sábado, 16 de fevereiro de 2019

OS 4 CS DE UM DIAMANTE

OS 4 CS DE UM DIAMANTE




Mais que um investimento, um diamante representa uma expressão de afeto e amor e a sua compra deve ser uma experiência segura e agradável.

Pensando nisso o GIA (Gemological Institute of America) desenvolveu um padrão de classificação de diamantes que é o mais aceito em todo mundo e que mudou a forma como diamantes são comercializados.

Este sistema,  conhecido como  "Os 4 Cs"  se baseia na classificação dos diamantes com referência as suas 4 características básicas, que são:

  • Carat  ( o peso em quilates)
  • Color ( sua cor)
  • Clarity ( seu grau de pureza)
  • Cut ( o seu corte)

Conhecendo os 4 Cs, você pode fazer uma compra segura,  baseada em informações precisas e pode com mais facilidade comparar diamantes oferecidos por vários fornecedores.



Os 4 Cs


CARAT - PESO EM QUILATES


O quilate é uma unidade de medida de peso que representa 200 miligramas, ou 1/5 de uma grama.
Um diamante de 1 quilate pesa então 0,20 gramas.
O quilate se subdivide em 100 unidades chamadas PONTOS. Desta maneira, um diamante de 30 pontos possui 0,3 quilates dem peso.
Considerando-se o mesmo tipo de lapidação, por exemplo o Brilhante, quanto maior o peso ( quilate) maior será a pedra. Veja abaixo:





COLOR - A COR DO DIAMANTES


Para facilitar a comunicação entre compradores e vendedores de diamantes o GIA criou ou padrão de classificação de cores de diamantes que se inicia na letra D e termina na letra Z.
Quanto menos cor um diamante apresenta, maior sua classificação na escala.

Diamantes com classificação de cor entre D e F são considerados incolores, sendo D a classificação usada para diamantes totalmente sem cor.
A medida que o diamante vai apresentando mais tons de amarelo ele vai descendo na escala, até chegar na classificação (letra) R. O preço de um diamante diminui quanto mais cor ele apresentar.  
A partir da letra S, o diamante é considerado "fancy" e classificado de maneira diferenciada.

A ABNT/IBGM utiliza a seguinte definição, em portugues, para traduzir a escala de cor do GIA.

Cor O que significa?
DExcepcionalmente incolor extra
EExcepcionalmente incolor
FPerfeitamente incolor 
GNitidamente incolor
HIncolor
ICor levemente perceptível
JCor perceptível
KCor levemente visível
LCor visível
M - NCor levemente acentuada
O - ZCor acentuada
Acima de Z ( Fancy)Cor incomum ou extraordinária




CLARITY - A PUREZA DO DIAMANTE


O diamante deve brilhar com profusão e apresentar um "fogo interno" digno da mais valiosa das pedras preciosas. O grau de pureza do diamante se refere a presença (ou não) de inclusões e manchas que possam diimuir seu valor. No Brasil estas manchas e inclusões são também conhecidas como "jaça".

A avaliaçã de pureza do diamantes é feita pelo profissional, utilizando a lupa de mão de 10X ou microscópio gemológico com lente de 10x.

A quantidade, tamanho, posição e natureza das imperfeições (jaça)  definem o grau de pureza do diamante. Um diamante classificado IF ( Internally Flawless - Internamente livre de inclusões) é considerado o mais puro.

A ABNT/IBGM utiliza as seguintes definiçôes, em portugues, para traduzir a escala de pureza do GIA. 

Grau de PurezaO que significa ?
FLAWLESS Internamente e externamento puro
IFInternamente livre de inclusões
VVS1 e VVS2Inclusão ou inclusões pequeniníssimas, muito dificeis de serem visualizadas com lupa de 10x
VS1 e VS2Inclusões muito pequenas, difíceis de serem visualizadas com lupa de 10x
SI1 e SI2Inclusões pequenas, fáceis de serem visualizadas com a lupa de 10x
I1Inclusões evidentes com lupa de 10x
I2Uma inclusão grande ou inúmeras inclusões menores, fáceis de serem visualizadas a olho nu
I3Uma inclusão grande ou inúmeras inclusões menores, mito fáceis de serem visualizadas a olho nu


CUT - O CORTE DO DIAMANTE


A classificação de Corte do diamante diz respeito a como o diamante foi cortado e lapidado.  Este classificação não deve ser confundida com o tipo de lapidação do diamante ( Brilhante, Navette, Oval, etc). 

O corte é o mais importante dos 4 Cs e diz respeito à qualidade de sua lapidação.  Uma lapidação bem feita garante ao diamante um brilho e fogo que o faz se diferenciar das outras gemas. 

A lapidação consiste em dois parâmetros muito diferentes: as proporções (ângulos e alturas) e o grau de acabamento (simetria e polimento), que traduzem, antes de qualquer coisa, o cuidado e a experiência com que a gema foi tratada no momento da lapidação.

