quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

E Seus Investimentos, Como Estão?

E Seus Investimentos, Como Estão?



Por Alvaro BandeiraAções

Em contato com clientes do banco e corretora, temos assistido reclamações constantes sobre quedas nas taxas de juros de aplicações em renda fixa. A reclamação procede. Principalmente por conta do mau costume dos brasileiros com taxas de juros elevadas por largo prazo. Agora que temos taxas de juros bem mais civilizadas e na hora da renovação das aplicações, não raro os clientes se chocam com taxas muito menores.
Não tem jeito! Com inflação abaixo de 4,0%, as taxas nominais encolheram bastante. O mesmo acontece com as taxas reais de juros, já que o Brasil atravessou sua pior fase de descontrole fiscal, e caminha para reformas que levarão ao melhor equilíbrio e/ou desequilíbrio menor nos próximos anos. Isso se Jair Bolsonaro e Paulo Guedes conseguirem aprovar com agilidade e profundidade medidas infraconstitucionais e contarem com o beneplácito do Congresso Nacional para mudar o Brasil.
Assim, quem quiser obter nível melhor de remuneração em suas aplicações terá obrigatoriamente que correr mais risco. Avaliando os dias que correm, não existe grande diferença entre uma ou outra aplicação em renda fixa. As diferenças correm por conta de prazos mais dilatados de aplicação de recursos com impostos decrescentes, ou de instituições de menor porte ou nível de risco maior. Os investidores terão que partir para aplicações mais elaboradas como debêntures, debêntures de infraestrutura (isenta de impostos), ou mesmo os COEs (Certificado de Operação Estruturada).
Para isso, os investidores terão que observar lastros das operações, iliquidez em negociações secundárias ou eventuais pênaltis na saída antes do prazo. Antes de tudo, terão de entender como funcionam essas operações, as garantias existentes, se são quirografários, se são garantias fidejussórias, etc; nomes complicados para explicar os cuidados que devem ser tomados para poder comparar as aplicações.
Investir com eficiência em mercados exige algum conhecimento e/ou boa assessoria de profissionais competentes. Isso explica em parte o fato de a poupança ter encerrado 2018 com captação líquida de R$ 38,3 bilhões, a maior expansão desde 2013 (até então o volume vinha declinando). Como explicar diante da pior remuneração? Somente a simplicidade que a poupança proporciona para o aplicador, e a aproximação das diferentes taxas atribuídas para a renda fixa.
Isso só reforça que é preciso ampliar o risco para se obter melhor remuneração. Nesse contexto vale passar pelo estágio de aplicações em fundos multimercados e/ou fundos de ação, mas antes é preciso verificar o histórico de retornos dos gestores, muito embora não seja garantia de retorno futuro. Também é preciso verificar taxa de administração cobrada, prazo para cotização do resgate e um sobrevoo pela volatilidade da carteira; dentre outras coisas. Tudo também para comparar gestores e nível de risco.
A incursão pelo mercado acionário de forma individualizada exige mais conhecimento, principalmente se associada com operações com derivativos. Via de regra, o investidor isolado no mercado acionário deve ter presente que suas aplicações são de médio e longo prazo, muito embora em algumas situações possa apresentar bons retornos no curto e curtíssimo prazo. Porém, não se esqueça que isso exige dedicação e controles, como todos os investimentos de renda variável.
A situação ideal é ir montando uma carteira ao longo do tempo, com boas ações, de empresas sólidas e boa governança corporativa e com boa política de remuneração aos acionistas, via dividendos e juros sobre o capital. Mesmo assim, em determinados momentos você precisará rever posições assumidas, à luz das mudanças nas economias global e local. Ou, então, delegue aos administradores a tarefa de selecionar os investimentos do fundo que você aplicou.
Tomando todos esses cuidados, nossa indicação é que o momento permite ser um pouco mais agressivo em suas aplicações e fugir da baixa remuneração proporcionada pela renda fixa.

