quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

BERILO VERMELHO COM FELDSPATO, COLEÇÃO - AVALIADO EM 6 MILHÕES DE REAIS

                       
                           BERILO VERMELHO COM FELDSPATO COLEÇÃO AVALIADO
                           EM 6 MILHÕES DE REAIS

Lucro líquido da Tim cresce 26,6% em 2018; Receita vem acima do esperado

Lucro líquido da Tim cresce 26,6% em 2018; Receita vem acima do esperado







Gustavo Kahil - 19/02/2019 - 21:08
A Tim (TIMP3) apresentou um lucro líquido de R$ 1,566 bilhão em 2018, um crescimento de 26,6% na comparação com um ano antes, informou a empresa por meio de um comunicado enviado ao mercado nesta terça-feira (19). No quarto trimestre, o lucro ficou em R$ 592 milhões, queda de 2,1% na comparação com o mesmo período de 2017.
O Ebitda do quarto trimestre do ano passado atingiu o maior nível da história da companhia ficando em R$ 1,868 bilhão, aumento de 5,6% na passagem anual. As principais alavancas para este desempenho foram receita de serviços móveis e receita de serviços fixos. A margem Ebitda ficou em 41,7%, crescimento de 0,2 ponto percentual.
Em 2018, o Ebitda foi de R$ 6,563 bilhões, atingindo crescimento 10,3%, e a margem Ebitda foi de 38,5%, acréscimo de 1,8 ponto percentual.
Por fim, a receita líquida totalizou R$ 4,479 bilhões no quarto trimestre de 2018, crescimento de 5,2% comparado com o quarto trimestre de 2017. Foi registrado crescimento em todos os segmentos: Serviço Móvel, Serviço Fixo e Produtos. O número está acima do estimado pelo Itaú BBA, de R$ 4,4 nilhões.
No acumulado de 2018, a receita líquida alcançou R$ 17,050 bilhões, crescimento de 5% ano a ano.


Fonte: MONEY  TIMES

Átomo

átomo é a menor partícula capaz de identificar um elemento químico e participar de uma reação química.
O estudo do átomo se iniciou na Grécia antiga com o filósofo Leucipo e seu discípulo Demócrito: para eles, o átomo era o menor componente de toda a matéria existente. Sendo, então, impossível dividí-lo em partes menores.
Ao desenrolar da história, diversos cientistas e estudiosos tentaram definir o átomo quanto a sua forma, dando origem a diversas teorias sobre sua constituição física. Surgiram, então, os modelos atômicos.

Modelos Atômicos

Modelo de Dalton (bola de bilhar) - 1803

Para John Dalton, a teoria de Leucipo e Demócrito era bastante coerente. Segundo este modelo, os átomos eram as menores partículas possíveis, assumiam formas esféricas e possuíam massa semelhante caso fossem correspondentes ao mesmo elemento químico.

Modelo de Thomson (pudim de passas) – 1897

Através da descoberta do elétron (partícula constituinte do átomo com carga elétrica negativa), o modelo de Dalton ficou defasado. Assim, com os estudos de Thomson, um novo modelo foi idealizado.
De acordo com este novo modelo, o átomo era uma esfera de carga elétrica positiva incrustada com elétrons, com carga negativa, tornando-se assim eletricamente neutro. Ficou conhecido como pudim de passas.

