segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Klabin está pronta para decolar, diz Itaú BBA

Klabin está pronta para decolar, diz Itaú BBA

 03/12/2018 - 20:03
Klabin
A Klabin (KLBN11) está “pronta para decolar”, assim descreve o Itaú BBAem uma análise realizada após a equipe de análise participar do evento para investidores da empresa em São Paulo, onde a administração apresentou pontos de vista positivos sobre as perspectivas para a empresa e para suas linhas de negócio.
O analista Marcos Assumpção afirma que a Klabin detalhou as estratégias para seu negócio de celulose e para a expansão de seu negócio de papéis, que provavelmente será anunciada no primeiro trimestre de 2019 como resultado de sua forte desalavancagem.
Além disso, ele vê geração de valor para a companhia pelo termino antecipado do contrato de comercialização de celulose com a Fibria  (FIBR3). Assumpção destaca que a desalavancagem permitiu o crescimento orgânico, e que as visões são positivas para a produção de kraftliner e papel cartão, com tendências globais para minimizar o consumo de embalagens de plástico.
A recomendação segue em outperform (desempenho acima da média do mercado) e o preço justo em R$ 25,00 para o final de 2018.
Fonte: MONEY TIMES

Cobre opera em baixa, após forte queda do minério de ferro


Cobre opera em baixa, após forte queda do minério de ferro

Os futuros de cobre e de outros metais básicos operam em baixa na manhã desta terça-feira, após uma forte queda do US$ 6.132,50 por tonelada, ampliando suas perdas na semana a 2%, embora o metal permanecesse dentro da faixa relativamente estreita das últimas semanas.
Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em dezembro operava em baixa de 1,05%, a US$ 2,7260 por libra-peso, às 9h35 (de Brasília).
Ontem, a cotação do minério de ferro sofreu um tombo de 6,5%, segundo a Bloomberg, com as siderúrgicas da China mostrando dificuldades financeiras com a tendência de queda na demanda do país.
“Se você observar as margens (do setor siderúrgico) na China, verá que estão imensamente pressionadas. Houve produção recorde nos últimos dois meses, então o lado da oferta parece bastante positivo”, comentou Warren Patterson, estrategista do ING. “Além disso, há preocupações crescentes sobre o lado da demanda.”
Investidores vão acompanhar de perto números oficiais da atividade manufatureira chinesa, a ser divulgados na quinta-feira (29), em busca de novos sinais sobre o declínio na demanda do setor industrial da China.
Também pressiona os metais comentário do presidente dos EUA, Donald Trump, de que é “altamente improvável” que ele aceite pedido de Pequim para adiar um aumento de tarifas sobre produtos chineses, previsto para 1º de janeiro. Trump falou antes de se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, durante reunião do G-20 na Argentina, no fim da semana.
Entre outros metais na LME, as perdas eram generalizadas. No horário citado acima, o alumínio recuava 0,77%, a US$ 1.934,00 por tonelada, zinco tinha baixa de 2,11%, a US$ 2.433,00 por tonelada, o estanho cedia 0,4%, a US$ 18.725,00 por tonelada, o níquel caía 0,97%, a US$ 10.775,00 por tonelada, e o chumbo registrava queda de 0,85%, a US$ 1.931,50 por tonelada.
Fonte: Dow Jones Newswires



Mineradora vai iniciar extração de diamantes em Gilbués


Mineradora vai iniciar extração de diamantes em Gilbués

Após uma década de estudos na busca por jazidas de diamantes, o município de Gilbués será palco de um novo marco da mineração no Piauí. Com as devidas liberações legais e licenças ambientais aprovadas, a previsão é que sejam extraídos cerca de 10 mil quilates do minério por mês. De acordo com o secretário de Mineração, Petróleo e Energias Renováveis, André Kichadá, os diamantes do Piauí possuem aspectos únicos que podem ser identificados em qualquer lugar do mundo.“Se um diamante desses for analisado na China ou no Marrocos, ele será identificado por ter características próprias, o que agrega valor ao produto. Isso vai gerar uma riqueza para a região. O método de exploração é o menos agressivo em relação ao meio ambiente.
Vai gerar frutos para o estado, frutos para o município e vai abrir as fronteiras e consolidar a mineração”, pontuou Kichadá. A empresa investiu U$ 25 milhões (mais de R$ 95 milhões) em equipamentos no empreendimento que deverá gerar 300 empregos de forma direta e indireta. “Será um grande empreendimento em mineração e há muitos outros estudos sendo feitos. Afinal, trata-se de um trabalho burocrático, tanto da parte de aquisição de licenças como da montagem da estrutura para exploração, por isso o tempo longo de estudo”, conclui o secretário da pasta.
Fonte: CCOM

