sábado, 10 de novembro de 2018

Fundo Verde: “Há espaço para um otimismo crescente”

Fundo Verde: “Há espaço para um otimismo crescente”

 - 09/11/2018 - 17:07
O Fundo Verde acredita que ainda há espaço para um “otimismo crescente” após a eleição de Jair Bolsonaro para a Presidência da República, explica a gestora de Luis Stuhlberger em seu relatório mensal.  “O importante a discutir agora é o cenário prospectivo. E aqui vemos ainda espaço para otimismo crescente. Conforme a obsessão política se esvaia nos próximos meses, acreditamos que os analistas voltarão suas atenções para a melhora subjacente da economia”, destaca o texto.
De acordo com a análise, os sinais têm sido sistematicamente positivos, com crescimento econômico em consistente aceleração, demonstrando surpreendente resiliência ao choque da greve dos caminhoneiros.
“Vemos espaço para uma gradual realavancagem da economia brasileira, que passou por quase quatro anos de brutal desalavancagem, e tal estímulo do canal de crédito deve servir para reforçar a trajetória positiva. Em grande medida, tal crescimento, especialmente nos próximos dezoito meses, não depende da política – basta não atrapalhar”, pontua o Verde.
No médio prazo, a extensão e magnitude do ciclo será determinada pela capacidade do novo governo de endereçar os profundos problemas fiscais do país. “Nos preços atuais, ainda não se faz necessário ter uma forte visão desse componente. Mais à frente, tal debate se tornará mais relevante”, explica a análise.
O fundo mantém aproximadamente 15% de exposição à bolsa brasileira, além de posições em juro real na parte intermediária da curva. Além disso carrega, embora em tamanho um pouco reduzido, posições tomadas em juros americanos.
Fonte: MONEY TIMES

Análise - IBOV, WINZ18, WDOZ18, PETR4, VALE3, BBDC4, USIM5 e ELET3 | 9.1...

EUA: Índice Dow Jones cai 0,77%

EUA: Índice Dow Jones cai 0,77%

Investing.com Brasil - 09/11/2018 - 19:37
Por Investing.com – As ações fecharam em queda no pregão de sexta-feira, com perdas nos setores de TecnologiaMateriais básicos e Industriais, levando as ações a uma baixa.
No encerramento em Nova York, o Índice Dow Jones Industrial Average recuou 0,77%, enquanto o Índice S&P 500 caiu 0,92%, e o Índice NASDAQ Composite perdeu 1,65%.
O melhor desempenho da sessão no Índice Dow Jones Industrial Average veio das ações da Walt Disney Company (DIS), que subiram 1,72%, o que corresponde a 2,00 pontos, sendo negociadas a 118,00 no fechamento do pregão. Enquanto isso, as ações da Procter & Gamble Company (PG) adicionaram 1,15%, ou 1,05 pontos, terminando o dia em 92,41, e as da Pfizer Inc (PFE), que avançaram 0,98%, ou 0,43 pontos, no final das operações com 44,28.
O pior desempenho da sessão foi das ações da Goldman Sachs Group Inc (GS), que caiu 3,89% ou 9,00 pontos, com os papéis sendo negociados a 222,65 em seu fechamento. Caterpillar Inc (CAT) recuou 3,41%, ou 4,48 pontos, terminando em 126,91, e Cisco Systems Inc (CSCO) diminuiu 2,75%, ou 1,33 pontos, para 47,11.
Já as principais empresas que tiveram o melhor desempenho no índice S&P 500 foram Monster Beverage Corp (MNST), cujas ações subiram 4,99%, para 56,84, Colgate-Palmolive Company (CL) subiu 4,76% para terminar em 63,80, e Range Resources Corporation (RRC), que ganhou 3,75% para encerrar em 17,70.
Os piores desempenhos vieram de Pacific Gas & Electric Co (PCG), que recuou 16,49% para 39,92 no final das operações. Em seguida, a empresa Activision Blizzard Inc (ATVI), que perdeu 12,39% e terminou em 55,01, e, por fim, a Edison International (EIX) que encerrou com recuo de 12,12%, para 61,00 no fechamento.
Já as principais empresas que tiveram o melhor desempenho no índice NASDAQ Composite foram Novelion Therapeutics Inc (NVLN), cujas ações subiram 36,80%, para 1,710, Twist Bioscience Corp (TWST) subiu 31,58% para terminar em 25,00, e Pro-Dex Inc (PDEX), que ganhou 29,84% para encerrar em 12,075.
Os piores desempenhos vieram de Moneygram Int (MGI), que recuou 49,22% para 2,27 no final das operações. Em seguida, a empresa InnerWorkings Inc (INWK), que perdeu 39,77% e terminou em 4,24, e, por fim, a Apollo Endosurgery Inc (APEN) que encerrou com recuo de 33,72%, para 3,9500 no fechamento.
As ações em queda superaram os papéis com resultados positivos na Bolsa de valores de Nova York com uma diferença de 2092 a 959, enquanto 101 terminaram sem alterações; já na NASDAQ, 1980 caíram contra 671 que avançaram, enquanto 72 encerraram a sessão sem alterações.
As ações da Activision Blizzard Inc (ATVI) recuaram, alcançando seu mínimo de 52 semanas; caindo 12,39%, ou 7,78, para 55,01. As ações da Moneygram Int (MGI) recuaram, alcançando seu mínimo histórico; diminuindo 49,22%, ou 2,20, para 2,27. As ações da Twist Bioscience Corp (TWST) avançaram, alcançando seu máximo histórico; subindo 31,58%, ou 6,00, para 25,00. As ações da InnerWorkings Inc (INWK) recuaram, alcançando seu mínimo de 5 anos; perdendo 39,77%, ou 2,80, para 4,24. As ações da Apollo Endosurgery Inc (APEN) recuaram, alcançando seu mínimo de 52 semanas; caindo 33,72%, ou 2,0100, para 3,9500.
CBOE Volatility Index, que mede a volatilidade implícita das opções do índice S&P 500, acrescentou 3,83%, para 17.36.
Os contratos futuros de ouro para entrega em dezembro, caíram 1,33%, ou 16,30, para $1.209,90 por onça troy. Em outras commodities, petróleo para entrega em dezembro, recuou 1,37%, ou 0,83, para atingir $59,84 por barril, enquanto os futuros de petróleo brent para entrega em janeiro, recuaram 1,40%, ou 0,99, negociados a $69,66 por barril.
O par EUR/USD retrocedeu 0,25% para 1,1336, enquanto o par USD/JPY recuou 0,23%, para 113,80.
Fonte: MONEY TIMES

