segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Benndorf indica 3 ações atrativas para a semana

Benndorf indica 3 ações atrativas para a semana

Gustavo Kahil - 12/11/2018 -
A Benndorf Research publicou a sua carteira recomendada semanal com três ações consideradas “atrativas” para o período, mostra um relatório enviado a clientes nesta segunda-feira (12).
Randon
O analista Victor Benndorf explica que, apesar da volatilidade observada na semana passada, a empresa mantém o viés de alta no curto e longo prazo. A defesa do suporte nos R$ 7,90 mantém o set up de compra com alvo nos R$ 9,50. O “Stop” indicado está a partir dos $7,50.
Tenda
De acordo com a análise, a empresa começa a mostrar uma melhora de momentum após o balanço do terceiro trimestre de 2018. A reversão positiva observada na casa dos R$ 26,00 mantém o canal de alta com recomendação atrativa. “Ainda vemos possibilidade de compras, mais leves após a alta observada, com stop nos R$25,00. O alvo imediato está nos R$ 32 e o secundário nos R$ 34”.
Usiminas
A casa de análise avalia que a empresa seguiu o Ibovespa nos últimos pregões e testou os limites da tendência de alta e controles de risco programados. “A entrada do fluxo comprador na casa dos R$ 9,50 afasta e empresa do stop programado e pode desencadear uma reversão positiva nos próximos pregões”, aponta Benndorf.
Para quem já está posicionado, a recomendação é de manutenção do stop nos R$ 9,40. Para aqueles que não estão posicionados, um sólido rompimento da resistência nos R$ 10,10 confirma o viés positivo e reabre a compra (com alvo nos R$ 11,50 e stop também nos R $9,40).
Fonte: MONEY TIMES

Nova Futura troca 5 ações recomendadas para esta semana

Nova Futura troca 5 ações recomendadas para esta semana

Gustavo Kahil - 12/11/2018 - 
A Nova Futura trocou as cinco ações recomendadas em sua carteira semanal, mostra um relatório enviado a clientes nesta segunda-feira (12).
“Para esta semana, recomendamos novamente a diversificação, priorizando o momento gráfico dos ativos, já
que são papéis que ainda têm potencial de alta”, destacam os analistas Leandro de Checchi e Bruna Sene.
Confira:

Fonte: MONEY TIMES

Minas de Chico Rei

Minas de  Chico Rei

Em Vila Rica – hoje Ouro Preto –, os escravos trabalhavam nas minas de ouro, no garimpo dos rios e “mundéis”. A historiadora Margareth Monteiro explica que mundéis eram depósitos localizados no pé das serras, em pontos estratégicos. Tanques recolhiam a água da chuva que descia das encostas. “Quando o barro assentava, as pepitas ficavam por cima, sendo recolhidas e levadas para a casa de fundição. Um quinto do ouro ia para a coroa portuguesa”, explica. Vila Rica tinha em abundância o raro ouro preto ou podre, que eram as pepitas em forma de seixos rolados, arredondadas e cobertas por uma camada espessa formada por minério de ferro, bauxita e paládio. Por isso mesmo, os olhares de cobiça do mundo se voltaram para a região que mantém um conjunto arquitetônico e monumentos que atraem visitantes de todos os cantos. Ouro de aluvião era o mais fácil de ser garimpado, ficava nas encostas dos rios ou dos mundéis. Por isso, normalmente, não eram levados pela correnteza.


