segunda-feira, 12 de novembro de 2018

O Grito que Agoniza a Amazônia: Bamburrei!


A Amazônia é a maior bacia hidrográfica da terra, revestida pela maior floresta tropical do mundo, com imensa riqueza natural. Em decorrência, tem sido objeto de discussões e questionamentos internacionais de conteúdo geopolítico, sob a alegação de que a sua preservação é indispensável para o equilíbrio climático da terra e que sua biodiversidade deve ser colocada à disposição de todos os povos. Deste total, cerca de 85% situa-se em território brasileiro, com mais de cinco milhões de quilômetros quadrados, aproximadamente 61% da área do País, e ocupa os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, além de parte de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão. Para exemplificar a magnitude desta área, considerando apenas a Amazônia brasileira, sua extensão é sete vezes maior que a da França e corresponde a soma de 32 países da Europa Ocidental.
Estudos apontam que, nada menos do que 1,4 milhão km² têm como rotineira a presença de ouro secundário, isto é, ouro acumulado superficialmente em aluviões, depois de removidos das rochas matrizes, ou depósitos primários, pelos agentes intempéricos.De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), em 1986, calculou-se que se poderia extrair desses depósitos secundários mais de 15.000 toneladas de ouro puro, que na época equivaliam a 32% das reservas medidas do planeta. Os escudos encerram, também, a quarta maior reserva de cassiterita do planeta, a quinta de minério de ferro, além de diamante, lítio, manganês, molibdênio, tungstênio, zinco, zircônio e minerais radioativos, particularmente o tório. Mas não são apenas as formações dos escudos que acumulam os metais. Ao norte de Manaus, o Granito Mapuera, que ocupa área equivalente a 150.000 km², disposta paralelamente à margem esquerda do Amazonas, desde o Rio Negro até o Rio Jari, revelou o maior depósito primário de cassiterita do País, a mina de Pitinga, responsável por metade da produção nacional desse mineral de estanho. As rochas da mina de Pitinga são também hospedeiras de ouro, nióbio, tântalo, zircônio, terras raras, em particular ítrio, e criolita, um composto de flúor usado como fundente na eletrólise do alumínio.
A utilização dos recursos da Amazônia constitui num autêntico desafio, quer por suas condições peculiares, quer pela heterogeneidade de seus ecossistemas. Dessa forma, todo esse potencial natural desperta grande interesse internacional,  que dependem e não dispõem destes recursos, que adotam a estratégia retórica de desqualificar a capacidade dos países amazônicos em gerir tão importante reserva de recursos, de modo a defender a intervenção cada vez maior de atores externos à região, desafiando o basilar princípio da soberania territorial nas relações internacionais.
Na história do Brasil, uma clara relação entre o extrativismo e a colonização era observada no passado. Muitas vilas foram formadas como resultado da extração do ouro e a diversificação econômica foi uma consequência natural de uma sociedade organizada. Nos anos 1970 e 1980, o governo brasileiro adotou a política de colonização da Amazônia, onde foram criados vários pólos de expansão agrícola para exploração dos recursos naturais (ex: látex, castanha do Pará, agropecuária). A falta de assistência técnica rural associada à pobreza de nutrientes dos solos resultou em dramáticos prejuízos para aqueles que se aventuraram a sair do sul do país.
Associando-se o alto preço do ouro com a falta de perspectiva econômica das sociedades rurais, a exploração mineral tornou-se uma atividade extremamente atrativa para um esquadrão de brasileiros desprivilegiados. Neste contexto, a garimpagem também tinha conotação positiva de ocupação territorial e era incentivada pelo governo militar como uma forma de estabelecer núcleos de colonização na Amazônia. Somente em meados dos anos 80, com a onda ambientalista que atingiu o mundo, a garimpagem passou a ser uma atividade marginal, sendo alvo de críticas e animosidade pelas elites nacionais e internacionais.
A exploração do ouro na Amazônia teve inicio significativo, na região do Rio Tapajós no Pará, no final da década de 1950. A partir do rio adentraram-se os igarapés navegáveis em busca de aluviões auríferos, inúmeros garimpos foram abertos e as atividades garimpeiras sempre tiveram suas atividades na informalidade sem registro ou controle governamental. Os garimpos na Amazônia tiveram seu apogeu na década de 1980, com o surgimento de Serra Pelada.
É reconhecido que a moderna corrida ao ouro na Amazônia foi intensificada pela descoberta de Serra Pelada, em janeiro de 1980. A partir de Serra Pelada os garimpeiros se espalharam pela Amazônia e em 1989, mais de um milhão de garimpeiros trabalhavam na Amazônia Brasileira em pelo menos dois mil garimpos. Existe uma ampla lista de razões pela qual um indivíduo se torna mineiro artesanal. Para muitos, a atração pelo ouro e a possibilidade de ficar rico rapidamente é o motivo mais forte.
A garimpagem é uma atividade extrativa mineral, que usa de técnicas rudimentares. A maioria dos garimpos que existem na região buscam, especialmente, ouro e diamante. As grandes áreas de concentração de jazidas se encontram no Pará, o vale do rio Tapajós; em Rondônia, o vale do rio Madeira; no Tocantins, rio Tocantins. É bom ressaltar que na Serra Pela (Pará), ainda existe essa atividade.
O garimpo não gera somente riqueza, pelo contrário, ocasiona uma série de problemas para a região, muitos deles de caráter social. Isso em virtude da baixa qualidade de vida dos trabalhadores do garimpo, que vivem em pequenos povoados sem qualquer tipo de infraestrutura (água tratada, esgoto, saúde, escolas, entre outros). Eles também desestabilizam a paz, pois invadem terras indevidas, como reservas do Estado e indígenas, muitas vezes, na base de confrontos.
Fonte:O Liberal

