sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Upside troca Suzano, GPA e Vale por JSL, MRV e Sanepar na carteira de janeiro

Upside troca Suzano, GPA e Vale por JSL, MRV e Sanepar na carteira de janeiro

Ações4 horas atrás (04.01.2019 11:16)
© Reuters.  Upside troca Suzano, GPA e Vale por JSL, MRV e Sanepar na carteira de janeiro© Reuters. Upside troca Suzano, GPA e Vale por JSL, MRV e Sanepar na carteira de janeiro
Investing.com - A Upside Investor também divulgou suas novas carteiras recomendas de ações para o mês de janeiro. No caso da Premium, a performance em dezembro foi positiva em 0,23%, diante de queda de 1,81% do Ibovespa no mesmo período. Para janeiro, destaque para as entradas de JSL (SA:JSLG3), MRV (SA:MRVE3) e Sanepar (SA:SAPR4), nos lugares de Suzano (SA:SUZB3), Pão de Açúcar (SA:PCAR4) e Vale (SA:VALE3).
Para os analistas, a posse do governo Bolsonaro mostra um alinhamento entre os discursos de campanha e o discurso de posse. Neste sentido o pensamento liberal que o novo governo trará ao país beneficiará alguns setores como infraestrutura, daí a escolha por Gerdau (SA:GGBR4), e Júlio Simões.
A primeira focada em infraestrutura de base como pontes, estradas e aeroportos. E a segunda por estar exposta ao setor de serviços logísticos. Além disso, MRV e EVEN são exposições ao setor de construção civil popular e média alta renda.
O setor de exportação deve perder atratividade com um Real mais valorizado, daí a retirada de ações como Suzano e Vale.
Composição: Banco do Brasil (SA:BBAS3), Banrisul (SA:BRSR6), Bradesco (SA:BBDC4), Even (SA:EVEN3), IRB (SA:IRBR3), Petrobras (SA:PETR4), Gerdau, JSL, MRV e Sanepar.
Small Caps
A opção foi pela retirada das ações da Bradespar (SA:BRAP4) pelo fato da valorização do Real impactar diretamente a exportação de minério de ferro, que é Vale, principal investimento de Bradespar. Para os analistas, Tenda (SA:TEND3) continua sendo uma excelente empresa, a retirada é mais tática, portanto, os investidores que quiserem manter as ações, podem.
Em dezembro, o rendimento foi de 2,18% da carteira, contra queda de 1,81% do Ibovespa e alta de 2,10% do índice de Small Caps.
Sobre Via Varejo (SA:VVAR3), a equipe gosta da ideia de que a empresa será vendida, assim, é válido manter as ações, pois vislumbram melhoras nos fundamentos. Assim, deixam a carteira as ações da Via Varejo, Tensa e Bradespar, para as entradas de MRV e Sanepar.
Composição: ABC Brasil (SA:ABCB4), Banrisul, Met. Gerdau, Taesa (SA:TAEE11), Even, Sanepar, Ferbasa (SA:FESA4), Valid (SA:VLID3), Unipar (SA:UNIP3) e MRV.


