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Diamante azul de 29,6 quilates é encontrado na África do Sul
LONDRES, (Reuters) - Um diamante azul de 29,6 quilates, um dos mais raros e mais cobiçados do mundo com um preço de possivelmente dezenas de milhões de dólares foi descoberto em uma mina sul-africana pela Petra Diamonds.
A mineradora afirmou que o "excepcional" diamante do tamanho de uma bolota pequena o suficiente para caber na palma da mão foi descoberto na mina Cullinan, perto de Pretória.
A mina, propriedade da empresa desde 2008, foi o local onde em 1905 foi descoberto o Diamante Cullinan, descrito como o maior diamante bruto já recuperado, de 3.106 quilates.
Também foram encontrados outros diamantes notáveis na mina. Incluindo um diamante azul Cullinan de 25,5 quilates, achado em 2017 e vendido por 16,9 milhões de dólares, e um diamante achado em 2008, conhecido como a Estrela de Josephine, vendido por 9,49 milhões de dólares.
O diretor Johan Dippenaar disse à Reuters que a última descoberta do diamante azul pode ultrapassar descobertas recentes.
"Com alguma margem... essa é provavelmente a pedra mais significante que nós, em termos de pedras azuis, descobrimos", afirmou.
"As pedras no último ano estão vendendo bem, acima dos 2 milhões de dólares por quilate. Isso não é citação minha, são atualizações de mercado", disse, antes do primeiro comunicado do primeiro semestre da empresa.
A Petra Diamonds deve divulgar dados sobre produção e vendas para os seis meses até 31 de dezembro na quinta-feira, mas eles não levarão em conta a descoberta de janeiro.
O analista Cailey Barker da corretora Numis avalia que o diamante pode custar entre 15 milhões e 20 milhões de dólares em um leilão.
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), afirmou nesta quarta-feira que, se houver consenso, poderá colocar em votação até a próxima quarta-feira o projeto de lei que tratada da cessão onerosa no pré-sal, que poderia viabilizar um leilão de áreas de petróleo no qual a União arrecadaria bilhões de reais.
Por: REPÓRTER ADVFN
“A chamada cessão onerosa está na pauta. Se houver entendimento, podemos votar até na próxima quarta-feira”, disse a jornalistas após reunião com governadores do Nordeste —atuais e recém-eleitos.
Na véspera, o senador havia declarado que suspenderia a tramitação do projeto “por tempo indeterminado” diante de discussões sobre como se daria a destinação, para Estados e municípios, de parte dos recursos a serem obtidos com eventual leilão de áreas de petróleo.
O projeto de lei deve viabilizar o leilão do petróleo excedente na área da cessão onerosa, cujo contrato original foi assinado com a Petrobras.
A Petrobras tem, por contrato, direito de explorar até 5 bilhões de barris de óleo equivalente na área do pré-sal. Mas a região tem muito mais do que este volume.
Com a possível venda do excedente para petroleiras em um leilão, a expectativa é de que a União poderia arrecadar até 130 bilhões de reais, conforme o próprio Eunício falou anteriormente.
Já corria um acordo fechado entre lideranças para aprovar o projeto como está, fiado na aprovação de uma outra proposta com os percentuais de divisão do Fundo Social para os entes federados na Câmara.
Senadores aprovariam o texto da cessão onerosa da forma que está, e a Câmara aprovaria a repartição dos recursos.
Mas posterior sinalização da equipe do novo governo para a divisão de recursos dos bônus de assinatura do leilão para Estados e municípios acabou embolando as negociações.
O futuro governo se comprometeu a cumprir a palavra e dividir esses recursos, sem a necessidade de uma formalização do trato durante a votação do projeto. Mas senadores não se demoraram a resgatar emendas que destinam parcela dos bônus para os entes federados.
O presidente do Senado deve se reunir ainda nesta quarta-feira com o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, e com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, para discutir o tema.
Caso o Senado aprove o projeto com emendas, ele terá de passar novamente pela Câmara, Casa que originou o projeto.
