sábado, 19 de janeiro de 2019

Estrangeiros ampliam as compras e saldo em janeiro passa ser positivo

Estrangeiros ampliam as compras e saldo em janeiro passa ser positivo

Investing.com Brasil - 18/01/2019 - 
Por Investing.com – A jornada do dia 16 de janeiro, última quarta-feira, foi marcada inversão de tendência com os investidores estrangeiros revertendo o saldo negativo do mês segmento Bovespa da B3. No dia, as compras foram de R$ 8,929 bilhões, com as vendas de R$ 8,487 bilhões, levando a resultado líquido de R$ 441,933 milhões no dia. Assim, no acumulado do mês, o resultado segue positivo em R$ 12,210 milhões.
Entre os investidores individuais, a sessão foi negativa, com aquisições totalizando R$ 7,919 bilhões e as alienações de R$ 8,384 bilhões, resultando na sessão saídas de R$ 464,938 milhões. No acumulado de janeiro, o saldo é positivo de R$ 2,158 bilhões.
Já entre as pessoas físicas, o dia 16 foi marcado por entradas de R$ 2,554 bilhões e as saídas foram de R$ 2,551 bilhões, resultado em saldo positivo na terça-feira de R$ 2,913 milhões. No primeiro mês do ano, o resultado de momento é negativo em R$ 193,113 milhões.
No caso dos investimentos de empresas públicas e privadas, as entradas (R$ 49,862 milhões) superaram as vendas (R$ 43,183 milhões) em R$ 6,679 milhões. Dessa forma, em janeiro o acumulado é negativo em R$1,797 bilhão.
Entre as instituições financeiras, as compras foram de R$ 704,282 milhões, enquanto as vendas foram de R$ 690,872 milhões resultado em saldo de R$ 13,410 milhões. No mês, o saldo é negativo em R$ 152,086 milhões.
Em janeiro, entre compras e vendas, o segmento movimentou um total de R$ 356,827 bilhões, levando a uma média diária de R$ 32,438 bilhões. Na última quarta-feira, o volume foi de R$ 40,316 bilhões.

Fonte: MONEY  TIMES

Bolsa fecha semana em alta e índice de desempenho bate recorde

Bolsa fecha semana em alta e índice de desempenho bate recorde

Agência Brasil - 18/01/2019 - 
O Ibovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou a semana com novo recorde nominal, alcançando 96.096 pontos, o que representa alta de 0,78% em relação ao pregão anterior. Ontem (17), o índice chegou a 95.351 – maior pontuação registrada até então.
O Ibovespa acumula alta de 5,58%, considerando o fechamento do índice entre 2 de janeiro, primeiro dia de funcionamento da B3 em 2019, e esta sexta-feira (18).
As ações com melhor desempenho foram: Natura, Eletrobras, Marfrig e Fleury. As maiores baixas foram registradas nos papéis da Embraer, Kroton, Smiles, Braskem e B2W Digital.
O dólar comercial fechou a semana também em alta, com variação positiva de 0,23%. A moeda norte-americana foi negociada a R$ 3,75.

