sexta-feira, 23 de novembro de 2018

TURMALINA PARAÍBA

TURMALINA PARAÍBA



TURMALINA PARAÍBA

Embora pertença ao grupo das turmalinas, a turmalina paraíba merece um capítulo à parte. Trata-se de uma pedra preciosa muito jovem, descoberta somente na década de 1980, que ganhou reconhecimento mundial rapidamente. Seu efeito "neon" ou "elétrico", único e hipnótico, de cor azul esverdeada, provocou uma onda de apreciação em todo o mundo. Suas formas de maior qualidade são extremamente raras, já que a turmalina paraíba é produzida somente no Brasil e em Moçambique, em quantidade bastante limitada. Ter uma joia de turmalina paraíba é um privilégio para poucos.

Fonte: Geologo.com


Extraindo o gás do folhelho de Utica



Extraindo o gás do folhelho de Utica

Extraindo o gás do folhelho de Utica
Até poucos anos atrás o folhelho de Utica, em Ohio, era simplesmente desprezado pelos pesquisadores. Nos últimos três anos tudo mudou e esta rocha tornou-se um dos mais valiosos alvos para óleo e gás em toda a América do Norte.

O folhelho de Utica é um sedimento, de idade Ordoviciana, fino, escuro, com materiais orgânicos e calcários intercalados (foto).

Assim que os geólogos perceberam a sua importância começou a sondagem.

Na primeira etapa centenas de furos verticais foram realizados (mapa 1) ao longo de uma malha cuidadosamente planejada.

O que não se percebe na superfície é que para cada furo vertical existem até 8 furos horizontais de 3.000m de comprimento que são perfurados a partir do vertical (mapa 2, da projeção horizontal). É através dos furos horizontais, que estão inseridos no folhelho alvo (ou xisto como essas rochas são chamadas erroneamente no Brasil), que é feito o processo de faturamento hidráulico que permite a extração do gás e óleo dessas rochas: o fracking. Os furos horizontais são perfurados em um padrão que permite a extração, praticamente total, do gás e óleo contido no folhelho.

O processo de extração, o fracking é razoavelmente simples. Ele consiste na injeção de água com areia em altíssima pressão de forma a causar fraturamentos e espaços abertos no folhelho que são preenchidos pela areia. Esse processo causa uma maior porosidade e permeabilidade  da rocha por onde o gás é extraído juntamente com os demais hidrocarbonetos.

O método transformou a indústria e permitiu aos Estados Unidos uma verdadeira revolução energética extraindo gás e óleo em rochas antes inacessíveis e consideradas estéreis. A revolução do fracking é tão grande que está tornando os Estados Unidos, que era o maior importador de óleo e gás do mundo, em um grande exportador.

Tudo isso em pouco mais de uma década.

Apesar do fracking ter reduzido os custos do gás, empregado centenas de milhares de pessoas e revolucionado a indústria da maior economia do mundo ele tem forte oposição.

Vários grupos ambientalistas combatem o fracking dizendo que o método usa imensas quantidades de água (mais de 5 milhões de litros por furo) onde são misturados produtos químicos que podem contaminar a água dos aquíferos superficiais. Vários estudos foram feitos nos Estados Unidos onde existem dezenas de milhares de sondagens com o uso de fracking e está sendo comprovado que a poluição pode ser evitada e quando ocorre é por erros humanos e não do método.

No momento está sendo finalizado um estudo contratado pelo Congresso Americano, a quatro anos atrás, para determinar o real impacto do fracking sobre os recursos de água. Mas o que mais assusta os ambientalistas é o enorme sucesso do fracking. Ele está viabilizando a extração de gás e óleo em um momento em que essas fontes de energia deveriam estar sendo substituídas por outras mais limpas.

É que os ambientalistas querem simplesmente acabar com os combustíveis fósseis e o fracking é a grande barreira que está revitalizando a indústria do gás e óleo.

Trata-se de um impasse interessante e cruel.

De um lado alguns países ricos que podem realmente investir em fontes alternativas de energia, mais caras e menos eficientes e, do outro, os países pobres onde as necessidades são tão básicas quanto um prato de comida.

