quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

FINDING SAPPHIRES - Identifying The Good Wash | Liz Kreate

Americano com morte cerebral acorda após aparelhos serem desligados

Americano com morte cerebral acorda após aparelhos serem desligados

T. Scott Marr teve morte cerebral decretada após um AVC, mas se recuperou após os aparelhos de suporte de vida serem retirados

O americano T. Scott Marr vem sendo chamado de “homem milagroso” por ter acordado após os médicos terem decretado sua morte cerebral e desligado os aparelhos que supostamente o mantinham vivo. Scott foi encontrado inconsciente em casa no dia 12 de dezembro por um de seus filhos. Ao ser encaminhado ao Hospital Metodista, na cidade de Omaha, no estado de Nebraska, nos Estados Unidos, a equipe médica constatou que ele havia sofrido um acidente vascular cerebral (AVC). 
Depois de passar dois dias conectado a tubos de respiração na UTI, com o cérebro inchado e sem mostrar qualquer sinal de melhora, os especialistas temeram que o AVC tivesse causado danos irreversíveis. Por causa disso, os médicos decidiram declarar a morte cerebral do paciente e os filhos do ex-locutor de basquete optaram por desligar os aparelhos. “Ele sempre falou para a gente que não gostaria de ser visto preso a uma cama de hospital”, conta Preston Marr, uma das filhas, à rede de televisão local KMTV.
Entretanto, inesperada e milagrosamente, tudo mudou depois que os tubos foram desconectados: Marr continuou respirando. Apesar de ser uma resposta incomum, os médicos não acreditaram que isso pudesse alterar o prognóstico ou os planos dos filhos de organizar o funeral do pai. No dia seguinte, diante dos preparativos para a cerimônia, a família foi chamada de volta ao hospital, pois Marr não apenas respirava como também se mostrava responsivo pela primeira vez desde o AVC.
“Essa coisa toda foi um milagre de Deus. Eu não morri. Eu não tive que morrer. Estou de volta aqui”, disse Marr à KMTV. O homem que deveria estar morto, agora se recupera em casa após semanas de tratamento. 

Fonte: Veja

GRANDE DRUZA DE AMETISTA

                       

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Ele investe na Bolsa há décadas. E continua lá.

Diamantes

Diamantes




Entre as muitas pedras preciosas, o diamante destaca-se por várias razões e tem características que o tornam único, daí se dividir as gemas em dois grupos: diamante e gemas de cor.

A denominação gemas de cor é muito inadequada, porque há diamantes que são bem coloridos (e com as modernas técnicas de tratamento de gemas eles são cada vez mais comuns) e há muitas gemas que podem ser incolores. Mas essa divisão está consagrada e é amplamente usada e aceita no meio gemológico, pois a diferença entre o diamante e as demais gemas, como veremos, é muito mais que uma questão de cor.

A importância do diamante é ressaltada também nos manuais de gemologia. Neles a descrição das gemas costuma iniciar pelo diamante, vindo a seguir as demais pedras preciosas.

Vejamos, então, quais são as características que tornam o diamante uma gema singular.


Dureza
A substância mais dura que se conhece é o diamante. Ele tem dureza 10 na Escala de Mohs, que vai de 1 a 10. O rubi e a safira têm dureza 9, mas o diamante é na verdade 150 vezes mais duro que eles. Isso tem a vantagem de permitir um excelente polimento, mas traz uma desvantagem: é bem mais difícil serrar, facetar e polir um diamante do que qualquer outra gema. Como nada é mais duro que ele, para polir o diamante é preciso usar pó do próprio diamante e contar com o conhecimento de um lapidador especializado - que, aliás, tem um nome especial: polidor de diamantes.


Aproveitamento Integral
Em matéria de diamante nada se perde. Mesmo as pedras de qualidade muito ruim são muito úteis e valiosas, pois podem ser empregadas em ferramentas de corte ou perfuração. E até mesmo o pó do diamante tem valor, pois, como vimos, ele é usado para polir o próprio diamante.


Diamantes coloridos
Diamantes coloridos

Cor
Como regra, quanto mais escura a cor de uma gema, mais valiosa ela é. Acontece, porém, que 99,9% dos diamantes são incolores ou levemente amarelados. Com isso, quanto menos cor o diamante tiver, mais valioso ele será, a menos que tenha uma cor bem definida (como os da figura ao lado), caso em que o preço poderá ser altíssimo. É por isso que a classificação de diamantes lapidados adotada e recomendada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT possui as categorias: absolutamente incolor, excepcionalmente incolor, nitidamente incolor e aparentemente incolor.


Classificação
Existem várias maneiras de classificar as gemas em termos de qualidade de cor e de pureza, e cada país, ou mesmo cada produtor, emprega o seu. O diamante, porém, é a única gema que possui um sistema de classificação reconhecido internacionalmente. Na verdade existe mais de um, mas hoje em dia praticamente se usa apenas o do Gemological Institute of América - GIA. O sistema adotado pela ABNT é o mesmo, apenas com tradução para o português (conforme tabelas abaixo). Isso facilita muito a comercialização da gema, pois a definição dos preços é muito menos subjetiva.


Fonte: CPRM