segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Por que o Grafeno em Breve Dominará o Mundo

Por que o Grafeno em Breve Dominará o Mundo

O que é grafeno? Para que ele é usado? Será que isso realmente ajuda as pessoas a obter combustível do nada? A coisa mais surpreendente sobre este semimetal do futuro é o fato de você poder produzi-lo em sua sala de estar!
RESUMO:
– O grafeno não é uma substância única ou rara. Na verdade, ele tem a mesma estrutura de carbono que o grafite que você usa todos os dias quando desenha ou escreve com um lápis! Mas, ao mesmo tempo, em 0,7 milímetro de grafite, existem cerca de 3 milhões de camadas de grafeno!
– O Dr. Konstantin Novoselov e o Professor André Geim descobriram esse material maravilhoso em 2004, na Universidade de Manchester. Eles estavam examinando a eficácia do grafite como um transistor. A história diz que o grafeno apareceu graças à fita adesiva!
– O grafeno costumava ser incrivelmente caro de fabricar. Custava US$ 1.100 para produzir grafeno suficiente para cobrir a cabeça de um alfinete. No entanto, já no final de 2015, você podia comprar 10 g de grafeno por US$ 1.000.
– O grafeno é incrivelmente elástico. Ele pode esticar até 25% do seu comprimento! Esse material também é muito rígido. Na verdade, é o material mais duro já conhecido – mais ainda que os diamantes.
– Mais uma coisa impressionante sobre o grafeno é a sua relação com a eletricidade. Esse material transporta a eletricidade com mais rapidez, precisão e eficiência do que qualquer outro material conhecido.
– O grafeno pode ser a resposta para a crise de água que muitos países estão enfrentando. Se fizermos membranas a partir do grafeno, elas poderão deixar passar a água enquanto filtram o sal ao mesmo tempo.
– Uma camada de grafeno é inacreditavelmente forte. Você consegue imaginar o que poderíamos obter com 2 camadas desse material? Nada menos que uma armadura surpreendentemente forte.
– Se os produtores começarem a usar o grafeno na fabricação de gadgets, poderemos ter smartphones que podem ser dobrados em qualquer direção.
– O grafeno também pode ser usado na indústria da beleza. Será a alternativa perfeita para os corantes capilares atuais, dos quais a maioria ainda é tóxica e prejudicial aos cabelos.
– Bem, você pode potencialmente fazer grafeno em casa, desde que tenha tempo e paciência suficientes.
Inscreva-se em Incrível: https://goo.gl/ZHFt2x
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Fonte: Xiste