Fonte: MONEY  TIMES

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

GRANDE DRUZA DE AMETISTA- LAGEADO- RS

                         
                                GRANDE DRUZA DE AMETISTA- LAGEADO- RS

Marink Martins: Os gringos preferem o México

Marink Martins: Os gringos preferem o México

Opinião - 18/01/2019 - 
Por Marink Martins, do blog MyVol e autor da newsletter Global Pass
Ao ler uma excelente análise publicada por estrategistas da Gavekal logo pensei em alertar aqueles que leem os meus comentários a respeito do viés conhecido como “home country bias”.
Quando o assunto é investimentos tal viés diz respeito ao fato de que americanos tendem a investir seus recursos nos EUA e brasileiros no Brasil. Algo natural. Afinal, dizem por aí que devemos investir em algo que pensamos ter uma boa compreensão a respeito de suas nuances.
Bem, conforme mencionei em um outro texto publicado nesta semana, são justamente as premissas que nos deixam vulneráveis.
Quem está de fora observa o Brasil em um contexto bem mais amplo, comparando sempre o Brasil com países como o México, a Argentina e outros.
Por isso mesmo, uma das razões para o fato dos investidores estrangeiros se manterem reticentes em embarcar na euforia “bolsonariana” talvez seja pelo fato de que os ativos mexicanos representem, neste momento, uma melhor barganha.
Em seu comentário, o analista da Gavekal nos diz que nos últimos meses o EWZ (MSCI Brasil) registrou um diferencial de retorno de 37% em relação ao EWW (MSCI Mexico). Da mesma forma, os títulos de renda fixa brasileiro se valorizaram bem mais do que os mexicanos.
Tudo isso em um cenário macroeconômico que deveria favorecer bem mais os ativos mexicanos do que os brasileiros, uma vez considerado que a relação dívida/PIB do México é inferior a 50% enquanto que a brasileira supera o patamar de 80%. Além disso, o déficit orçamentário mexicano está por volta de 3% enquanto por aqui excede 7%.
Do ponto de vista político, por lá temos Andrés Manuel Lopéz Obrador (AMLO) visto como um socialista que habita o lado oposto do espectro quando comparado ao atual presidente brasileiro.
Bem, o fato é que os preços atuais naturalmente embutem as perspectivas futuras e ignoram o passado. Além disso, pode-se afirmar que os ativos brasileiros foram “picados” pelo mosquito do “momentum”.
E quando o assunto é “momentum” – termo tomado emprestado da física denotando massa x velocidade – não devemos esquecer que o Brasil é muito maior do que o México… O investidor brasileiro, embalado pelo viés descrito no início do texto, não quer nem sequer olhar para o lado. Para ele, chegou a hora do Brasil.
Da minha parte, embora mantenha o meu ceticismo, não sou mais tão tolo como em outrora para acreditar que um caminhão descendo a serra pode ser freado de forma análoga a uma bicicleta. O mercado quer subir. Deixa subir.

Fonte:  MONEY TIMES

XP vê ganhos de até R$ 6,3 por ação da Petrobras com retomada de desinvestimentos

XP vê ganhos de até R$ 6,3 por ação da Petrobras com retomada de desinvestimentos

Investing.com Brasil - 18/01/2019 - 12:26
Por Investing.com – Para a XP Investimentos, a Petrobras (PETR4), com a retomada da venda de ativos e a busca por várias parecerias para refino deve conseguir até US$ 21,9 bilhões em receitas, colocando de R$ 5,00 a R$ 6,30 em seu preço-alvo. As informações constam de relatório divulgado pela corretora nesta sexta-feira.
Na parte final da manhã desta sexta-feira, as ações operam em alta de 0,95% a R$ 25,41.
O documento destaca que a dívida líquida da estatal também pode cair de 0,66 ponto percentual a 0,83 ponto percentual como proporção do EBITDA da Petrobras estar atualmente em 2,96 vezes. Para a equipe da corretora, sem os obstáculos que impediam alienação dos ativos, a Petrobras pode seguir com o plano de desinvestimentos de até US$ 26,9 bilhões.
Ontem, a Petrobras anunciou que retomará o processo competitivo para a venda de fatia de 90 por cento na Transportadora Associada de Gás (TAG) e de 100 por cento da Araucária Nitrogenados (ANSA), bem como a busca para a formação de parcerias em refino.
Os processos de desinvestimentos nesses ativos estavam suspensos desde o ano passado, após decisão cautelar do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela qual a venda de ações de empresas públicas dependeria de aval legislativo.
A decisão pelo reinício dos desinvestimentos foi tomada pela Petrobras após a Advocacia Geral da União (AGU) avaliar que a empresa atende a requisitos analisados pelo próprio STF para alienar subsidiárias, informou a gigante petroleira em fato relevante nesta quinta-feira.
No caso da TAG, subsidiária da Petrobras proprietária e gestora de importante parcela dos ativos de transporte de gás do país, a decisão veio também após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) derrubar uma liminar movida por um sindicato contra a sua venda.


Fonte:   Reuters.