O diagrama abaixo  se refere ao corte brilhante considerado Ideal. Todos os angulos e proporções foram cientificamente definidos para garantir a melhor performance da luz dentro do diamante e seu retorno aos olhos do observador, criando as cores a brilho que se vê em um diamante de alta qualidade.



 A ABNT/IBGM utiliza as seguintes definiçôes, em portugues, para traduzir a escala de corte do GIA. 

CorteO que significa ?
ExcellentLapidação Excelente
Very GoodLapidação Muito Boa
GoodLapidação Boa
FairLapidação Aceitável
PoorLapidação Fraca 


Quanto melhor o corte, lapidação, simetria e polimento do diamante, melhor o retorno de luz e por sua vez, maior seu valor. 


fonte:ADHdiamantes

+ PEDRAS PRECIOSAS


+ PEDRAS PRECIOSAS 



Alexandrita
Muitas vezes descrito pelos aficionados por pedras como "esmeralda de dia, rubi à noite", alexandrita é a variedade do mineral crisoberilo que muda de cor e isso faz a gema muito rara.
Originalmente descoberto na Rússia na década de 1830, agora é encontrado no Sri Lanka, África Oriental, e no Brasil, uma pedra extremamente rara e valiosa.

                              A pedra ainda bruta e já percebemos a mudança de cor.

Agora ela polida, e em tons de verde e vermelho.



                                 


Kunzita
                                                
Uma das gemas mais apreciadas, embora seja menos tradicional e muito rara.
A kunzita destaca-se por sua bela cor rosada,às vezes lilás ou violeta-clara.
É transparente, forma cristais prismáticos longos,de brilho vítreo,com uma clivagem perfeita,o que dificulta sua lapidação, pois é sensível á pressão, partindo-se com muita facilidade.


Sua cor pode enfraquecer se  a gema for exposta de modo prolongado ao sol.
Ela tem esse nome em homenagem ao gemólogo  G.F.Kunz.


Marcassita

marcassita foi uma pedra muito requisitada no século 18 como substituta do diamante e durante o período art déco e art nouveau do início do século 20, quando se tornou muito popular.

Com a super valorização e elitização de pedras preciosas como rubis, esmeraldas, pérolas e diamantes, a marcassita foi um pouco deixada de lado, esquecida. Hoje em dia poucas pessoas usam joias com esse material. O que é uma pena, pois a marcassita é um mineral natural de brilho metálico muito bonito.
O nome vem da palavra árabe markashita da qual não se sabe bem o significado. Antigamente este era também o nome dado à Pirita (mineral com composição química semelhante).

Esmeraldas

A esmeralda oferece uma ampla variedade de qualidades e preços, permitindo opções ilimitadas na criação de joias. A combinação de cor, transparência e inclusões quase sempre visíveis imprime uma personalidade única a cada esmeralda lapidada. 
As Esmeraldas Colombianas são as mais caras do mercado,por conta de serem quase sempre sem mitas inclusões.





Água Marinha

A água-marinha é uma gema cristalina que ocorre geralmente em tons pastéis; logo, quanto mais escura, mais rara e valiosa. É a mais tradicional das pedras preciosas brasileiras, sendo muito procurada internacionalmente. Águas-marinhas de grandes dimensões fazem parte de coleções de joias especiais. 
São rara águas escuras,e normalmente não tem inclusões visíveis







Turmalinas

A turmalina ocorre numa ampla gama de matizes, cada variedade é batizada por sua cor principal. As mais importantes são: rubelita – a vermelha; 






    

Indicolita – a azul;







Verdelita ou simplesmente turmalina – quando a cor verde prevalece;

 

  



Rubilta-vermelha;







Turmalina Melância






O Brasil é o maior produtor desta gema bela e popular. As turmalinas são muito apreciadas pelos designers, que desenvolvem sua criatividade através de seu amplo espectro de cores. 

Das turmalinas a que eu acho mais incrível é Turmalina Melância.



Turmalina Paraíba



Há cerca de 600 milhões de anos, um acontecimento geológico único criou a mais espetacular variedade de gema do grupo das turmalinas - a turmalina "Paraíba". A turmalina Paraíba foi encontrada pela primeira vez no Brasil, no final dos anos 80, depois na Nigéria, em 2000 e mais tarde em Moçambique, em 2004. 

A descoberta da turmalina Paraíba, após ser observada pela primeira vez pelo olho humano, cria um forte impacto emocional, em virtude de seu azul vívido e brilhante. 

