terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

O Segredo das Grandes Porradas da Bolsa

O Segredo das Grandes Porradas da Bolsa



Por Bruce BarbosaAções12.02.2019



Ibovespa, Petrobras e Vale
É ótimo comprar PETROBRAS (SA:PETR4) e Vale (SA:VALE3).
É ótimo comprar índice Bovespa.
Agora que o CDI (6,5 por cento) é menor que a rentabilidade (ROE ~9,5 por cento) do IBOV, ganhamos mais que a renda fixa só com o índice.
Viramos um país normal. A bolsa deverá ganhar (com sobras) do CDI.
As empresas são mais rentáveis que os juros.
Adeus rentismo. Bem-vindo crescimento.
O segredo de quem fica riquíssimo na bolsa
Você já pode imaginar que não é comprar IBOV e Petro e Vale.
Você já pode imaginar que não é comprar as ações mais caras e mais queridas.
Você já pode imaginar que não é seguir as carteiras recomendadas das corretoras e bancos.
Você já pode imaginar que não é ter stop-loss, fazer daytrade ou comprar bitcoins.
Mas ele é capaz de pegar as altas de +10.000 por cento da bolsa.
E é muito mais fácil que você imagina.
Por que eu não investi nas +10.000 por cento?
Conservadorismo. Inexperiência. Ignorância. Burrice.
Felizmente, continuamos aprendendo diariamente.
Magazine Luiza (SA:MGLU3) passou na minha frente várias vezes.
Beirou a maldade. Crueldade imensa.
Mas pegamos algumas das porradas no meio do caminho.
Talvez ainda dê tempo de pegar algum +1.000 por cento ou +500 por cento.
2 formas para as grandes porradas
Os +10.000 por cento.
1. Compre nas piores crises. Quando tudo cai. Quando o mundo acabou.
Esta é a forma mais fácil. Encontramos diversas ótimas oportunidades.
2.Compre o que ninguém está vendo. O que é mais difícil. O que mudou completamente.
Esta é a forma mais difícil. Demanda, muitas vezes, entender profundamente os negócios.
É preciso trabalhar intensamente. Entender os riscos. Precificar o que pode dar errado. E ter um pouco de sorte.
São necessárias 3 simples coisinhas.
Confiança.
Para quem quer ganhar +10.000 por cento, 10, 20, 30 por cento pouco importam.
De que adianta estar certo e não colocar dinheiro em suas ideias? Em seus achados?
De que adianta estar certo e colocar pouco dinheiro em suas ideias?
Se eu te falar que uma ação específica pode se multiplicar por 10.000 por cento, você acreditaria em mim?
Resolveria sua vida financeira?
O que é necessário para que você acredite em mim?
O que é necessário para que você acredite em si mesmo?
E o investidor precisa confiar no que faz.
Paciência.
Os grandes ganhadores da bolsa não ficam nervosos com os pequenos movimentos das ações.
Afinal, o mundo real é muito mais vagaroso que o pisca-pisca do HomeBroker.
O mercado demora a perceber mudança significativa nos resultados das empresas.
O mercado reluta em entender as revoluções que acontecem nos negócios.
O mercado briga contra o que não entende.
O mercado demora a reprecificar o que não está olhando.
E o investidor precisa confiar no que faz. O investidor precisa saber esperar.
Trabalho.
Os grandes investidores não ficam parados esperando que as ideias lhe atinjam.
Os grandes investidores não ficam confortáveis em seus escritórios.
Embebidos pelo frescor do ar-condicionado.
Olhando o mercado do topo de suas coberturas.
Atentos a seus Iphones XXX.
Os grandes ganhadores vão à rua. Visitam as empresas.
Visitam outros investidores. Discutem ideias. Concordam, discordam.
Aprendem.
O investidor precisa confiar no que faz. O investidor precisa saber esperar. O investidor precisa procurar incansavelmente.
Prepare-se para quando o momento chegar
É preciso confiança para esperar crédulo que o mercado verá o que você vê.
É preciso paciência para ter confiança.
É preciso trabalho para ter paciência.
É preciso confiança em seu trabalho.
Os +10.000 por cento só acontecem para os crédulos.
Só acontece para os pacientes.
Acompanhe muito mais no Twitter: @BruceBarbosa88, no FB: BruceBarbosaOficial e LinkedIn: BruceBarbosaOficial



