Recuperando-se do tombo da véspera, mercados brasileiros abrem a terça-feira em alta, empurrados pela sinalização dada ontem por Jair Bolsonaro sobre a possibilidade de votação da reforma da Previdência ainda neste ano. Em paralelo, Senado se articula para votar cessão onerosa ainda hoje, o que pode ser trigger importante para Petrobras (SA:PETR4). Clima mais ameno em Wall Street, com caça a barganhas e ânimo com resultados corporativos, ajuda a trazer maior otimismo.
Fonte: ADVFN
terça-feira, 30 de outubro de 2018
Vale está pronta para a nova era de produção de aço, afirma Fabio Schvartsman
Vale está pronta para a nova era de produção de aço, afirma Fabio Schvartsman
O diretor-presidente da Vale abriu o evento organizado pelo jornal Financial Times, FT Commodities Americas Summit 2018, no dia 16 de outubro, no Rio de Janeiro. Fabio Schvartsman destacou o bom momento da empresa, reforçando a valorização do nosso minério de ferro de alta qualidade e a nossa participação na nova era mundial de produção do aço.
O CEO falou sobre o cenário de reformas na China, país que está preocupado em combater a poluição ambiental e, por isso, investindo em minério com mais alto teor de ferro.
“Esse momento coincide com a perda de capacidade e qualidade das minas australianas, o que traz como consequência uma diferença de preço de quase US$ 56 entre o minério de baixa e de alta qualidade”, afirmou, explicando que isso beneficia a Vale, que tem aumentado a participação do minério de alta qualidade em seu portfólio e investido na blendagem.
O BRBF (Brazilian Blend Fines) da Vale está se tornando, gradativamente, o standard mundial do minério de ferro, substituindo o standard que, até recentemente, era o australiano.
O potencial de produção de níquel para baterias de carros elétricos também esteve em pauta. “A Vale é a maior produtora de níquel do mundo. Se a revolução do carro elétrico acontecer conforme as projeções, temos capacidade de fornecer níquel de alta qualidade para esse mercado”.
O evento FT Commodities Americas Summit reuniu representantes de áreas como mineração, energia e agricultura em dois dias de evento.
Fonte: Vale
Maior produtora de diamantes do mundo se alia à plataforma Blockchain da De Beers
Maior produtora de diamantes do mundo se alia à plataforma Blockchain da De Beers
A maior empresa de mineração de diamontes do mundo, a russa Alrosa, juntou-se ao projeto piloto da plataforma blockchain de cadeia de fornecimento de diamantes da gigante da indústria de mineração De Beers, Tracr, reporta a Mining Weekly em 29 de outubro. A Alrosa é relatada como a maior produtora mundial de diamantes brutos em termos de quilate; Juntamente com a De Beers, as duas empresas produzem cerca de metade da oferta mundial. No terceiro trimestre de 2018, as vendas de diamantes brutos da empresa aumentaram 12% em relação ao ano anterior, para US $ 949 milhões em valor, mesmo com as vendas em quilates caindo.
A Tracr, cujo piloto foi anunciado pela primeira vez em janeiro, visa melhorar a transparência e a confiança do consumidor em toda a cadeia de valor do diamante, da mina ao varejo. A solução funciona criando um certificado digital para cada diamante que registra os principais atributos e transações. Os dados são armazenados imensamente no blockchain, permitindo que os compradores verifiquem que os diamantes que compram são naturais e livres de conflitos. O último termo refere-se a uma preocupação específica da indústria em relação aos “diamantes de conflito”, também conhecidos como “diamantes de sangue” – diamantes brutos que foram extraídos em uma zona de guerra e comercializados para financiar ilicitamente o combate.
O CEO da Alrosa, Sergey Ivanov, disse à Mining Weekly que a decisão da empresa de aderir ao piloto foi motivada pela crença de que a cooperação da indústria é necessária para o “objetivo comum”. A iniciativa blockchain da Tracr é projetada para complementar os regulamentos e esquemas existentes que já funcionam para promover a confiança da indústria na origem e qualidade dos diamantes, como o Sistema de Certificação do https://br.cointelegraph.com/news/worlds-largest-diamond-producer-alrosa-joins-de-beers-blockchain-pilot, o Sistema de Garantias do Conselho Mundial de Diamantes eo Código de Práticas do Conselho de Joalheria Responsável.
Como reportado anteriormente, o Tracr foi desenvolvido pela De Beers em conjunto com outros líderes da indústria, nomeadamente a Diacore, a Diarough, a KGK Group, a Rosy Blue NV e a Venus Jewel. A De Beers implementou com sucesso a solução blockchain para rastrear 100 diamantes de alto valor em maio deste ano.
