sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Hematita

Hematita

FÓRMULA QUÍMICA:Fe2O3
CLASSE QUÍMICA:Óxidos

PROPRIEDADES

Os cristais de hematita são usualmente tabulares entre espessos e delgados, com planos basais acentuados, mostrando muitas vezes marcas triangulares. Placas delgadas de hematitas podem estar agrupadas em formas de rosetas, são as rosas de ferro, como a da imagem acima.
A variedade especularita da hematita é aquela com faces planas e brilhantes que refletem imagens como espelhos.

PROCEDÊNCIA

Esta amostra é de Diamantina (MG).

CURIOSIDADES

O nome hematita vem do grego “hemos”, que significa “sangue”. Isso porque, quando a hematita é transformada em pó, torna-se avermelhada.

USO

Esse mineral é a principal fonte de ferro, o mais comum, mais barato e mais importante dos metais e é usado em vários produtos, principalmente ao ser transformado em aço.
A Serra dos Carajás tem a maior reserva de Hematita do mundo, minério de ferro com alto teor, localizada no Pará.
Crédito da foto da hematita: Henry Yu

Fonte: MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal

Pequenas notáveis: as small caps mais indicadas pelos analistas em fevereiro

Pequenas notáveis: as small caps mais indicadas pelos analistas em fevereiro





AçõesAgora 08.02.2019 
Pequenas notáveis: as small caps mais indicadas pelos analistas em fevereiroPequenas notáveis: as small caps mais indicadas pelos analistas em fevereiro
Arena do Pavini - O Índice Small Caps, que reúne as ações de empresas de menor valor de mercado e mais negociadas na bolsa B3, fechou janeiro com alta de 9,4%, um pouco abaixo do Índice Bovespa, que subiu 10,8%. A diferença se deve em parte ao fato de a alta atual do mercado estar mais concentrada em papéis mais líquidos e, portanto, de empresas de maior porte. Mesmo assim, a perspectiva para as pequenas empresas é boa. “Seguimos acreditando que o atual momento de expansão de lucros das empresas seja favorável às ações Small Caps, que possuem maior espaço para valorização com a retomada do crescimento da economia”, avalia José Cataldo, analista da Bradesco Corretora.
As indicações de sete corretoras acompanhadas pelo Portal do Pavini estão bem diversificadas. Tanto que nenhuma ação conseguiu mais de duas indicações por carteira. No total, são 17 ações que podem servir de referência para o investidor que quer diversificar um pouco suas aplicações com empresas de menor porte.
As small caps costumam ter alto potencial de crescimento, lembra a corretora do Santander (SA:SANB11). Geralmente, são empresas com negócios inovadores ou que atuam em setores ainda não consolidados, o que permite um alto retorno do investimento caso seus negócios sejam bem-sucedidos. Por se tratarem de empresas menores, poucos investidores também têm acesso a análises minuciosas destas companhias, o que se torna uma vantagem destas carteiras.
O Bradesco (SA:BBDC4) acredita que o avanço das reformas, a aceleração da economia, a retomada do crédito e a queda dos prêmios de risco vão influenciar os investimentos nos próximos meses. Há ainda a evolução do processo de privatização e vendas de participações de estatais, que podem melhorar a percepção do mercado e e servir de direcionador para alguns setores, como petróleo e gás, logística e finanças. Mas o principal, destaca o banco, será o sucesso na reforma da Previdência.
Em sua carteira, o Bradesco está privilegiando as companhias mais voltadas para o crescimento da economia local, com tendência positiva para os resultados de médio prazo. Em fevereiro, o banco retirou as ações da Tenda (SA:TEND3) e da Randon (SA:RAPT4) e colocou no lugar Burger King (SA:BKBR3) e Cesp (SA:CESP6).
Já o Santander excluiu MRV (SA:MRVE3) e Iochpe Maxion (SA:MYPK3) de sua carteira Small Caps, colocando no lugar Cyrela (SA:CYRE3) e Randon. “Embora reconhecemos que as construtoras apresentam uma velocidade de recuperação menor que outros setores, como o varejo, acreditamos que o cenário econômico a partir de 2019 estará mais benevolente e permitirá as construtoras mais bem preparadas, como é o caso da Cyrela, exibir melhores resultados trimestrais”, diz o Santander. “Em linhas gerais, esperamos que o desempenho das vendas continue a melhorar com base em: (i) melhoria na perspectiva de oferta de crédito; (ii) recuperação na confiança do consumidor; (iii) perspectiva macroeconômica mais favorável; e (iv) redução de distratos, beneficiando principalmente as incorporadoras voltadas ao segmento de média e alta renda”.
Já Randon é uma das preferências do Santander dentro do setor de bens de capital, pois acredita que a empresa oferece uma combinação atrativa de: (i) exposição a recuperação cíclica brasileira, uma vez que Randon possui cerca de 80% da sua receita proveniente do mercado doméstico; (ii) forte momento operacional de curto e médio prazo (calculamos crescimento médio anual de 38% para o lucro por ação entre 2018 e2020) e (iii) valuation razoável, uma vez que vemos a ação negociando a 15,5 vezes e 11,3 vezes o Lucro esperado para 2019 e 2020, respectivamente. A corretora vê o mercado brasileiro de caminhões em meio a uma recuperação cíclica atualmente

