domingo, 10 de fevereiro de 2019

Pequenas notáveis: as small caps mais indicadas pelos analistas em fevereiro

Pequenas notáveis: as small caps mais indicadas pelos analistas em fevereiro



Arena do Pavini - 09/02/2019 - 21:11
Por Arena do Pavini – O Índice Small Caps, que reúne as ações de empresas de menor valor de mercado e mais negociadas na bolsa B3, fechou janeiro com alta de 9,4%, um pouco abaixo do Índice Bovespa, que subiu 10,8%. A diferença se deve em parte ao fato de a alta atual do mercado estar mais concentrada em papéis mais líquidos e, portanto, de empresas de maior porte. Mesmo assim, a perspectiva para as pequenas empresas é boa. “Seguimos acreditando que o atual momento de expansão de lucros das empresas seja favorável às ações Small Caps, que possuem maior espaço para valorização com a retomada do crescimento da economia”, avalia José Cataldo, analista da Bradesco Corretora.
As indicações de sete corretoras acompanhadas pelo Portal do Pavini estão bem diversificadas. Tanto que nenhuma ação conseguiu mais de duas indicações por carteira. No total, são 17 ações que podem servir de referência para o investidor que quer diversificar um pouco suas aplicações com empresas de menor porte.
As small caps costumam ter alto potencial de crescimento, lembra a corretora do Santander (SANB11). Geralmente, são empresas com negócios inovadores ou que atuam em setores ainda não consolidados, o que permite um alto retorno do investimento caso seus negócios sejam bem-sucedidos. Por se tratarem de empresas menores, poucos investidores também têm acesso a análises minuciosas destas companhias, o que se torna uma vantagem destas carteiras.
Bradesco (BBDC4) acredita que o avanço das reformas, a aceleração da economia, a retomada do crédito e a queda dos prêmios de risco vão influenciar os investimentos nos próximos meses. Há ainda a evolução do processo de privatização e vendas de participações de estatais, que podem melhorar a percepção do mercado e servir de direcionador para alguns setores, como petróleo e gás, logística e finanças. Mas o principal, destaca o banco, será o sucesso na reforma da Previdência.
Em sua carteira, o Bradesco está privilegiando as companhias mais voltadas para o crescimento da economia local, com tendência positiva para os resultados de médio prazo. Em fevereiro, o banco retirou as ações da Tenda (TEND3) e da Randon(RAPT4) e colocou no lugar Burger King (BKBR3) e Cesp (CESP6).
Já o Santander excluiu MRV (MRVE3) e Iochpe Maxion (MYPK3) de sua carteira Small Caps, colocando no lugar Cyrela (CYRE3) e Randon. “Embora reconhecemos que as construtoras apresentam uma velocidade de recuperação menor que outros setores, como o varejo, acreditamos que o cenário econômico a partir de 2019 estará mais benevolente e permitirá as construtoras mais bem preparadas, como é o caso da Cyrela, exibir melhores resultados trimestrais”, diz o Santander. “Em linhas gerais, esperamos que o desempenho das vendas continue a melhorar com base em: (i) melhoria na perspectiva de oferta de crédito; (ii) recuperação na confiança do consumidor; (iii) perspectiva macroeconômica mais favorável; e (iv) redução de distratos, beneficiando principalmente as incorporadoras voltadas ao segmento de média e alta renda”.
Já Randon é uma das preferências do Santander dentro do setor de bens de capital, pois acredita que a empresa oferece uma combinação atrativa de: (i) exposição a recuperação cíclica brasileira, uma vez que Randon possui cerca de 80% da sua receita proveniente do mercado doméstico; (ii) forte momento operacional de curto e médio prazo (calculamos crescimento médio anual de 38% para o lucro por ação entre 2018 e2020) e (iii) valuation razoável, uma vez que vemos a ação negociando a 15,5 vezes e 11,3 vezes o Lucro esperado para 2019 e 2020, respectivamente. A corretora vê o mercado brasileiro de caminhões em meio a uma recuperação cíclica atualmente

As pequenas notáveis de fevereiro

Empresa – Indicação
ABC Brasil (ABCB4) – 2
CVC (CVCB3) – 2
Duratex (DTEX3) – 2
Fleury (FLRY3) – 2
Metal. Gerdau (GOAU4)- 2
Unidas (LCAM3)- 2
Metal Leve (LEVE3) – 2
Iochpe-Maxion (MYPK3) – 2
Marcopolo (POMO4) – 2
QGEP (QGEP3) – 2
Randon (RAPT4)- 2
Ind. Romi (ROMI3) – 2
Sanepar (SAPR11) – 2
Sul America (SULA11) – 2
Tenda (TEND3)- 2
Totvs (TOTS3) – 2
Via Varejo (VVAR3) – 2




