terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Lucro da Engie cresce 15,5% em 2018; Empresa paga 100% em dividendos

Lucro da Engie cresce 15,5% em 2018; Empresa paga 100% em dividendos



Gustavo Kahil - 19/02/2019 - 19:37
Energia
A Engie (EGIE3) alcançou um lucro líquido de R$ 2,315 bilhões em 2018, o que representa um avanço de 15,5% em relação aos R$ 2,004 bilhões vistos um ano antes, informa um comunicado enviado ao mercado nesta terça-feira (19).
A receita operacional líquida ficou em R$ 8,794,8 bilhões, o que indica um crescimento de 25,5% na comparação com os R$ 7,010 anotados em 2017.
á o Ebitda atingiu R$ 4,367,6 bilhões em 2018, aumento de 24,1% (R$ 3,519 bilhões) em comparação a 2017. A margem Ebitda foi de 49,7% em 2018, redução de 0,5 ponto percentual em relação a 2017.
“Atuando como player-chave da infraestrutura brasileira, manteremos nos próximos ciclos nossos esforços para seguir entregando estabilidade, previsibilidade, sustentabilidade, crescimento financeiro disciplinado e um nível excepcional de retorno aos acionistas, impulsionados por uma agressiva política de dividendos que, mais uma vez, agora para os resultados de 2018, oferece
payout equivalente a 100% do lucro líquido ajustado”, explica a empresa.
O Conselho de Administração aprovou, em reunião realizada hoje, a proposta  de dividendos complementares sobre o lucro de 2018, no montante de R$ 76,7 milhões. Com isso, o total de proventos relativos a 2018 atingirá R$ 2,272 bilhões (R$ 2,7851510063 por ação), equivalente a 100% do lucro líquido distribuível ajustado.
O valor por ação já considera o aumento de capital com bonificação de ações, realizada em dezembro de 2018.
Veja a íntegra dos resultados:

Fonte:  MONEY  TIMES

Ibovespa fecha em alta com perspectiva favorável para reforma da Previdência

Ibovespa fecha em alta com perspectiva favorável para reforma da Previdência





Ações2 horas atrás (19.02.2019 18:28)

© Reuters. .© Reuters. .
Por Paula Arend Laier
SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta nesta terça-feira, chegando a superar os 98 mil pontos no melhor momento, com alívio no ruído político e apostas favoráveis para a proposta da reforma da Previdência, em movimento endossado pelo viés positivo em Wall Street.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,19 por cento, a 97.659,15 pontos. O volume financeiro da sessão somou 15,3 bilhões de reais.
O governo demitiu na véspera o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, a fim de aplacar o imbróglio envolvendo um dos principais nomes da equipe do presidente Jair Bolsonaro.
Na visão de alguns profissionais do mercado, o evento envolvendo Bebianno fez seu preço no curto prazo e aparentemente está encerrado, embora tenha tido um efeito negativo na agenda do governo, adiando a chance de algo de concreto em breve.
O analista Régis Chinchila, da Terra Investimentos, relacionou o declínio nos dois pregões anteriores ao ruído político com o episódio Bebianno, mas ressaltou que agora o foco volta todo à reforma da Previdência e à entrega do texto final.
"As mesas de negociações acompanham (o tema) como principal motivação de compra das ações em 2019", afirmou. Bolsonaro pode ir pessoalmente nesta quarta-feira ao Congresso entregar a proposta da reforma da Previdência.
Para Frederico Mesnik, sócio-fundador da Trígono Capital, os últimos eventos corroboram apostas de que a reforma da Previdência agora deve andar, incluindo entre investidores estrangeiros. "Tiraram o bode da sala", afirmou.
Em Wall Street, os pregões fecharam com modestos ganhos, apoiados em resultados positivos do Walmart e expectativas para nova rodada de negociações entre Estados Unidos e China.
DESTAQUES
- ITAÚ UNIBANCO PN (SA:ITUB4) fechou em alta de 2,3 por cento, em sessão positiva para bancos, com BRADESCO PN (SA:BBDC4) avançando 0,85 por cento, BANCO DO BRASIL (SA:BBAS3) subindo 0,42 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT (SA:SANB11) valorizando-se 1,87 por cento. Analistas do Itaú BBA reiteraram visão positiva para o setor no Brasil, com destaque para Bradesco e BB.
PETROBRAS PN (SA:PETR4) avançou 2,32 por cento, em pregão sem tendência única nos contratos de petróleo no exterior, com o Brent recuando e o WTI fechando em alta.
- ENGIE BRASIL avançou 4,36 por cento, tendo como pano de fundo expectativa positiva para o balanço do quarto trimestre, após o fechamento da bolsa. Analistas do Credit Suisse esperam bons resultados, mas avaliam que o mercado antecipou uma parte dessa tendência.
- RD (SA:RADL3) subiu 2,88 por cento, em movimento de correção após acumular queda de 7 por cento em fevereiro até a véspera. Notas de corretoras citam o papel entre as ações difíceis de encontrar para alugar para venda. A rede de varejo farmacêutico divulga balanço na próxima semana.
- NATURA valorizou-se 3,36 por cento, com o balanço que será divulgado nesta semana no radar, além de especulações envolvendo a negociação entre Reino Unido e China sobre suspensão de proibições de cosméticos britânicos não testados em animais, o que beneficiaria a controlada The Body Shop (TBS).
- VALE (SA:VALE3) encerrou com acréscimo de 0,53 por cento, alinhada à alta dos preços do minério de ferro na China, enquanto segue volátil com o noticiário na esteira do rompimento de barragem da empresa que matou pelo menos 169 pessoa no final de janeiro.
- VIA VAREJO caiu 3,47 por cento, após forte alta na segunda-feira, enquanto MAGAZINE LUIZA (SA:MGLU3) subiu 0,66 por cento e B2W (SA:BTOW3) avançou 0,17 por cento.
- JBS (SA:JBSS3) recuou 1,4 por cento, encerrando uma série de quatro pregões de alta, período em que acumulou valorização de 4,3 por cento.