domingo, 11 de novembro de 2018

Vai explodir TUDO no próximo pregão

12 das pedras preciosas mais raras (e caras) do mundo

Desde os tempos mais remotos, as pedras preciosas têm nos fascinado. Garimpeiros arriscam suas vidas para as trazer à luz do dia, lapidários e levam horas a dar-lhes forma e compradores gastam milhões para as adquirir! Pedras preciosas como o diamante, o rubi e a esmeralda são muito conhecidas mas existem várias pedras que são muito mais valiosas e raras...

1. Alexandrita

alexandrita
Imagem: GNU Free Documentation License
A alexandrita recebeu seu nome do czar Alexandre II, porque foi encontrada pela primeira vez na Rússia. Essa pedra preciosa tem uma caraterística muito estranha: debaixo da luz do sol tem cor esverdeada mas debaixo de luz elétrica tem cor avermelhada! Mas sua cor não muda se você mudar o ângulo da luz.

2. Tanzanita

tanzanita
Imagem de: Didier Descouens
Como o nome indica, a tanzanita somente pode ser encontrada perto do monte Quilimanjaro, na Tanzânia. Como não pode ser encontrada em nenhuma outra região do mundo, é uma pedra muito rara, com um preço de mercado extremamente alto. A tanzanita tem um tom azul muito bonito mas também pode mudar de cor, de acordo com a luz a que está exposta.

3. Benitoíte

benitoíte
Imagem de: Rob Lavinsky, iRocks.com – CC-BY-SA-3.0
A benitoíte é um dos símbolos do estado de Califórnia, nos Estados Unidos da América. Até agora, ela somente foi encontrada em uma mina da Califórnia e em quantidades ínfimas no Japão. O grande distintivo da benitoíte é sua cor azul que, debaixo de luz ultravioleta, se torna fluorescente.