Modelo de Rutherford-Bohr (sistema planetário) – 1908/1910

Rutherford ao bombardear partículas alfa sobre uma lâmina de ouro percebeu que a maioria atravessava a lâmina. Enquanto que uma menor parte sofria pequeno desvio, e uma parte ínfima sofria grande desvio contrário à trajetória.
A partir desse experimento, foi possível perceber que os átomos não eram maciços como se pensava, mas dotados de grande espaço vazio. Assim como, que eram constituídos por um núcleo carregado positivamente e uma nuvem eletrônica carregada negativamente. Essa nuvem eletrônica era composta por elétrons que giravam em órbitas elípticas ao redor do núcleo (assim como os planetas ao redor do sol).
Também constatou-se que a maior parte da massa de um átomo se concentra no núcleo (que rebatia as partículas alfa no sentido contrário do bombardeio).
Mas ainda havia um enigma: De acordo com a teoria das ondas eletromagnéticas, os elétrons ao girarem em torno do núcleo perderiam gradualmente energia, começariam a descrever um movimento helicoidal, e simplesmente cairiam no núcleo. Mas, como isso pode acontecer se os átomos são estruturas estáveis?
Dois anos após Rutherford ter exposto o seu modelo atômico, Niels Bohr o aperfeiçoou. A teoria de Bohr pode ser fundamentada em três postulados:
1)      Os elétrons descrevem, ao redor do núcleo, órbitas circulares com energia fixa e determinada. Sendo denominadas órbitas estacionárias;
2)      Durante o movimento nas órbitas estacionárias, os elétrons não emitem energia espontaneamente;
3)      Quando um elétron recebe energia suficiente do meio externo, realiza um salto quântico: migra entre dois orbitais. E, como tende a voltar ao orbital inicial, a energia recebida é emitida na mesma quantidade para o meio. Sendo essa energia (recebida e emitida) a diferença energética entre os dois orbitais.
Apesar de bastante difundida no ensino médio, o modelo atômico de Rutherford-Bohr é, em parte, ineficiente. Pois:
  • Os elétrons, na prática, não realizam trajetórias circulares ou elípticas ao redor do núcleo;
  • Não deixa claro o porquê de os elétrons não perderem energia durante seu movimento;
  • Não explica a eletrosfera de átomos que possuem muitos elétrons.
Assim, o modelo atômico ideal está sendo obtido a cada dia em que se descobrem mais informações acerca da estrutura íntima da matéria.

Estrutura de um Átomo

Os átomos são compostos de, pelo menos, um próton e um elétron. Podendo apresentar nêutrons (na verdade, apenas o átomo de hidrogênio não possui nêutron: é apenas um elétron girando em torno de um próton).
  • Elétrons – Os elétrons são partículas de massa muito pequena (cerca de 1840 vezes menor que a massa do próton. Ou aproximadamente 9,1.10-28g) dotados de carga elétrica negativa: -1,6.10-19C. Movem-se muito rapidamente ao redor do núcleo atômico, gerando campos eletromagnéticos.
  • Prótons – Os prótons são partículas que, junto aos nêutrons, formam o núcleo atômico. Possuem carga positiva de mesmo valor absoluto que a carga dos elétrons; assim, um próton e um elétron tendem a se atrair eletricamente.
  • Nêutrons – Os nêutrons, junto aos prótons, formam o núcleo atômico. E, como possuem massa bastante parecida, perfazem 99,9% de toda a massa do átomo. Possuem carga elétrica nula (resultante das sub-partículas que os compõem), e são dispostos estrategicamente no núcleo de modo a estabilizá-lo: uma vez que dois prótons repelem-se mutuamente, a adição de um nêutron (princípio da fissão nuclear) causa instabilidade elétrica e o átomo se rompe.
Os elétrons estão dispostos em 8 camadas que constituem a eletrosfera. Para cada camada, determinado número de subníveis (orbitais) são preenchidos. A mais externa é chamada camada de valência, sendo também a mais energética.






Fontes: DNPM/CPRM


Hidrogênio

hidrogênio é o elemento em maior abundância na crosta terrestre, representando 75% da massa de nosso planeta, além disso ele é de extrema importância para as mais variadas atividades industriais e ciclos naturais. É um dos constituintes do Sol e também, juntamente com o oxigêniocompõe a molécula essencial para a vida no planeta Terra, a água (H2O). Seu nome foi atribuído por Antoine Lavoisier e deriva do grego que significa “que gera água”. Seu primeiro uso e descrição foi feito em torno do ano de 1500 por Paracelso, um iatroquímico (estudava as substâncias geralmente para aplicação medicinal), porém este não o citava como elemento químico o que só foi feito em 1766 por Henry Cavendish.
Este elemento não está localizado em nenhum grupo na tabela periódica, possui número atômico e número de massa iguais a 1. Por este fato é um elemento extremamente pequeno, simples e leve. Uma molécula de hidrogênio encontra-se na forma gasosa com dois átomos (H2). Suas principais características são: é incolor, é inflamável, é inodoro e insolúvel em água. Os isótopos mais conhecidos do hidrogênio são o prótio, o trítio e o deutério os quais especificaremos a seguir:
isotopos hidrogenio
  • Deutério: Este isótopo possui apenas um nêutron e um próton em seu núcleo, é pesado e estável. É utilizado em processos de fusão nuclear e quando combinado com o oxigênio forma a água pesada. Seu nome deriva do grego “deuteros” que significa “segundo”.
  • Trítio: É o isótopo do hidrogênio menos abundante, seu núcleo é composto por 1 próton e 2 nêutrons e ele é um isótopo radioativo. Pode ser utilizado em sistemas de mira de armas de fogo de alta precisão.
  • Prótio: É o isótopo de maior ocorrência entre os três e é composto por apenas um próton no núcleo. Pode adquirir carga positiva ou negativa quando em compostos iônicos.
O hidrogênio possui diversas aplicações industriais que vão desde a produção de semicondutores até a indústria petroquímica. Há muito tempo grandes empresas vêm investindo em pesquisa para desenvolver um veículo que funcione com o gás hidrogênio como combustível. O mais comum é o veículo que armazena hidrogênio pressurizado num tanque e a vantagem destes seria a nula taxa de poluição. Porém como desvantagem teríamos o alto custo do combustível e o risco de explosão. Nos processos biológicos na maioria das vezes atua como catalisador enzimático, ou seja, acelera a velocidade das enzimas em seus processos.



