quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

LINDA MADEIRA FOSSILIZADA

                                       
                                           LINDA MADEIRA FOSSILIZADA

Como se formam as pedras preciosas?


Como se formam as pedras preciosas?



Tudo depende da combinação de elementos e da influência do ambiente

Os mesmos processos geológicos que criam, dão forma e remodelam a Terra também geram situações de temperatura e pressão que combinam elementos em pedras preciosas. A exceção são as gemas orgânicas, como pérola e coral, que são feitas por seres vivos, mas classificadas como minerais.
Existem três tipos de rocha na crosta terrestre: ígnea, metamórfica e sedimentar, que podem ser compreendidas como diferentes fases de um ciclo, já que se transformam uma na outra com o tempo. As ígneas se formam do magma ou da lava. Já as metamórficas são formadas a partir de rochas que sofrem calor e pressão sem derreter novamente. As sedimentares surgem a partir de resíduos de rocha ou matéria orgânica dissolvidos em água. É em meio a toda essa ciranda de magma, sedimentos e rochas que as pedras preciosas surgem.
Nem tudo que brilha é ouro
Onde e como se formam algumas das gemas mais conhecidas
 (Marcus Penna/Mundo Estranho)
1.DiamanteFeito somente de carbono, o diamante é uma das poucas pedras preciosas que não costumam se formar na crosta terrestre, e sim no manto, um oceano subterrâneo de magma. A pressão e a temperatura do manto, capazes de liquefazer rochas, também comprimem e fundem o carbono na forma de diamantes, que são carregados à superfície pelo magma, misturados a rochas ígneas
  • Em raros casos, a pressão que forma rochas metamórficas na crosta terrestre também forma diamantes
2.PeridotoÉ outra das raras gemas que se formam no manto terrestre, e não na crosta. O peridoto é uma variante do mineral olivina, uma mistura de magnésio, ferro e sílica (silício e oxigênio) combinada em meio ao calor e pressão do magma do manto. Quando esses elementos se combinam na proporção certa, mais rica em magnésio, o peridoto se forma. Com sorte, sobe à superfície junto a rochas ígneas
 (Marcus Penna/Mundo Estranho)
3.JadeO que chamamos de “jade” na verdade são dois minerais diferentes, jadeíta e nefrita. Eles se formam no mesmo processo que forma rochas metamórficas, quando a temperatura e a pressão na profundeza da crosta recombinam os elementos das pedras, mas sem derretê-las (o que as transformaria em magma)
4.EsmeraldaFormada pela combinação dos elementos berílio, alumínio, silício e oxigênio em uma solução aquosa, a esmeralda costuma ocorrer em veios de água quente (hidrotermais) derivada do magma nas profundezas da crosta terrestre. Quando essa solução aquosa com esses quatro elementos se resfria, a esmeralda se solidifica
5.Rubi e safiraQuando magma contendo alumínio e crômio encontra bolsões de ar na crosta terrestre que contêm oxigênio, esses três elementos se combinam e formam rubis. O crômio, um elemento raro, é o que dá a cor vermelha ao rubi. Se ele não estiver presente na brincadeira, a gema formada é a safira, que costuma ser azul
6.QuartzoÉ formado pela evaporação de uma solução aquosa contendo átomos de silício, o que ocorre tanto em veios de água de superfície na crosta terrestre quanto em veios hidrotermais. Com a presença de certas impurezas (com o ferro) durante sua formação, o quartzo pode ficar da cor violeta, também conhecido como ametista
7.TurquesaParecida com a esmeralda, a turquesa vem da combinação de elementos (fósforo, cobre e alumínio) em uma solução aquosa. A diferença é que essa solução não deriva do magma do manto, e sim do infiltramento de água da superfície na crosta terrestre. Quando o infiltramento se aprofunda o suficiente para o calor evaporar a água, a turquesa se forma