Cresce número de barragens sob risco de ruptura no país


Cresce número de barragens sob risco de ruptura no país



Ao menos 45 barragens do Brasil estão vulneráveis e podem apresentar risco de rompimento. Os números são de relatório da ANA (Agência Nacional de Águas), que considera dados de 2017. No levantamento publicado no ano passado, que se baseou em dados de 2016, os reservatórios preocupantes eram 25. A maioria das barragens classificadas como vulneráveis estão no Nordeste, especialmente na Bahia e em Alagoas, e mais da metade (25) são de responsabilidade do poder público. Nove já eram consideradas de risco no relatório de 2017, indicando que nada ou muito pouco foi feito para recuperá-las.
Os problemas citados são muitos: rachaduras, infiltrações, buracos, vertedores (que medem a vazão da água) quebrados e falta de documentação que comprove a segurança do reservatório. O balanço da ANA obtido pela Folha é o segundo produzido após o maior desastre ambiental da história recente do país, quando o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), sob responsabilidade da mineradora Samarco, provocou a morte de 19 pessoas e poluiu o rio Doce, em novembro de 2015.
Em anos anteriores, a agência nacional tinha balanços sem a mesma classificação de barragens vulneráveis. No relatório mais recente, a fiscalização constatou que, em uma barragem de Camaçari, na Bahia, havia árvores e formigueiros comprometendo o equipamento. Já em Santa Bárbara, no Rio Grande do Sul, seriam necessários R$ 10 milhões para corrigir falhas na comporta e em outros componentes da estrutura.
Apesar do aumento de 80% no número de reservatórios considerados vulneráveis, a ANA diz acreditar que os dados são subdimensionados. Isso porque o relatório anual é feito a partir de informações fornecidas pelos órgãos fiscalizadores, e nem todos enviaram relatórios completos da situação.
Muitos ainda nem terminaram de catalogar as barragens sob sua jurisdição, embora o cadastro tenha sido estabelecido por lei de 2010. Em 570 barragens não se sabe nem quem é o responsável -ou o “dono”- do reservatório. O diagnóstico da agência é que, embora se tenha avançado bastante no cadastramento -em 2013 eram 4.437 registradas, contra 24.092 em 2017-, ainda há muito a fazer nesse sentido. Em 76% dos casos não é possível saber se a barragem é submetida à PNSB (Política Nacional de Segurança de Barragens) por falta de informação a respeito do equipamento.
Criada em 2010 por lei federal, a PNSB tem como objetivo garantir padrões de segurança que minimizem acidentes e os efeitos destes no meio ambiente e nas populações vizinhas às barragens. Não são todos os equipamentos, porém, que precisam se adequar ao estabelecido pela lei -o que não significa que outros reservatórios não precisem seguir padrões de segurança e conservação.
Como critério, a PNSB especifica características de altura, capacidade de armazenamento de água, periculosidade dos resíduos e gravidade do dano social e ambiental em caso de rompimento.
Em tese, a fiscalização dos órgãos estaduais e federais -há 41 com potencial fiscalizador, mas só 33 efetivamente fiscalizam os equipamentos- é restrita aos reservatórios que se enquadram nos critérios da PNSB. Mas até para saber se as barragens têm as características estabelecidas pela lei é necessário, muitas vezes, que a equipe vá até o local fazer medições.
Esse trabalho é prejudicado pelo pequeno número de fiscais. Em 2017, havia apenas 154 funcionários para fiscalizar todas as barragens do país -há 4.510 na PNSB-, entre estaduais e federais, e nove estados não fizeram nenhuma ação de fiscalização em todo o ano. Das barragens cadastradas, só 3% foram vistoriadas pelos órgãos fiscalizadores.
A lei não chega a prever punições a quem descumprir as recomendações, mas os estados podem emitir regulações específicas e aplicar multas.
Para Fernanda Laus, que coordenou o relatório da ANA, mais que a equipe reduzida, o que atrapalha é a alta rotatividade dos funcionários.
“O número de fiscalizadores nunca vai ser suficiente, mesmo porque aumentar a equipe de fiscalização aumenta o custo. O gargalo nem seria tanto a quantidade de técnicos que trabalham na fiscalização, mas a rotatividade da equipe. O técnico é treinado, se capacita. Daí com um ou dois anos ele sai. A maioria dos órgãos tem baixos salários. A pessoa procura outras alternativas”, diz.
Laus também critica o que chama de falta de consciência dos empreendedores, os “donos” das barragens. Eles podem ser os proprietários da terra onde estão os reservatórios ou quem explora o equipamento, seja para uso próprio (uma empresa de mineração, por exemplo) ou coletivo (abastecimento de água de uma cidade).
Segundo ela, muitos não investem na manutenção dos equipamentos nem se preocupam com alguns aspectos básicos de segurança.
“Todo mundo que tem barragem tem que ter consciência de mantê-la. Se não tem recursos para isso, não pode ser proprietário. É uma responsabilidade que a pessoa assume. São estruturas necessárias para o desenvolvimento de sociedades, mas podem, sim, causar acidentes, mesmo as pequenas”, afirma Laus.
Em abril deste ano, duas crianças morreram após o rompimento de barragens em Paragominas, no Pará, e mais de 2.000 famílias foram afetadas pelas enchentes.
Outro ponto preocupante é a restrição dos recursos para obras de recuperação das barragens. A verba até chega a ser reservada, mas não é efetivamente investida. Em 2017, foram aplicados 73% dos recursos previstos na esfera federal e só 23% na esfera estadual.
Um exemplo problemático é o Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra a Seca). O órgão, responsável por mais de 300 barragens, teve R$ 5,7 milhões para aplicar em segurança dos reservatórios no ano passado. Destes, pouco mais de R$ 3 milhões foram empenhados, e só R$ 1,4 milhão de fato foi aplicado.
Ainda que aplicasse todos os recursos disponíveis, faltaria ao Dnocs verba para arcar com custos de manutenção. Para se ter ideia, só a barragem de Jucazinho, em Pernambuco, necessita de R$ 40 milhões para voltar a atender os padrões de segurança.
“Existe uma lacuna entre o planejamento e a aplicação. Os recursos são limitados, e é preciso ter uma estratégia inteligente e priorizar ações onde é necessário”, conclui Laus.
Fonte: Parana Portal