Fonte: Investing.com


Os compromissos do novo ministro-MME

03/01/2019
MME

Os compromissos do novo ministro

“Implementar o novo arranjo institucional, contribuindo para a estruturação da recém criada Agência Nacional de Mineração, a fim de garantir a segurança jurídica para as longas fases de maturação de um projeto de mineração e, assim, aumentar a atratividade para investimentos no setor mineral;
- Seguir com reformas regulatórias necessárias para dinamizar a produção mineral, consolidando a mineração como uma das forças da economia brasileira e importante vetor de seu desenvolvimento social;
- Buscar aperfeiçoar os regimes de aproveitamento mineral de forma a fomentar a pesquisa, reduzindo embaraços para uma atividade que se desenvolve em ambiente de alto risco;
- Preservar as atividades de levantamentos geológicos e contribuir para a elaboração de um programa de mapeamento que contemple o potencial mineral do País;
- Estimular o desenvolvimento tecnológico nas cadeias produtivas do setor, com vistas à agregação de valor ao produto mineral, à melhoria de eficiência de aproveitamento e à gestão dos impactos ambientais; e
- Contribuir para a criação de legislação específica, em articulação com os estados da federação, relativa ao licenciamento das atividades de mineração, harmonizando instrumentos dos direitos minerário e ambiental”.
Estes foram os compromissos anunciados pelo novo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que assumiu o cargo na manhã do dia 2 de janeiro, em cerimônia realizada na sede do MME, que disse ter consciência de que os maiores desafios que enfrentará à frente da Pasta serão “coordenar e articular com a minha equipe os setores elétrico, de petróleo e gás, de mineração e energia limpa, renovável e nuclear de forma harmoniosa e transparente com diálogo constante com as áreas do governo, do empresariado e da sociedade” e que tais desafios somente serão vencidos com o atendimento a três demandas comuns e prioritárias do setor: previsibilidade, estabilidade regulatória, jurídica e e governança”.
Quem é o novo ministro
Nascido no Rio de Janeiro (RJ), o almirante Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Júnior começou a carreira na Marinha do Brasil, em 1973, tendo ocupado, ao longo de sua trajetória, vários cargos no Brasil e no exterior, tais como: Observador Militar das Forças de Paz da ONU nos setores de Sarajevo (Bósnia e Herzegovina), Dubrovnik (Croácia, antiga Iugoslávia); Assessor Parlamentar do Gabinete do Ministro da Marinha no Congresso Nacional; comandante dos submarinos Tamoio e Tonelero; encarregado dos Estudos de Planejamento Militar, de Jogos de Guerra e de Política e Estratégia da Escola Naval; comandante da Base de Submarinos Almirante Castro e Silva; chefe de Gabinete do chefe do Estado Maior da Armada; assessor-chefe Parlamentar do Gabinete do Comandante da Marinha; comandante da Força de Submarinos; chefe do Gabinete do comandante da Marinha; diretor-geral da Junta Interamericana de Defesa; comandante em chefe da Esquadra; secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha; diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha.


Fonte: Brasil Mineral

Nexa vai iniciar construção de Aripuanã

03/01/2019
ZINCO

Nexa vai iniciar construção de Aripuanã

A Nexa Resources anunciou que recebeu, do órgão ambiental do Estado de Mato Grosso (SEMA/MT), a Licença de Instalação (LI) para o projeto Aripuanã. Em abril de 2018 a empresa havia recebido a Licença Prévia (LP), que é o primeiro sinal verde para que o projeto possa seguir adiante. Em outubro, o board aprovou a implementação do projeto, que dependia somente da LI para que fosse iniciada a construção. Agora, com a obtenção da licença, a construção se iniciará imediatamente, segundo a Nexa.  

O projeto Aripuanã compreende a instalação de uma mina subterrânea para extração de zinco polimetálico, uma planta de processamento para realizar a concentração de zinco, cobre, prata e ouro, no estado de Mato Grosso. A produção de zinco deverá ser de aproximadamente 120 mil toneladas/ano, por um período de 13 anos, considerando-se apenas as reservas provadas e prováveis, estimadas em 26,2 milhões de toneladas. A planta deve processar 6.300 toneladas/dia de minério.

As estimativas são de que Aripuanã produza 66,7 mil toneladas de zinco em concentrado, 23 mil toneladas de chumbo, 3.700 toneladas de cobre, 1,87 milhão de onças de prata e 13 mil onças de ouro.

Pelas previsões, o projeto deve iniciar operação em 2021 e vai requerer um investimento de aproximadamente US$ 392 milhões.



Fonte: Brasil Mineral

Futuros do minério de ferro fecha em alta de 3,23%

Futuros do minério de ferro fecha em alta de 3,23%

Os contratos futuros do minério de ferro para vencimento em maio, negociados na Bolsa de Dalian, fecharam a sessão nesta sexta-feira (04) com ganhos de 3,23%, cotados a 511,00 iuanes por tonelada. Os contratos futuros do vergalhão de aço com vencimento em maio, transacionados na bolsa de mercadorias de Xangai, avançaram 66 iuanes cotados a 3.486 iuanes por tonelada. O segundo contrato mais negociado, com vencimento em janeiro, somou 15 iuanes, cotados a 3.866 iuanes.