É amor à primeira vista: a gema tem um brilho interior só seu, um esplendoroso azul neon que toca o coração. É pura emoção! As turmalinas são encontradas em muitas cores, incluindo a azul (indicolita), mas, em virtude da presença de pequenos traços de cobre e manganês, uma nova cor azul ou azul esverdeada foi descoberta, uma cor brilhante e única, nunca vista antes, o que tornou possível estabelecer-se uma nova variedade de turmalina, denominada turmalina "Paraíba". 

A turmalina Paraíba cativou desde o início o mundo das pedras preciosas, por sua beleza e cores eletrizantes. Elas tornaram-se populares quase que instantaneamente, e hoje estão entre as mais procuradas e valiosas gemas do mundo. As expectativas apontam sempre para preços mais altos, visto que a demanda cresce em passos mais largos que a oferta. Valores de cinco dígitos por quilate não são incomuns para gemas azul neon de boa qualidade e para as azuis esverdeadas de mais de 5 quilates.




Diamantes


Incomparável por sua capacidade de concentrar e transmitir luz, o diamante lidera o mundo das gemas como símbolo do amor e da eternidade. Produzido em muitas regiões do mundo, inclusive no Brasil, está presente em quase todas as joias de qualidade, como pedra principal ou como complemento para gemas de cor. 


De incolor a matizes de amarelo-claro, em uma escala de D a Z. Cores fantasia ("Fancy Colors") são outra categoria, que inclui amarelos mais intensos, marrom, rosa, azul, negros e muitas combinações destas cores. 

 A pureza é determinada em uma escala de dez categorias. 



Ametista


A mais antiga das pedras preciosas usada pelo homem, com registros datando de mais de 25.000 anos. A lapidação correta de um bom cristal de ametista pode prover uma gema violeta de grande beleza. Bela e de preço acessível, a ametista está entre as pedras preciosas mais populares. 

As muito claras ou muito escuras são menos valiosas. A de cor púrpura intensa é a de melhor qualidade. 

Sem inclusões visíveis, mas às vezes pode-se perceber a irregularidade típica da distribuição de cor. Uma lapidação correta é essencial para a distribuição da cor.






 

Fonte: Portal do Geologo

Âmbar: uma gema com registro de vida

Âmbar: uma gema com registro de vida





Pércio de Moraes Branco
Entre as gemas, há um grupo que se diferencia da maioria por ser de origem orgânica. São, portanto, gemas, mas não são minerais, ou seja, não são pedras preciosas. Estão nesse grupo: coral, pérola natural, pérola cultivada, madrepérola, âmbar e marfim, além de algumas outras gemas menos conhecidas. Das gemas orgânicas citadas, apenas o âmbar é de origem vegetal e apenas ele não é atual, pois se trata de uma resina formada há 30 milhões de anos por um pinheiro, o pinus succinites.
Essa árvore, devido a um aumento na temperatura ambiente, começou a produzir grande quantidade de resina, característica que atualmente nenhum pinheiro conhecido tem. Além disso, pode conter em seu interior insetos e outros animais da época em que se formou, constituindo-se, assim, num repositório paleontológico de grande valor, característica que não é encontrada em nenhuma outra gema.
Âmbar (acervo do Museu de Geologia da CPRM - Foto: P. M. Branco)
Âmbar (acervo do Museu de Geologia da CPRM - Foto: P. M. Branco)


História
O âmbar é conhecido desde o início da humanidade, pois já na Idade da Pedra era objeto de adoração, atribuindo-se-lhe propriedades sobrenaturais. Na mitologia romana, conta-se que Phaeton, filho de Phoebus, o Sol, saiu com a charrete que conduz o Sol e com ela aproximou-se tanto da Terra que nosso planeta pegou fogo. Para salvá-la, Júpiter tirou Phaeton do céu com seus raios, matando-o. Sua mãe e sua irmã viraram árvores e o âmbar são as lágrimas que elas choraram pela morte de Phaeton.
A peça de âmbar mais antiga que se conhece é um prato encontrado em um acampamento de caçadores de renas, perto de Hamburgo, na Alemanha. O historiador Plínio conta que o âmbar era tão valioso que um pequeno pedaço valia mais que um escravo.
No início da Idade Média, ele era usado em cruzes e rosários. Por volta de 1400, na maior parte da Europa era ilegal a posse não autorizada dessa substância. Nos séculos XVII e XVIII, tornou-se popular seu uso em obras de arte. Depois de um período de menos prestígio, voltou a ser valorizado após a Segunda Guerra Mundial, através do Feliksas Daukantas, que encorajou artistas a mostrar a beleza do âmbar natural.
O âmbar forma blocos arredondados que chegam a ter mais de 10 kg. A maior peça conhecida dessa gema é o Âmbar Birmânia, que tem 15,250 kg e está no Museu de História Natural de Londres. No Museu de Ciências Naturais de Berlim há uma peça de 9,810 kg e 47 cm de comprimento.
 Âmbar preto (Foto: Minerais & Pedra Preciosas)
Âmbar preto (Foto: Minerais & Pedra Preciosas)


