quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Cobre cai em meio a cautela com desaceleração global em dia de liquidez reduzida

Cobre cai em meio a cautela com desaceleração global em dia de liquidez reduzida

Os preços do cobre operam em baixa nesta quinta-feira com os investidores preocupados que a guerra comercial entre os EUA e a China podem levar a uma desaceleração crescimento global, pressionado também pela liquidez reduzida devido ao feriado do dia de Ação de Graças nos EUA. Por volta das 9h15 (de Brasília), na London Metal Exchange (LME), a tonelada do cobre para entrega em três meses recuava 0,20%, a US$ 6.221,00. Às 9h30, na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em dezembro tinha baixa de 0,36%, a US$ 2,7845 por libra-peso.
Os futuros de cobre já caíram 14% em 2018, em grande parte devido às preocupações com a relação comercial entre os EUA e a China. Os investidores estão preocupados com o impacto dessas tensões no crescimento econômico da segunda maior economia do mundo.Os investidores se voltam agora para a possível reunião entre o presidente americano, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, no encontro do G-20 em Buenos Aires, no final do mês. Entre os metais básicos, o alumínio subia 26%, a US$ 1.959,50 a tonelada métrica, o estanho avançava 0,1%, a US$ 19.285 por tonelada, o níquel caía 0,27%, a US$ 11.000 por tonelada métrica e o chumbo recuava 0,15%, a US$ 2.004 a tonelada métrica.
Fonte: Dow Jones Newswires

Gerdau espera continuação de margens elevadas em preços de metais nos EUA em 2019

Gerdau (BOV:GGBR4) espera que o mercado siderúrgico dos Estados Unidos em 2019 continue se beneficiando da situação gerada pelas tarifas de importação de aço criadas pelo governo de Donald Trump neste ano.
 REPÓRTER ADVFN   
“Na América do Norte, tivemos o melhor spread dos últimos anos neste ano e ano que vem o spread deverá continuar alto”, disse o presidente-executivo da Gerdau, Gustavo Werneck, em reunião com investidores e analistas nesta quinta-feira.
Ele se referiu à diferença entre o preço de sucata, matéria-prima de produção de aço, e o preço do aço vendido por siderúrgicas.
Em 2018, após a cobrança de tarifas de importação de aço, que limitou a oferta do produto nos EUA, o spread de metais no país subiu mais de 40 por cento, segundo apresentação da companhia.
Fonte: ADVFN

Características de Corte que conferem beleza ao Diamante

Características de Corte que conferem beleza ao Diamante



Por Vecchio Joalheiros 

Muitas graduações e categorizações foram criadas pela indústria dos diamantes. No entanto, um dos conjuntos de métricas mais importantes aceitas por especialistas atende somente por 4cs (Cut, Clarity, Color e Carat Weight – em português Corte/Lapidação, Claridade/Pureza, Cor e Quilates/ Peso).
Após desvendar os mistérios da cor e da claridade, a Vecchio explica como acontece a medição por corte, mais conhecida aqui no Brasil por lapidação. Este é provavelmente o mais importante e desafiador dentre os 4 Cs em termos de entendimento, embora muito facilmente seja o ponto mais esquecido dentre eles.
Vocês sabiam que é justamente esta característica que define o brilho do diamante? O corte também é o único “C” que está nas mãos do homem, mais precisamente nas dos lapidadores. Esmeralda, princesa, triangular e coração são algumas das formas mais recorrentes no mercado. Isso, claro, sem falar na “round” (redonda), também chamada de “lapidação brilhante”, que é a mais popular dentre todas.

Compostos basicamente por carbono, os diamantes podem também incorporar outros elementos químicos em seu processo de formação. Isso porque eles, em sua origem, são submetidos à pressão e temperaturas muito elevadas. Inclusive, são esses “outros elementos” que garantem as diferentes colorações apresentadas pelas pedras.
A lapidação brilhante é considerada perfeita, pois exibe 57 ou 58 facetas harmônicas e simétricas. É ela, ainda, que detém os melhores resultados em termos de brilho e dispersão em estudos de comportamento da luz.
Tarefa difícil mesmo é diferenciar os brilhantes dos demais diamantes. As alterações são raramente perceptíveis pelo observador casual, gerando muitas vezes falcatruas (propositais ou não) no momento da compra e venda dessas pedras preciosas.
Três são os requisitos da lapidação que garantem beleza e vida aos diamantes. O primeiro deles é a luminosidade, que mede justamente a capacidade que essas pedras preciosas têm de fazer com que os raios luminosos sejam refletidos. A segunda é o fogo, também chamado de brilho, que é a dispersão da luz nas cores arco-íris. A última é a cintilação, uma mistura das duas anteriores, que são os flashes de luz e brilho originados nos diamantes quando eles se movem.
Proporçãopolimento e simetria são as três características levadas em consideração para a melhor avaliação e precificação das pedras no mercado. As variações vão de “excelente” a “pobre” e determinam a importância do diamante no mercado.
Fonte: Jornal Do Ouro