As pequenas notáveis de fevereiro

Empresa - Indicação
ABC Brasil (SA:ABCB4) - 2
CVC (SA:CVCB3) - 2
Duratex (SA:DTEX3) - 2
Fleury (SA:FLRY3) - 2
Metal. Gerdau (SA:GOAU4)- 2
Unidas (SA:LCAM3)- 2
Metal Leve (SA:LEVE3) - 2
Iochpe-Maxion (SA:MYPK3) - 2
Marcopolo (SA:POMO4) - 2
QGEP (SA:QGEP3) Part - 2
Randon (SA:RAPT4)- 2
Ind. Romi (SA:ROMI3) - 2
Sanepar (SA:SAPR11) - 2
Sul America (SA:SULA11) - 2
Tenda (SA:TEND3)- 2
Totvs (SA:TOTS3) - 2
Via Varejo (SA:VVAR3) - 2




Por Arena do Pavini
Pequenas notáveis: as small caps mais indicadas pelos analistas em fevereiro
 

MP-MG prepara pedido de prisão de presidente da Vale, diz IstoÉ

MP-MG prepara pedido de prisão de presidente da Vale, diz IstoÉ

Investing.com Brasil - 08/02/2019 - 
Por Investing.com – O Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) teria expedido um pedido de prisão contra o presidente da Vale (VALE3), Fabio Schvartsman, em decorrência do rompimento da barragem de rejeitos de minério em Brumadinho (MG) em 25 de janeiro, com mais de 150 mortes confirmadas. A informação é do site da revista IstoÉ, confirmada por duas fontes ouvidas pelo veículo, após o encerramento do mercado nesta sexta-feira (08).
Os ADRs da Vale negociados em Nova York eram cotados a US$ 11,62 no encerramento do Ibovespa, mas caíram para US$ 11,41 após a informação. Na bolsa paulista, as ações da mineradora encerraram o dia em alta de 3,77%, após o operar com forte queda durante a manhã. A forte subida da companhia foi um dos fatores para o Ibovespa subir 0,99% na sessão de hoje.
Além da possibilidade de prisão do seu presidente, a Vale prosseguiu com o noticiário negativo desde o rompimento da barragem. Na madrugada desta sexta-feira, a Agência Nacional de Mineração (ANM) determinou a evacuação de cerca de 500 moradores de Barão de Cocais (MG) devido ao alerta de desnível de outra barragem, segundo a companhia. A mineradora também foi excluída do Índice de Sustentabilidade da B3 e teve o fechamento parcial de seu porto de Vitória (ES).