Lucro de empresas sobe pelo quinto trimestre e reforça sinais de retomada


Lucro de empresas sobe pelo quinto trimestre e reforça sinais de retomada



O lucro das companhias com ações negociadas na Bolsa cresceu pelo quinto trimestre seguido, confirmando a trajetória de recuperação da economia. Entre julho e setembro, o lucro líquido de 304 empresas somou R$ 53,58 bilhões, avanço de 25,7% em relação ao mesmo período de 2017.
Os dados fazem parte de um levantamento da Economática, empresa especializada em informações financeiras. O crescimento foi puxado pelas estatais. Juntas, cinco empresas públicas lucraram R$ 10,1 bilhões, quase o dobro do alcançado no mesmo trimestre do ano anterior.
“As estatais responderam pelo crescimento de quase dez pontos porcentuais do lucro no período”, explica Einar Rivero, gerente de Relacionamento Institucional da consultoria e responsável pelo estudo. Excluídas as estatais, os ganhos de 299 empresas privadas cresceram 16,13%.
O maior destaque ficou por conta da Petrobrás, que viu seu lucro líquido saltar de R$ 266 milhões, no terceiro trimestre de 2017, para R$ 6,64 bilhões, entre julho e setembro deste ano.
A desvalorização do real em relação ao dólar e a recuperação do preço do petróleo, que chegou a bater US$ 80 no período, explicam o desempenho da petroleira, segundo o economista Fabio Silveira, sócio da MacroSector. “Os preços dos combustíveis em reais estão alinhados com as cotações internacionais e subiram mais que os custos, garantindo lucros bastante expressivos à Petrobrás.”

Setores avaliados no levantamento

O estudo mostra também o lucro por setor. Dos 26 setores avaliados, 12 registraram aumentos, 12 tiveram queda, e dois, prejuízo (construção e minerais não metálicos). Em valor, os bancos lideraram o ranking setorial. Dezoito instituições somaram lucro líquido de R$ 18,90 bilhões, cifra 30% maior do que a obtida no terceiro trimestre de 2017. Em seguida está o setor de petróleo e gás. Nove empresas totalizaram lucro de R$ 8,50 bilhões, crescimento de 237%.
Bruno Lavieri, economista da consultoria 4E, diz que o setor financeiro é muito grande em relação aos demais e, por isso, se destaca. Além disso, na crise, os bancos foram rápidos no ajuste. “Limitaram empréstimos, reduziram as perdas e, agora, os resultados já antecipam o novo ciclo de crescimento.”
A maior taxa de avanço anual nos ganhos, no entanto, ficou com o comércio. O lucro de 18 companhias do setor atingiu R$ 1,33 bilhão, alta de quase 500%. Para Silveira, o setor está indo bem por causa da queda dos juros e da recuperação da massa de salários, fatores que acabaram impulsionando o consumo.
Os destaques negativos foram energia elétrica e mineração. O ganho das 35 empresas de energia encolheu 31,4%. Gigante do setor, a Eletrobrás teve prejuízo de R$ 1,62 bilhão e liderou a lista das empresas com maiores rombos no período. Apesar de o preço em reais da energia elétrica ter subido neste ano, o aumento foi insuficiente para cobrir o endividamento em moeda estrangeira da empresa, explica Silveira.
As quatro empresas do setor de mineração tiveram queda de quase 20% nos ganhos. Só o lucro da Vale recuou R$ 1,39 bilhão no período.
Fonte: Estadão


Turmalina Negra: A Super Pedra de Proteção Energética

Turmalina Negra: A Super Pedra de Proteção Energética

A Turmalina Negra, com suas fortes emanações purificadoras, é a mais completa pedra de proteção contra energias negativas e forças sombrias.

