quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Mina subterrânea Lamego atravessa a fronteira e chega ao município de Caeté (MG)


Mina subterrânea Lamego atravessa a fronteira e chega ao município de Caeté (MG)

Um importante marco na trajetória da AngloGold Ashanti em Minas Gerais foi registrado: a chegada da mina de Lamego ao município de Caeté pelo subterrâneo. Em operação desde 2009, a mina compõe a Unidade de Negócios Cuiabá-Lamego, responsável por 50% da produção nacional da empresa e por empregar mais de 3.300 pessoas, entre diretos e indiretos, dos quais 1,2 mil residem em Caeté.
“Por ser um munícipio vizinho às nossas operações, já tínhamos presença em Caeté há vários anos, contribuindo com o desenvolvimento local do munícipio, por meio da geração de empregos, de compras com fornecedores locais e investimento social. Agora, este marco representa um novo momento em nossa história que, sem dúvida alguma, estreita nossas relações”, ressalta Camilo Farace, presidente da AngloGold Ashanti Brasil.
Em 2017, a companhia promoveu R$ 3,7 milhões em compras locais com empresas do município e R$ 293 mil de investimento social na cidade.
A vinda oficial da AngloGold Ashanti para Caeté é celebrada na cidade. “A AngloGold Ashanti já participa ativamente da vida do cidadão caeetense, com projetos de responsabilidade ambiental, social e cultural. A cada dia, a união entre a empresa e o município se torna mais forte”, afirma Lucas Coelho, prefeito de Caeté. Acompanhado de vereadores, secretários e outros representantes do governo municipal, o prefeito esteve em visita à mina de Lamego nesta quarta-feira, 29 de agosto, onde inaugurou um marco no subsolo que demarca a divisa do município.
A chegada em Caeté é decorrente de uma expansão natural da lavra subterrânea em Lamego, com o aprofundamento da mina, já previsto no plano de negócios da empresa. A mina opera na casa das 42 koz anuais e continuará mantendo operações no município vizinho de Sabará, que também sedia a Mina Cuiabá.
De acordo com o diretor da Unidade de Negócios de Cuiabá-Lamego, Ricardo Assis, Lamego é uma operação importante para o grupo. “O que produzimos nesta mina contribui para alcançarmos nossa meta de produção nacional de cerca de 17 toneladas ao ano, o que representa 15% da produção da AngloGold Ashanti no mundo”, destaca.
Ele ressalta que estes objetivos são alcançados com o que há de mais moderno na lavra, extração e produção de ouro. “Investimos, constantemente, em inovação e tecnologia dos nossos processos para alcançarmos a excelência nas nossas operações. Um exemplo disso é a crescente tecnologia aplicada nas operações de subsolo, o que possibilita mais segurança e mais produtividade das minas”, detalha Assis.
Fonte: Conexão Mineral

Mais de um milhão de micros diamantes em quimberlito

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Eletrobras recua 10% com declarações de Bolsonaro após fortes ganhos no começo da semana

Eletrobras recua 10% com declarações de Bolsonaro após fortes ganhos no começo da semana
Ações1 hora atrás (10.10.20118)




© Reuters. .
© Reuters. .
SÃO PAULO (Reuters) - As ações da Eletrobras (SA:ELET3) recuavam mais de 10 por cento nos primeiros negócios desta quarta-feira, em meio a declarações menos animadoras do candidato à Presidência, Jair Bolsonaro, sobre a amplamente aguardada e bastante adiada privatização da estatal de energia elétrica.
Em entrevista à Band TV, ele afirmou que tem resistências em relação à privatização na Eletrobras, citando a área de geração de eletricidade. Ele comentou que, se for eleito, no setor de energia elétrica "a gente não vai mexer".
Por volta das 10:28, as preferenciais de classe B caíam 10,08 por cento e os papéis ordinários perdiam 10,65 por cento, liderando as perdas do Ibovespa, que recuava 1,03 por cento.
Até a véspera, as ações acumulavam na semana altas de 18,5 e 21,65 por cento, respectivamente, após votação expressiva de Bolsonaro no primeiro turno da eleição presidencial, candidato que o mercado vê com perfil econômico liberal em razão de seu principal assessor econômico, Paulo Guedes.

Fonte: Reuters


terça-feira, 9 de outubro de 2018

DRUSAS DE AMETISTA EM LAGEADO- RS

 
    DRUSAS DE AMETISTA EM LAGEADO- RS


 
    Fonte: Brasil Mineral

 


Pepita de ouro gigante com 5,5 quilos encontrada na Austrália

Uma pepita de ouro gigante pesando nada menos que 5,5 quilos foi encontrada por um garimpeiro amador na Austrália. O homem, não identificado, usou um detector de metais portátil para achar a pedrona enterrada da cidade de Ballarat, no estado de Victoria.
O valor foi estimado em 300 mil dólares australianos — o equivalente a quase 650 mil na nossa moeda.
Cordell Kent com a pepita de ouro gigante
Especialistas locais afirmam que a prospecção de ouro na região é comum há décadas, mas que, até então, nenhuma descoberta semelhante havia sido feita.
“Sou um prospector e negociador há duas décadas e não me lembro da última vez que uma pepita de mais de 100 onças (cerca de três quilos) foi encontrada localmente”, afirma Cordell Kent, o sorridente proprietário da loja especializada Ballarat Mining Exchange Gold Shop nesta foto acima.
CORRIDA DO OURO
“É extremamente significativo como um espécime mineral”, acrescentou Kent. “A corrida do ouro por aqui já dura 162 anos, e Ballarat continua produzindo pepitas. É sem precedentes.”
O dono da loja especializada afirma que a pepita em forma de “Y” estava enterrada, mas que o garimpeiro usou um detector de metais ultramoderno, o que possibilitou que ele a encontrasse a uma profundidade considerável, em uma área em que prospecções já foram realizadas várias vezes no passado.
O ouro atualmente é comercializado na Austrália a cerca de 1,6 mil dólares australianos (cerca de R$ 3,4 mil) por onça, o que significa que a descoberta valeria cerca 283,2 mil dólares australianos (cerca de R$ 600 mil), mas a sua raridade e o fato de que a pepita pesa bem mais do que um quilo encarece o valor.
Antes de encontrar a pepita gigante, o garimpeiro amador só havia feito pequenas descobertas.
Fonte: Seleções