sábado, 16 de março de 2019

JADE

JADE 


Jadeita é uma das pedras preciosas de que os chineses gostam mais. Desde a antiguidade, ele é considerado como um mascote que possa afugentar maus espíritos. A jadeíta é uma das espécies de jade mais preciosa.
Agora, os adornos, artesanatos e joias feitos com esta pedra são muito procurados por artistas e outros consumidores. Mas, no mercado chinês, sempre há produtos falsificados, pelo que foram estabelecidos vários órgãos de identificação de jadeíta.
Usado pelos chineses há milhares de anos, o jade tem importância cultural, reputação e apreciação quase inescrutáveis no Oriente.
Todo o material utilizado pelos chineses na forma de entalhes até o século XIII trata-se de nefrita, sendo que a jadeíta, oriunda da antiga Birmânia, passou a ter aplicação apenas mais tarde, principalmente a partir do século XVIII.
Na América Central, a jadeíta já era utilizada pela Civilização pré-colombiana Maia e pelos povos Olmecas que habitavam a planície costeira do Golfo do México, uma vez que uma de suas principais fontes, histórica e atual, é a Guatemala.
Em termos de composição química, a jadeíta é um silicato de sódio e alumínio, enquanto a nefrita trata-se de um silicato de cálcio, magnésio e ferro.
PRIMEIRAS AMOSTRAS
Bian He do Reino Chu, 2.700 anos atrás, encontrou na montanha um pedaço de jade e ofereceu-o ao rei. Mas, a pedra trouxe-lhe a má sorte. Como o mestre da corte não conhecia esta pedra preciosa, considerando-a uma pedra sem nenhum valor, o rei mandou cortar o pé esquerdo de Bian He como castigo.
Mas ele persistiu em oferecer esta pedra ao novo rei. Mas, perdeu outro pé. Então Bian He chorou durante 3 dias e 3 noites. Ao ouvir isso, o rei mandou abrir a pedra e descobriu o jade lá no meio da pedra, sendo baptizado com He Shibi.
A história de Bian He demonstra que é difícil identificar o jade. Agora, os adornos e artesanatos feitos com esta pedra não pertencem apenas a nobres. O número crescente da população começaram a possui-los. Mas, muitas pessoas não sabem identificar.

O que a Jadeita significa?

Seu nome vem do termo jade. Foi no século XIX, em 1863, que a jadeita foi diferenciada da nefrita. Ela é um piroxênio que resulta do metamorfismo das serpentinas ricas em sódio. Antes do século XIX° chamava-se do termo genérico jade ao mesmo tempo a jadeita e a nefrita.
A jadeita somente apareceu na China no meio do século XVIII°, vindo da Birmânia, todos os jades antigos da China antes deste período são nefrita.
Sem a presença de iones metálicos que a colorem seria incolor, na realidade, branco leitoso, mas as variedades verde firme são coloridas pelo ferro e as roxas o são pelo manganês, a jadeita jade imperial é colorida pelo cromo.
A “magnetita-jade” é o nome comercial de um jade preto com inclusões de magnetita. A cloromelanita é o nome de um piroxênio verde-escuro com veia preta que é assimilado aos jades. O kosmoclor, de composição próxima da jadeita é um silicato de sódio e cromo descoberto num meteorito (em grego de kosmos e “clor” para verde) que compõe a cloromelanita.
Sua densidade aumenta conforme sua concentração em cromo e pode atingir 3,6. A Maw-sit-sit que foi descoberta em 1963 por Gubelin na Birmânia nas mesmas jazidas que o jade imperial, no noroeste da Birmânia no estado Kachin.
É na realidade uma rocha, uma mistura de vários minerais então a jadeita cromifera, cromita, ureyita, simpletita, kosmoclor, amfibola cromifera e zeolitas, natolita principalmente, e suas veias brancas são constituídas de albita numa rocha matriz de serpentina.
E é umas das rochas na qual a concentração de cromo que lhe da sua cor é a mais elevada. Por vezes chamada jade-albita das maw-sit-sit de veias de albita branca.