Quer pagar quanto?
Quanto mais “única” a combinação de impurezas e deformidades, mais valiosa é a pedra. Confira algumas das mais caras:
1. Diamante Pink StarÉ um exemplar grande (11,92 g) de um tipo de diamante caro e raro, o diamante rosa. Ninguém sabe ao certo como eles ficam dessa cor, mas o mais provável é a presença de anomalias estruturais. Em 2013, foi leiloado por US$ 83 milhões
2. PainitaEste tipo de cristal proveniente de evaporação de solução aquosa em veios superficiais foi descoberto em 1950. Sua raridade é resultado da quantidade de elementos necessários para formá-lo: cálcio, zircônio, boro, alumínio, oxigênio e ferro. Seu preço pode chegar a US$ 60 mil o quilate
3. MusgravitaUm minério formado da evaporação de água da superfície ou de hidrotermais composto de magnésio, berílio, alumínio, ferro e oxigênio. A raridade vem não só do berílio, um elemento escasso, mas também da dificuldade de encontrar o mineral em forma de cristais translúcidos. Chega a custar US$ 35 mil o quilate
4. JadeítaA variante de jade mais rara é criada em pedras metamórficas que combinam sódio, alumínio, ferro, silício e oxigênio. É difícil de encontrar porque a pressão necessária para produzi-la em meio a rochas metamórficas é bem alta. Vale US$ 20 mil o quilate
5. AlexandritaÉ uma espécie rara do já escasso cristal de berílio, como a musgravita. A alexandrita é especialmente desejada porque sua estrutura molecular (que é determinada basicamente ao acaso) faz com que sua cor mude de acordo com a luz. Custa US$ 12 mil o quilate

Fonte: SUPER

TIFFANY APOSTA NA TRANSPARÊNCIA DE DIAMANTES

A empresa de artigos de luxo Tiffany & Co. anunciou que está a apostar no rastreamento dos seus diamantes, de modo a que os seus clientes possam conhecer a origem das suas pedras preciosas. Inicialmente irão fornecer a informação relativa à região ou país de origem dos diamantes para 300 das suas lojas pelo mundo.
A preocupação com a origem dos diamantes sempre fora uma preocupação da empresa, devido aos chamados “blood diamonds” e a questões associadas ao ambiente e aos direitos humanos, sendo esta uma forma de combater e de transmitir confiança aos seus clientes.
No caso de heranças em que não seja possível identificar a origem das pedras, a Tiffany continua a oferecer uma garantia de que os diamantes foram adquiridos através das melhores práticas industriais.
Alessandro Bogliolo, CEO da Tiffany & Co., anunciou a intenção da empresa e conta que “Não deve haver nada de opaco nos diamantes da Tiffany”, acrescentando que “as pessoas merecem saber de onde vêm as suas mais valiosas e estimadas jóias de diamantes, e como foram criadas”.
Como parte da Diamond Source Initiative, a Tiffany vai fornecer a região ou o país de origem dos seus anéis de diamante em 300 lojas espalhadas pelo mundo, sendo que por 2020 irá passar a informar sobre todo o percurso artesanal das suas jóias, marcando em cada diamante um número de série da “T&Co”.

Fonte: BBC

11 ações que irão mandar bem nos resultados do 4º trimestre, segundo o BTG

11 ações que irão mandar bem nos resultados do 4º trimestre, segundo o BTG



Investing.com Brasil - 17/01/2019 - 20:02
BTG
Por Investing.com – Os analistas do BTG Pactual estão otimistas com a temporada de resultados do quarto trimestre e veem mais de 50 papéis que podem surpreender o mercado.
A temporada de resultados, tradicionalmente uma época de maior volatilidade, pode trazer oportunidades aos investidores apostarem no fundamento de ativos e ganhar com a reprecificação dos papéis após a apresentação do balanço. Enquanto nos EUA a temporada teve início nesta semana, na Bovespa só ganha força no final de janeiro com a publicação de Cielo, Santander e Bradesco.
O BTG Pactual está mais bullish em 54 das 79 ações que cobre e há também informações sobre consenso publicadas pela Bloomberg, o que possibilita a comparação. Nas 25 restantes, o banco aposta que o mercado está mais otimista e aponta um lucro inferior ao consenso.
O relatório tem a estimativa total de 105 empresas, das quais 69 o BTG recomenda a compra, 33 com classificação neutra, 3 em venda e 1 sem avaliação .
Os setores em que há otimismo do banco com todas as empresas são: mineração, metalurgia, bancos, varejo, shoppings, logística e locação de veículos. Enquanto distribuição de combustíveis, telecomunicações (exceção de Totvs – TOTS3) e produção de etanol (menos SLC Agricola – SLCE3) são os setores com todas as empresas em que o mercado apresenta otimismo maior que o BTG.
Em seguida, veja algumas ações em que o BTG está mais bullish com as estimativas do lucro líquido do que o mercado
  • Bradesco (BBDC4): BTG (R$ 5,7 bilhões); Mercado (R$ 2,9 bilhões)
  • Ambev (ABEV3): BTG (R$ 4,8 bilhões); Mercado (R$ 4,1 bilhões)
  • BRF (BRFS3): BTG (R$ 422 milhões); Mercado (prejuízo R$ 267 milhões)
  • B3: BTG (R$ 931 milhões); Mercado (R$ 773 milhões)
  • Estácio (ESTC3): BTG (R$ 188 milhões); Mercado (R$ 32 milhões)
  • Grupo Pão de Açúcar (PCAR4): BTG (R$ 406 milhões); Mercado (R$ 295 milhões)
  • Vale (VALE3): BTG (R$ 3,1 bilhões); Mercado (R$ 2,9 bilhões)
  • Gerdau (GGBR4): BTG (R$ 714 milhões); Mercado (R$ 385 milhões)
  • Iguatemi (IGTA3): BTG (R$ 101 milhões); Mercado (R$ 75 milhões)
  • Tegma (TGMA3): BTG (R$ 37 milhões); Mercado (R$ 25 milhões)
  • Locamerica (LCAM3): BTG (R$ 68 milhões); Mercado (R$ 62 milhões)

