terça-feira, 6 de novembro de 2018
Artigo: Já é hora de se preparar para a Black Friday
As promoções da Black Friday começam apenas no fim de Novembro, mas quanto antes de programar para esta data, melhor as chances de fazer bons negócios. As expectativas do mercado são otimistas: de acordo com um levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) 16% dos comerciantes brasileiros pretendem aderir à Black Friday, sendo que um em cada quatro acreditam que as vendas serão melhores do que no ano passado. Já 35% espera um resultado igual e apenas 10% acreditam que as vendas irão cair.
Mas diante de tantas oportunidades é preciso ficar atento para não comprometer as finanças e aproveitar esse tempo para fazer uma boa pesquisa em sites e lojas, tendo assim a certeza de que fará um bom negócio, fugindo das compras por impulso, que no futuro poderão trazer dívidas desnecessárias.
A primeira orientação é listar tudo o que pretende comprar na ocasião, sempre estabelecendo um valor limite que pode gastar. Tenha certeza que esses gastos totais caberão no orçamento, assim você evita contrair dívidas parcelando as compras, desde que tenha o compromisso de arcar com as parcelas durante os meses, é claro.
Faça um diagnóstico da sua situação financeira caso não tenha conseguido poupar para esse período, com isso tem mais chances de comprar de forma consciente e com planejamento, sendo esse um dos pontos fundamentais da educação financeira. Com um foco determinado, nos tornamos menos suscetíveis a fazer as famosas compras por impulso, nos deixando levar pela influência de terceiros ou propagandas.
Para aqueles que já fizeram esse planejamento, conseguiram poupar um dinheiro extra para a ocasião e irão encarar essa verdadeira maratona de compras, é importante ficar atento a algumas questões. A principal delas é uma dose extra de paciência, já que a pressa pode nos levar a adquirir produtos por impulso, sem qualquer pesquisa, o que certamente irá encarecer no fim das contas.
Portanto a melhor saída é pesquisar e se planejar, utilizando a facilidade da internet para comparar os preços em vários sites. Além disso faça uma autocrítica e verifique se realmente precisa de determinado produto ou serviço nesse momento. Lembre-se de comprar com consciência, pois assim terá muito mais sustentabilidade financeira para poder comprar o ano inteiro sem comprometer as finanças.
Fonte: ADVFN
Confira as principais escolhas da Spinelli para a primeira semana de novembro
A equipe de análise da corretora Spinelli divulgou nesta segunda-feira, 05, um relatório com as suas principais indicações de ativos para a primeira semana de novembro.
Durante o mês anterior, a Carteira Semanal da Spinelli apresentou desempenho de 4,1% superior ao principal índice brasileiro, o Ibovespa. Enquanto o índice finalizou o período em 10,2%, o portfólio semanal obteve desempenho de 14,3%.
Para a semana do dia 05/11, a corretora indica os ativos da Eletrobras (ELET6), Itaúsa (ITSA4), M. Dias Branco (MDIA3), Alpargatas (ALPA4) e Odontoprev (ODPV3).
Petrobras cai após apresentar lucro de R$ 6,64 bilhões
Petrobras cai após apresentar lucro de R$ 6,64 bilhões
Investing.com Brasil - 06/11/2018 -
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Por Investing.com – Na abertura da sessão desta terça-feira na bolsa paulista, as ações da Petrobras (PETR4) operam em queda de 2,81% a R$ 27,37, em dia que já é negativo para o mercado brasileiro de ações. A estatal teve lucro líquido de R$ 6,64 bilhões, queda de 34 por cento na comparação com o segundo trimestre, mas um forte aumento em relação aos 266 milhões de reais registrados no mesmo período de 2017.
A Mirae Asset destaca que o endividamento líquido da companhia chegou a R$ 292 bilhões no fim de setembro, alta de 4% ante o endividamento do fim de 2017, de R$ 281 bilhões, devido à depreciação do real em relação ao dólar. Já o endividamento total ao fim de setembro era de R$ 353 bilhões, queda de 2% ante aos R$ 361 bilhões do fim de 2017.
Para os analistas, com isso, a alavancagem medida pela relação entre dívida líquida e o Ebitda chegou a 2,96 vezes, ante 3,23x no fim de junho e 3,67x em dezembro de 2017. A meta da estatal é atingir uma alavancagem inferior a 2,5x até o fim de 2018.
Além disso, o conselho de administração da Petrobras aprovou a distribuição de R$ 1,3 bilhão, ou R$ 0,10 por ação, em remuneração para os acionistas sob a forma de juros sobre capital próprio, Para a Mirae, o resultado foi bom e em linha com o esperado, mantendo a recomendação de compra, com upside de 1%.
Segundo a XP Reserach, o fato dos números apresentados terem ficado abaixo do que era esperado pela equipe de analistas, eles refletiram os maiores gastos com importações de diesel e menores receitas com exportação devido à menor produção de petróleo, além de efeitos não recorrentes, como o recentemente anunciado acordo de R$ 3,5 bilhões com o Departamento de Justiça dos EUA.
Mesmo assim, eles entendem que os números não apresentam o real potencial da estatal, sendo que o trimestre ainda não refletiu um cenário de operações normalizadas para a Petrobras.
Diante desse cenário, a recomendação segue de compra para as ações da Petrobras, com preços-alvo de R$ 33,00 para as ações PETR4 e de R$ 32,00 para os ativos PETR3 (SA:PETR3).
Balanço
A Petrobras destaca que o resultado poderia ter sido melhor não fossem os acordos firmados com o governo dos EUA, para encerramento das investigações dos casos de corrupção, que tiveram impacto negativo de R$ 3,5 bilhões. Excluindo-se os acordos com autoridades norte-americanas, bem como os efeitos do acordo da Class Action, o lucro líquido teria sido de 10,3 bilhões de reais, disse a petroleira.
O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) ajustado somou 29,856 bilhões de reais no terceiro trimestre, queda de 1 por cento ante o segundo trimestre, mas um forte aumento de 55,3 por cento ante o mesmo período do ano passado.
O lucro operacional atingiu cerca de 17 bilhões de reais, aumento de 2 por cento ante o segundo trimestre, mas mais que o dobro dos 7,8 bilhões do mesmo período do ano passado. O resultado “reflete as maiores margens de derivados no mercado interno, em função dos maiores preços de realização, em linha com o aumento das cotações das commodities no mercado internacional, e o aumento da demanda de diesel com ganhos de market-share”, disse a estatal.
Por outro lado, “a menor produção de petróleo acarretou a queda das exportações de petróleo, e o aumento do volume de vendas no mercado interno, associado à menor carga processada, contribuiu para o aumento dos gastos com importações, principalmente diesel”, complementou a Petrobras.
Fonte: MONEY TIMES
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