terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Como funciona uma mina de diamantes?

Como funciona uma mina de diamantes?

Supermáquinas, explosivos e alta tecnologia são usados para vasculhar toneladas de rocha

Na maioria dos casos, máquinas gigantes escavam em busca das pedras preciosas, que são separadas do cascalho pelo peso e identificadas por um sofisticado sistema de raios x. As minas são criadas em regiões com alta concentração de um tipo de rocha, denominado pelos geólogos de kimberlito. Esse material é formado pelo resfriamento do magma, que chegou até a superfície há milhões de anos, carregando elementos de regiões profundas da Terra. Feitos de carbono submetido a altíssima pressão, os diamantes foram forjados até 200 km abaixo da superfície há pelo menos 3 bilhões de anos.
O tipo mais comum de mina é o de poço aberto – como a representada no infográfico a seguir –, baseada na escavação do kimberlito, e a maioria delas está na África. No Brasil, a produção se concentra em minas formadas por erosão de kimberlito. As águas de rios e lençóis freáticos carregam pedras, que se concentram em áreas superficiais e passam a ser exploradas por mineradores. As 26 toneladas de diamante produzidas no mundo movimentam US$ 13 bilhões. O maior comprador é a China.
MUNDOESTRANHO-131-46
TRABALHO ÁRDUO
Supermáquinas, explosivos e alta tecnologia são usados para vasculhar toneladas de rocha.
Amaciando a terra
Após encontrar provas geológicas da presença de diamantes, os mineiros escavam o kimberlito. Mas a ferramenta deles não é picareta, não: os caras colocam explosivos em buracos de até 17 m de profundidade feitos pela perfuradora. O objetivo é fazer a rocha dura virar cascalho.
Trio parada dura
Três máquinas gigantes fazem o trabalho pesado: a perfuradora abre buracos na rocha para a colocação de explosivos, a escavadora movimenta até 50 toneladas de rocha por minuto e o caminhão mineiro leva 100 toneladas de material para o beneficiamento.
Buraco fundo
Com o avanço da escavação, o poço fica mais afunilado, chegando a centenas de metros de profundidade e a quilômetros de largura. A maior mina de diamantes em operação, com 600 m de profundidade e 1,6 km de diâmetro na parte mais larga, é a Argyle Diamond, na Austrália.
Plano B
Quando a escavação afunila demais, é preciso cavar um túnel paralelo ao poço. Do túnel principal, partem túneis perpendiculares para extrair a rocha mais profunda. No subterrâneo, são usadas versões menores das máquinas empregadas na superfície.
Coisa fina
O material extraído da mina vai para o processamento. O cascalho é triturado duas vezes, lavado e peneirado. Em seguida, as pedrinhas – de 1,5 a 15 mm – vão para um tanque de flotação. As pedras mais pesadas, com potencial de ser diamantes, ficam no fundo e as mais leves são descartadas.
Catando milho
Uma máquina de triagem equipada com raios X identifica os diamantes. Ao rolarem na esteira e serem atingidos pela radiação, eles ficam fluorescentes. Um sensor registra essa luz e aciona um jato de ar, que separa o que importa do restante das pedras. Por último, rola uma checagem manual.
Feitos para brilhar
Cerca de 30% dos diamantes são gemas, ou seja, têm características ideais para se tornar joias: cor, claridade, tamanho e possibilidade de lapidação. O restante é usado na indústria para a produção de peças de corte, como brocas, discos, serras e bisturis. Como transmitem calor rapidamente, diamantes também são usados em termômetros de precisão.
VALE QUANTO PESA
Cada tonelada de terra extraída rende 1 quilate de diamantes (0,2 g)
Valor de mercado
Um caminhão carregado rende até 20 diamantes de 1 g. Pedras usadas em joias valem, em média, US$ 1 mil/quilate. Para uso industrial, paga-se em torno de US$ 10/quilate.
Além do brilho
O valor do diamante é baseado em cor, claridade, tamanho e lapidação. Gemas azuis, laranja, vermelhas e rosa são raras. Brancas e amareladas são mais comuns (98% do total).
Joia da coroa
O maior dos diamantes foi extraído na África do Sul em 1905. A pedra bruta tinha 3,1 mil quilates e foi lapidada em nove. As duas maiores (Cullinan I e II) foram dadas à realeza britânica.
– Em 1714, foi encontrado o primeiro diamante no brasil, em um garimpo de ouro próximo a Diamantina, MG.
– O diamante mais caro do mundo foi leiloado em Londres por US$ 46 milhões. O Graf Pink pesa 24,78 quilates e tem coloração rosada.

Fonte: Portal do Geologo

Os Futuros de Ouro caíram durante a sessão asiática

Os Futuros de Ouro caíram durante a sessão asiática

Commodities2 horas atrás (22.01.2019 02:05)

© Reuters. Os Futuros de Ouro caíram durante a sessão asiática© Reuters. Os Futuros de Ouro caíram durante a sessão asiática
Investing.com - Os Futuros de Ouro caíram durante a sessão asiática na terça-feira.

