terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Análise e Recomendação de ABEV3, SMLS3, GRND3 e GFSA3

Análise e Recomendação de ABEV3, SMLS3, GRND3 e GFSA3



Por Bruce BarbosaAções18.02.2019 


Ambev
Muita gente adora Ambev (SA:ABEV3), e eu sou um deles. Mas hoje não é bom negócio comprar ABEV3.
Não me leve a mal, a companhia continua ótima, mas pagar 14x Ebitda e 27x lucros para uma companhia que não cresce não é um bom negócio.
É como pagar 10 reais em uma latinha de Skol quente – nem no desespero.
O mercado não quer nem saber e puxa ABEV +20 por cento em 2019. Mas como reporta o Valor Econômico, o castelo de Ambev está sob ataque ferrenho neste carnaval com consumidores optando o consumo de cervejas especiais, que lideram o aumento das vendas no segmento.
Claro, Ambev já se provou mais do que capaz de se proteger contra a competição. Mas sua participação de mercado, que já foi de 70 por cento, é apetitosa demais para os concorrentes a deixarem curtir em paz.
Não seria improvável vermos nova perda de margens neste mercado.
Nós continuamos aguardando de fora. Se o mercado insiste em pagar caro em ABEV, não há problema. Somos pacientes.
Afinal, com mais crescimento e menos competição em diversas outras ações – além, é claro, de preço muito mais baixo - o investidor vai buscar folia em outras regiões.
Smiles
A Gol (GOLL4 (SA:GOLL4)) fechou o capital da Smiles (SA:SMLS3) dando a entender que o negócio é péssimo e não valeria nada.
Faltou combinar com os resultados da Smiles e com seu presidente - que está otimista com 2019.
A bolsa bloqueou os planos da Gol afirmando que os minoritários de Smiles perderiam voz ativa. Todos esperam nova proposta da Gol.
E a Smiles divulgou faturamento subindo +23 por cento, Ebitda +37 por cento e lucro +34 por cento no 4T18. Como vão explicar isso agora para a bolsa?
Smiles é barata a 6,5x Ebitda e 9x lucros, mas nada justifica se amarrar com um sócio desses. Muito cuidado com seu rico dinheirinho.
Continuamos observando como a governança faz TODA a diferença nos investimentos que fazemos.
Grendene
Nem a propaganda de nosso maravilhoso presidente (#mito) de calça de moletom, camisa do Palmeiras e Rider na foto com seus ministros foi suficiente para acelerar os resultados de Grendene (SA:GRND3).
Nunca na história desse país tivemos um presidente “tão à vontade” em evento oficial.
Grendene divulgou receita líquida crescendo +5 por cento, mas Ebitda -4 por cento e lucros +0,3 por cento – custos em alta impactaram as margens.
Com isso, Grendene não cumpre seu guidance (projeção) de crescimento de lucro líquido de 12 por cento ao ano – o enorme caixa fez lucro de 2018 foi menor que o de 2016.
Mas, a companhia continua com um caixa gigantesco e se nega a distribuí-lo em dividendos ou anunciar qualquer plano de utilizá-lo (#forçaGrendene).
E Grendene decidiu parar de fornecer guidance de resultados para o mercado. Será que o guidance seria negativo e não valeria a pena fazê-lo?
Com caixa demais e crescimento de menos ficamos de fora de GRND, que negocia a 10x Ebitda e 14x lucros.
Gafisa
A gestora GWI fazia a mesma coisa em meados de 2007, e funcionava. A diferença é que hoje todo o mercado já entendeu quem é o Kamikaze alavancado e, claro, se recusa a comprar as ações puxadas por ele.
GWI comprou mais de 50 por cento da Gafisa (SA:GFSA3) puxou as ações para cima com uma mistura de alavancagem e desespero (no fundo e na empresa) e foi obrigado pela bolsa a vomitar tudo no pregão de ontem.
Resultado: GFSA caindo -44 por cento no ano e perto de sua mínima histórica, negociando abaixo de 0,5x patrimônio – hum, interessante.
Mas as obras estão paradas, a gestão se foi, as divididas de acumulam e os novos donos terão trabalho para colocar ordem na casa. Estamos de fora, mas estamos de olho.
Acompanhe muito mais no Twitter: @BruceBarbosa88, no FB: BruceBarbosaOficial e LinkedIn: BruceBarbosaOficial