Ela bloqueia os ataques espirituais, afasta pessoas mal intencionadas e dissolve todas vibrações negativas.

É ideal para proteção energética pessoal e para purificar e afastar energias negativas de ambientes.

Suas vibrações também fortalecem o ossos, melhoram a circulação e fortalecem nossa imunidade.

Energias e Significado da Turmalina Negra

A Turmalina Negra é uma super pedra de proteção capaz de absorver e dissipar todas energia negativas. 

Sua vibração neutraliza até os ataques mais fortes de magia negra, inveja e vampirismo energético.

Por ter capacidade de captar a energia da atmosfera e emitir partículas conhecidas como Íons, é uma poderosa pedra purificadora de ambientes.

Seu poder é tão grande, que a torna capaz inclusive de neutralizar os efeitos nocivos de radiações de celulares.

Efeitos Terapêuticos

A Turmalina Negra aumenta a vitalidade, fortalece o sistema imunológico, melhora os casos de artrite e favorece o realinhamento da coluna vertebral.

Por emitir radiação infravermelha na faixa de 9 mícrons, é muito recomendada para melhorar a circulação.
A turmalina Negra também dispersa o estresse e a tensão e estimula uma atitude positiva em relação a vida, sendo assim útil nos casos depressão, ansiedade e nervosismo.

Como Usar a Turmalina Negra

Para proteção pessoal use uma joia de Turmalina Negra ou carregue uma junto com você no seu dia a dia. 

Se deseja usar seus efeitos terapêuticos, deixe em contato com do local por 30 minutos durante alguns dias.
Para para purificar e proteger sua casa, escolha uma Turmalina Negra de bom tamanho e deixe em sua sala e na porta de entrada da casa ou escritório.
Para a purificação da água, deixe a por alguns minutos em imersão e filtre a água novamente antes de beber.

Usos Típicos da Turmalina Negra

  • Proteção pessoal contra energias negativas
  • Purificação de energias de ambientes
  • Uso terapêutico por aplicação energética e florais
  • Desfazer trabalhos de magia negra
  • Purificar e energizar a água
  • Afastar pessoas negativas ou mal intencionadas

Limpeza e Energização da Turmalina Negra

Como é uma pedra capaz de transmutar as energias negativas, é recomendada a sua limpeza com água e sal grosso em boa quantidade.

Por ser uma pedra que naturalmente já capta as energias da Ionosfera, não precisa ser recarregada com muita frequência.

Porém pode ser deixada por cerca de 30 minutos ao Sol para que seu recarregamento seja mais completo e veloz.

Informações Técnicas

  • Incidência: Comum , porém cristais de alta pureza são raros
  • Dureza: Nível 7 a 7,5 na escala Mohs
  • Ocorrência: Brasil (especialmente na região de Minas Gerais) e muitos países
  • Composição Química: Borossilicato complexo de alumínio
  • Cores: Preto e Cinza Escuro
  • Sistema Cristalino: Hexagonal (trigonal), cristais usualmente alongados
  • Nome técnico: Schorlina
Fonte:Cristais Aquarius

