quarta-feira, 20 de março de 2019

Petrobras deverá receber mais de US$ 18 bilhões por reservas, diz Bloomberg

Petrobras deverá receber mais de US$ 18 bilhões por reservas, diz Bloomberg





Valter Outeiro da Silveira - 19/03/2019 - 20:42
Companhia utilizará recursos para fazer ofertas nos leilões vindouros (Tania Regô/Agência Brasil)
A Petrobras (PETR3; PETR4) deverá receber mais de US$ 18 bilhões através de pagamentos por suas reservas de petróleo, através do governo e de fontes privadas, resolvendo disputa datada de 2013, conforme apurado pela reportagem da Bloomberg.
Em relação a parte pública, o governo brasileiro pretende realizar acordo com a petrolífera como compensação pelo excesso de petróleo encontrado em campo, em nível superior ao projetado inicialmente.
A estatal comprou do governo direitos de produzir 5 milhões de barris, porém, no processo de exploração, descobriu mais petróleo. Desta forma, a estatal e o governo deverão entrar em acordo até o final do mês antes do leilão de parte dos 15 milhões de barris estimados, dado que a Petrobras permanece como única exploradora do campo.

Leilões em vista

Do lado privado, o leilão previsto para 28 de outubro deste ano contemplará gigantes como Exxon Mobil e Royal Dutch Shell – as maiores petrolíferas dos EUA e do Reino Unido, respectivamente, conforme declaração do CEO Roberto Castello Branco.
Pela natureza da indústria petrolífera, os recursos a serem recebidos pela Petrobras servem para compensar os investimentos realizados na exploração, de acordo com a Bloomberg. Vale destacar a não garantia de encontrar petróleo em qualquer bacia, ou – como neste caso – encontrar muito mais do que o previsto anteriormente.

10 bilhões investidos

Somente no campo de Búzios, possivelmente o maior a ir a leilão, a Petrobras gastou nada menos que US$ 10 bilhões em dois sistemas de produção. A companhia possui 3 milhões de barris em reservas, e o governo estima 3 adicionais a serem explorados.
A ideia de trazer parceiros internacionais para exploração contribui para a petrolífera chegar a acordo mais próximo com o governo, conforme a Bloomberg.
Por fim, cabe ressaltar que a companhia utilizará os recursos obtidos para realizar ofertas nos leilões vindouros.

Fonte: MONEY  TIMES

terça-feira, 19 de março de 2019

MUSCOVITA

MUSCOVITA







à Resumo:

            A Muscovita recebeu esta denominação devido ao nome popular do mineral: “Vidro da Moscóvia”, pois era usado como vidro na antiga Rússia (Moscóvia). A Muscovita é um dos minerais que se apresentam com melhor transparência, melhor resistência dielétrica e maior perfeição de clivagem, podendo ser facilmente separada em palhetas de dimensões ínfimas. Ela é um mineral petencente ao grupo das Micas (filos silicatos) com fórmula molecular ideal: KAl2(Si3Al)O10(OH,F)2. A Mica, do latim micare (brilhar), é a designação dada a um grupo de silicatos, constituído basicamente de alumínio, sódio ou potássio e muitas vezes por ferro e magnésio cristalizado no sistema monoclínico com uma característica evidente: um empilhamento de folhas finíssimas, que pode ser destacadas facilmente. Utilizando o método macroscópico de análise para diferenciar a Muscovita da Biotita, a transparência será logo notada, mas devido as impurezas presentes nela, também poderá, raramente, ser encontrada com coloração Rósea ou Marrom, e por essa distinção a Muscovita é chamada de mica brancas, enquanto a Biotita é chmada de mica negra. As micas também são conhecidas por serem muito finas e qualquer mudança de peso sobre elas podem causar rachaduras e até quebrar.

à Formação e locais de ocorrência da Muscovita:

            A muscovita ocorre em rochas ígneas, metamórficas e sedimentares, em concentrações muito variáveis, sendo formada por processos pneumatolíticos, hidrotermais e metamórficos (metamorfismo regional e de contato em condições de temperaturas baixas e altas); forma-se também na cristalização magmática de rochas ácidas, especialmente em fase final, aparecendo nos granitos com duas micas, aplitos e pegmatitos (onde a exploração industrial é feita com maior frequência, já que são corpos rochosos de granulação grossa), sendo que nos granitos a maioria dos casos resulta de transformações pós-magmáticas (metamorfismos e hidrotermalismo).
A muscovita é mais resistente que o feldspato ao intemperismo. Assim, ela pode ser encontrada com o quartzo em muitos sedimentos nas praias, nos fundos e margens de rios e lagos.