Fonte: ADVFN

Céu azul e sem nuvens? Compre ação da Eneva

Céu azul e sem nuvens? Compre ação da Eneva





Gustavo Kahil - 12/02/2019 - 14:59
A equipe do Bradesco BBI, de olho nas previdões hidrológicas, reforçou a recomendação de compra das ações da Eneva (ENEV3). As fracas previsões de chuva podem ajudar o aumento do fluxo de caixa para a termelétrica de gás de baixo custo da empresa, que pode ser acionada com maior frequência no segundo semestre de 2019.
“Considerando sua reestruturação corporativa, a Eneva não está apenas agregando valor através de maiores eficiências tributárias, mas também está pronta para lidar com projetos de crescimento, como o fechamento do ciclo P5, que adiciona R$ 4,20 por ação ao valor dos ativos (campo de gás de Azulão que não está no modelo)”, indica o analista Francisco Navarrete.
O projeto P5 consiste em instalar quatro caldeiras e uma turbina a vapor para aumentar a capacidade de Parnaíba I em 386 MW, sem aumento da queima de gás.
A estimativa de Ebitda para 2019 foi elevada pelo banco em 6% e, para 2020, em 10%. “Modelamos o despacho de unidades de gás no longo prazo da Eneva em cerca de 66% (versus 53%/59% em 2018 e 2019). O preço-alvo de R$ 23 representa um potencial de valorização de aproximadamente 28%.


Fonte: MONEY  TIMES

Top picks na construção civil? Confira as duas escolhas do Bradesco BBI

Top picks na construção civil? Confira as duas escolhas do Bradesco BBI





                                      - 12/02/2019 - 11:15
Bradesco BBI divulgou relatório analítico a seus clientes nesta terça-feira (12), no qual analisa o guidance de 2019 da Tenda (TEND3), listando os principais destaques: faixa de margem bruta ajustada de 34% a 36% e faixa líquida de vendas entre R$ 1,95 bilhão e R$ 2,15 bilhão.
Para os analistas, a cautela ainda permanece. “Embora a forte demanda no segmento de baixa renda possa impulsionar os números operacionais das construtoras, nossas estimativas para a Tenda em 2019 estão conservadoras na faixa inferior da orientação publicada pela empresa”, afirmam Luiz Maurício Garcia e Maria Clara Negrão.
As estimativas do Bradesco BBI giram em torno de 34,7% para a margem bruta ajustada e de R$ 2,01 bilhão em vendas líquidas. Apesar do conservadorismo, os analistas destacam as projeções altas de provisões para contingências, na casa de aproximadamente R$ 60 milhões por ano, como possíveis drivers para melhora nas expectativas da Tenda, caso haja menores provisões.
” Direcional (DIRR3) e Tenda (TEND3) continuam sendo nossas principais recomendações no segmento de construção residencial”, afirmam o Bradesco BBI, listando dois argumentos para sua preferência: o melhor posicionamento de ambas para ambiente mais competitivo no programa MCMV (Minha Casa Minha Vida) e; média entre o rendimento e o FCF/EV (Fluxo de Caixa Livre/Valor de Mercado) de 15% contra 8% do setor, “sustentando nosso status de top picks do setor de construção civil”.


Fonte: MONEY  TIMES

Vale sabia que barragem em Brumadinho tinha risco elevado de colapso

Vale sabia que barragem em Brumadinho tinha risco elevado de colapso 

BELO HORIZONTE (Reuters) - A Vale, maior produtora global de minério de ferro, estava ciente no ano passado de que a barragem de rejeitos que entrou em colapso no mês passado, matando pelo menos 165 pessoas, tinha um risco elevado de ruptura, segundo um documento interno visto pela Reuters na segunda-feira.


Trabalhos de resgate após rompimento de barragem da Vale em Brumadinho 10/02/2019 REUTERS/Washington Alves
O relatório, datado de 3 de outubro de 2018, mostra que, segundo a própria Vale, a barragem da mina de minério de ferro Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), tinha duas vezes mais chance de se romper do que o nível máximo tolerado pela política de segurança da empresa.
O documento é a primeira evidência de que a própria Vale estava preocupada com a segurança da barragem.
Isso levanta a questão de por que uma auditoria, realizada na mesma época, garantiu a estabilidade da barragem e por que a mineradora não tomou precauções, como mover um refeitório localizado logo abaixo da estrutura que se rompeu.
A Vale disse que o relatório, chamado de “Geotechnical Risk Management Results”, compreendia as opiniões de engenheiros especialistas, que são obrigados a trabalhar dentro de procedimentos rigorosos quando identificam quaisquer riscos.
“Não existe em nenhum relatório, laudo ou estudo conhecido qualquer menção a risco de colapso iminente da Barragem I da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho”, disse a Vale em uma nota por e-mail.
“Pelo contrário, a barragem possuía todos os certificados de estabilidade e segurança, atestados por especialistas nacionais e internacionais.”
A Vale perdeu cerca de um quarto de seu valor de mercado, ou quase 19 bilhões de dólares, desde a tragédia.
O colapso da barragem ocorreu em 25 de janeiro e foi a mais mortal tragédia de mineração do Brasil e o segundo desastre envolvendo uma barragem de rejeitos de minério de ferro em pouco mais de três anos no país.