Fonte: MONEY  TIMES

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Turmalina Paraíba, uma das gemas mais caras do mundo, pode estar se transferindo para a África

Turmalina Paraíba, uma das gemas mais caras do mundo, pode estar se transferindo para a África



 Talvez você muitos, já deve ter se perguntado, em algum momento de sua vida - afinal, o que é essa tal de Turmalina Paraíba e por que ela é uma das gemas mais caras do mundo?

A resposta, é lógico, está na sua raridade e beleza. Uma das características dessa gema é a sua cor brilhante, vívida, quase um neon que só é salientada após a lapidação.

Do ponto de vista técnico ela é uma variedade cuprífera de elbaíta, uma variedade de turmalina cuja fórmula é Na(Li,Al)3Al6B3.Si6O27(OH,F)4. O nome Paraíba vem da primeira localidade onde essa turmalina foi descoberta.
Segundo a lenda a turmalina Paraíba foi descoberta por Heitor Dimas Barbosa em 1981. Heitor passou anos escavando um pegmatito próximo da Vila S. José da Batalha, acreditando que debaixo do morro chamado Paraíba existia algo diferente.
Somente em 1989, Heitor conseguiu o primeiro lote de pedras de qualidade. As cores eram extraordinárias nunca vistas antes em nenhuma outra turmalina: estava descoberta uma das gemas mais preciosas do mundo.
As cores são variadas, mas a clássica é o azul neon cor gerada pelo conteúdo de cobre do manganês na estrutura cristalina da turmalina.

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As brasileiras clássicas com seus tons de azulAcima Turmalinas Paraíba vindas da África com diversas colorações

A cor e seu brilho extraordinário são realçados após a lapidação e pelo aquecimento. O aquecimento da turmalina é feito para que a cor alcance o seus tons mais vívidos, a sua principal característica.
As Turmalinas Paraíba brasileiras são raras e, geralmente, pequenas. As estatísticas mostram que são necessárias 2.000 toneladas de material para produzir 40 quilates. O que é pior, aa minas brasileiras já estão praticamente exauridas.

O preço do quilate varia de acordo com a cor, tamanho, transparência, ausência de inclusões e lapidação. Em geral é comum ver preços acima de US$10.000 por quilate em pedras de bom tamanho.

No entanto uma nova descoberta está fazendo as Paraíbas mudarem de continente...

A Paraíba na África:

Mais recentemente, em 2001, foram descobertas turmalinas “Paraíba”na Nigéria e em Moçambique. Essas novas descobertas geraram muitas polêmicas sobre o termo Paraíba. Os gemólogos estavam propensos a chamar a gema de Elbaíta Cuprífera. Mas em 2006 foi decidido que todas as turmalinas tipo elbaita com cobre deveriam ser chamadas de Turmalinas Paraíba ou tipo Paraíba.
As turmalinas vindas da África não podem ser diferenciadas das brasileiras. Somente com estudos químicos foi possível identificar a “digital química” destas turmalinas que realmente tem alguns elementos traços um pouco diferentes.
O que, no entanto, preocupa é que as Paraíbas africanas são muito maiores do que as brasileiras e podem ser produzidas em maiores quantidades o que vai acabar afetando os preços do quilate. Aqui é raro uma Turmalina Paraíba com mais de cinco quilates enquanto que na África estão surgindo várias acima de dez quilates sendo que é de Moçambique a maior Paraíba lapidada do mundo (foto).

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Uma Turmalina Paraíba rara com 14,2 quilates de Moçambique57,19 quilates de Moçambique é a maior Turmalina Paraíba lapidada 
do mundo e pode valer mais de 25 milhões de dólares.


Fotos: Wimon Manorotkul



Fonte: Portal Do Geologo


CITRINO BRUTO COM BI- TERMINAÇÃO, MUITO RARO PARA COLECIONADOR OU MUSEUS.

               
                 CITRINO  BRUTO COM BI- TERMINAÇÃO, MUITO RARO PARA
                 COLECIONADOR OU MUSEUS.