Na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova York, Os Futuros de Ouro em Fevereiro foram negociados na entrega a US$ 1.278,15 por onça troy no momento da escrita, caindo 0,35%.

Anteriormente negociadas na baixa da sessão a US$ por onça troy. O Ouro estava propenso a encontrar apoio em US$ 1.276,15 e resistência em US$ 1.295,00.

O Índice Dólar Futuros, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, registrou ganhos 0,04% para negociação a US$ 96,028.

Em outra parte da Comex, A Prata para entrega em Março registrou perdas 1,14% para negociação a US$ 15,223 por onça troy enquanto O Cobre para entrega em Março registrou perdas 0,19% para negociação a US$ 2,670 por libra-peso.



Fonte: Investing.com

Ativa mantém papel da Petrobras em carteira semanal

Ativa mantém papel da Petrobras em carteira semanal

                  21/01/2019 - 
A Ativa Investimentos trocou quatro dos cinco ativos que compõem sua carteira semanal, divulgada nesta segunda-feira (21). Com a saída dos papéis das empresas Banco do Brasil (BBAS3), Estácio (ESTC3), Gol (GOLL4) e CCR (CCRO3), entraram as ações do Banco Inter (BIDI4), da Natura (NATU3), do Porto Seguro (PSSA3) e da Eztec (EZTC3). Somente a Petrobras (PETR4) foi mantida.
“A Petrobras mostrou uma bela retomada da força compradora, conseguiu romper uma linha de tendência de baixa do curto prazo e segue recuperando aos poucos”, afirma Pedro Guilherme Lima, analista responsável pela carteira. “No semanal, o ativo operou de lado, mas mostrou força para romper a resistência em R$ 25,50 e seguir com novas altas para buscar o topo anterior. Portanto, seguimos otimistas com o papel e vamos manter ele na carteira acreditando neste rompimento”.
Na semana anterior, a carteira ficou abaixo do desempenho do Ibovespa, de 2,60%, e apresentou valorização de 1,96%.

Fonte: MONEY  TIMES

Louis Armstrong - What a Wonderful World - legendado

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

A bolsa brasileira ainda está barata. É hora de ir às compras

A bolsa brasileira ainda está barata. É hora de ir às compras

Opinião
Por Papo de Grana
A bolsa brasileira anda animada nas últimas semanas. Foram ganhos de 9% nos primeiros dias de 2019. O Ibovespa – índice norteador da bolsa – está atingindo seus níveis históricos, rompendo a casa dos 96 mil pontos. Diante desse cenário, é correto dizer que as ações estão se valorizando e o mercado está ficando mais caro.

Então como é possível uma bolsa de valores animada e ainda barata?

Apesar de já ter batido recorde, a bolsa brasileira segue com um preço muito bom. Historicamente, a média das ações listadas na bolsa negociam entre 10 a 14 vezes a relação de preço da ação dividida pelo lucro distribuído por ação.

Nesse momento, estamos perto de 11, ou seja, ainda temos bastante espaço para crescer até chegar nos 14. Só para você ter uma noção, em um comparativo com a realidade americana, por lá este número fica acima de 20. Empresas de tecnologia, como o Google, negociam a 34 vezes essa relação.
Invista nas maiores empresas brasileiras
No setor privado, os últimos anos foram de corte de despesas, enxugamento de equipes e desaceleração. Porém, com a economia retomando o crescimento, as empresas ganham espaço para voltar à produção a plenos pulmões, o que impacta positivamente a nossa economia e o preço das ações. E com a expectativa otimista do mercado em relação ao Brasil em 2019, a tendência é que a bolsa entre em um movimento de valorização – ao compasso de que as ações planejadas pelo governo federal sejam efetivamente implementadas.
Ou seja, podemos estar prestes a entrar em uma maré de alta prolongada. Por isso, quem pensa no longo prazo tem aí uma boa oportunidade para aproveitar.

Bons investidores não deixam as oportunidades passarem

Sem dúvida, é uma oportunidade e tanto de pagar barato para investir em ações brasileiras e aproveitar a maré de crescimento esperada pelo mercado em 2019. E com a Warren, você tem um jeito fácil, seguro e eficiente de ser sócio das principais empresas brasileiras na bolsa, como Ambev, Banco do Brasil, Vale, Itaú, Petrobras.
O fundo de ações brasileiras da Warren tem na estratégia uma alocação maior nas principais empresas brasileiras, em empresas menores – que trazem boa performance em momentos de aceleração do mercado –, e outra parte em boas pagadoras de dividendos. A missão deste fundo é superar o Ibovespa.
Se você já é investidor de renda variável na plataforma, cada aporte novo que você faz coloca o Warren para trabalhar. Ele busca as melhores oportunidades em ações e diversifica as compras com a inteligência – e também com a “frieza potencializadora de resultados” que o investidor arrojado precisa, mas nem sempre consegue colocar em prática.

Fonte: MONEY  TIMES