Fonte: Portal do Geologo

JASPE

JASPE

JASPE 

Dióxido de silício. Estrutura cristalina trigonal. Um cristal granular criptocristalino. Sem forma geométrica definida, apresenta-se em formas densas e compactas, soltas e avulsas nos jazigos silicosos (seixos). Fratura concoidal. Brilho baço, ceroso e gorduroso. Dureza 7. Densidade 2,6. Clivagem: nenhuma, com aspecto áspero na superfície. Rochas magmáticas. Uso: adorno e estatuaria. Cores: branco, vermelho, verde, amarela, cinza, marron e preta (lidita). Ocorrências: MG, BA, GO, PR, SC e RS.


Fonte: CPRM

sexta-feira, 15 de março de 2019

Ibovespa bate novo recorde intradia com exterior favorável e com cautela interna

Ibovespa bate novo recorde intradia com exterior favorável e com cautela interna






Investing.com Brasil - 15/03/2019 - 13:18
O avanço das negociações comerciais entre EUA e China impulsiona o apetite ao risco (Fonte: B3)
Por Investing.com
O Ibovespa rompeu mais um recorde intradia nesta sexta-feira ao atingir 99.271 pontos às 10:45. Neste momento, o principal índice acionário brasileiro opera em alta de 0,32% a 98.916 pontos às 13h15.
O avanço das negociações comerciais entre EUA e China impulsiona o apetite ao risco dos investidores no exterior, beneficiando países emergentes como o Brasil. De acordo com a agência de notícias chinesa Xinhua, o vice-primeiro-ministro da China Liu He conversou por telefone com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, e com o representante comercial norte-americano, Robert Lighthizer e realizaram progressos significativos nas negociações entre os dois países. Na Europa, o adiamento do Brexit para junho animou os investidores com reflexo positivo nas bolsas europeias.
No plano interno, o mercado segue monitorando o trâmite da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados. A ausência da reforma na live que o presidente Jair Bolsonaro apresentou nas suas redes sociais na noite de ontem e o pedido dos militares de recomposição salarial como contra-proposta para o aceite de endurecimento das regras de suas aposentadorias colocam o mercado sob cautela.
De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, os militares propuseram também bônus de fim de carreira e a criação de outro cargo para justificar a elevação de 30 para 35 anos o tempo de contribuição. Caso seja aprovada, a reforma dos militares gerariam um aumento de R$ 10 bilhões nos próximos 10 anos antes de iniciar a economia com as novas regras.

Fonte: Investing.com

Ametista





 A ametista é uma gema preciosa Tectossilicatos de variedade do quartzo .
A ametista é composta por uma sobreposição irregular de lâminas alternadas de quartzo esquerdo e direito.
O nome de ametista são todos os quartzos que exibem esta estrutura, independentemente da sua cor. A cor da ametista é atualmente atribuída à presença de Ferro3+, mas ela é capaz de ser alterada e até removida por aquecimento ou radiação ultravioleta. O coríndon roxo ou a safira com tons de ametista são por vezes chamados de ametista oriental.

Estrutura cristalina
Estrutura cristalina do quartzo


Jazida


  Brasil,  Uruguai, e Madagáscar 
 Características físicas e químicas da gema

Ametista gema bruta

Fórmula química: SiO2. Óxido de silício.
Composição: Si = 46,7%, O = 53, 3%. Apresenta compostos de ferro e manganês, que lhe rendem
Sua cor e característica.
Hábito: Prismático, granular, maciço.
Clivagem: Imperfeita {1011} ou {0111}.
Dureza: 7
Cor: Geralmente violeta, roxa ou púrpura.