4. Opala negra

opala negra
Imagem de: Daniel Mekis
A opala é uma pedra bastante rara, que pode ser encontrada em dois lugares do mundo: Brasil na cidade de PedroII no Piaiu e na Austrália. Algumas fábricas até criam opalas sintéticas. Mas a opala normalmente é branca(Nobre) ou amarelada, refletindo várias cores. A opala negra é incrivelmente rara, por causa da combinação de cristais que lhe dão a cor. Ela somente pode ser encontrada em uma região da Austrália.

5. Larimar

larimar
Essa pedra da cor do mar somente pode ser encontrada no Caribe, na República Dominicana. Larimar foi encontrada pela primeira vez na praia. Para criar o nome, o homem que descobriu a pedra juntou o nome da filha, Larissa, à palavra “mar” e inventou Larimar.

6. Berilo vermelho

berilo vermelho
Imagem de: Rob Lavinsky, iRocks.com – CC-BY-SA-3.0
O berilo pode ser transparente ou ter várias cores diferentes. O tipo de berilo mais conhecido é o berilo verde, chamado de esmeralda. Por isso, o berilo vermelho também é conhecido como esmeralda vermelha. O berilo vermelho é extremamente raro e normalmente vem em tamanho muito pequeno.

7. Painita

painita
Imagem de: Rob Lavinsky, iRocks.com – CC-BY-SA-3.0
Até muito recentemente, a painita era sem dúvida a pedra preciosa mais rara do mundo. Nos últimos anos, algumas minas de painita têm sido encontradas mas, mesmo assim, é uma pedra muito rara. A painita somente pode ser encontrada em Myanmar.

8. Musgravite

musgravite
Imagem de: DonGuennie
Quem procura por musgravite tem de ir para o sul da Austrália, onde apenas foram encontrados alguns exemplos dessa pedra. Além de ser muito rara (e cara), outra curiosidade sobre a musgravite é que ela é prima da taaffeite.

9. Taaffeíte

taaffeite
Imagem de: Rob Lavinsky, iRocks.com – CC-BY-SA-3.0
A taaffeíte tem uma história curiosa. Richard Taaffe, o homem que identificou e deu o nome à pedra, encontrou sua primeira espécie já lapidada. O ourives tinha feito uma identificação errada, assumindo que era uma outra pedra de menos valor. Ao examinar a pedra, Taaffe descobriu que era de uma espécie que ainda não era conhecida. Somente mais tarde foram encontradas minas de taaffeíte no Sri Lanka, na Tnazânia e na China.

10. Jeremejevite

jeremejevite
Imagem de: Rob Lavinsky, iRocks.com – CC-BY-SA-3.0
Para encontrar jeremejevite, é preciso ir para dois dos climas mais extremos do mundo: a desértica Namíbia ou a gélida Sibéria. A jeremejevite é boa para criar joalharia, mas poucos conseguem pagar o preço de uma joia tão cara!

11. Grandidierite

grandidierite
Imagem de: Rob Lavinsky, iRocks.com – CC-BY-SA-3.0
Encontrada na ilha de Madagáscar, a grandidierite é extremamente rara. Essa pedra azul-esverdeada somente foi achada em poucas quantias e tamanhos pequenos. O tipo mais raro de grandidierite é completamente transparente, com apenas um ou dois exemplares.

12. Diamante vermelho

Diamante vermelho
Imagem de: Argyle diamonds
O diamante é muito mais comum do que se pensa e pode ter várias cores. Enquanto o diamante transparente é o tipo mais comum, o diamante vermelho é o mais raro. Existem pouquíssimos diamantes vermelhos e a maioria são muito pequenos. Por causa de sua raridade e da popularidade do diamante, essas pedras são vendidas a preços incrivelmente altos.
Fonte: Seleções

7 Grandes tesouros que até hoje não foram encontrados

Segundo algumas fontes, no mundo há mais de 36 tesouros lendários que ainda estão escondidos em algum lugar do nosso imenso planeta. Cada tesouro tem sua própria história, e até hoje ninguém os encontrou. Veja abaixo algumas histórias curiosas sobre os tesouros perdidos – muitos deles valem bilhões de dólares.