OS MAIS FAMOSOS DIAMANTES DO MUNDO:

OS MAIS FAMOSOS DIAMANTES DO MUNDO:


O CULLINAN, o maior dos diamantes já encontrados, pesava 3.106 quilates quando bruto e originalmente um pouco menos de 1 libra e meia. Ele foi cortado em 9 pedras principais e 96 pedras menores. Na foto, o Cullinan já dividido
O Estrela da África é a maior das pedras cortadas do Cullinan. é um dos doze mais famosos diamantes do mundo e pertence à COROA INGLESA.Ele pesava 530,20 quilates, tem 74 facetas e ainda é considerado como o maior diamante lapidado do mundo.
KOH-I-NOOR ("Montanha de Luz") Foi mencionado pela primeira vez em 1304, pesando 186 quilates. Uma pedra de corte oval. Acredita-se ter estado, certa vez, engastado no famoso trono de pavão do Xá Jehan como um dos olhos do pavão. Relapidado no reinado da Rainha Vitória, encontra-se hoje em dia entre AS JÓIAS DA COROA INGLESA e pesa atualmente 108,93 quilates.
O Olho do Ídolo Uma pedra no formato de pêra achatada e do tamanho de um ovo de galinha. O seu tamanho lapidado é de 70,20 quilates. Um outro diamante famoso que uma vez foi colocado no olho de um ídolo antes de ter sido roubado. A lenda também diz que ele foi dado como resgate da Princesa Rasheetah pelo "Sheik" da Kashmir ao Sultão da Turquia qua a tinha raptado.
O Excelsior A segunda maior pedra já encontrada é o Excelsior, que era de 995,2 quilates quando bruto. Alguns dizem que o Braganza é a segunda maior pedra já encontrada, mas não há registros de sua existência e muitos acreditam ser mitológico ou nem mesmo um diamante. 
O Regente Um diamante verdadeiramente histórico descoberto em 1701 por um escravo índio perto de Golconda, pesava 410 quilates quando bruto. Quando pertencente a William Pitt, primeiro-ministro inglês, foi cortado em um brilhante no formato de uma almofada de 140,5 quilates e, até ter sido vendido para o Duque de Orleans, Regente da França, quando Luís XV ainda era uma criança em 1717, era chamado de "O Pitt". Foi então rebatizado como "O Regente" e colocado na coroa de Luís XV para a sua coroação. Após a Revolução Francesa, foi possuído por Napoleão Bonaparte que o colocou no cabo de sua espada. Atualmente está exposto no Louvre.
O Blue Hope (Esperança Azul) Mais famoso do que qualquer outro diamante, o Hope foi uma vez possuído por Luís XV, sendo oficialmente designado de "o diamante azul da coroa". Roubado durante a Revolução Francesa, tornou a aparecer em Londres, em 1830 e foi comprado por Henry Philip Hope, razão pela qual atualmente tem esse nome. Foi em poder da família Hope que este diamante adquiriu a reputação horrível de trazer azar. Toda a família morreu na pobreza. Uma infelicidade similar ocorreu com um proprietário posterior, Sr. Edward McLean. Atualmente, encontra-se na Instituição Smithsonian em Washington.