Fonte: Investimentos e Notícias

Japão descobriu um depósito “semi-infinito” de terras raras que pode abastecer o mundo durante séculos

Japão descobriu um depósito “semi-infinito” de terras raras que pode abastecer o mundo durante séculos




No início de 2018, uma equipa de investigadores descobriu um depósito de minerais de terras raras na costa do Japão que poderia abastecer o mundo durante séculos, de acordo com um estudo.
A publicação, publicado na revista Nature em abril de 2018, dá conta que o depósito mineral contém 16 milhões de toneladas de metais valiosos.
Os minerais de terras raras são amplamente utilizados nos dias de correm, sendo utilizados desde as baterias dos smartphones até aos automóveis elétricos. Por definição, estes minerais contêm um ou mais dos 17 elementos químicos metálicos de terras raras. Na tabela periódica, as terras raras posicionam-se na segunda linha a partir da parte inferior, indo do elemento com o lantânio (número atómico 57) ao lutécio (71), abrangendo ainda o escândio (21) e o ítrio (39).
Os elementos que constituem o grupo das terras raras foram inicialmente isolados sob a forma de óxidos, recebendo então a designação de “terras”, à época a denominação genérica dada aos óxidos da maioria dos elementos metálicos. Por apresentarem propriedades muito similares e por serem de difícil separação, foram considerados “raros” – tendo daí resultado a denominação terras raras, ainda hoje utilizada.
Apesar de serem bastante abundantes na crosta terrestre, estes elementos são, por norma, amplamente dispersos e, por esse motivo, é raro encontrar uma quantidade substancial dos elementos agrupados como minerais extraíveis, tal como explicam os Serviços Geológicos dos Estados Unidos (USGS).
Atualmente, existem apenas algumas áreas economicamente viáveis ​​onde estes minerais podem ser explorados e, por norma, a extração das terras raras é muito dispendiosa.
A China controla de forma firme e apertada grande parte do fornecimento mundial destes minerais há décadas. A supremacia da China nesta área obrigou o Japão – um gigante da fabricação de eletrónicos – a confiar nos preços ditados pelo seu vizinho.

Descoberta pode mudar a economia global

O depósito recentemente descoberto é suficiente para “fornecer estes metais numa base semi-infinita para o mundo”, escreveram os autores do estudo. Há ítrio suficiente para atender às necessidades globais durante 780 anos, disprósio para 730 anos, európio para 620 anos e térbio para cerca 420 anos.
O “tesouro” de terras raras está localizado na Ilha Minamitori, a cerca de 1.850 quilómetros a sudeste de Tóquio. A área está dentro da zona económica exclusiva do Japão, ou seja, a região insular tem direito exclusivo sob os recursos da zona.
“É uma mudança de paradigma para o Japão”, disse Jack Lifton, fundador da empresa de pesquisa de mercado Technology Metals Research, ao The Wall Street Journal. “A corrida para desenvolver estes recursos está bem encaminhada”, frisou.
O Japão começou a procurar os seus próprios depósitos minerais de terras raras depois de a China ter retido carregamentos destas substancias durante uma disputa por ilhas que ambos os países reivindicam como suas, noticiou a agência Reuters em 2014.
Em 2010, a China reduziu as cotas de exportação de minerais de terras raras, elevando os preços em até 10%, de acordo com o The Journal. Posteriormente, a China foi forçada a  exportar mais minerais depois de a disputa chegar à Organização Mundial do Comércio.

Extração é o grande desafio para o Japão

Os minerais de terras raras podem ser formados pela atividade vulcânica, mas muitos dos minerais existentes no nosso planeta foram formados inicialmente por explosões de supernovas ainda antes da existência da Terra.
Quando o planeta foi formado, os minerais foram incorporados nas partes mais profundas do manto da Terra, uma camada de rocha abaixo da crosta. Como a atividade tectónica moveu porções do manto à sua volta, os minerais de terras raras encontraram o seu caminho, aproximando-se da superfície. O intemperismo – conjunto de processos e fenómenos que levam à desintegração das rochas em sedimentos ao longo de milhões de anos – espalham depois estes minerais raros por todo o planeta.
De momento, a única entrave que impede o Japão de usar o depósito recém-descoberto para dominar o mercado global de minerais de terras raras é o grande desafio que a sua extração implica. Tal como mencionado acima, este processo é caro e, por isso, são necessárias mais pesquisas para encontrar métodos mais baratos, acrescentou Yutaro Takayau, cientista que liderou a instigação.
Os minerais de terras-raras continuarão, muito provavelmente, a representar a espinha dorsal de alguns dos setores que mais crescem na economia global da tecnologia. O Japão tem agora a oportunidade de controlar uma grande fatia da oferta global, forçando os gigantes que fabricam produtos eletrónicos, como a China e os Estados Unidos, a comprar os minerais nos termos impostos pelo Japão.





Fonte: ZAP // Bisness Insider / Science Alert