1 – Manuscritos do Mar Morto

Entre 1947 e 1956, nas cavernas de Qumran, Cisjordania, os arqueólogos descobriram cerca de 900 manuscritos judaicos antigos, conhecidos como Manuscritos do Mar Morto. O que mais chamou atenção foi um pergaminho em que havia uma descrição de 64 lugares nas proximidades de Israel, onde tesouros avaliados em 1,2 bilhões de dólares estão escondidos. Porém, as instruções estavam escritas em hebraico antigo e palavras antigas cujo significado era desconhecido dos linguistas. Como resultado, a instrução continua sendo um dos textos mais misteriosos que os cientistas não conseguiram decifrar completamente.

2 – A Fortuna de Lima

O valor dos tesouros soma 200 milhões de dólares. Durante o reinado sobre o império Inca, os espanhóis acumularam muitos tesouros. A maioria deles foi mantida em Lima, Peru. Para manter o tesouro, eles o colocaram em um navio do capitão britânico William Thompson e ordenaram que ele o levasse para a Espanha. Mas a ambição de Thompson foi maior, e ele matou os guardas espanhóis e roubou o tesouro. Mais tarde, quando o navio foi capturado, todo o grupo foi executado, menos Thompson e outro integrante do grupo. Thompson disse que havia escondido o tesouro na Ilha do Coco (perto da Costa Rica) e concordou em mostrar exatamente onde. Mas quando chegaram à costa, Thompson fugiu para a floresta e nunca mais o viram.

3 – Ouro de Montezuma

Em 1519, a capital de Tenochtitlán, cidade asteca, era governada pelo Imperador Montezuma II, quando o conquistador espanhol Hernán Cortés chegou até lá. Os espanhóis estavam muito interessados em ouro, começaram a aterrorizar os habitantes da cidade, e trancaram o governante do local em uma masmorra. Para soltar o governante, eles impuseram uma condição – que os habitantes enchessem a masmorra de Montezuma com ouro até o topo. No entanto, os índios não conseguiram cumprir a exigência totalmente. Cortés executou o governante, deixando o povo indígena revoltado. Como resultado, os espanhóis foram forçados a deixar a cidade e o ouro ficou todo por lá. Um ano depois, quando Cortés retornou com um exército mais forte, o tesouro não estava mais na masmorra. Os índios conseguiram escondê-lo nos arredores e desde então ninguém nunca o encontrou.

4 – Câmara de Âmbar

O valor desse tesouro é de 200 milhões de dólares. Durante a Segunda Guerra Mundial, a Câmara de Âmbar foi desmontada, capturada pelos alemães e enviada para a Alemanha, onde foi colocada no Castelo de Königsberg. Mas, depois que o Exército Vermelho chegou à cidade, os painéis de âmbar foram desmontados novamente, embalados em caixas e levados para um lugar desconhecido. Apenas uma pequena parte dos fragmentos dela foi encontrada e devolvida em 2000. Ainda não se sabe onde estão as partes restantes.

5 – Costa do tesouro

Na Flórida, há uma praia que leva o nome de Costa do Tesouro, porque, de vez em quando, moedas de ouro e várias jóias aparecem misteriosamente na praia. Em 1715, um navio da Marinha Espanhola carregado de ouro afundou. Conseguiram recuperar aproximadamente metade do tesouro, e o restante foi misturado com a areia, resultando na permanência do tesouro às vezes aparecendo na costa. Em setembro de 2013, uma família encontrou uma corrente de ouro no valor de 300 mil dólares, mas teve que entregar 20% desse valor para o governo e outros 40% para a empresa proprietária do litoral.