Fonte:  (Reuters

Investidor estrangeiro já tirou R$ 696,7 mi da bolsa brasileira em fevereiro

Investidor estrangeiro já tirou R$ 696,7 mi da bolsa brasileira em fevereiro





Ações3 horas atrás (19.02.2019 16:28)

© Reuters.  Investidor estrangeiro já tirou R$ 696,7 mi da bolsa brasileira em fevereiro© Reuters. Investidor estrangeiro já tirou R$ 696,7 mi da bolsa brasileira em fevereiro
Investing.com - Na jornada que encerrou a semana passada, os investidores estrangeiros mais uma vez diminuíram a posição compara no segmento Bovespa da B3. Na sexta-feira, as vendas totalizaram R$ 7,228 bilhões e as vendas foram de R$ 7,505 bilhões, resultando em saídas de R$ 276,934 milhões. No acumulado de fevereiro, o saldo é negativo em R$ 696,766 milhões.
Movimento inverso foi observado entre os investidores institucionais, que voltaram as compras no dia 15. Na jornada, as aquisições foram de R$ 3,825 bilhões e as alienações de R$ 3,723 bilhões, resultando em saldo de R$ 102,087 milhões. No mês, o resultado agora é de R$ 118,505 milhões.
Os investidores pessoa física também ampliaram a participação na bolsa, com entradas de R$ 2,888 bilhões e saídas de R$ 2,668 bilhões, resultado em saldo de R$ 219,447 milhões no dia 15. Dessa forma, no mês o saldo é de R$ 1,549 bilhão.
O segmento de investimento das empresas públicas e privadas, a sessão do dia 15 foi marcada por compras de R$ 45,375 milhões e vendas de R$ 42,395 milhões, resultando em R$ 2,980 milhões de resultado. Apesar disso, o acumulado de fevereiro segue negativo em R$ 936,702 milhões.
Já os investimentos de instituições financeiras reverteram o resultado positivo do mês, caindo para R$ 43,876 milhões. O movimento foi reflexo de compras de R$ 800,222 milhões e vendas de R$ 845,943 milhões na sexta-feira, o que resultou em saídas de R$ 45,721 milhões na sessão.
No acumulado de fevereiro, entre entradas e saídas, o segmento Bovespa acumula movimento de R$ 408,13 bilhões, sendo que no dia 15 o giro foi de R$ 29,614 bilhões. Na média diária do mês, o resultado é de R$ 37,164 bilhões.



Fonte: Investing.com 

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