“Se houver entendimento geral para que não aconteçam emendas para que ele volte para a Câmara, eu concordo com isso, desde que tenha uma participação de Estados e municípios na cessão onerosa”, completou Eunício.
A bolsa de valores de São Paulo segue em ritmo lento nesta quarta-feira, com os investidores voltando do feriado e atentos para os resultados dos ADRs nas negociações de ontem na bolsa de Nova York, quando a Petrobras perdeu força ante os preços do petróleo. Pesam ainda os nomes que estão sendo anunciados para a equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro e para notícias corporativas.
Há pouco, o Ibovespa estava em queda de 1,23% aos 86.846 pontos. O giro financeiro seguia para os R$ 6,7 bilhões.
O boletim matinal da Mirae Asset mostrou:”O temor de que não ocorra entendimento entre Estados Unidos e a China sobre a guerra comercial x retração da economia mundial voltou a pesar no humor dos investidores. Soma-se a este sentimento o momento de fragilidade do governo Italiano e das negociações sobre o Brexit. Aqui o Ibovespa retorna do feriado no negativo, com os preços das ações ajustando a forte queda dos preços dos ADR’s.”
As ações com ganhos
BRF ON, alta de 4,27%; Gol PN, alta de 3,28%; JBS ON alta de 3,04%; Natura ON, alta de 2,49%; e Cielo ON, alta de 2,27%.
As ações com perdas
Petrobras ON, queda de 4,14%; Suzano Papel ON, queda de 3,32%; Petrobras PN, queda de 3,23%; Sid. Nacional ON, queda de 3,29%; e Gerdau PN, queda de 2,72%.
Mais negociadas
Petrobras PN, queda de 3,23%; Vale ON, queda de 1,95%; Brasil ON, queda de 0,41%; ItauUnibanco PN, queda de 33,84%; e Petrobras BR ON, alta de 0,38%.
Commodities
A Petrobras ainda não anunciou o preço do litro da gasolina e do diesel para esta quinta-feira (22) para as distribuidoras e sem tributos.
O petróleo referência, Brent, segue em queda de 1,10% aos US$59,90 o barril negociado na bolsa de Futuros de Londres.
O petróleo WTI segue em alta de 1,42% e cotado aos US$ 54,21 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.
O minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em queda de 0,79% aos US$74,06 a tonelada seca e com 62% de pureza.
A celulose fibra longa negociada fechou US$1.199,99,00, alta de 0,05%, a tonelada. A celulose fibra curta fechou a US$1.050,00 a tonelada, estável.
O ano de 2018 está quase acabando, e o Bitcoin continua perdendo valor – arrastando todo o mercado de criptomoedas para baixo. Está ficando cada vez menos provável que ocorra uma reversão antes do final do ano.
A semana começou com uma queda acentuada que já vem assombrando o mercado desde quarta-feira da semana passada, quando o Bitcoin caiu de US $ 6.300 para US $ 5.600 em poucas horas.
Só nos últimos 7 dias o Bitcoin perdeu mais de 30% em valor de mercado, valendo agora um pouco mais que 4.400 dólares – batendo um novo recorde de desvalorização.
Como é de se esperar, todo o mercado de criptomoedas também está sofrendo, a maioria das altcoins voltando a ter perdas de dois dígitos. Ethereum (ETH), EOS (EOS), Stellar Lumens (XLM) e Litecoin (LTC) perderam entre 20% e 30% no dia. Ripple (XRP) está sendo a única das dez primeiras criptomoedas a resistir à tempestade – seu preço caiu para US $ 0,44, perdendo quase 7%.
Muitos investidores e entusiastas de criptomoedas esperavam por um “Natal Cripto” onde o Bitcoin e outros ativos digitais ganhassem valor durante os meses de novembro e dezembro.
Em vez disso, os investidores estão tendo que se concentrar em agir com cautela em meio à extrema volatilidade do mercado, e considerar os resultados potenciais, tanto em alta quanto em baixa – esperando pelo melhor e se preparando para o pior.
Bitcoin: vai continuar em queda?