Fonte:  NORD


Os Futuros de Ouro caíram durante a sessão asiática

Os Futuros de Ouro caíram durante a sessão asiática





Commodities7 minutos atrás (19.02.2019 01:05)

© Reuters.  Os Futuros de Ouro caíram durante a sessão asiática© Reuters. Os Futuros de Ouro caíram durante a sessão asiática
Investing.com - Os Futuros de Ouro caíram durante a sessão asiática na terça-feira.

Na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova York, Os Futuros de Ouro em Abril foram negociados na entrega a US$ 1.327,95 por onça troy no momento da escrita, caindo 0,44%.

Anteriormente negociadas na baixa da sessão a US$ por onça troy. O Ouroestava propenso a encontrar apoio em US$ 1.304,70 e resistência em US$ 1.330,75.

O Índice Dólar Futuros, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, registrou ganhos 0,00% para negociação a US$ 96,738.

Em outra parte da Comex, A Prata para entrega em Março registrou perdas 0,12% para negociação a US$ 15,762 por onça troy enquanto O Cobre para entrega em Março registrou ganhos 0,11% para negociação a US$ 2,839 por libra-peso.



Fonte: Investing.com

XP vê estrangeiro otimista com Brasil, mas cético com reformas; corretora recomenda ações

XP vê estrangeiro otimista com Brasil, mas cético com reformas; corretora recomenda ações





A corretora XP Investimentos divulgou relatório em que comenta o clima com relação ao Brasil entre investidores internacionais com quem manteve contato nos últimos dias.
Segundo a corretora, durante a última semana, seus representantes estiveram nos EUA encontrando investidores institucionais, como fundos de pensão e grandes gestores de recursos. O clima em geral é otimista em relação ao Brasil, mas o ceticismo em termos da execução das reformas para o país reequilibrar suas contas ainda é alto. O investidor estrangeiro, diz a XP, acompanha o país de perto, e até faz investimentos pontuais, mas somente deve vir para ficar quando a Reforma da Previdência for de fato aprovada.
A maioria acredita ser possível a aprovação da Reforma da Previdência até o terceiro trimestre, com um governo popular e um debate já maduro no Congresso, mas ressalta que já viu retórica semelhante não se materializar tanto no governo Temer quanto em outros eventos similares ao redor do mundo, e ainda não parecem dispostos a tomar o risco.
Além disso, após a alta recente, a bolsa não parece tão atraente no Brasil olhando no curto prazo. Entretanto, os investidores internacionais ressaltaram que o Brasil é um dos poucos países emergentes com aceleração do PIB em 2019 (um dos poucos no mundo, na verdade), o que ajuda a dar sustentação à bolsa e, ao discutir cenários de médio-longo prazo, assumindo a aprovação da Reforma da Previdência, o otimismo ganha força, avalia a XP. A maioria concorda que o evento seria transformacional para o país.
Os principais destaques dessas transformações seriam:
(1) A narrativa de crescimento do PIB acelerando/acima da normal poderia ser um processo que se estenderia por vários anos após a Reforma da Previdência;
(2) Agendas subsequentes de produtividade, como a Reforma Tributária, poderiam trazer impulso adicional (embora poucos detalhes tenham sido dados até o momento);
(3) Uma reprecificação estrutural do Brasil é possível, com os múltiplos primeiro negociando a prêmio por conta da expectativa de maior crescimento de lucros, e subsequentemente sustentados por taxas de desconto estruturalmente mais baixas.