China quer participar de programa de privatização brasileira

China quer participar de programa de privatização brasileira

Agência Câmara - 22/01/2019 - 22:09
A China está disposta motivar suas empresas a participar dos programas de privatizações e de parcerias de investimentos que venham a ser propostas pelo governo brasileiro, disse hoje (22) o embaixador chinês no Brasil  Yang Wanming.
“Pelo trabalho conjunto, acredito que o nosso relacionamento com o novo governo brasileiro, do presidente Jair Bolsonaro, vai beneficiar o desenvolvimento dos dois povos”, disse o embaixador chinês
O embaixador visitou nesta terça-feira o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes. “Damos muita importância à cooperação com o Brasil. Temos pressa de fazer a cooperação em todas as áreas. Nas áreas de científica e tecnológica, e na área de defesa, e os intercâmbios na área de defesa, têm obtido um desenvolvimento fluido e saudável, atendendo aos interesses comuns dos dois países”, disse.
Wanming disse que, durante o encontro, Pontes propôs que os dois países realizem cooperação em ciência e tecnologia para utilização civil e militar. O embaixador acrescentou que a parte brasileira ainda não colocou na mesa os projetos específicos para a futura cooperação. “Temos pressa em ver e discutir as propostas que venham a ser feitas pela parte brasileira”, disse.
O embaixador chinês, que na semana passada visitou o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que, no que se refere ao desenvolvimento econômico, o interesse da China é “fortalecer a cooperação econômica, comercial, de investimentos em infraestrutura e até de cooperação financeira”.
De acordo com o embaixador Yang Wanming, os campos de cooperação são amplos, como, por exemplo, as áreas digital, de novas energias, de biotecnologia, espacial, de mudanças climáticas e de novos materiais.
“A China e o Brasil são grandes economias do mundo. Temos responsabilidade de promover a economia mundial. Não só o desenvolvimento conjunto dos dois países, mas pode contribuir para a prosperidade mundial”, disse Wanming.

Fonte: MONEY  TIMES

Investidor estrangeiro amplia saldo na bolsa para R$ 1 bilhão em janeiro

Investidor estrangeiro amplia saldo na bolsa para R$ 1 bilhão em janeiro

Investing.com Brasil - 22/01/2019 - 
Por Investing.com – Na sessão da última segunda-feira (18), os investidores estrangeiros ampliaram a posição compara no segmento Bovespa, da B3. Nesse dia, as compras totalizaram R$ 8,287 bilhões, enquanto as vendas foram de R$ 7,539 bilhões, resultado em saldo no dia de R$ 747,132 milhões. Dessa forma, o resultado do mês segue positivo em R$ 1,063 bilhão.
Entre os investidores individuais, a sessão foi negativa, com aquisições totalizando R$ 4,854 bilhões e as alienações de R$ 5,040 bilhões, resultando na sessão saídas de R$ 185,682 milhões. No acumulado de janeiro, o saldo é positivo de R$ 1,909 bilhão.
á entre as pessoas físicas, o dia 18 foi marcado por entradas de R$ 2,780 bilhões e as saídas foram de R$ 3,036 bilhões, resultado em saldo negativo na segunda-feira de R$ 255,481 milhões. No primeiro mês do ano, o resultado de momento é negativo em R$ 649,037 milhões.
No caso dos investimentos de empresas públicas e privadas, as entradas (R$ 95,575 milhões) foram superadas pelas vendas (R$ 425,999 milhões) em R$ 330,424 milhões. Dessa forma, em janeiro o acumulado é negativo em R$ 2,190 bilhões.
Entre as instituições financeiras, as compras foram de R$ 738,229 milhões, enquanto as vendas foram de R$ 713,774 milhões resultado em saldo de R$ 24,445 milhões. No mês, o saldo é negativo em R$ 105,245 milhões.
Em janeiro, entre compras e vendas, o segmento movimentou um total de R$ 422,149 bilhões, levando a uma média diária de R$ 32,473 bilhões. Na última segunda-feira, o volume foi de R$ 33,513 bilhões.

Fonte: Investing.com