Brasilianas: Projeto Grafeno agrega valor à indústria da mineração

Brasilianas: Projeto Grafeno agrega valor à indústria da mineração


No mercado internacional, grafite é comercializado a US$ 1,2 o quilo, transformado em grafeno salta para US$ 150 o grama. Projeto para aumentar plataforma de produção é destaque no Fórum Brasilianas-Cemig 
 
Reprodução

Jornal GGN - Quem diria que daquela velha e conhecida ponta de lápis preto, companheiro inseparável de estudantes de todas as idades, poderia surgir um produto tão especial, resultante da transformação do grafite em grafeno, a partir de uma ciência que conquistou o século 21: a nanotecnologia? Nesse aspecto, o conhecimento (know How) de Minas Gerais avança, principalmente porque este é o estado que detém a terceira maior reserva mundial mineral do produto, é o maior produtor do país e acaba de fazer descobertas importantes com o Projeto MG Grafeno: a produção de grafeno a partir de grafite natural por esfoliação química.
 
Para se ter uma ideia, na escala nano, uma formiga tem 10 milhões nm; um fio de cabelo, 50 mil nm. Mas o grafeno é ainda menor, com diâmetro 50 mil vezes menor que o de um fio de cabelo, e 2 milhões de vezes menor que o de uma minhoca.  Assim, em busca de parceiros para a comercialização da ciência aplicada, o Projeto Grafeno foi a estrela do fórum Brasilianas “Polos tecnológicos de Minas Gerais”, realizado em Santa Rita do Sapucaí (MG), na última terça-feira (06), em parceria com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e o apoio do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel).
 
O projeto foi apresentado pelo professor Luiz Gustavo Cançado, um dos coordenadores do programa e atual Chefe do Departamento de Física da UFMG.
 
Com o trabalho de obstinados pesquisadores, professores e alunos no departamento de Física, juntamente com o Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear (CDTN), os resultados obtidos já incluem capacidade instalada na planta piloto atual para produção de 150 kg/ano, com 10% de taxa de conversão do grafite em grafeno, o que é muito quando se fala em nanotecnologia, partículas visíveis em microscópios especiais.
 