Fonte:   Arena do Pavini

Curiosidades sobre Diamantes

Curiosidades sobre Diamantes








ORIGEM DO NOMEDiamante, do grego 'adamas', significa invencível e 'diaphanes', que significa transparente. Durante a Idade Média, acreditava-se que um diamante podia reatar um casamento desfeito. Era usado em batalhas como símbolo de coragem.
Os antigos o chamavam de pedra do sol, devido ao seu brilho faiscante e os gregos acreditavam que o fogo de um diamante refletia a chama do amor.
Sugere, portanto, a força e a eternidade do amor.

SAIBA COMO NASCE UM DIAMANTE
O DIAMANTE COMO JÓIA: Só a partir do século XV, o diamante foi caracterizado como a jóia da noiva. Sendo Mary de Burgundy a primeira mulher a receber um colar de diamantes como um símbolo de noivado com o Arqueduque Maximilian da Austria em Agosto de 1477. Dos séculos XVII a XIX, usavam-se argolões como anéis de noivado. No século XX, ficou em moda o estilo "chuveiro", mais tarde o anel fieira. Depois o solitário, o estilo mais usado atualmente.

EXPLORAÇÃO: A exploração das minas de diamante começou na Índia, entre os anos 800 e 600 A.C. Durante 2.000 anos, o Oriente produziu todos os diamantes conhecidos, incluindo o "Koh-i-Noor", o russo "Orloff", o "Esperança" e outros diamantes célebres. O seu uso era reservado às cortes reais e aos dignitários da igreja. As espadas, os colares das ordens, os cetros e as coroas usadas nas cerimônias eram ornadas de diamantes.

ESTRELA PODE SER O MAIOR DIAMANTE DO UNIVERSO
PORTO ALEGRE - 05/05/1998 » A partir de estudos realizados nos últimos 19 dias e concluídos ontem, cientistas de todo o mundo poderão saber dentro de duas semanas se uma estrela, a BPM 37093, do tamanho da Terra, é feita mesmo de um único diamante (cristal de carbono contaminado com oxigênio), conforme acredita seu descobridor, o astrônomo baiano Kepler de Oliveira Filho. "Seria o maior diamante do universo".
Chefe do Departamento de Astronomia do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Kepler informou que a estrela está situada na Constelação do Centauro, a 17 mil anos-luz da Terra. Ele fez a descoberta junto com dois alunos (atuais professores nas universidades de Santa Maria e Caxias do Sul) Antônio Kanaan e Odilon Giovannini, em 1991, e sob observação, desde então, de astrônomos de 13 países, reunidos numa entidade, presidida pelo próprio Kepler.
Essa BPM 37093 é uma estrela anã branca, núcleo de grandes massas que implodem e cuja "densidade média, altíssima, é 20 mil vezes maior do que a platina, o objeto mais denso da Terra", contou Kepler. As estrelas anãs são "as mais velhas da nossa galáxia" e seu estudo, como no caso da BPM 37093, visa ajudar os cientistas a obterem "informações sobre a teoria de evolução das estrelas, que vai levar a determinar a idade de nossa galáxia e, em conseqüência, do universo".
A estrela BPM 37093, conforme estudos dos cientistas, se transformou num único e enorme cristal de carbono com oxigênio, ou seja, virou um diamante do tamanho aproximado da Terra.
Foi aquele mesmo grupo de cientistas que decidiu fazer uma pesquisa intensiva da estrela desde o dia 16 de abril, com uso de telescópios do Chile, África do Sul, Austrália e Nova Zelândia, para comprovar tratar-se mesmo de um diamante único, ou não.
A estrela sob observação tem densidade aproximada de 4 milhões de gramas por centímetro cúbico e temperatura mais quente que o Sol, variando de 12 mil a 12,5 mil graus centígrados.
"Há um estudo das variações das ondas de luz emitidas pelas estrelas pelas quais se analisa o interior dos astros. Não é possível ver diretamente o interior das estrelas, ocultado por sua atmosfera. Pode haver outras estrelas compostas de diamante, mas essa é a única que se conhece", afirmou Kepler.
OUTRA CURIOSIDADE: O diamante é o mais duro material de ocorrência natural que se conhece, com uma dureza de 10 (valor máximo da escala de Mohs). Isto significa que não pode ser riscado por nenhum outro mineral ou substância, exceto o próprio diamante, funcionando como um importante material abrasivo. Esta característica foi um dos motivos com que o diamante não fosse talhado durante muitos anos. As maiores jazidas do mundo são de África do Sul. Outras jazidas importantes situam-se na Rússia (segundo maior produtor) e na Austrália (terceiro maior produtor), entre outras de menor importância.
Dizem os especialistas que não existem dois diamantes iguais. Cada um é único e exclusivo, com suas características próprias. – Unicos como cada uma de nós! rs
 TRISTE NOTÍCIA: Diferente do que se pensou durante anos, os diamantes não são eternos pois o carbono definha com o tempo, mas os diamantes duram mais que qualquer ser humano. Sendo carbono puro, o diamante arde quando exposto a uma chama, transformando-se em dióxido de carbono. É solúvel em diversos ácidos e infusível, exceto a altas pressões.
 Pessoal, não vamos nos desiludir ok?! Meninas...diamantes serão eternos para nós!!!Portatnto, fica a dica para os namoridos, maridos, namorados e afim...DIAMANTES, BRILHANTES SEMPRE! ;)
BOA NOTICIA:
Fique sabendo que a meros 50 anos-luz da Terra (logo ali, a 473 trilhões de km) existe uma estrela de diamante com 1.500 km de extensão, cujo peso estima-se em  decilhão (1033) de quilates.
A título de comparação, o maior diamante bruto já encontrado do mundo tinha 3.100 quilates, resultando numa pedra lapidada de 530 quilates. Pegue a picareta e procure a estrela BPM 37093, também conhecida como Lucy em homenagem à canção “Lucy in the sky with diamonds” dos Beatles.
Se a viagem parecer longa demais, a alternativa é fazer um diamante caseiro. Basta aquecer um pedaço de carvão a 1.400 graus centígrados e apertá-lo com a pressão de 55 000 quilobares, equivalente a cerca de 54.000 atmosferas. Mas uma panela de pressão não sera suficiente...