O gráfico semanal do Bitcoin apresenta um caso possível para uma extensão do segundo “inverno” do preço, no qual o mercado passa por outra queda no início de 2019 e o preço cai abaixo do suporte de $ 4.000 e ruma diretamente para o próximo suporte que é de US $ 3.600.
Se chegar lá, o preço do Bitcoin terá corrigido 81% por cento do seu maior valor e invalidaria os ganhos obtidos durante a corrida que aconteceu no fim de 2017.
No último “inverno”, o Bitcoin acabou perdendo quase 90% dos ganhos obtidos com sua alta histórica que era de US $ 1.140 no final de 2013, antes de concluir a correção em US $ 200.
Se o cenário se repetir, o Bitcoin pode acabar caindo para até US $ 2.100 antes que qualquer tipo de reversão possa acontecer.
Os nomes cotados para compor o novo governo começaram a ser especulados antes mesmo de Jair Bolsonaro ser eleito para a presidência da República. Com o objetivo de reduzir o número de ministérios para 15, a formação da equipe de Bolsonaro já se encaminha para seus momentos finais. Veja os nomes confirmados até agora:
Ministério da Economia
(Fernando Frazão/Agência Brasil)
Paulo Guedes foi o primeiro a ser confirmado como um dos integrantes do governo Bolsonaro.
É economista com título de PhD na Universidade de Chicago e tem larga experiência no mercado financeiro e em iniciativas na educação privada. Também é sócio e membro do comitê executivo da Bozano Investimentos Guedes e foi um dos fundadores do Banco Pactual S.A., em 1983, e presidente e acionista majoritário do IBMEC, instituição de educação brasileira.
Chegou a fundar a BR Investimentos, incorporada na criação da Bozano Investimentos. Guedes chegou a ser membro do conselho de diversas empresas como Localiza, PDG, Abril Educação e Anima Educação.
Ministério da Casa Civil
(Marcelo Camargo/Agência Brasil/Agência Brasil)
Empresário e veterinário, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) começou a atuar na Câmara dos Deputados em 2003. Foi reeleito nessas últimas eleições, mas deixará o cargo para assumir a posição de ministro da Casa Civil. Por enquanto, atua como ministro extraordinário da transição.
Ministério da Justiça
(Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Sérgio Moro é juiz federal desde 1996, com especialização em crimes financeiros. Além de magistrado, é escritor e professor universitário, com graduação em Direito pela Universidade Estadual de Maringá. Possui mestrado e doutorado pela Universidade Federal do Paraná.
Até pouco tempo atrás, era responsável pelos processos da Operação Lava Jato. Após ser confirmado como futuro ministro da Justiça (fusão com a Secretaria de Segurança Pública e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf), passou as atividades da Lava Jato para a juíza Gabriela Hardt.
Ministério da Ciência e Tecnologia
Marcos Pontes é astronauta, militar da reserva e engenheiro formado no Instituto de Tecnologia da Aeronáutica (ITA). Foi o quarto a ser confirmado como um dos novos ministros do novo governo.
Ministério da Agricultura
(Wilson Dias/Agência Brasil/Agência Brasil)
Tereza Cristina é deputada federal (DEM-MS) e a primeira mulher ministra confirmada para assumir a liderança de um dos ministérios do governo Bolsonaro. Engenheira agrônoma e empresária, é presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA).
Foi secretária de Desenvolvimento Agrário da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo de Mato Grosso do Sul durante o governo de André Puccinelli (MDB) e defendeu, neste ano, a aprovação do Projeto de Lei 6.299, que flexibiliza as regras para fiscalização e aplicação de agrotóxicos no país.
Ministério da Defesa
(José Cruz/Arquivo Agência Brasil)
O general Augusto Heleno havia sido cotado para ocupar o cargo de ministro da Defesa. Uma semana atrás, porém, Bolsonaro o nomeou futuro chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), passando a liderança do ministério para o general Fernando Azevedo e Silva.