“ZONA DE ATENÇÃO”

O relatório interno da companhia de outubro de 2018 colocou a barragem da mina Córrego do Feijão dentro de uma “zona de atenção”, dizendo que “deve ser assegurado que todos os controles de prevenção e mitigação estejam sendo aplicados”.
A barragem foi marcada para descomissionamento. Um fracasso poderia custar à empresa 1,5 bilhão de dólares e teria o potencial de matar mais de cem pessoas, segundo o relatório.
Outras nove barragens, das 57 que foram estudadas, foram colocadas na zona de atenção, de acordo com o relatório.
Um outro relatório da Vale datado de 15 de novembro de 2017, também visto pela Reuters, afirma que qualquer estrutura com uma chance de falha acima de 1 em 10.000/ano deve ser levada à atenção do presidente-executivo e do Conselho de Administração.
A barragem de Córrego de Feijão tinha uma chance de colapso duas vezes maior que o “nível máximo de risco individual” tolerável, ou 1 em 5.000/ano, segundo o relatório.
“Isso não é bom na minha opinião, especialmente se você considerar que essas estruturas são de longo prazo”, disse David Chambers, geofísico do Centro de Ciência em Participação Pública, em Montana, e especialista em barragens de rejeitos.
A mineradora disse em seu comunicado por e-mail que “a criação de um alerta para a alta gestão, sugerida em novembro de 2017, passou a ser estudada dentro do contexto da integração do risco geotécnico ao risco dos negócios da Vale”.
Perguntada sobre o que veio dessa discussão, a Vale disse que tal alerta não havia sido implementado.

SOB INVESTIGAÇÃO

A Vale disse que as causas da ruptura ainda estão sendo investigadas. A empresa afirmou repetidamente que a barragem foi declarada como sólida por um auditor independente em setembro.
A auditoria da alemã TÜV SÜD, que foi vista pela Reuters, disse que a represa atendeu as exigências legais mínimas de estabilidade, mas levantou uma série de preocupações, particularmente sobre os sistemas de drenagem e monitoramento da represa.
O auditor fez 17 recomendações para melhorar a segurança da barragem.
A Vale disse que as recomendações eram rotineiras e que a empresa atendia a todas elas.
O relatório interno de outubro identifica a liquefação estática e a erosão interna como as causas mais prováveis de uma falha potencial.
Ainda não se sabe a causa do colapso da barragem em Brumadinho, mas uma autoridade ambiental do Estado disse à Reuters neste mês que todas as evidências apontavam para a liquefação.
A liquefação é um processo pelo qual um material sólido como areia perde força e rigidez e se comporta mais como um líquido. Foi a causa de outro colapso mortal em 2015, que resultou no pior desastre ambiental do Brasil.
“Nós costumávamos dizer que esses tipos de incidentes de mineração eram atos de Deus, mas agora... nós os consideramos fracassos na engenharia”, disse Dermot Ross-Brown, engenheiro da indústria de mineração que leciona em instituição no Colorado.
A Vale disse que vai investir cerca de 400 milhões de dólares a partir de 2020 para reduzir sua dependência de barragens de rejeitos, que armazenam detritos da mineração.

Fonte:  Reuters

Guide troca Petrobras por Banco do Brasil em carteira recomendada semanal

Guide troca Petrobras por Banco do Brasil em carteira recomendada semanal






                  
11/02/2019 - 
Por Investing.com – A Guide Investimentos divulgou na tarde desta segunda-feira sua carteira recomendada para a semana, trocando as ações da Petrobras (PETR4) pelas do Banco do Brasil (BBAS3). Na semana passada, as recomendações tiveram perdas de 2,83%, contra queda de 3,29% do Ibovespa no mesmo período.
A corretora destacou que segue confiante com as ações do BBAS3 em 2019. Para os analistas, os últimos resultados operacionais têm superado a expectativa do mercado, mostrando uma contínua recuperação da qualidade da carteira de crédito, além do eficiente controle das despesas administrativas e crescimento das rendas de tarifas, reflexo do maior consumo de produtos e serviços. Além disso, o papel se encontra num valuation atrativo para investimento.
Petrobras deixou a carteira para abrir espaço para o Banco do Brasil. A troca é pontual e os analistas acreditam que BBAS3 está com valuation mais atrativo, e deverá destravar valor após balanço do 4º tri.
Composição: Banco do Brasil, Braskem (BRKM5), BRF (BRFS3), Cyrela (CYRE3) e Lojas Renner (LREN3)

Fonte:  Investing.com