Composição e Propriedades
O âmbar tem composição variável, em média C10H16O. Trata-se de uma mistura de várias resinas solúveis em álcool, éter e cloro com uma outra substância, insolúvel e betuminosa. Ele não tem estrutura cristalina como as gemas inorgânicas, sendo, portanto, amorfo. Saliente-se, porém, que estudos recentes mostraram que algumas resinas possuem componentes cristalinos. Sua cor mais comum (70%) é a amarela, podendo ser marrom-escura, marrom-esverdeada, marrom-avermelhada, azulada, cinza, preta (figura ao lado), vermelha ou branca. As cores vermelha, branca e verde são muito raras, e a azul é a mais rara e valiosa de todas. Pode haver mais de uma cor ou vários tons na mesma peça.
A cor pode ser melhorada por cozimento em azeite de semente de nabo, o que elimina as inclusões fluidas eventualmente existentes. Ele varia de transparente a semitranslúcido e séctil (pode ser cortado em lascas). É muito leve, com uma densidade pouco maior que a da água (1,08), o que lhe permite flutuar em água salgada. A dureza é muito baixa - 2,0 a 2,5 -, mostra fluorescência branco-azulada ou amarelo-esverdeada e brilho resinoso. Aquecido, começa a amolecer a 150º C e se funde a 250º C. Queimado, exala aroma agradável que lembra a resina de pinheiro.
Outra característica típica do âmbar, conhecida há séculos, é sua capacidade de eletrizar-se quando atritado contra um pano de lã. Por isso era chamado na Grécia antiga de elektron. Um pedaço dele assim atritado consegue atrair objetos de pouco peso, como pedaços de papel. Aquecido a 300ºC o âmbar decompõe-se, originando duas substâncias, o óleo de âmbar e um resíduo preto, o piche de âmbar.


Fósseis do Âmbar
Âmbar com insetos (Pipe, 2008)
Âmbar com insetos (Pipe, 2008)

Uma característica muito interessante do âmbar é a possibilidade de se encontrar em seu interior animais, principalmente insetos (86,7%) e aracnídeos (11,6%), que viviam na época em que a resina se formou e que nela ficaram aprisionados, por ser uma resina pegajosa, ou que por ela foram englobados depois de mortos. Material desse tipo é muito visado como peça de museu, por seu valor científico.
Cerca de três mil espécies animais já foram encontradas fossilizadas no âmbar, das quais 85% são espécies já extintas. Mais de mil dessas espécies extintas são insetos. Além de insetos, o âmbar pode conter restos de vegetais, bolhas de ar e pirita.


Usos e Imitações
O âmbar é muito usado como gema e em objetos ornamentais, podendo receber lapidação facetada (como as gemas minerais transparentes), lapidação em cabuchão ou simples polimento.
De todo o âmbar produzido, cerca de 15% têm qualidade que permite o aproveitamento como gema. Um emprego curioso verifica-se em certos países da Europa, onde é usado pelas crianças contra mau-olhado, da mesma forma que o coral. Usa-se também contra a tosse.
Assim como muitas gemas minerais, o âmbar é imitado por várias substâncias, sobretudo plásticos, como celuloide e baquelite. Todas essas imitações se diferem dele por serem mais densas. Também pode ser imitado por alguns vidros, que, embora possam ser muito semelhantes, são reconhecidos por terem dureza e densidade bem maiores, além de serem frios ao tato.
O âmbar prensado é um tipo de âmbar obtido ao se aquecer pequenos fragmentos procedentes do mar Báltico a 200-250 °C e em seguida submetendo-os a uma pressão de até 3.000 atmosferas. Ele assemelha-se ao âmbar normal, mas difere-se por conter bolhas de ar alongadas e orientadas, enquanto no âmbar normal elas são esféricas. Além disso, sob ação de uma gota de éter o âmbar prensado mostra uma mancha fosca.


Principais Produtores
O âmbar é produzido principalmente na Alemanha e na Rússia, vindo a seguir a Itália. O maior centro produtor é Sambia (que os alemães chamam de Samland), península do enclave russo de Kaliningrado, onde ele ocorre em uma argila rica em glauconita, chamada de terra azul. Cada metro cúbico dessa terra azul tem de 0,5 a 2,5 kg de âmbar. Como essa jazida está 40 cm abaixo do nível do mar, a erosão constantemente libera blocos de âmbar, que saem flutuando na água do mar, podendo ser levados a longas distâncias.
Cerca de 90% do âmbar encontrado hoje em todo o mundo provém da região do mar Báltico. O maior depósito do mundo está na península de Sambia e na lagoa Courland, onde há três mil hectares de solo contendo a gema. No Brasil nunca foi encontrado.




Fonte: CPRM

MADEIRA PETRIFICADA



Fonte: Portal do Geologo