quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Como achar um filão de ouro em poucos dias Parte preliminar

Como achar um filão de ouro em poucos dias Parte preliminar





Todo ouro aluvionar tem uma fonte original, Não há ouro sem mãe.
O ouro aluvionar é espalhado em grandes superfícies e depositado de forma horizontal;
Essas 2 características fazem deste tipo de ouro uma forma relativamente fácil de encontrar-lo.
Adicionado a forma do garimpeiro de pesquisar, testando o cascalho das grotas, de uma forma sistemática, pois cada garimpeiro fazendo o seu esforço individual, o esforço concentrado de todos os pesquisadores acabara formando uma cobertura sistemática; aí esta encontrado a forma de detectar praticamente todo o ouro aluvionar existente.

Mas quando tratar-mos do caso dos colúvios ou derrames e paleoaluvióes, ainda temos uma ocorrência horizontal, mas desta vez menos espalhada que do os aluviões
Tudo isto forma o ouro secundário, fácil, mas de volume limitado, pois ele é tão somente o que a erosão arrancou dos primários para espalhar
Mas de onde vem esse ouro secundário e como é que ele saiu dos primários?
O Ouro primário é o que esta inserido na rocha ou na rocha alterada na superfície, ou lagrese
Ele não esta sempre em forma de filões, que é a forma mais conhecida:
Ele esta sob diversas formas:
- disseminado no granito na pirita onde essa pirita quando altera cria uma cor vermelha no barro;
- Em gossans: são as pedras vermelhas tipo laterita mas muito mais pesadas, quando esse ouro disseminado apresenta concentrações de pirita; o gossan é formado pela alteração da pirita formando chapéus de ferro; geralmente há o gossan e há os veios de quartzo juntos
- Em veios de quartzo verticais com ou sem pirita, formando os conhecidos filões, mas estes só tem larguras de alguns cm a no máximo poucos metros de espessura
- Em stockworks de quartzo com veios de todas as direções chamados de casqueiros e próximos a uma shear ou zona de cizalhamento;
- Em veios horizontais de cada lado de uma shear, chamados de sheated veins
- Em corpos de vulcânicas com vênulas de quartzo ou de sulfetos

Cuidado: quando o filão é rico, ele é pouco espesso, é como se houvesse um equilíbrio; largo, o ouro fica espalhado, estreito, ele fica concentrado;
Isto se aplica na forma micro como na macro:
Quando há muito ouro num aluvião grande destes tipo do Rosa de Maio, Marupa, há menos chances de ter filões ricos, porque se os filões são ricos, eles são pequenos e se são pequenos, eles não terão fornecidos material suficiente para abastecer um aluvião tão grande. Esses grandes aluviões abasteceram-se com primários grandes, portanto pobres, disseminados;



Fonte: Jornal do ouro

A extração rudimentar do diamante no Brasil

A extração rudimentar do diamante no Brasil






Mas esse tipo de garimpagem só pode ser realizado em zonas onde ha notícias de diamantes



Fonte: Jornal do Ouro

Diamante azul de 29,6 quilates é encontrado na África do Sul

Diamante azul de 29,6 quilates é encontrado na África do Sul


Enviado por Fernando Lemos
LONDRES, 21 Jan (Reuters) - Um diamante azul de 29,6 quilates, um dos mais raros e mais cobiçados do mundo com um preço de possivelmente dezenas de milhões de dólares foi descoberto em uma mina sul-africana pela Petra Diamonds.
A mineradora afirmou que o "excepcional" diamante do tamanho de uma bolota pequena o suficiente para caber na palma da mão foi descoberto na mina Cullinan, perto de Pretória.
A mina, propriedade da empresa desde 2008, foi o local onde em 1905 foi descoberto o Diamante Cullinan, descrito como o maior diamante bruto já recuperado, de 3.106 quilates.
Também foram encontrados outros diamantes notáveis na mina. Incluindo um diamante azul Cullinan de 25,5 quilates, achado em 2013 e vendido por 16,9 milhões de dólares, e um diamante achado em 2008, conhecido como a Estrela de Josephine, vendido por 9,49 milhões de dólares.
O diretor Johan Dippenaar disse à Reuters que a última descoberta do diamante azul pode ultrapassar descobertas recentes.
"Com alguma margem... essa é provavelmente a pedra mais significante que nós, em termos de pedras azuis, descobrimos", afirmou.
"As pedras no último ano estão vendendo bem, acima dos 2 milhões de dólares por quilate. Isso não é citação minha, são atualizações de mercado", disse, antes do primeiro comunicado do primeiro semestre da empresa.
A Petra Diamonds deve divulgar dados sobre produção e vendas para os seis meses até 31 de dezembro na quinta-feira, mas eles não levarão em conta a descoberta de janeiro.
O analista Cailey Barker da corretora Numis avalia que o diamante pode custar entre 15 milhões e 20 milhões de dólares em um leilão.