Como negar a esses a revolução energética que irá criar milhões de empregos e mudar a economia de suas nações enfraquecidas?

Por mais que queiramos o mundo ainda é composto por regiões ricas e outras, a maioria, onde impera a miséria, o genocídio e o descaso ao ser humano. Essas regiões pobres precisam urgentemente de uma verdadeira revolução econômica e social que permita o fortalecimento de suas economias com a criação de novos empregos. Em todas essas regiões existem grandes recursos inexplorados de folhelhos que poderiam estar gerando energia e alimentando a economia local.

Enquanto isso nos Estados Unidos o fracking adicionou 100 anos de recursos de gás e óleo às reservas do país ao mesmo tempo em que substitui as emissões vindas da queima do carvão. 

Fonte:Geologo.com

MALAQUITA

MALAQUITA

MALAQUITA
Carbonato básico de cobre. Sistema cristalino: monoclínico. Cu2CO3(OH). Composição: CuO 71,9% + CO2 19,9% + H2O 8,2%. A malaquita geralmente resulta da alteração de minérios de cobre e ocorre frequentemente associada com a azurita, goethita e cuprita. Os agregados de malaquita são compostos de cristais muitos pequenos; os grandes são muitos raros e apreciados pelos colecionadores. Hábito: botrioidal, fibroso. Clivagem: perfeita. Fratura: concóide, estilhaçada. Dureza: 3 a 4. Densidade: 3,7 a 4,1. Brilho: sedoso e vítreo. Traço: verde a verde-claro. Cor: verde brilhante a verde escura. Traço: verde a verde-claro. Fusibilidade: fusível. Transparência: Opaco. Usos: como minério de cobre. Ocorrências: rochas ígneas e rochas sedimentares e depósitos hidrotermais. É utilizada como pedra de joalheria e ornamental. Foi utilizado na Antiguidade pelo Antigo Egito, Gregos e Romanos. Na Idade Média como pigmento mineral verde em pinturas.
Ocorre em Minas Gerais ,Bahia.

Saraiva pede recuperação judicial com dívida de R$ 675 milhões; ação cai quase 13%

Saraiva pede recuperação judicial com dívida de R$ 675 milhões; ação cai quase 13%

Arena do Pavini - 23/11/2018 - 16:15
Por Arena do Pavini – Em meio à forte crise do setor de livrarias e editoras, a maior empresa do segmento, a Saraiva, entrou com pedido de recuperação judicial. Desde o início deste ano a companhia vem propondo, sem sucesso, a renegociação de seu passivo com fornecedores. O total de débitos informado no pedido de Recuperação Judicial soma, aproximadamente, R$ 675 milhões. Segundo a empresa, essa iniciativa não altera o funcionamento do varejo, que segue com 85 lojas físicas em todo o Brasil e com sua operação de e-commerce. A ação preferencial (PN, sem voto), negociada na B3 sob o código SLED4 está em baixa de 12,92%. A decisão deve afetar também os bancos credores da empresa e fundos que tenham papéis da companhia.
O setor vem sofrendo com a forte concorrência dos canais eletrônicos e da Amazon, que adotou uma política agressiva de preços para conquistar o mercado. Outras empresas como a Livraria Cultura também enfrentam dificuldades, o que levou o setor a propor uma lei estabelecendo um piso para os preços dos lançamentos de livros durante o primeiro ano. A Cultura comprou recentemente as operações da concorrente francesa Fnac para fechar suas lojas logo em seguida.
Fonte: MONEY TIMES

Alexandrita

Alexandrita

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Esta joia é famosa por suas propriedades ópticas que a fazem mudar radicalmente de cor de acordo com o tipo de luz que incide sobre ela. Sob a luz natural, ela é geralmente verde-oliva, mas sob a luz incadescente, ela se torna vermelha. E o mais impressionante é que essa mudança de cor independe do ângulo de visão do observador.
A Alexandrita pertence a família das esmeraldas, sendo umas das pedras mais caras do mundo. Ela pode ser encontrada nos Montes Urais na Rússia e no município de Antônio Dias em Minas Gerais.

Fonte: Minilua