à Onde usamos a Muscovita:

            As variedades esfoliáveis e limpas da muscovita são principalmente empregadas na construção de aparelhos elétricos, por causa do seu baixo coeficiente de condutibilidade térmica, por resistir a altas temperaturas e choques térmicos e por seu baixo coeficiente de dilatação. É usada normalmente em placas, mas seu pó é um bom isolante térmico, e com ele, aglomerado, fabrica-se a mica sintética. Excelente isolante elétrico, sendo usado em condensadores, reostatos, telefones, lâmpadas elétricas e fusíveis. Já se usou também em janelas como substituto do vidro.

à Características gerais, físicas e químicas da Muscovita:

  • GRUPO - FAMÍLIA: Grupo das Micas; Família dos Filos silicatos;
  • FÓMULA QUÍMICA: KAl2(AlSi3O10)(OH)2;
  • COMPOSIÇÃO: Essencialmente é um silicado de potássio, alumínio, hidratado e frequentemente contém pequenas quantidades de ferro férrico e ferroso, magnésio, cálcio, sódio, lítio, flúor e titânio;
  • CRISTALOGRAFIA: Muscovita e biotita cristalizam-se no sistema monoclínico, classe prismática;
  • PROPRIEDADES ÓPTICAS: Biaxial;
  • HÁBITO: Placoso, laminado e foliado;
  • CLIVAGEM: Pinacóide basal perfeita;
  • DUREZA: Apresenta dureza de 2 a 2,5;
  • DENSIDADE: Apresenta densidade de 2,76 a 3,1;
  • FRATURA: Não se observa fraturas, devido a sua clivagem perfeita resultando folhas bem finas que são bastante flexíveis e elásticas;
  • BRILHO: É vítreo, sedoso ou nacarado;
  • DIAFANEIDADE E COR: Transparente, incolor em folhas delgadas, em blocos espessos translúcida com matizes claros do amarelo, castanho, verde e vermelho;
  • TRAÇO: Branco; e
  • PROPRIEDADES DIAGNÓSTICAS: Caracterizada pela sua clivagem extremamente perfeita e por sua cor clara. Distingue-se da flogopita por não ser decomposta pelo ácido sulfúrico, da lepidolita por não ter cor rubra e da biotita por não ter cor escura.
à Imagens:




















Fonte: http://mineralminers.com/html/musmins.stm

9 ações para comprar antes da Reforma da Previdência

9 ações para comprar antes da Reforma da Previdência





Gustavo Kahil - 19/03/2019 - 
O banco analisou o impacto deste ajusta fiscal sobre a força de trabalho, assumindo as idades mínimas de aposentadoria propostas e as regras de transição
A reforma da Previdência, caso seja aprovada, pode destravar um novo ciclo de crescimento no Brasil. E o impacto nas ações negociadas na Bolsa também será transformador. A equipe de análise do Bradesco BBI fez contas e identificou as nove ações que podem ser compradas agora para ganhar com esta nova realidade.
O banco analisou o impacto deste ajusta fiscal sobre a força de trabalho, assumindo as idades mínimas de aposentadoria propostas e as regras de transição.
Três principais indicadores, que afetam diretamente o cálculo sobre os preços das ações, seriam positivamente influenciados:
1 – A taxa de desconto cairia em torno de 0,2 ponto percentual como reflexo do menor risco país e prêmio de risco sobre ações. O modelo do banco implica que, para cada 1 p.p. de queda na taxa de desconto, o Ibovespa sobe 13%.
2 – A mudança nas regras das aposentadorias desencadearia um maior apetite ao risco, com o mercado precificando melhores projeções para os lucros nos próximos 12 meses. “Poderíamos antecipar um ciclo de crescimento mais longo. Assumimos pelo menos cinco anos adicionais de crescimento do PIB no cenário de ajuste fiscal profundo”, aponta o Bradesco.
3 – Os analistas indicam que a reforma poderia fortalecer a aposta acima do consenso sobre a alavancagem operacional e crescimento dos lucros. “De acordo com nossos modelos, para cada 1 p.p. de surpresa positiva do PIB, o Ibovespa subiria em cerca de 8%.

O que comprar?