Cautela no curto prazo e Ibovespa estacionado por 2 meses

No final de janeiro, a XP sugeriu cautela tática para o curto prazo, antecipando volatilidade tanto no cenário doméstico quanto no externo e ainda mantém essa visão. Naquele momento, as ações de empresas voltadas para o mercado doméstico negociavam a 22% de prêmio em relação à normal. Hoje ainda negociam a 17% de prêmio.
Além disso, apesar das mensagens positivas do governo em relação à Previdência, o dia a dia da política poderia trazer um pouco de ruído e, portanto, volatilidade para a bolsa, o que ainda se aplica. “Nesse contexto, vemos o Ibovespa se mantendo próximo ao nível atual pelos próximos um ou dois meses, precisando de maior visibilidade em relação à aprovação da Reforma da Previdência para ganhar sustentação”, avalia a XP.

A hora é de ações e índice pode bater 135 mil pontos

No entanto, com uma visão de médio-longo prazo, a XP reitera a convicção de que a bolsa é a melhor classe de ativos no Brasil, com um risco-retorno muito atraente. Em um cenário pessimista, com a Reforma da Previdência diluída ou atrasada, o Ibovespa poderia finalizar 2019 em 87.500 pontos (10% de queda), o que se compara aos 125.000 pontos em um cenário base, com a aprovação da Reforma da Previdência no terceiro trimestre (28% de alta) e aos 135.000 pontos no cenário otimista, com aprovação no meio do ano e pouca ou nenhuma diluição da proposta inicial (38% de alta).
Além disso, segundo a corretora, a visibilidade em relação à reforma continua melhorando no Brasil, o que aumenta as chances do cenário base ou otimista se materializar. As notícias recentes sugerem que a proposta da Reforma da Previdência defendida pelo governo poderia levar a economia de R$ 1,1 trilhão em 10 anos, acima da proposta inicial de R$ 800 bilhões de Michel Temer.
Esta semana, diz a corretora, será crucial, com a apresentação ao Congresso da proposta oficial da reforma, que deve acontecer até ‪o dia 20 de fevereiro (quarta-feira). Nos próximos meses, incertezas pontuais relacionadas à política podem continuar trazendo volatilidade, mas o Brasil continua apontando para a direção correta, “e nós gostamos disso”, conclui o relatório, assinado pela equipe liderada por Karel Luketic.



Fonte: ADVFN

Sem Nova York, Ibovespa cai 1,1% e volta aos 96 mil pontos de olho na crise política

Sem Nova York, Ibovespa cai 1,1% e volta aos 96 mil pontos de olho na crise política







Índice Bovespa está baixa hoje, em meio ao vencimento do mercado de opções sobre ações e ao feriado nos Estados Unidos pelo Dia do Presidente. Às 15h15, o Índice estava em baixa de 1,1%, aos 96.454 pontos, também repercutindo as preocupações com a crise na base do governo com a provável demissão do ex-presidente do PSL Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência da República.
Hoje, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, disse que “de hoje não passa”, sobre a demissão daquele que já foi o principal articulador da campanha de Jair Bolsonaro. Já Bebianno afirmou que “devolverá em triplo” as ameaças que vem recebendo nas redes sociais, o que desperta o receio de que o ex-aliado saia atirando e revelando segredos da família do presidente.
O exercício de contratos de opções sobre ações movimentou hoje no segmento Bovespa, R$ 7,678 bilhões, dos quais R$ 6.466.470.487.68 em opções de compra e R$ 1.212.479.346,86 em opções de venda. As ações mais exercidas foram as da Vale, que tiveram forte queda e beneficiaram quem tinha o direito de comprar por preços abaixo dos de mercado.
A ação da mineradora está em queda hoje, de 1,4%, assim como Petrobras PN, com baixa de 0,82%, Itaú Unibanco PN, com -1,3% e Banco do Brasil ON, -0,46%.
O dólar comercial sobe 0,76%, vendido a R$ 3,73, repercutindo a crise política e seus possíveis impactos na votação da Previdência.

Fonte: ADVFN

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