
Os astecas, que viveram entre os séculos XIV e XVI, chamavam a esmeralda de Pedra da Terra, e ela também era associada à fertilidade, sendo encontrada em estátuas que a celebravam.
Nos tempos medievais, os cristãos relacionavam a bela esmeralda a Lúcifer, o demônio. Para eles, essa pedra estava presente em sua coroa, e apesar de se tratar de uma pedra do diabo, ela não era vista de forma negativa, pois acreditava-se que ela ajudava as pessoas a se manterem sinceros e bem comportados.
Uma vez que houve registros sobre as esmeraldas, apareceram também evidências de seus poderes de cura, principalmente sobre a visão. Os sumérios disseram que, se uma esmeralda fosse usada em um anel no menor dedo da mão esquerda, curaria a inflamação dos olhos. Durante a época de Hipócrates, as esmeraldas eram esmagadas em pó fino e transformadas em uma loção para os olhos.
Onde as esmeraldas podem ser encontradas
Trapiche: um tipo raro de esmeralda encontrado apenas na Colômbia
Apesar de existirem registros mais antigos do comércio dessa pedra, as primeiras minas de esmeraldas conhecidas estavam no sul do Egito e datam de antes de 2000 AC.
Essa gema pode ser encontrada em todo o mundo, porém algumas das melhores pedras de hoje são da Colômbia, que produz mais de metade de todas as esmeraldas no mundo. Alguns dos outros países onde podemos encontrá-la incluem os EUA, Brasil, Afeganistão, Espanha, África do Sul, Suíça, Camboja e China.
Nos tempos antigos, muitas gemas eram chamadas de esmeraldas apenas porque eram verdes. Hoje existem cerca de seis ou sete tipos de pedras, classificadas como diferentes tipos de esmeraldas, porém, uma esmeralda verdadeira é chamada simplesmente de esmeralda, sem nenhum nome complementar.
Um fascínio que se mantém até hoje
Esmeralda colombiana
Cor, clareza, corte e quilates são quatro fatores utilizados para determinar o valor de uma esmeralda, sendo que o mais importante destes quatro é a cor. As esmeraldas valiosas e de alta qualidade são muito transparentes, e a melhor cor é a verde vívida ou verde azulado, com saturação uniforme e sem zoneamento de cores.
A diminuição das inclusões resulta em mais transparência e, portanto, o preço das esmeraldas aumenta com a diminuição da inclusão. Porém, a maioria das esmeraldas tem algum tipo de imperfeição, e as esmeraldas sem essas inclusões são muito raras.
Em vez do termo imperfeição, os distribuidores gostam de se referir às inclusões das esmeraldas como um "jardim" interno, e muitos até mesmo as usam como um dos fatores para identificar se uma esmeralda é verdadeira ou não.
E a raridade dessa moeda também é um fator importante. Existem menos esmeraldas no mundo do que há diamantes, por isso as esmeraldas de alta qualidade podem valer mais do que diamantes por quilate.
Mineração no Brasil: apenas Haddad, Boulos e Ciro trazem propostas para o setor
Os crimes socioambientais da Norsk Hydro, em Barcarena (PA), e da Samarco, na bacia do rio Doce, revelaram a importância de se discutir publicamente a mineração no Brasil. Contudo, dos 13 candidatos à Presidencia da República apenas Fernando Haddad (PT), Guilherme Boulos(PSOL) e Ciro Gomes (PDT) citam a atividade em seus planos de governo.
Para o sociólogo Tádzio Peters Coelho, o extrativismo mineral deveria ser um dos temas centrais nessas eleições.
“Em termos gerais é um tema muito subestimado, deixado de lado, e isso é bastante preocupante porque a atividade mineradora afeta milhões de pessoas no território brasileiro por meio de suas várias infraestruturas de barragens, rejeitos, minerodutos, ferrovias, portos, infraestrutura de mina; os diversos crimes da Norsk Hydro, em Barcarena, e Samarco em Mariana demonstram a importância e a relevância desse debate ser feito com toda a sociedade. E também é um dos nossos principais produtos de exportação”, exemplifica.
No plano de governo do candidato petista é proposto a criação de um novo marco regulatório da mineração, que, na análise de Coelho, que também é pesquisador no Centro Ignácio Rangel de Estudos do Desenvolvimento e do Grupo de Pesquisa e Extensão PoEMAS – Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade, está alinhado com a pauta dos movimentos sociais, no que tange à soberania popular.
Entre outras medidas, o projeto do marco regulatório sugere a criação de um órgão de fiscalização e regulação da atividade mineradora e “a instituição de políticas para as comunidades atingidas pela mineração, inclusive compensação financeira”.
Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB), Álvaro Dias(Podemos), João Amoêdo (NOVO) e Cabo Daciolo (Patriota) sequer citam o assunto. Coelho, chama atenção para a candidata Marina Silva (REDE), que tem a pauta socioambiental como a base de suas propostas, mas não menciona como irá tratar a atividade minerária caso eleita.
Em relação ao candidato do PSOL o sociólogo elogia Boulos, que traz em seu plano um longo diagnóstico sobre a atividade mineradora e “ressalta a importância de reestatizar a Vale e estatizar o setor de mineração, assim como ampliar e efetivar as punições para as empresas que cometeram crimes socioambientais”.