 MAIS UMA CURIOSIDADE: O diamante é o mais duro material de ocorrência natural que se conhece, com uma dureza de 10 (valor máximo da escala de Mohs). Isto significa que não pode ser riscado por nenhum outro mineral ou substância, exceto o próprio diamante, funcionando como um importante material abrasivo. Esta característica foi um dos motivos com que o diamante não fosse talhado durante muitos anos. As maiores jazidas do mundo são de África do Sul. Outras jazidas importantes situam-se na Rússia (segundo maior produtor) e na Austrália (terceiro maior produtor), entre outras de menor importância.
Dizem os especialistas que não existem dois diamantes iguais. Cada um é único e exclusivo, com suas características próprias. – Unicos como cada uma de nós!
Artigo enviado pelo geólogo Fernando Lemos

Fonte: Jornal do Ouro

Para que serve a mineração?

Para que serve a mineração?







Para as muitas pessoas que acham que mineração é só destruição da natureza e seria melhor voltar a viver nas árvores

A mineração foi a primeira atividade do homem depois que desceu das arvores. Antes de fazer agricultura o homem usava pedras para se defender, as atirando nos inimigos e caças, e para derrubar alimentos, e claro não era qualquer pedra, tinha que ter tamanho e formato adequado as suas mãos e forças, assim, obrigatoriamente havia uma seletividade das pedras a ser usada, isso é o inicio da mineração.
Importância dos recursos minerais
Os bens minerais têm uma importância significativa para a sociedade, a tal ponto que as fases de evolução da humanidade são divididas em função dos tipos de minerais utilizados: idades da pedra, do bronze, do ferro, etc. Nenhuma civilização pode prescindir do uso dos bens minerais, principalmente quando se pensa em qualidade de vida, uma vez que as necessidades básicas do ser humano - alimentação, moradia e vestuário - são atendidas essencialmente por estes recursos.