Vale está entre as mais sustentáveis da B3


Vale está entre as mais sustentáveis da B3

A Vale fará parte da 14ª carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da B3. A carteira, que vai vigorar de 7 de janeiro de 2019 a 3 de janeiro de 2020, reúne 35 ações de 30 companhias, representando 13 setores. No total, as empresas que fazem parte do ISE têm valor de mercado de R$ 1,73 trilhão, o equivalente a 48,66% do total do valor das companhias com ações negociadas na B3, de acordo com dados do dia 27/11.
“Para a Vale, integrar a nova carteira do ISE é um reconhecimento de que praticamos a sustentabilidade em cada etapa de nossos processos. Além de toda a nossa agenda de sustentabilidade, aderimos recentemente ao Novo Mercado, o mais alto nível de governança corporativa e transparência na bolsa”, explica o diretor-executivo de Sustentabilidade e Relações Institucionais da Vale, Luiz Eduardo Osorio.
Em sua estratégia, a Vale tem como meta ser referência mundial em sustentabilidade no setor de mineração até 2030. Hoje, a empresa protege 8,5 mil km2 de áreas, equivalentes a 5,6 vezes o total da área ocupada por suas unidades operacionais. Também mantém, em Linhares (ES), a Reserva Natural Vale, capaz de gerar 3 milhões de mudas por ano para o replantio de matas e florestas nativas. Em 2017, a empresa investiu cerca de R$ 45 milhões, a partir da Fundação Vale, em 52 projetos sociais distribuídos em 65 municípios no Brasil. Conheça outras iniciativas e os compromissos socioambientais em www.vale.com.
Fonte: Vale

Primeira prévia do Ibovespa para janeiro a abril de 2019 inclui BR Distribuidora

Primeira prévia do Ibovespa para janeiro a abril de 2019 inclui BR Distribuidora
Ações1 hora atrás (03.12.2018 12:50) 

 

© Reuters. .
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Por Gabriela Mello
SÃO PAULO (Reuters) - A primeira prévia da carteira teórica do Ibovespa que vai vigorar no período de janeiro a abril de 2019 mostrou a entrada das ações ordinárias da BR Distribuidora (SA:BRDT3) e manutenção dos demais papéis, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela B3.
Se confirmada a mudança, o índice passará a ter 66 papéis em sua composição, ante 65 na carteira que vigora até o fim de dezembro.
Ainda serão divulgadas uma segunda preliminar, na sessão seguinte a 15 de dezembro, e uma terceira, no último pregão do período de vigência da carteira.
A primeira prévia para a carteira quadrimestral do Ibovespa confirma, em parte, a expectativa de estrategistas do Itaú BBA. Além da inclusão da BR Distribuidora, eles também previam entrada das ações da companhia aérea Azul (SA:AZUL4) e saída dos papéis da elétrica Copel (SA:CPLE6), o que não se materializou.
O peso previsto na primeira prévia para as ações da BR Distribuidora no Inovespa é de 0,553 por cento.
A três ações de maior peso para o período de janeiro a abril de 2019 são Vale ON (SA:VALE3) com 10,939 por cent, seguida por Itaú Unibanco PN, com 10,814 por cento, e Bradesco (SA:BBDC4) PN, com 8,383 por cento.
Na sequência estão Petrobras PN (SA:PETR4) e PETROBRAS ONPETR3.SA>, com participações de 7,400 e 5,147 por cento, respectivamente.
Fonte:Reuters