6 – O Tesouro do Tigre Malaio

O valor desse tesouro é de 40 bilhões de dólares. Em meados da Segunda Guerra Mundial, no Japão, havia uma organização chamada “Golden Leaf”, cuja tarefa era coletar ouro e artefatos valiosos em todo o sudeste da Ásia. O dinheiro recebido servia para financiar o exército japonês. Todo o tesouro foi mantido em um esconderijo na selva filipina, e guardado pelo general Yamashita, também conhecido como o Tigre Malaio. No entanto, a guerra terminou antes que o tesouro fosse transportado para o Japão. Yamashita ordenou dividir os valores em partes e escondê-los em 170 lugares nas Filipinas. Além disso, parte do ouro foi encontrado em minas localizadas em áreas de difícil acesso. Trabalhadores locais e prisioneiros de guerra que participaram do enterro do tesouro foram assassinados, bem como o general, e o tesouro nunca foi encontrado.
O caçador de tesouros Rogelio Roxas encontrou em 1971 um esconderijo na selva perto da cidade de Baguio. Seu grupo conseguiu achar apenas uma parte do tesouro, que incluía uma grande estátua dourada de Buda. Depois de voltar, o caçador de tesouros foi preso e os objetos de valor foram confiscados. Logo ele morreu, sem revelar onde estava um dos esconderijos.

7 – O ouro dos nazistas

Nos últimos meses da guerra, quando a Alemanha estava à beira da derrota, os nazistas decidiram esconder os valores capturados durante a guerra. Existem duas lendas populares sobre onde e como o tesouro desapareceu.  A primeira lenda fala de um trem que transportava vários objetos de valor. A existência do trem e sua carga é confirmada por fotografias, documentos e histórias de oficiais alemães. Acredita-se que o trem pode estar em um dos túneis que fazem parte das rotas subterrâneas que foram construídas durante a guerra. A segunda lenda refere-se a lagos em que os alemães lançaram documentos, artefatos e vários objetos valiosos em 1944. Em 2003, um mergulhador descobriu uma taça de ouro com símbolos nazistas no Lago Chiemsee
Fonte: Bright Side

11 ATRAÇÕES SENSACIONAIS E POUCO CONHECIDAS ESPALHADAS PELO MUNDO

11 Atrações sensacionais e pouco conhecidas espalhadas pelo mundo


Estas são atrações sensacionais espalhadas por países muito visitados no mundo, mas que pouca gente fala ou conhece, o que é uma pena, pois elas realmente merecem uma visita.

1 – Uma ponte que fica suspensa a mais de 150 metros do chão, na China

Se você está procurando mais emoções e aventuras em sua vida, você pode visitar esta atração aérea que é definitivamente feita para você. Localizada em Chongqing, China, esta ponte assusta milhares de turistas todos os anos. Todos andam a uma altura de mais de 152 metros de altura, obviamente, amparados por equipamentos de segurança. Tenha cuidado com seus sapatos! Se você os perder, o seguro não cobre a perda.

2 – Fonte em forma de cabeça e decorada com cristais Swarovski, na Áustria

A fonte, localizada em Innsbruck, na Áustria, foi criada pelo artista austríaco Andre Heller. Dentro da construção fica o Museu Swarovski, que é feito sob a forma de uma grande cabeça coberta com grama. A água flui magnificamente da “boca” da cabeça, e os “olhos” são feitos de cristal Swarovski.

3 – A Fonte Arco-íris da Ponte Banpo, Coreia do Sul

Se você quiser ver uma das mais belas fontes do mundo, você deve visitar a Coreia do Sul, pois lá você encontrará a fonte de ponte mais longa do mundo. Dez mil luzes de LED e 380 jatos de água participam desta atração que emite 190 toneladas de água sob pressão colossal. A água é é tirada diretamente do rio Han, e o espetáculo acontece todos os dias de abril a outubro.