Pedras preciosas/Exemplos

  • ÁGATA: é uma pedra multicor, com várias camadas. Muitas vezes é artificialmente tingida. Seu nome deriva de Achates (hoje Dirillo), rio siciliano no qual foi encontrada pela primeira vez. Brasil e Uruguai são grandes produtores mundiais.
Ágata
  • ÁGUA-MARINHA: é a variedade azul do berilo. Os antigos druidas celtas usavam o berilo para adivinhação. Consta que as primeiras bolas de cristal foram de berilo, somente posteriormente sendo utilizados os cristais de quartzo.
Água-marinha bruta
Água-marinha após lapidação
  • AMETISTA: é a variedade roxa do quartzo. É o símbolo do "terceiro olho" dos místicos. Segundo a lenda, foi criada quando o deus grego do vinho, Dionísio, ficou irado com os homens e jurou lançar tigres contra o primeiro ser humano que cruzasse a sua frente. Uma mulher chamada Ametista, que se dirigia ao templo da deusa grega Ártemis, surgiu e foi atacada pelos tigres. A deusa Ártemis teve piedade da mulher e transformou-a em cristal, para que ela não sentisse mais dor. Arrependido, Dionísio derramou vinho sobre o cristal, tornando-o violeta.
Até o século XVIII, a ametista era tão valiosa quanto o diamante, mas a descoberta de abundantes jazidas no Brasil fez com que seu valor caísse bastante. Brasil, Uruguai e Madagascar são grandes produtores mundiais de ametista. Normalmente, a ametista encontra-se na natureza sob a forma de geodos ou drusas. Geodos são pedras ocas revestidas internamente por cristais de quartzo ou ametista. Drusas são agrupamentos irregulares de cristais sobre uma matriz.
Geodo de ametista
Drusa de ametista
Relicário do século XIV com ametista entalhada no centro
Bracelete bizantino de ouro e ametista
Anel de ametista
  • BRILHANTE: não é propriamente uma pedra, mas um tipo de lapidação, que produz uma joia de 57 faces. Existem brilhantes de diamante, rubi, zircão (um substituto mais barato do diamante) etc.
  • CITRINO: é um quartzo com impurezas férricas, as quais geram uma coloração amarela, laranja ou vermelha (daí o nome, "citrino", uma referência às frutas cítricas, as quais apresentam estas colorações). É uma pedra relativamente barata e muito usada na joalheria. Os maiores produtores mundiais são Brasil e Escócia.
  • DIAMANTE: é a pedra mais dura da natureza. Um diamante só pode ser cortado por outro diamante. Por este motivo, é utilizado na indústria como material cortante e perfurante. A maior parte do diamante extraído da natureza, oitenta por cento, é utilizada na indústria. Apenas vinte por cento é utilizada na confecção de joias.
Símbolo de riqueza, é a joia preferida para as alianças de noivado e casamento. Simbolicamente, significa a indestrutibilidade do amor.
Seu nome vem do grego adamas, que significa "inconquistável". Sem dúvida, uma referência à sua dureza.
O diamante é a única pedra preciosa que é composta por um único elemento, o carbono.
Até o século XVII, praticamente todos os diamantes produzidos no mundo vinham da Índia. Nos séculos XVIII e XIX, o maior produtor mundial tornou-se o Brasil, devido principalmente às jazidas na região da cidade de Diamantina, no estado brasileiro de Minas Gerais. Atualmente, o maior produtor mundial é a África do Sul.
Ao longo da história, muitos diamantes tornaram-se mundialmente famosos, como o Koh-i-Noor, o Orloff, o Cullinan I e o Hope. Tanto o diamante quanto o grafite são compostos exclusivamente por carbono. A diferença entre os dois está no modo como os átomos de carbono se arranjam em cada um: no grafite, cada átomo de carbono se liga a três outros, enquanto que no diamante cada átomo se liga a quatro outros. Esta pequena diferença faz com que o grafite seja um dos minerais mais macios e baratos, e o diamante, um dos mais duros e caros.
  • ESMERALDA: é uma das pedras mais valiosas, junto com o diamante e o rubi. O principal produtor mundial é a Colômbia. Na história do Brasil, está ligada ao nome do bandeirante Fernão Dias Paes, conhecido como o "caçador de esmeraldas". Ironicamente, Fernão vagou por anos pelo interior do Brasil à procura de esmeraldas, mas nunca as encontrou. Ao morrer, pensou as ter encontrado, mas, após sua morte, comprovou-se que as pedras verdes supostamente esmeraldas eram na verdade turmalinas
É a pedra que representa a medicina
É a variedade verde ou vermelha do berilo.