A pesquisa a partir do grafite, extraído do Norte de Minas e do Sul da Bahia, é uma prova de que, quando a teoria e a prática se alinham, o salto tecnológico é a reação natural, com resultados a serem comemorados. O grafite, matéria-prima, tem preço baixo no mercado internacional: US$ 1,2 o quilo. Quando transformado em grafeno, salta para US$ 150, o grama. Então, a matemática é óbvia a favor de agregar valor ao produto, quando se faz as contas. Ganhar mais no futuro e apostar em sustentabilidade, preservando bem mais do que se gasta, e ganhando muito mais, mesmo em escala nano.
 
O mercado alvo do grafeno inclui segmentos diversos, como construção civil, tintas, baterias (aumento da capacidade de carga sem aquecer), condutores que reduzem temperatura de processadores e placas fotovoltaicas, um futuro que se descortina para a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), patrocinadora do evento.
 
O investimento da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig/Codemge) no projeto é de R$ 21,3 milhões, dos quais R$ 18 milhões já foram aplicados. Agora, é encontrar empresas que queiram comprar a ideia para aplicações nos diversos segmentos produtivos, e aumentar a qualidade de produtos nos mercados nacional e internacional. O desafio é: como transformar as respostas de sucesso da pesquisa em negócios?
 
O grafeno produzido nos laboratórios da UFMG permite oferecer ao mercado três produtos principais: Grafeno A – aplicações sensores, supercapacitores, refratários, têxteis condutores; Grafeno B – aplicações em termoplásticos, compósitos (resistência mecânica e condutividade), revestimentos. E o Grafeno C, que são lacas de grafite com dimensão manométrica – aplicações em peças metálicas sinterizadas, lubrificantes; plásticos; baterias chumbo-ácido.
 
Foram mapeadas 98 empresas, dos principais países potenciais compradores, Estados Unidos (EUA), China, Reino Unido, Canadá e Alemanha que, basicamente, utilizam 14 produtos à base de grafeno no mercado de tintas, baterias, filamento de impressão 3D e equipamentos esportivos. Além disso, mais de 20 mil registros de documentos de patentes relacionados a grafeno, dentre aplicações e formas de fabricação.
 
De dentro da UFMG
 
A produção de grafeno customizados em base aquosa já é uma realidade em Minas Gerais. A pesquisa é produzida na UFMG e tem na coordenação os professores doutores Adelina Pinheiro, Clascídia Furtado, Daniel Elias, Flávio Plentz, além do palestrante do Fórum Brasilianas, Luiz Gustavo Cançado. A equipe que reúne 51 Pessoas e 20 Doutores.
 
Se o aquecimento das placas fotovoltaicas para produção de energia ainda é um desafio, pode ser que uma grafeno solução a partir do grafeno esteja a caminho, o que despertou o interesse dos representantes da Cemig presentes no auditório do Inatel, onde foi realizado o evento. Com a impressão 3D que o grafeno potencializa, quem sabe, no futuro, muitos produtos e parte dessas placas possam até mesmo ser impressas em casa?
 

Fonte: Jornal GGN

BHP cumprirá compromissos contratuais apesar de descarrilamento de trem, diz CEO


BHP cumprirá compromissos contratuais apesar de descarrilamento de trem, diz CEO



A BHP Billiton cumprirá os seus compromissos com clientes de minério de ferro, apesar da interrupção na oferta depois que um trem carregando a commodity descarrilou na Austrália, disse o presidente-executivo Andrew Mackenzie nesta quinta-feira.
A mineradora suspendeu as suas operações ferroviárias depois do incidente na segunda-feira, que deixou uma locomotiva e vagões virados a quase 120 quilômetros da plataforma de exportação de minério de ferro australiana no Porto de Hedland. Questionado sobre se a BHP invocaria força maior, Mackenzie disse à mídia depois da reunião geral anual da empresa no sul da Austrália que ele não espera que a mineradora decepcione nenhum de seus clientes.
“Nós teremos capacidade de fornecer aos nossos clientes como fomos contratados para”, disse Mackenzie. Força maior é uma cláusula de contrato que permite que qualquer uma das partes não cumpra os termos acertados se for afetada por um evento extraordinário ou circunstâncias fora do seu controle. A BHP disse nesta semana que usaria os estoques no Porto de Hedland para manter as suas operações portuárias, mas que as reservas não deveriam cobrir o período completo da interrupção. “Nós temos cerca de 130 pessoas trabalhando dia e noite para consertar isso”, disse o executivo.
Fonte: Reuters