Uma pessoa consome direta ou indiretamente cerca de 10 toneladas/ano de produtos do reino mineral, abrangendo 350 espécies minerais distintas. A construção de uma residência é um exemplo desta diversidade.
Sua casa vem da mineração 
Elemento construtivo
Principais substâncias minerais utilizadas
tijolo
argila
bloco
areia, brita, calcário
fiação elétrica
cobre, petróleo
lâmpada
quartzo, tungstênio, alumínio
fundações de concreto
areia, brita, calcário, ferro
ferragens
ferro, alumínio, cobre, zinco, níquel
vidro
areia, calcário, feldspato
louça sanitária
caulim, calcário, feldspato, talco
azulejo
caulim, calcário, feldspato, talco
piso cerâmico
argila, caulim, calcário, feldspato, talco
isolante - lã de vidro
quartzo e feldspato
isolante - agregado
mica
pintura - tinta
calcário, talco, caulim, titânio, óxidos metálicos
caixa de água
calcário, argila, gipsita, amianto, petróleo
impermeabilizante - betume
folhelho pirobetuminoso, petróleo
pias
mármore, granito, ferro, níquel, cobalto
encanamento metálico
ferro ou cobre
encanamento PVC
petróleo, calcita
forro de gesso
gipsita
esquadrias
alumínio ou ligas de ferro-manganês
piso pedra
ardósia, granito, mármore
calha
ligas de zinco-níquel-cobre ou fibro-amianto
telha cerâmica
argila
telha fibro-amianto
calcário, argila, gipsita, amianto
pregos e parafusos
ferro, níquel
e outros equipamentos e bens que nos garantem qualidade de vida também
Rodovia, ferrovia, hidroelétrica, termoelétrica, computador, televisão, fogão, geladeira, combustível, alimentos - corretivo de solo, fertilizante, defensivo agrícola, lápis, papel, borracha, giz, louças, talheres, panelas, martelo, serra, torno, automóvel, avião, barco, medicamento, perfumaria, água ...
Desenvolvimento social e econômico
A atividade mineral disponibiliza para a sociedade recursos minerais essenciais ao seu desenvolvimento, sendo a intensidade de aproveitamento dos recursos um indicador social. Tomando como exemplo o consumo per capita de agregados para a construção civil (areia + brita), este reflete a real intensidade estrutural de uma sociedade, pois está associado diretamente às vias de escoamento de produção, obras de arte, como viadutos e pontes, saneamento básico, hospitais, escolas, moradias, edifícios, energia elétrica e toda sorte de elementos intrínsecos ao desenvolvimento econômico e social de um povo.

O crescimento sócio-econômico implica em maior consumo de bens minerais, tornando importante garantir a disponibilidade dos recursos demandados pela sociedade. Existe portanto, uma relação direta entre desenvolvimento econômico, qualidade de vida e consumo de bens minerais.

O caráter pioneiro da mineração resulta em novas fronteiras econômicas e geográficas, abrindo espaço para o desenvolvimento e gerando oportunidades econômicas. Como indústria de base, induz à formação da cadeia produtiva, do processo de transformação de minérios até os produtos industrializados. Na medida que proporciona a interiorização da população, cria demandas por infra-estrutura e serviços, induz a instalação de indústrias de transformação e de bens de capital, gera empregos e renda, reduzindo as disparidades regionais.

A mineração é reconhecida internacionalmente como atividade alavancadora do desenvolvimento, tendo grande participação no desenvolvimento econômico de muitas das principais nações do mundo, como. Canadá, Austrália e Estados Unidos.
Meio ambiente
A imagem da mineração como uma atividade agressiva ao meio ambiente e aos interesses do desenvolvimento sustentado tem suas raízes na intensa demanda pelos bens minerais que vigorou no passado, associada à falta tanto, de soluções tecnológicas adequadas, quanto de prioridade para a conservação ambiental na agenda dos governos. Esta combinação de fatores induziu o desenvolvimento de uma indústria mineral predatória, bastante generalizada no Brasil até épocas recentes da nossa história.

A realidade atual está mudando, entretanto, principalmente por efeito de uma fiscalização ambiental cada vez mais eficiente e priorizada pelo poder público, bem como pela disponibilidade de tecnologias de controle e recuperação ambiental mais adequadas às necessidades da indústria mineral. Ambas, fiscalização e tecnologia, são favorecidas pelo fato de que a mineração afeta geralmente pequenas extensões geográficas, dentro de áreas controladas pelo governo federal. Todas as áreas de concessão mineral em operação no Brasil abrangem menos de 0,15% do território nacional, localizadas de forma praticamente pontual em concessões do DNPM e liberadas mediante aprovação de um plano de controle e recuperação dos impactos ambientais, pelos órgãos específicos de fiscalização. Outras atividades econômicas, tais como a agricultura e a implantação de infra-estrutura urbana, afetam mais fortemente a integridade dos ecossistemas, aplicando produtos químicos e erradicando espécies em escala regional, o que as torna mais agressivas e de difícil recuperação.