Segundo o banco, os principais nomes para este novo cenário seriam: Banco do Brasil (BBAS3), B3 (B3SA3), CVC Brasil (CVCB3), Duratex (DTEX3), Randon (RAPT4), Azul (AZUL4), Cemig (CMIG4), Usiminas (USIM5) e Petrobras (PETR4).

Fonte: MONEY  TIMES

O que ainda está barato na Bolsa? Veja as 6 ações negociam em nível “pechincha”

O que ainda está barato na Bolsa? Veja as 6 ações negociam em nível “pechincha”






Valter Outeiro da Silveira - 19/03/2019 - 
Indicador comparativo pode ser uma das alternativas na análise de compra das ações
Diante de diversos indicadores utilizados pelos investidores ao redor do mundo para avaliar a atratividade de investimento em ações, um particularmente chama a atenção pela sua peculiaridade quando aparece abaixo de 1: o P/VPA (preço da ação sobre o valor patrimonial da empresa).
Estas empresas negociadas com valor abaixo de 1 quando analisadas neste múltiplo, na verdade, mostram que o valor de mercado da companhia é inferior a seu valor patrimonial, o que pode parecer, no minimo, dicotômico.
O indicador é largamente utilizado para comparar empresas dentro do setor bancário, pela constante atualização das estimativas do patrimônio, ao contrário de setores indústrias ou elétrico, por exemplo, que possuem maior dificuldade da reavaliação do patrimônio. Ou seja, se a empresa vender todos os seus ativos, ainda assim arrecadaria um valor acima ao de mercado.

Ativos intangíveis

Vale destacar também a dificuldade de mensuração de ativos intangíveis, presentes no valor da empresa, porém não auditadas no valor patrimonial, como valor da marca, reputação, história, entre outros.
Também empresas de tecnologia ficam supostamente alheias à análise, pela alta ocorrência de ativos intangíveis e pela natureza do setor de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) dificilmente proporcionar frutos de curto prazo.

Sexteto

De acordo com a equipe de análise do BTG Pactual (BPAC11), existem seis companhias cujo preço da ação estimado para 2019 sobre o valor patrimonial por ação (P/VPA) encontra-se abaixo da casa de 1. Coincidência ou não, todas as ações deste sexteto detêm recomendação de compra.
Os seis papeis são os seguintes: Cosan (CSAN3), com P/VPA de 0,8 vez estimado para 2019; Copel (CPLE6), mostrando relação P/VPA de 0,6 vez; Eneva (ENEV3), listando P/VPA de 0,9 vez; Usiminas (USIM5), apresentando múltiplo de 0,8 vez; Gerdau (GGBR4), com P/VPA de 0,9 vez; e Oi (OIBR4), relatando P/VPA estimado para final do ano de 0,3 vez.



Fonte: MONEY  TIMES

Ibovespa agora deve rumar os 125 mil pontos, aponta XP

Ibovespa agora deve rumar os 125 mil pontos, aponta XP



Gustavo Kahil - 19/03/2019 - 
A corretora avalia a bolsa como o melhor ativo no Brasil, com potencial para 125 mil pontos
Após deixar para trás a marca dos 100 mil pontos para trás, o Ibovespa agora deve abrir caminho para a chegada dos 125 mil pontos. Esta é a projeção da XP Investimentos, que em um relatório publicado nesta terça-feira (19). Segundo a equipe de análise “isso é só o começo”.
“Conforme temos destacado consistentemente desde as eleições, o Brasil se encontra em um cenário sem precedentes. O crescimento deve acelerar para 2% em 2019, a inflação está baixa e ancorada, os juros na mínima histórica”, indica o time de analistas.
Eles explicam que a Reforma da Previdência está sendo priorizada, com proposta abrangente, enquanto as pesquisas mostram sólida aprovação do novo governo, positivo para a execução da agenda liberal.
Com isso, a corretora avalia a bolsa como o melhor ativo no Brasil, com potencial para atingir 125 mil pontos até o final do ano. Nos cálculos dos analistas, o Ibovespa ainda negocia em linha com seus níveis históricos, em 12,5 vezes o preço sobre o lucro (P/L).
“Vemos potencial para que o índice negocie a prêmio, por uma combinação de crescimento de lucro acima da normal e taxas de desconto estruturalmente menores. Como referência, após a eleição de um governo reformista, o índice de ações indiano sofreu mudança de patamar, passando de uma média de 14x P/L para nível próximo a 16x P/L”, indica.

Fonte: MONEY  TIMES