  • GRANADA: não é uma pedra, mas um grupo de pedras que têm a característica comum de apresentar freqüentemente cristais granulares (daí o nome "granada"). Ainda que se associe a granada à cor vermelha, ela pode ser de várias outras cores também.
  • JADE: era considerado pedra sagrada na China antiga e na civilização maia. Seu nome vem do espanhol piedra de ijadaIjada significa "flanco" em espanhol, e era uma referência às propriedades curativas que o jade exerceria sobre os rins
É a pedra mais apreciada no oriente
  • JASPE: apresenta geralmente uma aparência vermelha, com manchas e listras, o que motivou seu nome em grego, que significava "pedra manchada". Em inglês, se chama jasper, que é também o nome de uma canção do brasileiro Caetano Veloso.[10]
  • LÁPIS-LAZÚLI: pedra azul-marinha que era muito utilizada na antiguidade para decoração e como cosmético, este sob a forma de pó, após trituração da pedra. É considerada a pedra oficial dos psicólogos. Os lápis-lazúlis de maior valor são extraídos da região de Badakshan, no Afeganistão.
  • ÔNIX: variedade de quartzo com faixas brancas e pretas. É mais valioso que o mármore. É a pedra oficial da medicina veterinária.
  • OPALA: é a pedra nacional da Austrália. Apresenta a propriedade de apresentar diferentes cores de acordo com o ângulo pelo qual é vista, propriedade esta denominada opalescência. A Austrália destaca-se entre os produtores mundiais. O nome "opala" vem do sânscrito upala, que significa "pedra preciosa".
Por ser uma pedra com certo teor de água, é aconselhável guardá-la envolta em algodão úmido ou óleo, para conservar sua integridade e beleza.[11][12]
  • PÉROLA: é uma esfera brilhante produzida por ostras quando um corpo estranho, normalmente um grão de areia, penetra no interior da ostra e é envolvido por uma secreção da ostra. As pérolas podem ser prateadas, creme, douradas, verdes, azuis ou negras. As melhores pérolas são extraídas da região do golfo Pérsico. O Japão domina a tecnologia de cultivo de ostras produtoras de pérolas.
O uso de pérolas é antiquíssimo, tendo sido registrado na antiga escritura hindu Rig Veda.[13]
  • QUARTZO: é a pedra preciosa mais abundante, provavelmente devido à sua grande resistência a fatores físicos e químicos. Compõe-se de cristais de sílica (SiO2). Pode ser de várias cores: transparente (cristal-de-rocha), branco, fumê, verde, rosa, marrom, com ou sem estrias. Pode se encontrar sob a forma de cristais geométricos ou de seixos. O maior produtor mundial é o Brasil.[14]
  • RODOCROSITA: é carbonato de manganês (MnCO3). É usada principalmente para produção de manganês, porém também é utilizada para produção de pedras preciosas, após lapidação. É considerada a pedra nacional da Argentina, onde é chamada de "pedra do inca".[15]
  • RUBI: apresenta a mesma composição química da safira, só que é vermelho, devido à presença de cromo. O rubi é extremamente raro na natureza, sendo mais comum o rubi artificial. Um rubi artificial foi utilizado na produção do primeiro raio laser. O nome "rubi" vem do latim ruber ou rubino, que significam "vermelho". Depois do diamante, é a pedra mais dura. Exatamente por isto, o rubi é utilizado como encaixe dos ponteiros em relógios, voltímetros e amperímetros[16]. Tradicionalmente, é a pedra do anel dos advogados[17]. O rubi pode ser usado na produção de raios laser[18].
  • SAFIRA: o nome vem do hebraico sapir. Pode ser de várias cores, mas predomina a variedade azul. O maior produtor mundial é o Sri Lanka.
É a pedra dos engenheiros[19].TOPÁZIO: o nome vem do grego Topaz, que era o nome de uma ilha no mar Vermelho da qual se extraía uma pedra amarela. Ao longo da idade Média, se chamava de topázio qualquer pedra preciosa amarela. Hoje em dia, se considera topázio somente a pedra com a composição Al2 (F,OH)2 SiO4.
Um dos filmes do diretor inglês Alfred Hitchcock se chama Topaz ("topázio", em inglês).TURQUESA: provavelmente, o nome é uma referência aos turcos, que comerciavam a pedra na Europa. A turquesa era a pedra nacional da Pérsia e, até hoje, o Irã produz os melhores exemplares. Os antigos egípcios extraíam turquesa na península do Sinai para confeccionar joias. Os índios navajos dos Estados Unidos a consideravam uma pedra sagrada. Sua cor varia entre o verde e o azul. É uma pedra frágil.[20].
A música Trem das cores, do brasileiro Caetano Veloso, menciona em um de seus versos um "anel de turquesa".

Fonte: CPRM/DNPM