No mesmo mês, a Signet Jewelers, maior varejista de joias de diamantes do mundo, também se juntou à iniciativa piloto Tracr. A plataforma completa deverá ser lançada este ano, embora uma data exata ainda não tenha sido anunciada. Também em maio, a Alrosa se associou à KGK Diamonds para trabalhar com a startup de blockchain D1 Mint para simbolizar os diamantes. O projeto visa ampliar o apelo das gemas como uma classe de ativos de investimento e impulsionar a demanda dos consumidores.
Fonte: BRCointelegraph
Goiás desperta para a nova mineração que será realidade no Governo Caiado
Goiás desperta para a nova mineração que será realidade no Governo Caiado
“O Nióbio é para o bem do Brasil”. O Brasil está perdendo centenas de bilhões de dólares por ano através do descaminho na exportação dos minérios estratégicos, vendidos de qualquer jeito e recebendo em moeda podre. Uma traição ao país e ao povo brasileiro. Marcos Valério disse na CPI dos Correios “O dinheiro do Mensalão e Petrolão não é nada; o grosso do dinheiro vem do contrabando do Nióbio”.
O fortalecimento do Setor Mineral Goiano vem a ser prioridade fundamental da Federação das Industrias de Goiás, passando sobretudo pelo enganjamento total do Estado a fim de oferecer todas as condições básicas e preponderantes para que as empresas privadas, interessadas a investir em Goiás, disponham da mais completa segurança e liberdade a fim de prover os tão esperados investimentos vitais e necessários, visando principalmente incrementar o desenvolvimento de uma atividade econômica primordial e fundamental no sentido de alavancar sobremaneira o desenvolvimento econômico do nosso Estado, alicerçado fundamentalmente na gera milhares de empregos diretos e indiretos.
Sabedores dessa precípua prerrogativa estratégica propugnada pela Federação das Industrias do Estado de Goiás, o Governador Ronaldo Caiado e o Senador Wilder de Morais ao se anteciparem com muita responsabilidade e veemência às iniciativas empresariais visualizadas, que no passado foram preponderantes no sentido de alicerçar o Desenvolvimento Econômico de Goiás, demonstram sobretudo responsáveis e cristalinas intenções precípuas afim de proporcionar ao nosso rico potencial mineral (terceiro do Brasil) todas as condições Estruturais, Técnicas e Legais, sobretudo almejando – se a materialização responsável e conscienciosa da imprescindível Agência de Geologia e Mineração do Estado de Goiás (Agmego), provida esta, de todos os atributos alicerçais afim de não só fomentar e assistir tecnicamente a todas iniciativas empresariais no campo da Mineração, como também promover injunções estratégicas visando tornar nosso Estado no baluarte da produção minerária do País, como aconteceu no passado até 1999, através da soberana iniciativa do saudoso Governador Mauro Borges.
A 20 anos, desde 1999, nossa Mineração vem hibernando e praticamente se encontra na UTI. Através do Governo Caiado e a fundamental iniciativa da Federação das Industrias do Estado de Goiás, nosso minério “In Natura” deverá a partir de agora agregar faustosos valores, promovendo assim o enriquecimento deste que é um imprescindível e estratégico produto nativo, fundamentalmente necessário ao nosso vital Desenvolvimento Econômico, processo este que promoverá através da geração de milhares de milhares de emprego a “fixação do homem interiorano em seu local de origem” fornecendo assim a este e sua família, a civilidade, conforto e dignidade necessárias o que tem nos faltado nos últimos 20 anos.