O Grande Mogul foi descoberto no século XVII. A pedra tem esse nome em homenagem ao Xá Jehan, que construiu o Taj Mahal. Quando bruto, diz-se ter pesado 793 quilates. Atualmente encontra-se desaparecido.
O "Sancy" pesava 55 quilates e foi cortado no formato de uma pêra. Primeiramente pertenceu a Charles, o Corajoso, Duque de Burgundy, que o perdeu na batalha em 1477. A pedra de fato tem esse nome devido a um dono posterior, Senhor de Sancy, um embaixador francês na Turquia no final do século XVI. Ele o emprestou ao rei francês Henry III que o usou no gorro com o qual escondia sua calvície. Henrique VI da França, também pegou emprestado a pedra de Sancy, mas ela foi vendida em 1664 a James I da Inglaterra. Em 1688, James II, último dos reis Stuart da Inglaterra, fugiu com ele para Paris. O "Sancy" desapareceu durante a Revolução Francesa.
Taylor - Burton Com 69,42 quilates, este diamante no formato de uma pêra foi vendido em leilão em 1969 com a pressuposição de que ele poderia ser nomeado pelo comprador. Cartier, de Nova York, com sucesso, fez um lance para ele e imediatamente o batizou de "Cartier". Entretanto, no dia seguinte, Richard Burton comprou a pedra para Elizabeth Taylor por uma soma não revelada, rebatizando-o de "Taylor-Burton". Ele fez seu debut em um baile de caridade em Mônaco, em meados de novembro, onde Miss Taylor o usou como um pendente. Em 1978, Elizabeth Taylor anunciou que o estava colocando à venda e que planejava usar parte da renda para construir um hospital em Botswana. Somente para inspecionar, os possíveis compradores tiveram que pagar $ 2.500 para cobrir os custos de mostrá-lo. Em junho de 1979, ele foi vendido por quase $ 3 milhões e a última notícia que temos dele é que se encontra na Arábia Saudita.
O Orloff Acredita-se que tenha pesado cerca de 300 quilates quando foi encontrado. Uma vez foi confundido com o Grande Mogul, e atualmente faz parte do Tesouro Público de Diamantes da União Soviética em Moscou. Uma das lendas diz que "O Orloff" foi colocado como olho de Deus no templo de Sri Rangen e foi roubado por um soldado francês disfarçado de hindu. 
Hortensia Esta pedra cor de pêssego, de 20 quilates, tem esse nome em honra de Hortense de Beauharnais, Rainha da Holanda, que era filha de Josephine e a enteada de Napoleão Bonaparte. O Hortensia fez parte das Jóias da Coroa Francesa desde que Luís XIV o comprou. Junto com o Regente, atualmente está em exposição no Louvre, em Paris.
Entre os mais novos diamantes famosos está o "Amsterdã", uma das pedras preciosas mais raras do mundo, um diamante totalmente negro. Proveniente de uma parte do Sul da África, cujo local se mantém em segredo, tem peso bruto de 55.58 quilates. A belíssima pedra negra tem um formato de uma pêra e possui 145 faces e pesa 33.74 quilates.

Fonte: Jornal Do Ouro

Os boarts: ou o porque dos diamantes feios ser mais importantes para o prospector do que os diamantes bonitos

Os boarts: ou o porque dos diamantes feios ser mais importantes para o prospector do que os diamantes bonitos



Os diamantes extraídos das várias minas são classificados como pedras preciosas ou industriais, conforme a sua forma e pureza. Em geral, apenas os diamantes cuja pureza e limpidez não são suficientes para seu uso como pedras preciosas é que são classificados como industriais.

A porcentagem de diamantes industriais varia bastante de uma mina para outra — por exemplo, na Consolidated Diamond Mines of South West África, 9,8% são preciosos e 90,2% industriais. nos grandes depósitos do Zaire, onde mais de 80% dos diamantes são industriais e menos de 20% podem ser classificados como gema ou quase gema.

Foram essas enormes jazidas do Zaire que, até o advento do diamante sintético, supriram em grande parte a demanda mundial de diamantes industriais, do tipo empregado para a geração de pós e grãos abrasivos.

Seria interessante explicar brevemente a classificação dos diamantes industriais. 

A classificação mais ampla é uma divisão em dois tipos. O de qualidade inferior que serve apenas para ser britado para uso como abrasivo industrial, conhecido como “boart”, e que constitui o maior volume apesar de ter o menor valor. 

O diamante de melhor qualidade do que o que é britado é subdividido, por sua vez, conforme sua utilização geral — diamantes para perfuração nas indústrias de mineração e petróleo, dressadores para a retificação de rebolos abrasivos, etc.

Num primário para diamantes como kimberlito ou lamproito, os diamantes formam todos os tipos, desde o mais bonito (gema) ate o mais feio (boart) e sempre tem mais boarts do que gemas, mas nas aluviões, como os boarts são fracos, já se desfizeram; Portanto se nas aluviões tiver 85 a 100% de gemas, a fonte primária esta longe (centenas de kms), mas se tiver só 30% de gemas e 70% de boarts, estamos perto da fonte (alguns kms).
Mais boarts, mais perto da fonte e, portanto a proporção de boarts passou a formar  uma metodologia de approach

Mas cuidado, a fonte pode não existir mais, tiver sido completamente erodida, pois a rocha que contem os diamantes é muito fraca, ainda mais num ambiente amazônico e neste caso, a proporção maior de boarts ira nos aproximar do que era e não do que é.

Fonte: Jornal Do Ouro