Fonte: MONEY  TIMES

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Santos Dumont

Biografia de
Santos Dumont

Santos Dumont (1873-1932) foi um inventor brasileiro. "O pai da aviação". Com o "14-Bis", executou, em Paris, o primeiro voo em um aparelho mais pesado que o ar.
Alberto Santos Dumont (1873-1932) nasceu na Fazenda Cabangu, em João Gomes - hoje Santos Dumont, Minas Gerais, no dia 20 de julho de 1873. Filho de Henrique Dumont, engenheiro francês e plantador de café, e de Francisca Santos Dumont, de origem portuguesa. Seu avô, François Dumont, joalheiro francês, veio para o Brasil em meados do século XIX e escolheu Diamantina para morar. Santos Dumont teve cinco irmãs e dois irmãos. Entre os homens, era o caçula da família. Aprendeu a ler com sua irmã Virgínia. Estudou no Colégio Culto à Ciência, em Campinas, depois no Instituto dos Irmãos Kopke e no Colégio Morethzon, no Rio de Janeiro.
Em 1891, acompanhado da família, Dumont visitou a França pela primeira vez. No fim do século XIX, o motor a gasolina era a sensação das exposições em Paris. Santos Dumont ficou fascinado, pois sempre se interessou por mecanismos. Seu sonho, desde criança, era criar um aparelho que permitisse o homem voar controlando seu próprio curso. Passou a adolescência lendo Júlio Verne, observando os pássaros e estudando sua constituição física. Em 1892, após seu pai adoecer e adiantar parte da herança aos filhos, Dumont mudou-se para Paris e começou a oportunidade de construir as próprias aeronaves. Lá, ele fez contato com baloeiros, como Albert Chapin, que viria a se tornar mecânico de seus inventos.
Em Paris, Santos Dumont se aprofundou nos estudos, principalmente em mecânica e no motor de combustão, pelo qual se apaixonou à primeira vista. Seu primeiro Balão, o “Brasil”, com apenas 15 kg ganhou altura, mas dependia do vento para se movimentar.  A dirigibilidade era o que realmente interessava a Santos Dumont e as pesquisas continuaram.
Depois de muitos estudos, mandou construir o "nº1", primeiro de uma série de "charutos voadores" motorizados. No dia 20 de setembro de 1898, sob o comando do inventor, o balão subiu aos céus, chegando à altura de 400 metros e retornando ao mesmo ponto de partida. Construindo diversos balões sucessivamente e realizando experiências, Santos Dumont foi desenvolvendo os mistérios da navegação aérea. O balão "Nº3" já possuía um motor a gasolina.

Contornando a Torre Eiffel

Em 1900, o milionário francês Deutsch de la Meurthe lançou um desafio aos construtores de dirigíveis: "Aquele que conseguir partir do Campo de Saint-Cloud, fazer à volta a Torre Eiffel e voltar ao ponto de partida em 30 minutos, ganhará 100.000 francos". Após tentativas com cinco dispositivos – incluindo o dirigível nº5, cujo voo terminou em um acidente que quase lhe tirou a vida, Dumont cumpriu a missão em 1901, pilotando o balão "nº6", com um motor de 16 HP, deu a volta à Torre Eiffel. Ao ganhar o Prêmio Dustche, distribuiu metade entre seus mecânicos e auxiliares e a outra metade Santos Dumont destinou aos necessitados.
O balão "nº7", que foi projetado para corrida, nunca chegou a competir, pois não tinha concorrente. O "nº8" não existiu. Com o "nº9", Dumont começou a transportar pessoas nos voos que fazia. Uma de suas passageiras era a cubana Aída de Acosta, que se tornou a primeira mulher no mundo a voar. De tanto cruzar os céus de Paris com o número nove, recebeu o apelido de "Le Petit Santos". O "nº10", maior que os outros, foi denominado "um dirigível ônibus", pelo próprio Santos Dumont.

O 14 Bis

Com o "14 Bis", uma "aeronave mais pesada que o ar", o brasileiro cumpriu alguns desafios em exibições públicas nos arredores de Paris. No dia 23 de outubro de 1906, realizou um voo de 60 metros. O segundo desafio se deu no dia 12 de novembro de 1906, quando o "14 Bis", com um motor de 50 cavalos de potência, partiu do Parque de Bagatelle e subiu a uma altura de 6 metros, percorrendo 220 metros, tendo como testemunha os membros da comissão do Aeroclube da França. Em 1908, Santos Dumont constrói o "Demoiselle", cujo desenho serviria de modelo a todos os projetistas que se seguiram. Tudo nela era obra de Dumont, inclusive o motor. Em 1910, na primeira exposição da Aeronáutica realizada no Grand Palais de Paris, o "Demoiselle" foi um sucesso.
Ainda em 1910, Dumont encerrou sua carreira. Passou a supervisionar as indústrias que surgiram na Europa. Doente, resolve voltar ao Brasil. No dia 8 de dezembro de 1914, ao ver seu invento ser usado para bombardear a cidade de Colônia, se decepciona. No Brasil, sua tristeza aumentou quando o aeroplano foi usado durante a revolução de 1932 em São Paulo. Com esclerose múltipla e depressão, se suicida em um hotel no Guarujá.
Alberto Santos Dumont faleceu no Guarujá, São Paulo, no dia 23 de julho de 1932. Deixou dois livros: "Dans-L'air" (1904) e "O que Vi e o que Nós Veremos" (1918)



Fonte: Seleções