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Foi neste diapasão que equivocadamente os atuais Administradores Estaduais editaram a propalada Reforma Administrativa implantada através da Lei nº 13550 de 11 de Novembro de 1999, fazendo com que a Superintendência de Geologia e Mineração da Secretária de Industria e Comércio passasse com muitas dificuldades técnicas e administrativas a agasalhar o pouco que restou de Mineração Estadual, resultante de tão cabulosa liquidação da fundamental Metais de Goiás S/A; jogando por terra todo um fabuloso e épico esforço voltado sobremaneira ao provimento de uma pujante, pragmática e reconhecida produção mineral, a nível nacional e mundial quando as reais funções de fomento, assistência técnica e desenvolvimento da Mineração em nosso Estado foram impiamente relegadas a 2º plano, através de um incompetente alheamento e desconhecimento de como se situava nosso Setor Mineral em relação ao País e quiçá até em termos mundiais, descumprindo assim, a mágica tônica desenvolvimentista impulsionada pelo nosso rico potencial mineral, como sonhado por seu idealizador Mauro Borges Teixeira. Em assim sendo, se faz urgente e justificável uma firme e avassaladora tomada de posição da nova Administração Estadual que se inicia agora no Governo Caiado. no intuito de resguardar e instrumentalizar a atividade minerária como um todo, visando fazer face à intensa conturbação que ocorre hoje na área da administração a nível federal no Governo Temer. Tai um verdadeiro “Samba do Criolo Doido”, ninguém mais se entende e assim a Unidade da Federação melhor aparelhada institucionalmente, o que não é o caso de Goiás no momento, poderá sair na frente, resguardando seu patrimônio tão dificilmente delineado e conquistando ao longo dos tempos (“priscas eras”), bem como obtendo estruturações tanto institucionais como materiais afim de se providenciar ampliações tão necessárias e vitais à nossa sobrevivência econômica, garantindo um leque de alternativas e providenciamentos irmanados com esta justa e vital ampliação e produção, não só buscando o necessário aumento das nossas reservas minerais outrora projetadas, bem como também marchar no encalço das fundamentais agregações de valores, o que virá primordialmente de encontro aos anseios de um futuro e preponderante Parque Industrial, tão almejado pela Classe Técnico Cientifica durante o glorioso Governo Militar nos anos 70. A Mineração no Brasil e especialmente em Goiás naquela época foi a “Mola Propulsora” do fenomenal “Milagre Econômico Brasileiro”.
No entanto, Goiás também vem atualmente passando por grandes e sérias transformações estruturais e econômicas. São mudanças que atingem todos os setores operacionais da Nação. Na fila de espera se encontra nosso tão propalado e imberbe Setor de Mineração, ainda combalido, engatinhando e hoje visivelmente operando segundo as tênues regras do antigo Código de Mineração sujeito à poucas e recentes transformações ineficientes; um instrumento jurídico ainda datado de 1967. Nesses 51 anos, o mundo mudou muito e o Cenário Mundial se transformou sobremaneira, como também o Brasil; daí, nada mais justo que o Setor Mineral possa também hoje acompanhar estas necessárias e transformadoras evoluções, passando sobretudo por alvissareiras e esperadas mudanças de regras, buscando-se adaptar pragmaticamente à nova ordem do Comércio Global. Porém; o que constatamos no entanto aqui em Goiás é um imberbe e sofrido setor ineficiente fragmentado através de um Fomento pouco arrojado e que está hoje no vácuo de novas adaptações, aguardando por profundas ordenações à espera das novas e tão esperadas regras e normatizações técnicas e legais visando fornecer o suporte básico aos investimentos já propalados e tão esperados e tão ansiosamente vislumbrados pela Federação das Industrias do Estado de Goiás.
Os Governo de uma maneira geral deixou de emitir Licenças de Pesquisa e Planos de Lavra, além de diversas outras ordens de agilizações e normatizações devidas e regulares copiado pelos estados que também deixaram de emitir as competentes Licenças Ambientais Outro fator a ser levado em conta é que a tramitação no Congresso Nacional de um demorado Projeto de Lei complexo, como seria o Marco Regulatório da Mineração, vem a ser um ardiloso e conturbado processo extremamente dificultoso, projetando em seu bojo, implicações politicas fulminantes ao País, razão pela qual vem a ser muito discutível a postura do Governo Federal e a classe politica como um todo em condicionar e adaptar uma coisa à outra.
A Mineração em Goiás, desde 1999, como já referenciado, através da liquidação da antiga Metago, jaz adormecida em “Berço Esplendido”, embora tenhamos um fenomenal e portentoso potencial inoperante no momento, sendo que o mesmo em sua grande maioria não tem revertido em benefícios salutares e também no fundamental melhoramento da Qualidade de Vida para nosso sofrido Povo Goiano, desde a chegada do desastroso e tenebroso “Tempo Novo”, onde tradicionais municípios mineradores foram fatalmente atingidos em toda sua essência econômica, hoje com atividades econômicas totalmente fantasmas, aguardando ansiosamente pelo enxergamento da luz no fim do túnel que só será possível através da estratégica materialização da tão aguardada “Agmego” (Agência de Geologia e Mineração do Estado de Goiás).