(Reportagem de Costas Pitas)


Fonte: Jornal do Ouro

Otimismo em exploração de minério, sim, ufanismo nunca!

Otimismo em exploração de minério, sim, ufanismo nunca!


Texto de Pedro Victor Zalán (enviado por Fernando Lemos)
Isto tem a ver tanto para ouro, cobre, ferro como para petróleo
Mapa de localização das bacias sedimentares brasileiras, seus tipos genéticos e suas idades (de Zalán, 2004, in Evolução da Obra de Fernando Flávio Marques de Almeida, Beca Produções Culturais Ltda., São Paulo, p. 595-612).
O anúncio feito pelo Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, de que a 11ª rodada da ANP de licitação de blocos exploratórios de petróleo e gás estava finalmente confirmada para Maio de 2013 me encheu tanto de alegria e alívio que resolvi dar uma forcinha para o processo. Decidi escrever um artigo sobre a potencialidade petrolífera das áreas sedimentares brasileiras fora da chamada “picanha azul”, polígono famoso com área de 149.000 km2 que delimita o tão decantado pré-sal nas Bacias de Santos, Campos e Espírito Santo. Tentarei passar a mensagem de que o potencial brasileiro para hidrocarbonetos vai além do sistema petrolífero chamado de pré-sal destas bacias. É possível que em nenhuma outra bacia encontremos sistemas petrolíferos tão ricos quanto este, mas, com uma alta probabilidade, encontraremos ao longo das próximas décadas sistemas petrolíferos diversos significativamente ricos em óleo e gás. O público-alvo deste texto serão os tomadores de decisões de companhias que atuam direta e indiretamente no setor petróleo, os políticos que preparam leis e influenciam o destino de verbas nesta área, os profissionais que atuam no mercado financeiro, responsáveis pelo aconselhamento de investidores e fundos de investimentos, e os profissionais de imprensa de um modo geral, responsáveis pela correta redação e transmissão de notícias do setor. Aos meus colegas geólogos e geofísicos das companhias petrolíferas, os exploracionistas, eu não tenho nada a ensinar ou acrescentar. Tudo que aqui relatarei é do mais amplo e notório conhecimento destes profissionais especializados em descobrir o petróleo nas entranhas das bacias sedimentares. Mas, para aqueles que não detêm este conhecimento específico, espero que este apanhado de conceitos e ideias, fruto de 34 anos de vida profissional em uma das cinco maiores e mais importantes companhias de petróleo do mundo, a Petrobras, seja útil e que contribua para uma homogeneização de conhecimentos de toda a sociedade brasileira.
Este artigo terá duas características. Ele será otimista e apresentará um linguajar técnico. Otimista? Ah, não.... Lá vem outra pessoa da área de petróleo prometer que serão descobertos dezenas de bilhões de barris de óleo, centenas de trilhões de pés cúbicos de gás e que em alguns poucos anos a produção resultante destas descobertas será da ordem de milhões de barris de óleo por dia......Não! Eu falei otimista, não falei vanglorioso ou ufanista. Todo exploracionista é um otimista nato. Aliás, tem que ser, senão ele jamais prosperará nesta profissão. O otimismo a que me refiro é que nós geólogos sempre tiramos partido do que não conhecemos sobre a geologia de uma bacia. É exatamente neste desconhecimento, nestas lacunas do saber, que podem estar as futuras grandes descobertas. E o desconhecimento que temos sobre algumas de nossas bacias sedimentares é imenso. O otimismo a que me refiro é a  persistência de sempre se aprender com os fracassos (poços secos) e com este aprendizado insistir em novas ideias de como e onde o petróleo pode estar escondido em sub superfície. 

Fonte: Jornal do Ouro

Золотой рынок Дубая - Базар в Арабских Эмиратах. Главный мировой беспошл...