sábado, 16 de fevereiro de 2019

Pedras que mudam de cor

Pedras que mudam de cor






ALEXANDRITA


Pedras que mudam de cor
Sempre há ciência por trás das novidades (Thomas Northcut/Photodisc/Getty Images)
Os anéis de humor sempre foram uma novidade, com suas pedras decorativas que, supostamente, mudavam de cor, baseadas no humor de quem os usava. No entendo existe mais informação sobre essas pedras do que você imagina. Estas e outras gemas raras são o que se chama de fenomenais. Esta categoria inclui outros efeitos óticos, com a mudança de cor sendo, talvez, a mais destacável de todas.

Alexandrita

Alexandrita é uma gema originária dos Montes Urais, na Rússia. Sob a luz brilhante do sol, a pedra tem um coloração verde ou azul. No entanto, sob a luz artificial, ela têm uma aparência bem diferente, mudando para o vermelho intenso e roxo. A pedra é uma combinação de vários elementos diferentes, como titânio, berílio e ferro. Ela também contém crômio, que dá à gema suas propriedades quase místicas; na verdade, tão mística que não só foi nomeada a pedra nacional da Rússia, como leva o nome do czar da época de seu descobrimento. Por causa de sua combinação de elementos raramente existe no mesma área e que requerem condições muito específicas para se formar, a alexandrita é extremamente rara.

Zultanito

O zultanito é uma pedra recém-descoberta das minas da Turquia. A gema em si é transparente, mas tem coloração que muda de acordo com a luz incidida. Sob a luz natural, a pedra aparenta ser verde, mudando para o vermelho roseado quando exposta a luz de velas. Ela também pode mudar de cor baseando-se nas cores à sua volta -- quando colocada contra diferentes cores, ela adquirirá colorações diferentes. As propriedades de mudança de cor do zulanito são baseadas nos ângulos do corte, tornando as pedras polidas muito menores do que a gema crua. A maioria das pedras finalizadas tem apenas 2% do tamanho original das gemas trazidas das minas. Extremamente raro, o zutanito é encontrado somente em uma mina da Turquia.

Diáspora

Diáspora é uma outra pedra que muda de cor, originária dos Montes Urais da Rússia, o lar das alexandritas. Ao contrário delas, a diáspora também é encontrada na Polônia, Suíça, África do Sul e mesmo em áreas do nordeste dos Estados Unidos.
A gema tem uma coloração transparente, com tons que mudam baseados no tipo de luz a que são expostas. Sob a luz do dia, os tons podem variar de amarelo escuro ao suave e de rosa a marrom pálido ou champanhe. Quando expostas à luz artificial, a pedra mudará para um rosa vibrante, com a coloração mudando mais notavelmente em pedras que são, sob a luz natural, marrons ou esverdeadas.

Granada que muda de cor

As granadas comuns não tem propriedades de mudança de cor e considerou-se, por muito tempo, que elas eram formadas naturalmente em todas as cores, exceto azul. Descobertas recentes de gemologistas têm mostrado que existem granadas azuis e que elas são pedras extremamente raras com propriedades de mudança de cor.
Sob a luz natural, a cor da gema varia do verde-acinzentado para o azul claro. Sob luz artificial, a granada escurecerá para o roxo escuro, com alguns exemplares tendo tons de bordô. As mesmas propriedades e os mesmos minerais, como o crômio, que dá à alexandrita suas características, estão presentes na granada. Geralmente, quanto maior a pedra, menos drástica é a mudança e mais nebulosa a cor fica.






Fonte: Geologo.com

Esmeralda Vermelha

Esmeralda Vermelha





Red Beryl
O berilo vermelho, também conhecido como bixbite ou Esmeralda Vermelha. Deste modo, é tão raro que o Utah Geological Survey (banco de dados geológicos) estimou que uma única peça dessas joias é descoberta por cada 150.000 diamantes de qualidade durante o trabalho feito por geólogos.
Sendo assim, o Berilo, puro incolor, só ganha suas matizes brilhantes de impurezas na rocha. Porque o cromo e vanádio dão uma cor verde resultando em uma esmeralda. Assim o ferro fornece um tom azul ou amarelo criando água-marinha e berilo dourado. Finalmente, o manganês adiciona a cor vermelho-escuro para criar o berilo vermelho ou a esmeralda vermelha.
A esmeralda vermelha é encontrada somente em Utá, Novo México, e México. Mas a maioria dos exemplos encontrados são apenas alguns milímetros no comprimento. Isso porque é demasiadamente pequeno para ser cortado e facetado para o uso. Então aqueles que foram cortados são geralmente menos de um quilate de peso. Portanto, um berilo vermelho de 2 ou 3 quilates seria considerado excepcional.



Fonte: CPRM

Como o carvão vira diamante?

Como o carvão vira diamante?






Você ficará desapontado em saber que as chances de um carvão virar diamante são muito pequenas. É possível, tecnicamente, mas diamantes são formados nas profundezas da terra e o carvão é formado pelo decaimento de plantas e animais na superfície. O carvão contém carbono e o carbono pode formar diamantes quando expostos a altas temperaturas e pressão, mas a menos que você tenha criado uma maneira de levar o carvão às profundezas da terra, seu carvão não se tornará um diamante tão cedo.

Transformação

A transformação do carbono em diamante é um processo que leva milhões de anos para concluir-se. Ele acontece entre 145 a 160 km abaixo da superfície terrestre quando o carbono, provavelmente grafite puro, é exposto a temperaturas superiores a 1100 ºC e em pressões 50 vezes maiores que a da superfície terrestre.

Carbono

Grafite e diamante possuem uma característica em comum, ambos são carbono puro. O que distingue os dois é a estrutura molecular deles. O grafite é composto de camadas de moléculas, enquanto o diamante possui uma natureza cúbica. Quando sujeitos a altas temperatura e pressão, as moléculas do grafite são forçadas a se realinhar e formar uma estrutura cúbica conhecida como cristal, formando então o diamante.

Kimberlito

Uma vez formado, ele pode levar mais 1000 anos ou mais para o diamante chegar à superfície da terra. O magma transporta o diamante para perto da superfície da terra, onde esse magma esfria e forma veios rochosos chamados kimberlito.

Presença de diamantes

Esses veios de kimberlito são vistos normalmente como indicadores da presença de diamantes. A mineração é feita nas áreas com kimberlito para extrair diamantes brutos do magma frio e endurecido. A presença do kimberlito em si não é uma indicação de que há diamantes presentes, ele somente indica a possibilidade da existência de um depósito de diamantes.

Veios de kimberlito

Diamantes normalmente são minerados de veios de kimberlito, mas não é incomum encontrar diamantes em áreas remotas, onde eles foram transportados de seu local original e depositados. Veios de kimberlito podem erodir com o tempo, fazendo com que os diamantes sejam carregados com sedimentos e depositados em outras áreas. Essas áreas podem ser distantes das originais.

Transporte por glaciares

Diamantes também podem ser transportados para outras regiões através de glaciares, que pegam depósitos e soltam em outras áreas. Diamantes podem atravessar centenas de quilômetros antes de serem redepositados. Eles também podem ser espalhados ao longo do caminho do glaciar. Por fim, os diamantes podem entrar em rios ou outras fontes de água quando depositados e podem viajar para regiões mais remotas, distantes de seus veios de kimberlito originais

Fonte: Joias br

Luta pelo Ouro-Melhores Momentos- Tp04-Ep10( áudio ruim)

“Causos” da Semana No 2