Fonte:   Investing.com

Insatisfeita com decreto, Taurus estuda importar armas de fogo, diz Estadão

Insatisfeita com decreto, Taurus estuda importar armas de fogo, diz Estadão

Investing.com Brasil - 17/01/2019 - 


(Divulgação/Facebook)
Por Investing.com – As ações da Taurus Armas (FJTA3) tiveram forte destaque na bolsa desde a ascensão de Jair Bolsonaro nas pesquisas eleitorais em 2018. Nesta semana, com a assinatura do decreto regulamentando a posse de armas de fogo e a sinalização da abertura do mercado para esses produtos, os papéis acumulam expressivas perdas de quase 45% em dois dias.
Preocupado com a possibilidade da abertura do mercado, o presidente da companhia, Salesio Nuhs, deu a entender que não ficou satisfeito com o decreto do governo. De acordo com a Coluna do Broad do Estadão, o executivo entende que não há muitos atrativos em fabricar armas no Brasil, principalmente na questão regulatória e tributária.
Dessa forma, seria mais vantajoso para a companhia produzir no exterior para depois importar para o Brasil, uma vez que os importadores não precisam de um burocrático processo de homologação. Esse procedimento leva em média três anos.
Por isso, diz que o ideal seria produzir no exterior e exportar para o Brasil, já que importadores não têm de passar por processos de homologação, que levam em média três anos entre a construção do protótipo e o lançamento.
A coluna destaca ainda que os importadores não têm a mesma carga tributária e os produtos não precisam passar por aprovação de órgãos regulatórios, como o Exército. Hoje, a Taurus tem uma fábrica no Rio Grande do Sul e investe para ampliar a produção nos Estados Unidos.
Outro ponto é que as medidas do governo foram consideradas tímidas pelos defensores do tema, que esperavam também a redução de preços e a desburocratização na aquisição dos equipamentos.
Desempenho em 2018
No ano passado, as preferenciais saltaram 88,37 por cento e as ordinárias dispararam 146,91 por cento, em grande parte apoiadas em sinalizações de Bolsonaro, no sentido de ampliação de investimentos em segurança pública e liberalização nas regras para concessão de posse de armas.
A companhia também divulgou na semana passada que seu conselho de administração aprovou acordo preliminar com autoridades norte-americanas para encerrar processo nos Estados Unidos relacionado a seus produtos.
A Taurus, que afirma ser uma das maiores fabricantes de armas leves do mundo, encerrou os nove meses até setembro de 2018 com receita líquida 623,5 milhões de reais, mas prejuízo consolidado de 44,6 milhões de reais.
As vendas líquidas de armas nos 9 primeiros meses do ano passado totalizaram 613,6 milhões de reais, alta de 17,4 por cento em relação ao mesmo período de 2017, com as vendas nos mercados interno e externo registrando aumentos de 73 e 10,4 por cento, respectivamente, segundo o balanço da empresa.

Fonte: Investing.com Brasil