4 – Cavernas Waitomo, Nova Zelândia

Waitomo, que está localizada em uma das maiores ilhas da Nova Zelândia, é famosa por suas impressionantes cavernas de calcário, que não só chamam a atenção por si só, mas são ainda mais especiais devido aos inúmeros vaga-lumes que moram lá, nos labirintos subterrâneos. Milhares de minúsculos insetos emitem luz fosforescente, criando instalações surrealistas.
Se você gostaria de se sentir como se tivesse pisado em alguma terra misteriosa de criaturas mágicas, você definitivamente precisa visitar este lugar.

5 – Fonte de Caribdis, norte da Inglaterra

Segundo a mitologia grega, no mar da Sicília, havia duas sereias chamadas Caribdis e Scylla. Caribdis roubou os bois de Hércules, e Zeus a atingiu com um raio que resultou em um grande vórtice rodopiante que engoliu muitos navios.
Esta história inspirou William Pye a criar uma fonte milagrosa que ele chamou de Caribdis. Neste funil, a água se move em círculo em um cilindro acrílico transparente e forma um vórtice de ar no centro do redemoinho.

6 – Ponte de vidro, na China

A East Taiheng Glass Walk, fica em Hubei, China. Os arquitetos chineses realmente se superaram dessa vez. Esta ponte não é feita apenas de vidro (que já nos dá calafrios), mas também tem um efeito terrível de rachaduras. Então, junto com a sensação de que você está caindo, você também se verá caindo.

7 – Dispositivo para erradicar o mal

Continuando o tema das casas estranhas e fantásticas, esta é a obra mais famosa do inovador artista conceitual, Dennis Oppenheim, apresentada pela primeira vez na Bienal de Veneza em 1997. Device to Root Out Evil (Dispositivo para erradicar o mal ), é uma igreja de 8 metros construída como uma casa da Nova Inglaterra, afundando no chão pelo seu campanário.
É uma escultura muito controversa e viajou muito. Hoje está localizado na Plaza de la Puerta de Santa Catarina, em Palma de Maiorca.

8 – Casas cubo, na Holanda

Você gostaria de mudar completamente sua ideia do que é uma casa? Então você deve visitar as Casas Cubo. O famoso arquiteto Pete Blom projetado essas casas originais em Rotterdam, Holanda, em 1984 e graças ao seu design brilhante e único, tornou-se conhecido em todo o mundo em um curto espaço de tempo.
O que é tão peculiar nessas estruturas de aço com milhares de fãs? O segredo do sucesso do arquiteto holandês é o ângulo do hexágono que ele usa, deixando os cubos girarem a 45 graus.

9 – CN Tower, Canadá

A vista da  CN Tower, em Ontário, no Canadá, é simplesmente deslumbrante. Foi o edifício independente mais alto do mundo entre 1976 e 2007, com uma altura de 553,33 metros. Esta construção é um símbolo da cidade.
Se você adora sentir a adrenalina fluindo em suas veias, não deixe de subir ao ponto mais alto da CN Tower. Você vai ficar sem fôlego!

10 – Jardins de Haw Par Villa, Singapura

Não tenha medo, é apenas uma entrada para um parque temático chamado Jardim do Haw Par Villa, localizado em Singapura. Existem mais de 1000 estátuas e dioramas aqui, entre os quais, é essa máscara gigante Bao Zheng, ou  juiz Bao, o corpo que protege o parque.

11 – Hotel Tianzi Garden, China

Esta imagem verdadeiramente magnífica não é apenas mais uma estátua chinesa. Este é o Son of Heaven Hotel, localizado em Langfang, China.
O design deste fantástico edifício é uma cópia exata dos 3 deuses chineses da sorte: Fu, Lu e Shou, todos feitos de porcelana chinesa. O deus Fu, a figura central do vestido vermelho, simboliza felicidade e sorte; Lu, de pé à direita no vestido verde, é responsável pela prosperidade e riqueza; e o último deus, Shou, é um símbolo de saúde e longevidade.
Fonte: Tudointeressante