Alinhado ao discurso de desenvolvimento, Coelho explica que Ciro Gomespropõe uma aliança entre o setor privado e o público para a “expansão da competitividade dos setores produtivos”. Para o o candidato do PDT, a mineração também seria estratégica para uma reaproximação com a China.
Desenvolvimento vazio
Para Charles Trocate, membro da coordenação nacional do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), o discurso hegemônico sobre a indústria mineral é carregado de promesas de desenvolvimento, progresso e crescimento econômico. Palavras que, ao longo de 40 anos de exploração minerária na Amazônia, não trouxeram mudanças significativas para a população. Para ele, os presidenciáveis não compreendem o que significaria uma soberania sobre os recursos minerais finitos da sociedade brasileira.
“Você tem um polo progressista que busca aqui e acolá alguma crítica e algum amadurecimento do que poderiam ser mudanças. Mas, no geral, para essa sociedade patrimonialista funcionar, ela está centrada na mais extraordinária forma de exploração dos recursos finitos e sobretudo em territórios privilegiados, como é o território amazônico”.
Apesar de não trazer políticas especificas para a mineração, nem qualquer detalhamento sobre a questão em seu plano de governo, o candidato de extrema direita, Jair Bolsonaro (PSL) diz em seu programa que quer transformar o país em “um centro mundial de pesquisa e desenvolvimento em grafeno e nióbio, gerando novas aplicações e produtos”. Na avaliação do pesquisador, a falta de um plano de implementação faz com que as promessas não passem de um “mecanismo para angariar votos”.
“Um país que nem o Brasil, com toda a sua complexidade, não pode colocar em cima de uma matéria prima toda sua esperança de desenvolvimento”, afirma Coelho.
A opinião do pesquisador é confirmada por Trocate, que considera que há um “programa oculto” que não diz “absolutamente nada”, mas que, no fundo, está alinhado com a plataforma e a visão de crescimento econômico dos grandes projetos dos governos militares. “Ele tem um plano para a mineração no Brasil que significa um avanço sobre os territórios até então protegidos por um enorme esforço da sociedade brasileira”.
Investing.com - No início da sessão desta quarta-feira na bolsa paulista, as ações da Bradespar (SA:BRAP4) operam com forte valorização de 3,44% a R$ 39,60, depois de ter fechado com ganhos de 7,52% na véspera. Como pano de fundo, o acordo que a companhia a Litel fecharam com a Elétron para encerrar um litígio, desembolsando um total de R$ 2,82 bilhões.
A XP Investimentos avalia a notícia como positiva, uma vez que o valor divulgado anteriormente era de R$ 5 bilhões. Para os analistas, a Bradespar assumindo metade do valor negociaria a um desconto de 29% à soma das partes, e teria que subir cerca de 10% para convergir pros 20% considerado justo pela equipe de analistas.
Já para a Mirae Asset, a notícia é neutra, uma vez que o mercado já precificou o acordo, com as ações da companhia avançando 23,3% no mês. Enquanto para a Coinvalores, o acordo, que já favoreceu os ativos ontem, deve seguir influenciado os papéis hoje.
A negociação diz respeito a uma disputa na qual a Elétron demanda uma indenização da Litel, que reúne as participações de fundos de pensão na mineradora Vale (SA:VALE3), e da Bradespar, braço de investimentos do Bradesco (SA:BBDC4) que concentra aplicações na mineradora.
Uma decisão judicial determinou o depósito de cerca de 4,5 bilhões de reais em favor da Elétron, mas o prazo para cumprimento da determinação foi prorrogado até o dia 1º de outubro para que as partes pudessem chegar a um acordo.
Great Panther adquire mineradora de ouro no Brasil por US $ 105 milhões
A Great Panther Silver (NYSE: GPL) adquiriu a mineradora brasileira de ouro Beadell Resource em um acordo de ações por US $ 105 milhões . A entidade combinada terá três minas produtoras em três jurisdições de mineração e um projeto de estágio avançado.
A Great Panther, que espera produzir 4 milhões de onças equivalentes de prata em 2018, adicionará 130.000 onças de ouro da produção esperada da Beadell em 2018. A aquisição não foi calorosamente recebida. O preço das ações da Great Panther caiu 5%, para US $ 1,16 por ação.O CEO das entidades combinadas elogiou o negócio.
“Esta é uma transação transformadora para os acionistas da Great Panther and Beadell”, disse James Bannantine, presidente e CEO da Great Panther, em um comunicado. “A Great Panther tem crescido e otimizado suas operações no México, adquirido e avançado seu projeto Coricancha no Peru, e agora está posicionada para adicionar uma mina produtora considerável no Brasil com potencial de exploração excepcional.”
A Dra. Nicole Adshead-Bell, CEO e diretora administrativa da Beadell, se juntará ao Conselho de Administração da Great Panther após a conclusão da transação.
A Beadell opera a Mina de Ouro Tucano, 100% do Estado do Amapá, no norte do Brasil. O Tucano faz parte de um terreno de aproximadamente 2.500 quilômetros quadrados localizado no terreno greenstone, pouco explorado na era birimiana. A Beadell continua no caminho para a conclusão de uma atualização da planta de Tucano até o início de novembro de 2018.