LINHA DO TEMPO

Fim do século 17 – Galanga, futuro Chico Rei, nasce no Congo, onde é monarca, guerreiro e sacerdote do deus Zambi-Apungo
Início do século 18 – Portugueses formam caravanas para ir à África buscar escravos a fim de suprir a demanda de mão de obra na região das minas
Década de 1730 – Navios negreiros saem do Congo em direção ao Brasil transportando famílias inteiras e tribos. Galanga, a mulher Djalô e os filhos Muzinga e Itulo viajam no navio Madalena
1740 – Galanga e Muzinga chegam a Vila Rica, depois de vendidos como escravos no Rio de Janeiro. No Rio, o pai é batizado e recebe o nome de Francisco
1745 –Galanga compra a alforria dele e do filho. Nas festas de Nossa Senhora do Rosário, é coroado rei do congado e se torna conhecido como Chico Rei
1750/1760 – Galanga compra a Mina da Encardideira, onde trabalhou, localizada no Bairro de Antônio Dias, em Vila Rica. O local, redescoberto em 1946, é atualmente conhecido como Mina de Chico Rei
1785 – Escravos constroem a Igreja de Santa Efigênia, no Bairro Alto da Cruz, em Vila Rica, atual Ouro Preto
Fim do século 18 – Chico Rei morre de hepatite, em Vila Rica e seu filho é coroado o novo rei do congado

Fonte:EM

O DIAMANTE


O diamante


Mineral composto somente por carbono, de dureza 10 na Escala de Mohs. É o mais duro dos minerais conhecidos. Geralmente incolor ou preto, mas pode também ocorrer em praticamente qualquer cor, sendo as mais comuns azul, amarelo champanhe, verde.
Como mineral industrial é muito usado em ferramentas de corte: brocas, serras, tupias e como abrasivo, na forma de pó fino, às vezes misturado em pasta. Na joalheria é o mais valioso dos minerais. os critérios usados para se avaliar comercialmente um diamante e outras gemas. É chamando de quando lapidado neste tipo de ‘’lapidação brilhante’’  sendo a que melhor realça seu brilho e a mais valorizada.
Entre as muitas pedras preciosas, o diamante destaca-se por várias razões e tem características que o tornam único, daí se dividir as gemas em dois grupos, diamante e gemas de cor.
A denominação gemas de cor é muito inadequada, porque há diamantes que são bem coloridos (e, com as modernas técnicas de tratamento de gemas eles são cada vez mais comuns) e há muitas gemas que podem ser incolores. Mas, essa divisão está consagrada e é amplamente usada e aceita no meio gemológico, pois a diferença entre o diamante e as demais gemas, como veremos, é muito mais que uma questão de cor.
A importância do diamante é ressaltada também nos manuais de Gemologia. Neles, a descrição das gemas costuma iniciar pelo diamante, vindo a seguir as demais pedras preciosas.
Vejamos, então, quais são as características que tornam o diamante uma gema singular.


Dureza
Estrutura cristalina do diamante


Diferentemente do grafite, o diamante possui uma estrutura cristalina onde cada átomo de carbono se une fortemente, através de ligações covalentes, a quatro átomos de carbono. Isto resulta em uma estrutura muito rígida e muito polarizada, que é a estrutura natural mais rígida que existe.
Além da dureza, o empacotamento dos átomos no diamante é de tal ordem que aumenta a densidade do mineral. Notar na figura que a distância interatômica entre os átomos de carbono no diamante é 0,15nm. No grafite esta distância é 0,67 nm



A substância mais dura que se conhece é o diamante. Ele tem dureza 10 na Escala de Mohs, que vai de 1 a 10. O rubi e a safira têm dureza 9, mas o diamante é, na verdade, 150 vezes mais duro que eles.
Isso tem a vantagem de permitir um excelente polimento, mas traz uma desvantagem: é bem mais difícil serrar, facetar e polir um diamante do que qualquer outra gema.
Como nada é mais duro que ele, para polir o diamante é preciso usar pó do próprio diamante e contar com o conhecimento de um lapidador especializado (que, aliás, tem um nome especial, polidor de diamantes).



Aproveitamento integral
Em matéria de diamante, nada se perde. Mesmo as pedras de qualidade muito ruim são muito úteis e valiosas, pois podem ser empregadas em ferramentas de corte ou perfuração. E até mesmo o pó do diamante tem valor, pois, como vimos, ele é usado para polir o próprio diamante.


Cor
Como regra, quanto mais escura a cor de uma gema, mais valiosa ela é. Acontece, porém, que 99,9% dos diamantes são incolores ou levemente amarelados. Com isso, quanto menos cor o diamante tiver, mais valioso ele será, a menos que tenha uma cor bem definida ,caso em que o preço poderá ser altíssimo.
É por isso que a classificação de diamantes lapidados adotada e recomendada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) possui as categorias absolutamente incolor, excepcionalmente incolor, nitidamente incolor e aparentemente
incolor.