Traço: Incolor.
Variações: Existe uma variedade bicolor, denominada quartzo ametista, trata-se de uma forma mais compacta de ametista que, freqüentemente possui bandas de quartzo leitoso. Além de, uma variedade tricolor com uma extremidade de cor roxa, a outra extremidade amarela, sendo cortada por uma faixa incolor.
Outras espécies são: Ametista Jacobina, variedade de ametista escura com tonalidades vivas;
Ametista Madagascar, variedade de ametista violeta-escura, levemente enfumaçada ou violeta-púrpura
Quando mais clara; Ametista-mosquito, variedade com pequenas inclusões de goethita; Ametista espanhola,
Nome dado a ametistas finas comercializadas na Espanha de origem desconhecida e cor
Púrpura. 
Também existe a ametista Uruguai, ametista-uraliana, ametista-siberiana, etc.

 Lapidação

Formatos de lapidação sugeria para ametista



Os gregos acreditavam que a Ametista tinha o poder de transformar os maus pensamentos em pensamentos otimistas, além de proteger seu portador de falsas amizades.


Fonte: CPRM

Cultivo de pérolas

Consideradas uma iguaria da culinária mundial as ostras podem nos proporcionar muito mais do que saborosos pratos. Elas são animais que pertencem ao Filo Mollusca e Classe Bivalvia tendo o formato de sua concha dividido em duas partes, conhecidas como valvas (por isto, o nome bivalves). Os moluscos bivalves são os únicos animais que têm a capacidade de produz pérolas, objetos de desejo de mulheres e joalheiros.
Apesar de haver diversas espécies de ostras, somente as denominadas perlíferas que pertencem a família Pteriidae (que se reproduzem em água salgada) e Unionidae (que vivem em água doce) são capazes de realizar a produção de pérolas. Esta pérola é resultado de uma reação natural do molusco contra invasores externos, como areia ou ainda vermes e certos parasitas que procuram reproduzir-se em seu interior.
A pérola nada mais é do que uma estrutura de origem orgânica, contendo fisicamente um núcleo e camadas nacaradas na periferia, depositadas de forma concêntrica. A sua estrutura química apresenta lamelas e prismas de carbonato de cálcio (cerca de 92,6%) que causam a refração da luz, água (em torno de 0,5 a 0,6%) e outros elementos (aproximadamente 3%) geralmente responsáveis pela coloração da pérola, dispostos como um “sanduíche” e intermediados por um material orgânico conhecido como conchiolina (entre 2 e 3%).
A formação natural da pérola ocorre quando um sedimento ou microorganismo penetra na inserção entre o manto e a concha, causando uma verdadeira irritação nesta região e, como proteção, o molusco produz uma camada nacarada que ficará em volta deste microorganismo ou sedimento, soldando-o na concha. Neste caso, temos a formação de uma “meia-pérola”.
A pérola verdadeira ou natural, baseia-se neste mesmo princípio. Entretanto, por alguma razão, o sedimento, microorganismos ou mesmo um pedaço celular da membrana penetra dentro do músculo ou nas gônadas. Com isto, no interior do corpo do molusco inicia-se a formação de uma estrutura chamada de saco ou bolsa perolífera que envolverá totalmente o ser invasor. Esta bolsa perolífera começará a depositar substâncias que irão se cristalizar formando camadas sobre o microorganismo e, desta forma, desenvolve-se a pérola.
O processo de perolização de uma ostra é raro, acontece na natureza em um a cada 10.000 animais, sendo que o tempo médio de maturação de uma pérola é de 3 anos. É aí que entra a aquicultura! Para agilizar este processo, no início do século XX os japoneses introduziram em ostras pequenas porções esfericas de madrepérola, retiradas de uma concha, com cerca de três quartos do tamanho final desejado. Os resultados foram tão surpreendentes que até mesmo para especialistas é difícil distinguir a pérola natural da pérola cultivada.
Em futuros artigos da AQUACULTURE BRASIL divulgaremos mais informações sobre a produção de ostras perlíferas pelo mundo.


Fontes: Exame