Azevedo e Silva é atualmente assessor especial no gabinete da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Foi declarado aspirante a oficial da Arma de Infantaria em 1976 e comandante da Brigada de Infantaria Paraquedista entre 2007 e 2009 do Centro de Capacitação Física do Exército de 2009 a 2011. Dirigiu o Departamento de Desporto Militar e foi presidente da Comissão Desportiva Militar do Brasil do Ministério da Defesa em 2012. Também presidiu a Autoridade Olímpica de 2013 a 2015.
Integrou, como atleta, as equipes das Forças Armadas de Voleibol e de Paraquedismo. Disputou uma série de campeonatos, como o Brasileiro, na categoria infantil e juvenil, os Jogos Estudantis Brasileiros (JEBs), o Mundial Militar do Conselho Internacional do Desporto Militar e outros.
Ministério das Relações Exteriores
(NDNphotos/Flickr)
Ernesto Araújo é diplomata há 29 anos e diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty.
Ministério da Saúde
(Valter Campanato/Agência Brasil)
Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) tem 53 anos e é ortopedista pediátrico. A escolha para que fosse ele a presidir o Ministério da Saúde partiu, de acordo com Bolsonaro, da bancada da saúde na Câmara. Mandetta tem a chancela da Associação das Casas de Saúde, além de entidades médicas. Foi secretário de Saúde em Campo Grande, e atualmente está sendo investigado por suspeita de fraude em licitação, tráfico de influência e caixa dois, acusações que o ortopedista rejeitou como sendo verdadeiras.
Banco Central
Quem comandará o Banco Central será o economista Roberto Campos Neto. Com 49 anos, Campos Neto é executivo do banco Santander e neto do ex-ministro Roberto Campos. Possui especialização em finanças e atuou no Banco Bozano Simonsen entre 1996 e 1999 como operador de Derivativos de Juros e Câmbio, operador de Dívida Externa, operador da área de Bolsa de Valores e executivo da Área de Renda Fixa Internacional.
Trabalhou como chefe da área de Renda Fixa Internacional no Santander Brasil, foi Gerente de Carteiras na Claritas; também serviu de operador no Santander Brasil e chefe do setor de Trading. Em 2010, passou a ser responsável pela área de Proprietária de Tesouraria e Formador de Mercado Regional e Internacional.
Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU)
(Antonio Cruz/Agência Brasil)
Ontem (20), Bolsonaro confirmou a permanência de Wagner Rosário na CGU. Ele está no cargo desde maio de 2017, quando substituiu Torquato Jardim e assumiu interinamente a pasta. Rosário é ex-secretário executivo da pasta desde 2016, servidor de carreira e ex-capitão do Exército. possui graduação em ciências militares e mestrado em corrupção e estado pela Universidade de Salamanca. Tornou-se o primeiro servidor de carreira da CGU a assumir o cargo de secretário-executivo e ministro da pasta.
Tesouro Nacional
No cargo desde abril de 2018, Mansueto Almeida permanecerá como secretário do Tesouro no governo Bolsonaro. Almeida é técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Entre 1995 e 1997, foi coordenador-geral de Política Monetária e Financeira na Secretaria de Política Econômica no Ministério da Fazenda. Também trabalhou como assessor da Comissão de Desenvolvimento Regional e de Turismo do Senado Federal e como consultor privado.
Almeida fez parte da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda. Comandou, logo depois, a Secretaria de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria (Sefel). O secretário é mestre em economia pela Universidade de São Paulo e começou a cursar doutorado no Massachusetts Institute of Technology (MIT).
Secretaria-Geral da Presidência
(Fernando Frazão/Agência Brasil)
Atuando como presidente do PSL durante a campanha eleitoral deste ano, Gustavo Bebianno será o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência. De acordo com o futuro ministro, seu principal objetivo será modernizar e desburocratizar o Estado.
Advocacia-Geral da União (AGU)
(Wesley Mcallister/AscomAGU)
Advogado da União desde 2000, André Luiz de Almeida Mendonça atuou em áreas de transparência e combate à corrupção em parceria com a Controladoria-Geral. Possui pós-graduação em Governança Global e já foi foi procurador seccional da União em Londrina. Também também coordenou a área disciplinar da Corregedoria da AGU.