  Lapidação
lapidação brilhante ou  diamante
Lapidação brilhante
O processo - que, além de aperfeiçoar o formato doação de diamantesdiamante, serve para poli-lo - é feito de maneira artesanal. A qualidade da lapidação não  apenas é fundamental para determinar o valor de uma jóia, como dá brilho e beleza à pedra. Cconhece na natureza, lapidá-lo não é moleza - sem contar o alto risco de estragar a caríomo o diamante é o material mais duro que se ssima pedra. "Quase sempre os lapidários a quem se confiam pedras maiores têm mais de 50 anos de idade. Isso porque leva muito tempo para aprender todos os macda Brasil Comércio de Diamantes. Há duas formas de cortar o diamante brutoetes do processo", afirma o lapidário Renato Santos, presidente
: na clivagem, o método mais comum, o diamante é partido com um rápido golpe. Em algumas pedras, porém, essa técnica não funciona. Usa-se, então, a serragem, processo longo e tedioso, feito com uma serra elétrica rotatória ou, mais recentemente, com raios laser. Depois do corte, vem a etapa do bloqueamento, em que o diamante é raspado em outro até que se aproxime do formato desejado. As facetas (como são chamadas as várias pequenas faces de um diamante) são feitas na etapa seguinte, chamada de abrilhantamento. A pedra é encaixada na ponta de uma vareta chamada dop e pressionada contra um disco giratório forrado de pó de diamante. O processo lembra um pouco o de uma agulha riscando um disco de vinil na vitrola. Em geral, os brilhantes pequenos são lapidados em um único dia. Já nas pedras grandes (acima de 20 gramas) esse trabalho pode levar até mais de um ano!

Fonte: CPRM

Metal, minerais e rochas

Descubra a diferença entre minério,
Metal, minerais e rochas

O que diferencia um minério de um mineral? Todo metal é minério? O minério é uma rocha? Por vezes, podem surgir algumas dúvidas quanto à mineração, principalmente pelo caráter complexo do negócio. Afinal, o minério é vendido diretamente para outras empresas e chega ao consumidor já no produto final, como celulares, computadores e carros.
Confira a diferença entre quatro termos relacionados à mineração que podem ser facilmente confundidos.
Minerais
Mineral é um corpo natural sólido e cristalino formado em resultado da interação de processos físico-químicos em ambientes geológicos. Cada mineral é classificado e denominado não apenas com base na sua composição química, mas também na estrutura cristalina dos materiais que o compõem. Para descobrir a composição de um mineral, é feita uma análise química e física, que determina as proporções relativas dos diferentes elementos químicos daquele mineral e a sua estrutura cristalina (por exemplo quartzo, pirita, hematita etc).
Rocha
As rochas são agregados de um ou mais minerais. Desta forma, pode-se afirmar que todas as rochas são constituídas de minerais. É possível descobrir do que elas são feitas por meio da análise de sua composição química ou da composição mineralógica. Essa última expressa as diferentes proporções dos minerais que constituem a rocha.
Minério
É um agregado de minerais rico em um determinado mineral ou elemento químico que é economicamente e tecnologicamente viável para extração (mineração). O cobre, por exemplo, acontece naturalmente em alguns tipos de rochas, mas só é possível tornar-se um minério quando se concentra em quantidades elevadas e é possível de ser extraído da natureza.
Metais
São elementos extraídos de alguns minérios encontrados em solos e rochas – o ferro e o cobre são recolhidos dos minérios já na forma adequada para serem utilizados; o aço e o bronze, por outro lado, precisam ser associados a outras substâncias. Os metais podem ser separados em dois grupos: os ferrosos (compostos por ferro), como ferro e aço, e os não-ferrosos, como alumínio, cobre e metais pesados (chumbo, níquel, zinco e mercúrio).
Fonte: Vale