Fonte: CPRM

Flúor

Na tabela periódica os elementos que são localizados mais à direita tendem a ser mais eletronegativos que os localizados à esquerda. Entre os elementos que possuem alta eletronegatividade o que se destaca é o flúor, que apresenta maior valor desta propriedade periódica. Este elemento pertence ao grupo dos halogênios, ou grupo 17 que tem como maior característica a tendência a atrair elétrons para si ao estabelecer uma ligação. Seu nome deriva do latim “fluere” que significa “que corre” e seu símbolo químico é F. O químico Henri Moissan em 1886 conseguiu isolar pela primeira vez o flúor e em consequência disso foi agraciado com o Prêmio Nobel de Química de 1906. De número atômico 9 e número de massa 19,00 este elemento possui a distribuição eletrônica abaixo:
1s2 2s2 2p5

Pode-se notar que na última camada o flúor apresenta 7 elétrons e isso explica sua alta tendência de atração eletrônica, pois ele está prestes a se estabilizar de acordo com a teoria do octeto.
Mas o que diz esta teoria? Ela explica que os elementos que estão no grupo 18 ou gases nobres não possuem reatividade considerável devido ao fato de possuírem 8 elétrons em sua última camada, com exceção do Hélio (He) que só possui 2 elétrons em todo o átomo. E por consequência todos os outros elementos da tabela periódica tendem a ganhar o perder elétrons (depende do que for mais acessível) para adquirir essa configuração eletrônica. Devemos lembrar sempre que os processos sempre tendem à menor energia e maior estabilidade.
Voltando a falar do flúor podemos citar algumas características básicas como:
  • Se encontra no estado físico gasoso nas CNTP;
  • Possui coloração amarela;
  • Possui cheiro extremamente forte e irritante;
  • É extremamente reativo;
  • É corrosivo;
  • Possui alta toxicidade.
Fluorita (CaF2) é a principal fonte do elemento Flúor. Foto: Cagla Acikgoz / Shutterstock.com
Fluorita (CaF2) é a principal fonte do elemento Flúor. Foto: Cagla Acikgoz / Shutterstock.com
Dos halogênios o flúor é o elemento mais abundante na Terra, sendo encontrado principalmente em alguns minerais como a criolita e a fluorita por exemplo. O flúor também pode ser obtido como subproduto da produção do alumínio entre outros modos menos convencionais. Ele está presente nos CFC’s (clorofluorcarbonetos) que são gases poluentes liberados principalmente pela indústria e que acabam por danificar a camada de ozônio e aumentar o efeito estufa.
Este elemento não possui vital importância para nosso organismo, porém se ingerido em concentrações consideráveis pode trazer danos. Geralmente é ele acrescentado a água nas estações de tratamento como forma de auxiliar nos problemas bucais. Ele possui diversas aplicações e algumas estão listadas abaixo:
  • Na composição de cremes dentais e géis dentais para prevenção de cáries;
  • Na fabricação do Teflon, de panelas, formas e utensílios em geral;
  • Na separação de isótopos do Urânio;


Fonte: CPRM