Temos, portanto, que a mineração não apenas é uma atividade econômica de impactos ambientais essencialmente localizados, como ainda apresenta maiores possibilidades de gestão do risco e facilidade de fiscalização por parte do poder público. À medida que a indústria mineral se modernizar e que o controle se tornar mais efetivo, esta imagem tornar-se-á coisa do passado.


Texto enviado pelo geólogo Fernando Lemos

Fonte: Jornal do Ouro

Aprenda a distinguir diamante sintético de diamante natural!

Aprenda a distinguir diamante sintético de diamante natural!








Para evitar ser enganado, ja que o preço do sintético é muito mais barato

Sabemos que as gemas naturais e sintéticas têm, por definição, iguais propriedades físicas, composição química e estrutura cristalina. Por este motivo, a maior parte dos ensaios de identificação usuais, que consistem na mensuração ou averiguação destas propriedades, são inúteis à hora de distinguí-las.
Resumimos, a seguir, os principais procedimentos ou métodos de distinção entre diamantes naturais e sintéticos atualmente utilizados:
A. Exames Visuais
Os diamantes sintéticos apresentam uma ou mais das seguintes características diagnósticas:
1 - Zonação de Cor
Em exemplares amarelos, os mais comuns, a cor pode não ser uniformemente distribuída, ocorrendo estreitas zonas incolores cristalograficamente orientadas e mais facilmente observáveis através do pavilhão do diamante facetado, com auxílio de lupa de 10 aumentos ou por microscopia.
2 - Inclusões e Estruturas de Crescimento
Presença de pequenas inclusões metálicas opacas (restos do material de fluxo utilizado na síntese), às vezes com forma triangular, ou grupamentos de inclusões pontuais com aspecto de nuvens, o que pode conferir magnetismo ao diamante. São frequentes também as linhas de crescimento retilíneas ou angulares.
3 - Luminescência
3.1. Fluorescência de cor amarela, verde-amarela ou alaranjada, de intensidade variável e normalmente mais forte sob radiação ultravioleta de comprimento de onda curto (UVC), correspondendo justamente aos padrões de zonação de cor. Os diamantes naturais, por outro lado, apresentam fluorescência de cor azul, mais intensa ou exclusivamente sob ondas longas. Esta característica deve ser observada com ressalva  pois, eventualmente, tanto os diamantes sintéticos quanto os naturais podem ser inertes à luz ultravioleta.
3.2. Fosforescência: Os sintéticos incolores podem apresentar fosforescência persistente, o que não ocorre com os naturais.
4 - Morfologia
Os cristais de diamante sintético em estado bruto, que raramente teremos a oportunidade de observar, apresentam forma cubo-octaédrica e faces com marcas superficiais estriadas ou dendríticas.
B. Técnicas Analíticas Avançadas
Na ausência das características visuais acima descritas, algumas propriedades dos diamantes sintéticos podem ser averiguadas por meio das seguintes técnicas analíticas avançadas, a maior parte das quais não se encontra disponível em laboratórios gemológicos standard:
1 - Espectroscopia (Visível, de Infravermelho e de Fotoluminiscência).
2 - Técnicas de Imagens de Fluorescência
2.a. Catodoluminiscência.
2.b. Imagens de luminescência através do “Diamond View”, instrumento desenvolvido pela De Beers.
3 - Análise Química não destrutiva pelo método EDXRF (Fluorescência de Raios X de Energia Dispersiva), para fins de detecção dos metais ferro, níquel ou cobalto, sendo que a presença dos dois últimos elementos comprova a origem sintética do diamante, pois derivam do fluxo no qual se cristaliza. A ausência destes elementos, no entanto, não indica necessariamente que a origem da gema em questão seja natural.




Fonte: Jornal do Ouro

RUBI

RUBI

Rubi é uma pedra preciosa vermelha, uma variedade do mineral corindon (óxido de alumínio) cuja cor é causada principalmente pela presença de crômio.
O rubi é uma pedra preciosa tambem gira que vai de tons de vermelho a tons de cor de rosa. O rubi é minerado na África, Ásia e na Austrália. Eles são mais comuns em Myanmar, no Sri Lanka e na Tailândia, porém também são encontrados em Montana e na Carolina do Sul nos Estados Unidos. Algumas vezes ocorrem juntamente com espinelios nas mesmas formações geológicas ocorrendo confusão entre as duas espécies: no entanto, bons exemplares de espinelios vermelhos têm um valor próximo do rubi.
O rubi tem dureza 9 na escala de Mohs, e entre as gemas naturais somente é ultrapassado pelo diamante em termos de dureza. As variedades de corindon não vermelhas são conhecidas como safiras.




Fonte: CPRM