Caberá assim ao próximo Governo de Ronaldo Caiado trazer nova luz e cristalinidade à este Cenário Adormecido em Berço esplêndido, inovando e providenciado a montagem de novas e estratégicas definições de ações técnicas, administrativas e operacionais voltadas sobretudo à recuperação deste tão importante e vital setor economico que sempre, desde o Brasil Colônia, foi o indutor e redentor da nossa combalida Economia, fazendo com que a antiga pujança da Área Mineral, formatasse e gerasse municípios mineradores, tais como: Goianésia, Crixás, Santa Barbara, Ceres, Sta Rita do Novo Destino, Arenopolis, Caiapônia, Uruaçu, Mineiros, Faina, Mara Rosa, Pilar de Goiás, Guarinos, Catalão, Alto Paraiso, Ouvidor, Chapada, Alto Horizonte, Bom Jardim, Cavalcante, Caldas Novas Rio Quente, Sta Terezinha (Campos Verdes), Aurilândia, Nova Roma, Portelândia, Niquelândia, Barro Alto, Luziânia, Pirenópolis, Aragarças, Cocalzinho, Fazenda Nova, Israelândia, Jaupaci, Goiás Velho, Minaçu, Silvânia, Santa Cruz, Campi Norte, Calcilândia, Corumbá de Goiás, Santa Fé, Jussara, Iporá, Montes Claros de Goiás, Baliza e muitos outros municípios de Norte a Sul e de Leste a Oeste.
O furor produtivo da China, que através do efeito dominó influência o progresso de todo o Mundo Comercial e produtivo principalmente os Emergentes, tais como o México, Índia, Rússia e África do Sul, além das tradicionais economias representadas pelas potências mais ricas do Planeta, fizeram registrar nos últimos anos grandes demandas por produtos minerais em geral, visando a intensificação da busca do Desenvolvimento Econômico Sustentável, fazendo assim com que estoques de minérios provenientes dos principais produtores de “comodittes”, mesmo os mais estratégicos caíssem praticamente a zero, antes da atual crise econômica, sendo que na economia atual já vem se vislumbrando sinais de estar sendo superada. Até as pequenas jazidas e de baixos teores em Minas Gerais, como exemplo, vem sendo paulatinamente exploradas com nobres endereçamentos consumidores, principalmente e cadenciadamente exploradas e explotadas com destino, principalmente ao Dragão Chinês.
As perspectivas de aceleração deste quadro atual no curto prazo são mais ainda relevantes e alvissareiras, para não se dizer assombrosas. Valores agregados à produção da matéria prima mineral visando a exportação, poderiam com grandes chances de sucesso em regiões promissoras, alavancar sustentavelmente a Economia Goiana, fazendo com que Goiás retomasse a dianteira dos Estados que nos tomaram a frente nos últimos 20 anos.
Fonte: DM
Zema promete acelerar processo de licenciamento de mineradoras
Zema promete acelerar processo de licenciamento de mineradoras
O governador eleito Sr. Romeu Zema, estreante na política, em entrevista a imprensa após o resultado das eleições, disse que irá ter como prioridade em seu Governo acelerar o processo de licenciamento ambiental para permitir a operação de novas mineradoras. “Existe casos que as mineradoras aguardam anos para iniciar um novo projeto, isso é um absurdo. Vou fazer que o Estado atrapalhe menos a vida dos empresários e propiciar assim criação de empregos”.
Romeu Zema também disse que cortará em 80% os cargos de confiança, e ele e seu secretariado não receberão salário até que todos servidores estejam recebendo em dia. A secretários estaduais serão indicados por empresas de recursos humanos e depois avaliados pelo Governador eleito para então compor sua equipe.
A notícia que ele apoiará a mineração acelerando seu processo de instalação, licenciamento ambiental e operação foi muito bem recebida pelo setor que já planejam novos investimentos em Minas, segundo engenheiros consultados pelo jornal O ESPETO.
“O processo de licenciamento ambiental brasileiro por muitas vezes torna-se um calvário para as mineradoras, assim travando novos investimentos. Com essa medida o Governador eleito Zema quer acelerar criação de empregos e geração de impostos”. Disse E.C. Santos engenheiro formado pela escola de Minas de Ouro Preto – UFOP.
“Mais um motivo para a região de Mariana e Ouro Preto ficar otimista para a volta da Samarco Mineração, cuja paralização traz muitas consequências negativas. ” Finaliza o engenheiro. O jornal O ESPETO parabeniza o Governador eleito Romeu Zema, que Deus o abençoe e os anjos da guarda guiem seu caminho para que faça uma boa administração em nosso Estado de Minas.
Fonte: Jornal O Espeto
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